História Impopular - Imagine Jihyo - Capítulo 3


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Categorias TWICE
Personagens Chaeyoung, Dahyun, Jeongyeon, Jihyo, Mina, Momo, Nayeon, Personagens Originais, Sana, Tzuyu
Tags Imagine Jihyo, Jihyo, Twice, You X Jihyo, Yuri
Visualizações 120
Palavras 1.077
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Festa, Fluffy, Romance e Novela, Yuri (Lésbica)
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Oi gente, LEIAM AS NOTAS FINAIS! Aviso que tem haver com a história

Boa leitura!

Capítulo 3 - Os olhos não mentem!


Fanfic / Fanfiction Impopular - Imagine Jihyo - Capítulo 3 - Os olhos não mentem!


Demorou alguns segundos para (s/n) raciocinar o que acabara de acontecer. Ela oficialmente tinha uma inimiga agora? E aquele discurso de vingança? A cabeça da garota estava latejando por conta de tantas perguntas que ela fazia a si mesma. Por fim, pegou sua bolsa e saiu do banheiro, voltando para os extensos e cheios corredores do colégio. Subiu as escadas e a primeira porta do segundo andar encontrava-se sua sala onde passaria metade de seu dia lá. Ainda havia pouquíssimas pessoas lá dentro, o que era ótimo já que (s/n) pode escolher o lugar que preferisse, e assim ela o fez, escolheu o penúltimo lugar da fileira da porta, diga-se de passagem que era o lugar que sempre escolhia todos os anos letivos.

(s/n) pov on

A sala já estava quase cheia e ainda não havia encontrado ninguém que me agradasse fisicamente. Bom, na verdade até que tinha, uma garota loira com um sorriso encantador passou por mim e me deixou bagunçada, mas depois de alguns segundos vi ela beijando um cara que deduzi ser o seu namorado e nem medi esforços para puxar assunto, foi-se o tempo em que eu perdia meu tempo com meninas héteros por acha-las atraentes.

Perdida nos meus pensamentos sobre garotas e garotos, levei um pequeno choque de realidade quando percebi a mesma garota que me ameaçou no banheiro adentrar a sala. Nossos olhos instintivamente se cruzaram e ela parecia cultivar ódio em seu rosto. Será que as coisas podem melhorar? No primeiro dia de aula eu sou ameaçada e a dona das ameaças estuda na minha sala, que maravilha. 

Por um segundo meus olhos se desgrudaram dos da acastanhada e desceram para a parte inferior da cabeça, a garota estava com o meu casaco. Eu me lembro muito bem de escutar ela falar que não iria devolver, bom, eu sinto muito se o dia dela está péssimo, mas essa casaco é meu e eu o terei de volta.

— Dá para ir mais para frente? — em tom ríspido, ela se pronunciou sinalizando para minha carteira. 

— Dá para ser menos ignorante? — respondi de forma tão ignorante quanto. Quem ela pensa que é? Ela está tendo um dia ruim então por lei ela pode tratar os outros mal? 

— O que disse? 

— Você me escutou. — dessa vez minha voz estava com sua entonação normal, revirei os olhos para a mesma e arrastei minha cadeira um pouco mais a frente para dar espaço a garota sentar. Previ que a mesma começaria um discurso igual aquele do banheiro, então peguei meus fones de ouvido e a ignorei.

(s/n) pov off

Jihyo pov on

Ela deu as costas para mim? Ela realmente fez isso? Essa garota está comprando briga com o diabo, e eu sei ser bem pior do que aparento quando eu quero. 

Me sentei na cadeira ainda com meus olhos presos naquela garota e retirei da bolsa meu celular, precisava desabafar com alguém, meu dia estava terrível. Então eu recorri a minha tão amada amiga: Sana.

“Olá amiga, cheguei ontem de viagem, podemos conversar?! x.o.xo” ✓

Depois de alguns minutos sem retorno, guardei o meu celular novamente na mochila e finalmente o professor havia chegado.

— Olá pessoal, alguns aqui já me conhecem, mas para os novatos eu atendo como Bae, sou o professor de educação física e estarei dando aulas para vocês nas terças e sextas.

Quanta chatisse, blá blá blá pra lá, blá blá blá pra cá e todo o papo que a gente já sabe, quanta perda de tempo. 

As horas foram passando e nada acontecia, só várias apresentações de professores e uma garota sentada ao meu lado que não parava de puxar assunto. Ah, ninguém merece mesmo.

Senti algo vibrar dentro de minha mochila e bisbilhotei a tela de bloqueio do celular que dizia:

“Amigaaa, claro! Eu passo na sua casa quando sair do colégio, levarei Momo”✓✓

A mensagem de Sana me deixou feliz, faz tanto tempo que não vejo minhas amigas nem meu namorado. Eu estava doida para reencontra-las, mas quanto ao meu gatinho, bem, ele teria uma surpresa inusitada hoje a noite.

— Podem sair.

O sinal tocou e eu nem vi o tempo passar, peguei minha barra de cereal e sai em direção ao intervalo. Droga, durante toda a manhã eu não consegui fazer nenhuma amiga, e passar o intervalo sozinha é péssimo, vão me achar esquisita.

De cabeça erguida, segui a multidão e fui em direção ao refeitório, ah! Estavam servindo um patê de cor acinzentada e de textura nojenta, algumas variedades de peixe e salada, não pude deixar de me conter por aquele alface e dei o braço a torcer e entrei na fila da merenda.

Notei que aquela sem sal estava na minha frente, a hora perfeita para fazê-la pagar por ter me feita pagar papel de idiota na frente de todos. 

Ela estava completamente desprevenida com aqueles fones de ouvido, estava segurando a bandeja com apenas uma mão, a outra estava digitando algo em seu celular, perfeito, seria muito mais fácil.

Fingindo um pequeno acidente, empurrei  um garoto gorducho que esbarrou n'aquela menina. Todos encaravam a cena surpresos, e eu mais ainda. Aquela idiota virou-se bem na hora e o empurrão não teve tanto impacto, mas o garoto havia se espatifado no chão, seu rosto estava coberto de patê e ele parecia contrair o mesmo em sinais de dor. 

Meus olhos queimavam de ódio, aquela idiota pensa mesmo que é mais esperta do que? Ela acha que pode sair ilesa do que ela fez mais cedo?

Ela se abaixou e ajudou o garoto a se levantar e… deu a minha blusa manchada para ele limpar o rosto?

Ela direcionou o olhar para mim, ela ainda parecia assustado pelo que houve, mas vi sua testa crispar lentamente quando a mesma percebeu meu semblante irritado.

Ela se levantou, caminhou em minha direção e em questão de segundos apenas senti a mão dela se friccionar contra meu rosto e uma ardência incomparável se estabelecer na minha bochecha.

— SUA RETARDADA!

— Que merda é essa?! — gritei.

— Você acha que eu não sei que foi você? Acha que eu sou idiota?

— Você tem alguma prova? Eu não fiz nada!

Os olhos não mentem! Eu vi você me olhando com raiva, você estava tentando me empurrar! 

— Mentira! 

— CALADAS AS DUAS! 

Uma terceira voz ecoou pelo refeitório, virei e notei uma mulher alta e esguia nos encarando enfurecida. 

— Alguém pode me explicar o motivo da baderna? 


Notas Finais


Oi gente, então, vocês preferem capítulos grandes (mil palavras pra cima) ou capítulos curtos? (900 palavras pra baixo)

Digam nos comentários, quero saber os gostos de vocês


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