História Impopular - Imagine Jihyo - Capítulo 10


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Categorias TWICE
Personagens Chaeyoung, Dahyun, Jeongyeon, Jihyo, Mina, Momo, Nayeon, Personagens Originais, Sana, Tzuyu
Tags Imagine Jihyo, Jihyo, Twice, You X Jihyo, Yuri
Visualizações 83
Palavras 2.077
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Festa, Fluffy, Romance e Novela, Yuri (Lésbica)
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Hellooo

Música sugerida para capítulo: BoRdErZ - ZAYN

Gente, ao invés de colocar (s/n) vou colocar __________, acho que talvez fique melhor, sabe?

Enfim, boa leitura!🍓

Capítulo 10 - Filosofia do Amor


Fanfic / Fanfiction Impopular - Imagine Jihyo - Capítulo 10 - Filosofia do Amor

— Até parece! Eu duvido que você tenha feito isso mesmo! — a garota riu enquanto caminhavam em direção ao colégio. 

— É sério! Eu juro que beijei ele! — Dahyun falava enquanto gesticulava com as mãos, ela fingia uma seriedade mas logo caia na risada junto a __________.

— Dahyun, eu acredito que o beijo tenha rolado, mas eu DUVIDO que foi você quem tomou iniciativa. — sorriu. Ela e Dahyun haviam feito uma aposta, se Dahyun finalmente beijasse o cara de quem ela estava afim __________ lhe pagaria um sorvete, mas se ela fraquejasse automaticamente estaria devendo duas casquinhas de creme para a outra.

— Foi eu quem beijei, juro!! 

— Ah, é? Então me conte com detalhes, sem gaguejar e sem demoras pra explicar a cena. Se você contar calmamente e com a dicção perfeita, eu acredito e te pago o sorvete! 

— Ah… tudo bem. — ela desviou o olhar um pouco desencorajada. 

Era fácil saber quando a morena estava mentindo, ela não tinha um pensando muito rápido para montar uma mentira, então acabava demorando muito tempo pra descrever uma simples cena. Aquilo seria moleza, __________ já havia ganhado suas casquinhas. 

— Eu chamei ele para mais perto, então nós nos beijamos. 

— Tá, mas o que mais? Como você foi pra cima dele?

— Eu caminhei em direção a ele e puxei ele para um beijo. 

— Eu quero detalhes! Diga como estava o clima, a maneira como você agiu, a reação dele, vai Dahyun!

— Argh! — a menina reclamou fechando os dois punhos e então começou a falar novamente sobre seu beijo. — Depois eu fiquei vermelha, mas me mantive encostada naquele armário espremendo meu decote fingindo que não era de propósito. Então ele passou a mão em seus cabelos antes de sinalizar para que eu me aproximasse, eu fui e depois disso ele me puxou pela cintura e me conduziu a um beijo. — narrou de forma apaixonada.

— AH HA! — __________ gritou e apontou o dedo para a amiga. — Foi ele quem te beijou! Eu sabia! Eu sabia! Eu sabia! 

— O que??? Não, eu e-estava um pouco perdida! Eu errei a palavra!

— Nada disso, você me deve duas casquinhas de sorvete de creme!

— Argh, que droga! — bufou e declinou seu olhar para o chão. 

— Ninguém manda ser péssima em mentiras!

Já dentro do colégio, as amigas se despediram e cada uma seguiu rumo as suas respectivas salas. __________ estava um pouco atrasada, então quando abriu a porta e pediu licença para o professor, todos a encararam. Um pouco descontente pela interrupção de sua explicação, o professor permitiu que a garota entrasse, ela se dirigiu a sua carteira mas não pode deixar de notar a menina que se sentava logo atrás. 

Jihyo aparentava estar pior do que antes, seus olhos estavam com um círculo roxo profundo ao redor e ela parecia abatida. Sua pele estava sem cor nenhuma. Não era como um tom esbranquiçado, bronzeado ou moreno, não, não era um tom de pele saudável. Estava um amarelo pálido e nitidamente as pessoas enxergavam suas veias das pálpebras. Aquilo já não se encaixava num quadro de tristeza, ela estava doente. 

__________ arregalou os olhos e caminhou mais devagar para ter certeza do que estava vendo, aquela definitivamente não era a garota que havia conhecido no primeiro dia de aula.

Finalmente se sentou e começou a se forçar para prestar atenção na aula, tentando ignorar a visão que teve de uma Jihyo totalmente perdida e solitária.

