História Império : one-shots - Capítulo 9


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Categorias Império
Personagens José Alfredo "Comendador" Medeiros, Maria Marta Medeiros de Mendonça e Albuquerque, Maurílio Ferreira
Tags Malfred, Martilio
Visualizações 64
Palavras 2.204
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Romance e Novela
Avisos: Adultério, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Self Inserction, Sexo
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Mais uma one para todas as Malfreds que amam esse casal tanto como eu! Boa leitura!!

Capítulo 9 - Malfred - "Deixa eu te fazer feliz!"


Já era de madrugada quando  Zé Alfredo voltou pra casa. Apesar do que muitos podiam pensar, ele não estava na casa da Isis. Faz tempo que ele não sentia o mesmo fogo pela moça e descubriu que ainda sentia desejo pela esposa, a mulher a quem ele durante tantos anos rejeitava. Entrando na cozinha deparou-se com uma imagem que lhe pareceu além de excitante: Marta de camisola apoiada na bancada da pia, tomando agua. A luz fraca do abajur fazia a silhueta da mulher na sua frente ficar mais sensual ainda.

Zé: Boa noite! - Marta não respondeu nada, apenas colocou o copo na pia e direcionou-se a saída. Zé parou-se na porta e colocou uma mão blocando a  saída, assim impedindo a Marta sair. - Eu disse “boa noite”! Cadê sua educação? - nem ele mesmo entendia poque impediu que a mulher saisse, de onde apareceu de repente todo aquele desejo por ela, aquela sede de te-la nos seus braços. Ele fitou os lábios de Marta, ela passou a língua nos mesmos, a proximidade do marido a deixava nervosa e levemente excitada. - Que foi, Marta? Ficou muda agora?

Marta: Que você quer de mim? - perguntou seca e ríspida.

Zé: Que você tenha  educação e me cumprimenta quando eu falo com você?

Marta: Boa noite, Comendador! - disse ironica. - Satisfeito?

Zé: Satisfação é uma sensação relativa. - ele olhou o corpo de Marta desde arriba para baixo, ela sentiu suas bochechar arderem  revelando o crescimento do seu nivel de excitação. Não era um segredo pra ninguém, nem para o mesmo Zé Alfredo que Marta ainda o amava, ou como ele mesmo costumava dizer “tinha os quatro pneus arriados por ele”. Marta podia sentir a respiração do  Zé na sua pele de tão perto que ele se encontava, a respiração dela acelerou-se quando ele fitou os seios dela percebendo que os mamilos ficaram rígidos, o tecido fino da camisola não tinha como esconde-los.

Marta: Me deixa passar! - exigiu.

Zé: Acho melhor você me pedir com jeito, Imperatriz! - disse com um tom cargado de sensualidade.

Marta: E eu sou mulher de pedir? Eu exijo que você me deixe passar!

Zé: Sabia que você é linda quando fica brava? - continuava encarando-á com um olhar cheio de desejo, faz tempo que Marta não sentia esse olhar no seu corpo.

Marta: Para de me olhar assim!

Zé: Assim como?

Marta: Como se tivesse a vontade de me devorar, literalmente falando!

Zé: Vontade não me falta! - ela engoliu seco ao perceber o doble sentido das palavras do marido.

Marta: Já é tarde, Zé! Estou cansada, quero dormir!

Zé: E se eu tentasse te relaxar um pouco?

Marta: Que? - o olhou confusa. - Não entendi!

Zé: Entendeu, sim! Você sabe que eu te conheço melhor do que ninguém e sei muito bem do que você precisa pra relaxar. - acariciou o braço da mulher com o dorso da palma.

Marta: Você está louco! - tentou passar por cima dele, mas Zé a segurou pelos ombros prendendo-á contra parede. - Me solta! - Zé não respondeu nada, ele roçou seus lábios nos lábios dela e ela sentiu a quentura da respiração dele acariciar sua boca. O corpo de Marta reagiu de imediato e ela sentiu um líquido descer na sua intimidade. Sem mais palavras,  Zé agarrou a Marta pela cintura colando os corpos, capturando os lábios dela num beijo quente.  Zé podia sentir os mamilos rígidos de Marta roçar seu peito até atraves do tecido das roupas de ambos. Marta sentiu o volumen do marido roçar sua barriga e soltou um gemido baixinho. Ele enlaçou a cintura dela com os braços, a ergueu e fez com que ela enlaçasse às pernas na sua cintura.  Zé á sentou na mesa da cozinha ficando entre  às pernas dela, a mão dele  levantou a camisola de Marta acariciando sua perna. Ela ergueu os braços lhe permitindo tirar a peça e deixa-lá só de calcinha,   Zé fitou por uns instantes o corpo quasi nu da mulher.

