História Império (Malec) - Capítulo 12


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Categorias As Crônicas de Bane, Dominic Sherwood, Emeraude Toubia, Harry Shum Jr., Katherine McNamara, Matthew Daddario, Os Instrumentos Mortais, Shadowhunters
Personagens Alexander "Alec" Lightwood, Asmodeus, Catarina Loss, Clary Fairchild (Clary Fray), Dominic Sherwood, Emeraude Toubia, Harry Shum Jr., Isabelle Lightwood, Jace Herondale (Jace Wayland), Jocelyn Fairchild, Katherine McNamara, Lady Camille Belcourt, Lydia Branwell, Magnus Bane, Maryse Lightwood, Matthew Daddario, Max Lightwood, Personagens Originais, Sebastian Morgstren, Valentim Morgenstern
Tags Alec Lightwood, Clace, Império, Lightwood's X Bane's, Máfia, Magnus Bane, Malec
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Palavras 1.631
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Comédia, Crossover, Drama (Tragédia), Famí­lia, Festa, Ficção, Fluffy, Hentai, Lemon, LGBT, Luta, Mistério, Policial, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Shoujo-Ai, Suspense, Universo Alternativo, Violência, Yaoi (Gay)
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Drogas, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


oi bebes, tudo bom? perdoem a demora para responder os comentários, são muitas fics, muitos comentários e uma só Naomi huahauhua mas vou respondendo aos poucos, ok?


Boa leitura!

Capítulo 12 - Paz


Magnus estava sentado no sofá, mexendo no notebook, quando ouviu batidas na porta. A única pessoa que sabia sobre o seu apartamento era Alec, então nem se daria o trabalho de perguntar quem era.

-Entra.

Alexander entrou e fechou a porta novamente, logo depois ele se sentou no sofá, ao seu lado, e tentou lhe dar um selinho, mas Magnus virou o rosto.

-O que foi, Magnus? –Perguntou estranhando sua reação.

-Nada.. é que você sumiu por tanto tempo que eu achei que nós não éramos mais.. aliados. –Falou sério, ainda olhando para o computador. Alec sorriu contido quando percebeu o que estava acontecendo.

-Foram só quatro dias, Bane. –Respondeu e Magnus apenas o ignorou. –Certo, eu viajei para comprar quadros novos para a minha galeria, está bem? –Magnus nada respondeu. –Eu deveria ter te avisado, desculpe. –Magnus não conseguiu evitar a expressão de surpresa com a forma doce que Alec se desculpou.

-Tudo bem. –Magnus respondeu finalmente o olhando nos olhos.

-Eu posso te beijar agora ou preciso explicar mais alguma coisa? –Magnus apenas assentiu, antes de sentir lábios afoitos colados aos seus. Era um beijo necessitado, que transmitia toda a falta que sentiram um do outro durante esses dias sem se verem.

Apesar da maior parte do tempo ser tudo carnal entre eles, aos poucos eles descobriam juntos novas sensações, que nunca haviam sentido com outra pessoa.

Por exemplo, o fato de sentirem tanta necessidade de estar na companhia um do outro. Na maior parte do tempo eles estavam se agarrando e gemendo enquanto se davam prazer, mas também tinha vezes em que só conversavam ou se beijavam.

Alec sabia que devia ter pelo menos ligado para Magnus durante esses dias, mas apesar da forma que avançaram na relação sem nome, ainda era difícil pra ele demonstrar sentimentos, como a falta que havia sentido dele.

E então, Alec resolveu naquele instante que tentaria ser um pouco mais aberto com Magnus.

Quando terminaram de se beijar, Magnus sorria, e Alec ficou tentado em dizer o quanto o sorriso dele era lindo, mas se conteve.

-O que foi? –Magnus perguntou quando percebeu que Alec estava o encarando demais.

-Seu sorriso é lindo. –Disse sem aguentar mais, e Magnus fez uma expressão surpresa, mas no fim sorriu novamente, e Alec teve ainda mais certeza do que havia dito.

