História Implacável - Capítulo 8


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Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens Jeon Jeongguk (Jungkook), Jung Hoseok (J-Hope), Kim Namjoon (RM), Kim Seokjin (Jin), Kim Taehyung (V), Min Yoongi (Suga), Park Jimin (Jimin), Personagens Originais
Tags Bangtan Boys (bts), Min Yoongi, Suga
Visualizações 50
Palavras 1.273
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ecchi, Hentai, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Violência
Avisos: Álcool, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Suicídio, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Oi meus amores!!!
Me desculpem pelo atraso, mas aqui vai...

Capítulo 8 - Chapter 7


[Min Yoongi on]

Havia algo acontecendo.

Um leve som de algo arranhando ecoava no ar. Como alguém arranhando uma chave na fechadura, tentando abrir a porta.

Com movimentos rápidos e econômicos, fui até a porta na ponta dos pés descalços e abri alguns centímetros. E então ouvi um som.

Um murmúrio baixo. Quase um ganido.

E um arrepio percorreu minha espinha.

O que será que aquela doida estaria escondendo?  Ela não seria maluca de trazer o seu amante para minha casa… ou seria?

Merda!

Consumido pela raiva, peguei a primeira coisa que encontrei pelo caminho. Uma vassoura.

Andei em direção ao quarto dos fundos para acabar com o filho da puta e logo acabaria com aquela desgraçada por trazer o seu amante para minha casa. O ar continuava parado exceto pelo som constante da geladeira. Ouvi um ruído na porta do quarto dos fundos.

Avanço com cuidado, colado à parede, e a vassoura a postos, contando os segundos para poder matá-lo a vassouradas.

Respiração pesada, quase arfante podiam ser ouvidas atrás da porta. O babaca estava se comportando como um verdadeiro cachorro e eu adoraria torcer o seu pescoço.

Parei e estendi a mão para a maçaneta. Meu pulso acelerou com a dose extra de adrenalina. A curiosidade de descobrir quem seria o amante daquela doida fez com que eu abrisse a porta com toda a fúria.

Talvez pudesse ser aquele descarado do Jimin.

– Aaaaagh! – Gritei.

Um bando de cães passou correndo por mim. Dois, quatro, seis, oito – um exército peludo cercou minhas pernas. Cachorros pintados, cachorros grandes, cachorros pequenos – todos latindo, abanando o rabo e com a língua de fora.

A vassoura estava em riste, mas eles não sentiram ameaça alguma. Animados por ver um humano no meio da madrugada, todos ficaram muito alertas, querendo brincar. Por alguns segundos, convenci-me de que estaria sonhando e acordaria em minha cama a qualquer momento.

Então percebi que a cena era real.

E que logo um crime aconteceria naquela casa. Porque eu iria matar minha esposa agora mesmo.

O quarto estava arruinado. Papéis rasgados voavam em todas as direções. O tapete elegante estava manchado com círculos de um líquido que não parecia ser água. Uma das almofadas do sofá tinha um grande pedaço de enchimento para fora. O vaso de planta estava virado e um cachorrinho estava metendo as patas na terra.  

Fechei os olhos e contei até dez, antes de berrar o nome de Haneul a plenos pulmões.

E assim, logo ela estava correndo pelo corredor, em pânico. Ao ver o problema à sua frente, tentou diminuir a velocidade, mas vinha rápido demais. Seus pés descalços deslizaram no chão e ela trombou nele com toda a força. O ar escapou de seus pulmões, ela se apoiou nos ombros meus ombros para recobrar o equilíbrio e me olhou assustada.

Ela percebeu o perigo em apenas alguns segundos. Os olhos negros se arregalaram de medo e ela tropeçou para trás com os braços estendidos, como se estivesse tentando se proteger de um agressor.

Nem dei bola para o seu ato. Estava ocupado demais tentando enxergar através da névoa vermelha de raiva que embaçava meus olhos.

Uma pata peluda acertou direto em minha virilha me fazendo gemer de dor.

Num sussurro furioso consigo dizer:

– O que diabos está acontecendo aqui?

Haneul estava apavorada e toda encolhida ora olhando para mim, ora para os cachorros dispersos.