Zé: Tinha esquecido quanto o seu corpo é lindo e desejável! - ele fez a Marta deitar sobre a mesa e passou a ponta dos dedos desde a vale dos seios até a barriga dela, causando-lhe arrepios. Zé inclinou-se sobre Marta e abocanhou um dos seus seios, fazendo-á arquear o corpo e arfar. Ele ora massageava, ora sugava e mordia os mamilos dela.

Marta: Zé...- gemia o nome do marido. Ele desceu os beijos pelo corpo de Marta, depositou mordidas no seu baixo ventre percebendo que a calcinha da mulher já era úmida. Zé pegou a calcinha da Marta pelos laterais tirando-á com deliciosa lentidão, ele cheirou a peça inalando o perfume dela.

Zé : Igual de cheirosa que antes! Vamos ver se o gosto ficou o mesmo! - Zé passou a ponta da língua na intimidade de Marta, fazendo-a gemer. Ele separou os lábios vaginais e repetiu a ação. O gosto do sexo molhado da mulher misturou-se com sua saliva, Zé gemeu ao sentir o gosto salgado dela na sua boca. - Ficou mais gostosa ainda! - ele passou a sugar o clitóris inchado de Marta, penetrando dois dedos nela ao mesmo tempo. Ela gemeu alto e arqueou o corpo ao se sentir invadida, Marta levou às mãos nos seus seios massageando-os.  Zé acariciava o  clitóris dela em movimentos circulares sugando-o, em seguida. Os dedos se movimentavam devagar dentro dela aumentando o ritmo gradualmente. A intimidade de Marta começou se contrair reagindo aos caricias do marido.

Marta: Mais rápido...eu preciso...- sentia seu corpo prester a explodir em mil pedacinhos. Zé  intensificou os movimentos dentro de Marta, sem deixar de sugar o  clitóris dela. Quando sentiu a intimidade de Marta se fechar ao redor dos seus dedos, os retirou e passou a penetra-lá com a língua acariciando o clitóris com o dedo. As sensações prazerosas invadiram o corpo e a mente da mulher, que estava completamente concentrada nas sensações provocadas pelas caricias do marido.

Zé : Goza, meu amor! Quero sentir o seu prazer na minha boca! - Zé continuava penetra-lá com a língua, instantes mais tarde Marta se permitiu gozar na boca do marido. Zé subiu os beijos pelo corpo da esposa, Marta estava de olhos fechados tentando se recuperar das sensações que acabou de sentir. Sua intimidade ainda se contraia num ritmo frenetico, seu corpo tremia. - Eu te quero, Marta! Não consigo me segurar mais! - sussurrou antes de tirar a calça junto com a cueca. El esfregou seu membro ereto no sexo molhado da mulher, penetrou a “cabecinha” e gemeu ao sentir o calor que emanava.

Marta: Gostoso, Zé! Quero te sentir por inteiro! -  Zé não segurou-se mais se afundando na intimidade aconchegante da mulher. O encaixe dos corpos foi mais que perfeito, ambos gemeram ao se sentir um dentro do outro.  Zé ficou imovel por uns instantes desfrutando da quentura que emanava o corpo da mulher, ele grudou os corpos e Marta enlaçou a cintura dele com ás pernas.

Zé :  É tão bom estar dentro de você! - ele beijava o pescoço de Marta, se movimentando lentanmente dentro dela. - Delicia! - Marta o sentia entrando e saindo do seu interior, o corpo dele estava grudado no seu que pareciam um só.

Marta:  Zé, eu quero provar do seu gosto...- sussurrou no seu ouvido, ele gemeu ao perceber as intenções dela.  Zé enlaçou o braço ao redor da cintura de Marta puxando-á para si e beijando-á de imediato, ela gemeu quando ele retirou-se de repente do seu interior, a intimidade dela era sensível demais e cada movimento provocava sensações mais que prazerosas no seu interior. Marta beijou o pescoço de  Zé descendo os beijos no seu peito, ela passou a ponta da língua nos mamilos do homem, ele jogou a cabeça para trás sentindo a língua quente e úmida na sua pele. A  língua e a boca da mulher trilharam um caminho pelo corpo do homem até chegar no seu membro ereto. Marta pegou o membro do marido na mão massageando-o desde a base e subindo na ponta. Ela abocanhou a  “cabecinha” e sentiu o gosto salgado do marido se misturando com a sua saliva, Marta gemeu. Ela começou a fazer movimentos circulares com a língua na ponta, massageando-o por toda a extensão ao mesmo tempo.

Zé : Ai, Marta...-  Zé  movimentava os quadris instintivamente desejando um contato maior. Marta colocou o membro por inteiro na boca chupando-o desde arriba para baixo. - Não faz assim, meu amor! Já não aguento mais...- Marta sentia o membro do marido latejar na sua boca anunciando a chegada do orgasmo. Ela o chupou uma vez mais e o sentiu tensar o corpo, se derramando instantes mais tarde na sua boca, soltando um gemido. Marta esperou mais um pouco até senti-lo relaxar e o retirou da sua boca, ela subiu os beijos pelo seu corpo, roçou seus lábios nos dele. Zé a abraçou por uns instantes, sentindo o calor do seu corpo, sua pele macia na sua.