-Parece até que trocaram você por um sósia nessa viagem. –Magnus comentou voltando sua atenção para o computador em seu colo. Alec fez uma cara emburrada.

-Você é tão idiota, Bane. –Resmungou indo até a cozinha. Voltou logo depois com uma caneca com café. Magnus estava concentrado digitando e parecia ocupado, então Alec foi até o quarto de Magnus e procurou por um caderno. Achou uma agenda em cima da mesinha da cabeceira e também um lápis, e então voltou para a sala.

Sem chamar atenção, Alexander sentou na poltrona em frente a Magnus e começou a desenha-lo.

10 minutos depois, Magnus desviou o olhar da tela do notebook e o encarou.

-Você está me desenhando? –Perguntou franzindo a testa.

-Sim. –Alec respondeu apenas, continuando a observar Magnus e logo depois voltar a desenhar. A expressão de Magnus ainda era confusa, então Alec se explicou. –Eu posso não ser a pessoa mais bondosa, doce ou carinhosa do mundo, mas eu amo desenhar, e você é lindo, então não vejo nada melhor do que você para ser meu modelo.

-Obrigado. –Magnus sorriu. Alec se concentrou totalmente no sorriso dele, e tentou passar todos os detalhes para o papel.

-O que está fazendo? –Alec perguntou se referindo ao notebook.

-Algumas pesquisas..  para ver um lugar  que seja mais lucrativo para abrir um negocio.

-Porque você quer abrir um próprio negocio? –Perguntou confuso e Magnus suspirou colocando o notebook de lado e lhe dando atenção.

-Pra ser sincero, Alexander, por sua causa.

-Por minha causa?

-Sim.  Antes de te conhecer eu pensei que o meu destino fosse ser sucessor do império de crimes da minha família, mas você me mostrou que eu posso fazer mais que isso se eu quiser, algo que eu realmente goste, sabe? –Falou e Alec assentiu. Magnus falava com tanta empolgação que Alec se sentiu feliz por ter o ajudado sem nem mesmo saber.

-E o que você realmente gosta?

-Dançar. –Respondeu com um sorriso sincero brincando em seus lábios. –Na verdade eu tenho um diploma de dança e também de administração, que fiz por insistência do meu pai.. então eu resolvi abrir uma escola de dança.

-Isso é ótimo, Magnus. Fico feliz por você.

(...)

Estavam almoçando juntos na mesa da cozinha quando Magnus falou:

 

-Você sabe que temos que dar continuidade ao plano, não é? Precisamos começar a organizar o casamento. –Falou com empolgação e Alec deu uma risada.

Adorava o fato de Magnus estar empolgado com o casamento mesmo não sendo real.

-Um casamento de mentirinha..-Provocou.

-Que para os outros é real.. e seja lá quem esteja atrás de nós, não quer que esse casamento, e também essa fusão entre nossas famílias, aconteça.

-Eu não entendo nada de casamentos, Lydia quem estava organizando tudo quando éramos noivos.

-Não se preocupe com isso. Eu tenho bom gosto e vou organizar o casamento do ano! –Disse empolgado e Alec estreitou os olhos. -..me deixa ficar empolgado com o casamento mesmo que não vá acontecer, Alexander! –Resmungou fazendo Alec rir.

(...)

11 horas da manhã do dia seguinte, Alec estava em frente a igreja, olhando para ela fixamente e pensando se era uma boa ideia entrar.

Não era muito religioso, mas não havia ido ao enterro de Lydia por vergonha e culpa, então se não fosse a missa em homenagem a ela também, nunca se perdoaria.

Respirou fundo e deu primeiro passo, mas logo uma mulher loira se pôs na sua frente.

-O que faz aqui? –A mãe de Lydia perguntou de forma rude e grosseira.

-Eu não pude aparecer no enterro dela então vim dar um último adeus.