– Eu não sabia o que fazer. Taehyung ligou para mim e disse que o canil estava completamente cheio e me pediu para que tomasse conta de alguns cãezinhos só por hoje, e eu não podia dizer não, Yoongi, quer dizer eu aceitei só para te irritar, mas se eu dissesse não, todos eles seriam sacrificados, porque é muito difícil conseguir verba para os canis hoje em dia, e como eu sabia que essa seria a sua reação, achei melhor deixa-los aqui por enquanto, deixar que eles passassem só uma noite tranquila aqui em casa e voltassem para o canil pela manhã.

– E você achou que conseguiria esconder de mim um quarto cheio de cachorros? – Esbravejei.

– Se eu dizer que sim, você fica mais calmo? – Indagou.

– EU NÃO SOU IDIOTA, HANEUL. – Berrei.

– MAS PARECE! – Gritou de volta, me deixando mais irritado ainda.

– Eu teria conseguido se você tivesse comido a droga da comida. A essa hora estarias no mundo dos sonhos!

– VOCÊ TENTOU ME DOPAR? – Indago incrédulo.

– Ah… não faça essa cara não, que eu já aprontei bem pior que isso. – Respondeu revirando os olhos.

Tentei desesperadamente controlar minha fúria e não estrangular aquela mulher a minha frente, de verdade, mas percebi que não estava funcionando.

Foi quando entendi o motivo pelo qual os homens das cavernas arrastavam as mulheres pelos cabelos. Com certeza, mulheres como Haneul não mereciam outro tratamento.

Ela mordia o lábio inferior e ficava transferindo o peso do corpo de um pé para o outro, numa espécie de dança estranha. Um osso foi parar aos meus pés. Olhei para baixo e viu uma língua pendurada e um rabinho balançando.

– Ele quer que você jogue o osso. – Haneul diz apontando para o cachorro e eu olhei para ela irado.

– A sério? Não me diga? – Desdenho. – Eu sei o que o maldito cachorro quer, não sou um idiota. Ao contrário do que você parece pensar.

– Eu não tenho culpa se você age como tal! – Provocou. – Um homem que preferi deixar animais inocentes serem sacrificados a ver sua casa bagunçado é um completo idiota.

Trinquei os dentes e xinguei.

– Não tente virar a situação contra mim, mulher! Foi você quem fez merda aqui… é você que está sempre fazendo merda ao longo desses dois meses. – Pontuo. – Eu estou farto!

– Se está tão farto assim, porque que não pedi logo o divórcio? – Indagou levando as mãos até a cintura.

Essa foi a gota d’água para a pouca paciência que me restava, perdi o controle. Meus punhos se contraíram e soltei um urro, e os cachorros devem ter gostado, porque todos começaram a uivar também, e a pular ao meu redor.

– Por quê que você não pode esperar até que se cumpra o tempo previsto e me deixar em paz, antes que você saia dessa casa dentro de uma caixa e pronta para ser enterrada? – Vociferei.

– PORQUE. QUE. EU. NÃO. QUERO! – Falou que nem uma criança birrenta. – E é muito divertido ver você todo irritadinho.

– Chega, para mim já basta. Você vai pegar cada um desses bichos e levá-los de volta ao canil agora mesmo, ou juro por Deus, Haneul, que eu mesmo me livro deles!

– Não farei isso.

– Fará sim.

– Você vai ter que me obrigar.

– Te obrigar? Te obrigar? – Eu a seguro rapidamente e a jogo contra a parede.

Haneul tenta escapar, o susto a deixa de olhos arregalados me olhando. Com meu corpo, prendo-a contra a parede.

 – Você nem sabe, querida. Você não tem noção do que posso fazer.

Aproximo dos lábios dela e dou um rápido beijo. Ela suspira e fecha os olhos. Beijo mais um pouco e Haneul aperta com força meus braços. Os dedos dela escorregam para meu peito, ela está me tocando, apalpando.

Eu seguro as mãos dela e me afasto. Haneul abre os olhos e parece acordar de um transe.

– Quer saber… - Digo respirando fundo. – Fique com eles por essa ou mais noites se você quiser. Estou nem aí. Mas uma coisa é certa, não serei o primeiro a ceder. Uma boa noite docinho. – Sorrio irónico e a ouço bufar e xingar exasperada enquanto eu saia de lá sorrindo vitorioso.

Se ela pensa que eu irei ceder por causa de um bando de cachorros, ela está muito enganada… mas muito enganada mesmo.

[Min Yoongi off]


Notas Finais


Bjs e abraços!!!!!!!!!!!!!!!!!!


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