Marta: Agora quero te sentir dentro de mim, me fazendo mulher como só você sabe! - sussurrou no seu ouvido lhe mordendo o lóbulo da orelha. Zé enlaçou os dedos nos cabelos de Marta puxando-os, ele a encarou por uns instantes, roçou seus lábios nos dela e puxou seu lábio inferior capturando sua boca num beijo quente.  Zé virou a Marta de costas para ele fazendo-á se debruçar sobre a mesa, ele lhe deu um tapa na bunda e ela gemeu.

Zé : Vejo que ainda gosta disso! - ele tocou a intimidade de Marta, estava pra-lá de molhada,  Zé colocou seu membro na sua apertura e puxou-se para dentro de um golpe só, sentindo a intimidade de Marta aperta-lo de imediato.

Marta: Mais...quero mais! - Zé segurava os quadris de Marta com as duas mãos, ela movimentava os quadris ditando o ritmo desejado.

Zé : Ai, gostoso! É assim que você gosta, meu amor? Forte, rápido...- ele se movimentava cada vez mais  rápido dentro de Marta, ela gemia. Zé colocou um dedo na cavidade anal dela massageando-á de leve.

 

Marta: Ai, Zé! Gostoso isso! - Zé esfrego o membro no ânus da mulher.

Zé : Você gosta, meu amor? - Marta só gemia como resposta. Zé colocou a ponta do membro na entrada do ânus se puxando lentamente para dentro, ele ficou imovel por instantes deixando-á se acostumar com a invasão, antes de começar se movimentar lentamente dentro daquele canal apertado. Zé penetrou dois dedos dentro da intimidade de Marta acariciando seu interior.

Marta: Continua, é tão bom! - Marta mordeu o lábio inferior. - Mais rápido!

Zé : Que mulher gostosa! -  Zé intensificou os movimentos dentro de Marta, era uma sensação tão intensa, se sentir completamente preenchida pelo marido. Zé afundou-se novamente na intimidade de Marta investindo forte dentro dela, ele penetrou um dedo no  ânus de Marta massageando-o no mesmo ritmo. Marta sentiu sua intimidade se contrair junto com os musculos do ânus, ela gemeu quando um orgasmo intenso tomou conta do seu corpo, Zé  soltou um gemido agudo ao sentir a mulher gozar e apertar o seu membro. Ele retirou-se de dentro dela penetrando-á fundo novamente, ele repetiu a açao algumas vezes mais acariciando sua apertura, Zé não demorou para se derramar dentro da mulher preenchendo-a com seu gozo. O membro dele pulsava fundo dentro dela, Marta podia sentir o sêmen quente dele no seu interior. Ambos tinham respirações ofegantes,  Zé ficou por uns instantes mais dentro de Marta antes de se retirar, ele puxou a mulher para si abraçando-á forte.

Zé : Nunca mais achei uma mulher igual a você! - tomou o rosto dela nas mãos e depositou um beijo nos seus lábios.

Marta: É? Não parece! Me trocou pela primeira vagabunda que encontrou por aí! - disse com a respiração ainda pesada.

Zé: Não vamos brigar agora, por favor! - a abraçou forte. - Não vamos estragar esse momento! Dorme comigo essa noite? - Marta o olhou surpresa.

Marta: Acho melhor a gente se vestir logo, antes que alguém venha e nos veja nesses trajes! - ambos se vestiram.

Zé: Você não respondeu a minha pergunta! Dorme comigo?

Marta: Para você acordar amanha e me chamar com o nome da outra? - ainda doia lembrar daquela manha quando acordou ao lado do Zé e ele a chamou pelo nome da Isis. - Dispenso!

Zé: Nunca mais vou cometer esse erro! Não sei como, nem porque...mas acho que ainda tenho sentimentos por você!

Marta: Sentimentos?

Zé: Quero ser feliz ao teu lado e te fazer feliz! - a enlaçou pela cintura grudando os corpos.

Marta: Feliz? Nem sei mais o que é ser feliz!

Zé: Deixa eu te fazer feliz! - colou as testas.

Marta: Só te peço que não me machuque mais! 

Zé: Nunca mais! Eu prometo!

Marta: Nesse caso, aceito a sua proposta, Comendador!

Zé : Qual delas? A de dormir comigo essa noite ou ser feliz ao meu lado?

Marta: Todas que você me pedir!

Zé: Nesse caso, vamos respeitar a tradição, Imperatriz! Vou levar a minha esposa no nosso quarto! - Zé a pegou no colo.

Marta: Você é louco! - gargalhou.

Zé:  Só se for por você! – colaram as testas.


Notas Finais


Espero que gostaram! Me digam nos comentários o que acharam!


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