As horas iam passando e com isso, outros professores se acomodavam na sala para lecionar. Era vez do professor de filosofia transmitir conhecimento, e até agora, ele era o professor favorito de __________. Um velhinho muito simpático que passava poucos textos e fazia de sua aula um grande palco para discussões e debates.

— Então turma, como foi o final de semana de vocês? — o senhor Nakamura perguntou. Uma falação começou a ganhar força e ele riu do ato. — Que bom! Fico feliz que todos fizeram algo divertido! Eu passei com a minha esposa comemorando nossos 38 anos de casados.

Algumas falas e expressões de surpresa fizeram __________ rir, todos estavam com uma cara tão engraçada que a garota não se conteve.

— Mas enfim turma, nosso tempo é curto e só temos duas aulas por semana, então vamos começar logo. 

Nakamura era um professor bem comunicativo, ele dava muita atenção e sempre interagia muito com os alunos, o que fez ele ganhar a simpatia de todos.

— Aula teórica ou escrita? — o senhorzinho perguntou. Instintivamente todos clamaram pela aula teórica. — Muito bem, muito bem. Hm… — Ele parou por um tempo, pensativo. — segunda fileira da porta, sexta carteira. 


__________ virou seu olhar para ter a visão de quem fora o premiado da vez. Quem se sentava nesse lugar era Chou Tzuyu e suas bochechas ganharam um rubor a mais quando os olhares se voltaram para a mesma. 


— Tzuyu! Você nunca falou na minha aula, não é? — questionou. A menina sinalizou com não com a cabeça, nitidamente desconfortável. — Você se sente bem em entrar em um debate? — novamente o professor questionou e novamente ela negou. — Ok Tzuyu, tudo no seu tempo. Você não irá precisar entrar no debate se não se sentir bem, mas você foi sorteada e terá que dar um tema para que nós possamos debater. Qual será Tzuyu? 

A linda menina de cabelos castanhos e ondulados levou seu olhar para o chão, pensando em alguma coisa. Sem muita demora ela respondeu com sua voz baixa, porém muito doce:

Amor.

Algumas pessoas a encararam com sorrisos maliciosos e ela corou ainda mais, mas sorriu com o feito.

— Ah, o amor… Alguém aqui tem algo a falar a respeito do amor?

A sala ficara silenciosa, era sempre assim, demorava um pouco para que os alunos começassem a expor suas opiniões. Geralmente esperavam o professor dar uma definição mais clara do tema para se aventurarem a responder.

— Ninguém? — perguntou, visando alunos sem respostas. — Alguém aqui já sentiu o amor?

Um som estrondoso se manifestou no fundo da sala, __________ virou-se para trás assustada e deduziu que Jihyo havia desferido um soco na mesa  por conta do barulho e da mão da garota que estava sobre a carteira com os punhos e cerrados. Era até um pouco difícil de acreditar que aquele barulho foi causado por um soco, ainda mais porque ela não aparentava ser e nem estar tão forte. 

Com os olhares todos fixados nela, Jihyo saiu da sala deixando todos confusos.

__________ de certa forma sentia que fazia parte daquilo, que estava no meio do caos de Jihyo. Tomou coragem e saiu segundos depois, também deixando a sala que continuava em silêncio. Viu de longe a garota descendo o último grau de escadas e correu atrás da mesma, mas em poucos segundos ela havia desaparecido de vista.

__________ procurou por todos os cantos, vasculhou cada parte daquele colégio, mas só foi encontrá-la quando saiu do edifício e resolveu procurar na pequena estufa de flores do colégio. Jihyo estava sentada em uma cadeira de madeira enquanto encarava um ramalhete de crisântemo, era nítido o peso de tanta tristeza que ela carregava em seu olhar.

— Oi… — a fala da menina fez a mais velha a encarar assustada. Provavelmente a Park nem a notou chegar. __________ se aproximou com cautela, não queria assusta-la.

— Vá embora — sussurrou, mas mesmo assim notava-se uma voz rouca. —, por favor.

— Jihyo, eu não vou embora. Eu não faço a mínima ideia do que você está passando, mas você precisa de alguém ao seu lado. 

A garota de cabelos rebeldes deu um riso e desviou o olhar.

— E de todas as pessoas que poderiam vir me procurar, tinha que ser você? 

A mais alta não podia mentir que aquelas palavras causaram certo impacto, mas não podia culpá-la. Ela estava triste e sozinha, não queria piorar a situação. 