-Adeus? –A mãe de Lydia riu sem humor. Mas Alec conseguia ver perfeitamente dor nos olhos dela. –Se você não tivesse aparecido na vida da minha filha, não precisaria dar adeus algum!  E nem eu.. –Falou com a voz embargada. –A morte dela é culpa sua, ouviu?  Você pode não ter puxado o gatilho, mas com certeza ela morreu por alguma coisa que você ou a sua família fez. –A mulher falava com raiva e rancor. Se fosse em outra situação, nunca deixaria alguém falar daquela forma com ele, mas afinal o que ele diria? Sentia no fundo da alma que aquela mulher estava certa. Lydia havia morrido por sua causa e ele teria que viver com isso pra sempre. –Espero que você sinta algum dia a dor que estou sentido agora. –Vociferou, antes de se virar e entrar na igreja. Alec olhou para dentro do local e viu uma fotografia de Lydia no altar. Estava tão sorridente. Alec nunca se perdoaria por isso, o mínimo que podia fazer era achar a pessoa que havia feito aquilo e mata-la também.

(...)

Alec entrou no apartamento de Magnus, que estava em um completo silêncio.  

Não sabia se Magnus estava em casa, só conseguiu entrar no apartamento porque Magnus havia lhe dado uma chave reserva mais cedo.

Tirou os sapatos e colocou o celular e as chaves no sofá. Foi até o quarto torcendo para que Magnus estivesse lá.

Respirou aliviado quando viu Magnus sentado na cama com o notebook no colo. Quando Magnus o viu, sorriu contente.

-Eu achei um ótimo lugar para abrir minha escola e.. o que foi? –Perguntou preocupado quando percebeu sua expressão desolada. Nunca havia o visto assim.

Deixou o notebook na mesinha e esperou Alec se aproximar.

Alec retirou a calça jeans em silêncio e depois foi para a cama se sentar ao lado de Magnus.

Magnus iria perguntar novamente o que havia acontecido, mas foi surpreendido com um beijo. Diferente das outras vezes não foi urgente e selvagem, foi algo mais delicado, profundo e Magnus diria até carinhoso. Magnus sentia os lábios de Alec sobre os seus deslizando suavemente em um beijo bom e agradável. Sentiu a língua quente e macia do Lightwood adentrar sua boca e as mãos dele iriem para o seu rosto aprofundando ainda mais o beijo.

Com um selinho demorado, Alec se afastou e encarou Magnus, que no mesmo instante viu dor e raiva nos seus olhos azuis.

-Me conte o que aconteceu, Alexander. –Pediu passando a mão pelo rosto de Alec que apenas fechou os olhos e apreciou o toque.

-Eu fui até a igreja onde seria a missa em homenagem a Lydia. A mãe dela não quis que eu entrasse por ter sido o responsável pela morte da filha.. e ela não está errada. –Sorriu triste. –Por minha culpa Lydia está morta e eu nem sequer achei o desgraçado que fez isso com ela.

-Você não foi responsável por nada disso, Alec. –Magnus falou sério. –Nós vamos achar quem fez isso com ela, está bem? Eu vou te ajudar, eu prometo. –Alec assentiu em silêncio e Magnus o puxou para lhe dar um beijo.

Não sabia como, mas algo dentro dele dizia que Alec se sentia melhor quando se beijavam.

E era a mais pura verdade, Alec se sentia em paz quando o beijava, ou até quando o abraçava. Era por isso que depois de ter ouvido tudo aquilo da mãe de Lydia, ele escolheu ir até Magnus ao invés de ir para casa.

 Quando se afastaram, Magnus iria sugerir que fossem almoçar em algum lugar, mas antes que dissesse alguma coisa, Alec se enfiou por debaixo da coberta e repousou a cabeça em seu colo.

Alec não queria, e nem iria, esconder o quanto precisava de Magnus naquele momento. Precisava da paz que apenas ele lhe transmitia.

 

 

 


Notas Finais


Eai? o que estão achando?

Até o próximo capítulo xoxo


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