— Hey, escute. — respirou fundo, ganhando tempo para preparar algo para falar que melhorasse um pouco a outra. — Eu sinto muito por tudo que houve entre nós. De verdade! Eu sei que você pensa que eu estou aqui para te humilhar, mas eu não estou! Eu estou aqui porque você está passando por alguma coisa muito difícil e acredite ou não, eu já tive momentos assim. Eu peço desculpas por tudo o que te fiz, mas mesmo se você não me perdoar, eu não irei te deixar sozinha aqui.

Jihyo não parecia escutar uma palavra se quer, seu olhar voltou a se atentar nas flores, deixando sua colega sem nenhum tipo de resposta ou ação. 

Observando a cena, __________ se abaixou a te Jihyo e encostou nos ombros da mesma, tentando dizer um "está tudo bem" através de gestos. 

Porém isso desencadeou uma reação reversa na garota, ela virou-se e deu um forte empurrão em __________, que caiu na terra sujando sua lateral inteira.

— ME DEIXE EM PAZ CARALHO! — retrucou enfurecida, deixando lágrimas espontâneas escapar. — Me deixe me paz…

Quando viu que __________ se levantou, um flashback rápido passou na cabeça da chorona e lembrou que a menina era mais forte e já havia lhe agredido duas vez. Jihyo apenas fechou os olhos esperando um soco acertar seu rosto, mas o soco não veio. No lugar das mãos de __________ lhe marcando, os braços dela lhe envolveram em um abraço reconfortante, onde Jihyo desabou por completo. 

As duas ficaram abraçadas por muito tempo, uma não soltava a outra. Com a menina lhe dizendo que ela estava aqui para o que a mais velha precisasse, Jihyo foi lhe contando tudo o que lhe cortava o coração. Era como se ela estivesse finalmente arrancando toda sua angustia do peito, depois de muito tempo guardando tudo para si, finalmente estava vomitando suas frustrações. __________ escutava tudo atentamente sem interrompe-la. Ela sabia que aquele era o momento de Jihyo desabafar e fazia de tudo para que a garota  se sentisse confortável.

Foi um tempo muito longo de conversa, chutou que no mínimo duas aulas haviam sido perdidas. Mas Jihyo finalmente havia lhe contado tudo, tudo, absolutamente tudo. As duas finalmente se desvencilharam do abraço, se encararam e a ouvinte começou a falar.

— Eu sinto muito que você tenha que passar por isso. Perder um amor e duas melhores amigas de uma vez não é fácil pra ninguém!

— Pois é, e agora eu estou aqui fazendo papel de idiota chorando por três pessoas que não dão a mínima para mim. — retrucou com sua voz falhada.

— Não, nada disso! Você não é uma idiota por expor seus sentimentos e dizer como se sente, você é muito corajosa por fazer isso. — sorriu enquanto falava. — Nenhuma dessas pessoas merece seu perdão, Park Jihyo. E você não merece se sentir mal pelos erros dos outros. Você erra? É claro que erra, todos erramos. Mas há coisas que são imperdoáveis, uma dessas coisas é traição e essas três pessoas te traíram. 

Jihyo escutava tudo atentamente sem desviar seus olhos dos de __________. Ela precisava tanto daquelas palavras, precisava de alguém que lhe escutasse, apenas precisava de alguém que estivesse ali com ela, e __________ estava lá.

— Obrigada. — respondeu, abaixando sua cabeça e voltando a lamuriar o que sobrou de suas mágoas. 

— Não me agradeça. Chorar faz bem — levou suas duas mãos às bochechas da outra, erguendo seu rosto marcado por rios transparentes. —, mas sorrir é tão melhor. Que tal colocar um sorriso nesse lindo rostinho, hein? Vai te deixar um pouco mais confiante! — ela desenhou um sorriso com o indicador em seus lábios, arrancando um riso baixo da menina, logo, Jihyo sorriu. — Bem melhor!

As duas foram interrompidas pelo sinal que indicava o intervalo.

— Ótimo! Eu notei que você não está se alimentando também, vamos comer alguma, vai te fazer bem! 

__________ pegou Jihyo pelo pulso e a puxou para fora da estufa, indo em direção ao refeitório. Pela primeira vez desde que se conheceram, ambas não saíram brigadas de uma conversa. Não houve ameças ou rivalidade. Apenas uma garota ajudando outra garota. Isso é o tipo de coisa que amigos fazem, e talvez as duas estivissem bem perto de cultivar uma amizade. 

Jihyo deixou ser levada pela garota, tendo a certeza de que algo havia mudado entre as duas. sorriu ao sentir que a mudança era positiva. 


Notas Finais


Seu comentário me incentiva a continuar!

Até o próximo capítulo!


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