História Impossible - Capítulo 2


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Categorias Naruto
Personagens Itachi Uchiha, Naruto Uzumaki, Personagens Originais, Sakura Haruno, Sasuke Uchiha
Tags Itachi, Naruto, Uchiha Itachi
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Palavras 1.673
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Drama (Tragédia), Fantasia, Ficção, Hentai, Luta, Mistério, Romance e Novela, Saga, Shounen, Universo Alternativo, Violência
Avisos: Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Capítulo 2 - Two


You'll be alright
No one can hurt you now
Come morning light
You and I'll be safe and sound

- Safe and sound.

 

⫷⫸

Estava chovendo, minha audição e visão haviam ficado limitadas. Presumia que não passava das 17:00 da tarde e mesmo assim, a floresta estava tomada por uma completa escuridão.  

Não sentia a presença de mais ninguém atrás de mim, havia matado pelo menos metade deles, a outra metade talvez eu tenha  conseguido despistar.. Não sei. Sinceramente, gostaria de sair dessa floresta e ir para a estrada, o ar aqui estava denso e eu levaria mais tempo para chegar na próxima vila, mas sabia que se fizesse isso, estaria contribuindo com a minha a morte. 

Desacelerei então os passos, estava totalmente esgotada, com fome, sede e náuseas. O que me mantinha em pé até o momento era o pensamento concentrado em meu objetivo, eu só tinha uma semana ou menos para dar um fim naquilo, não poderia me permitir descansar! Precisava encontrar Sasuke.  

⫷⫸ 

Após caminhar por mais duas horas, creio eu, cheguei em uma cidade de tamanho médio, o comércio ainda estava aberto, pelo o que entendi observando o ambiente, haveria alguma celebração, as ruas estavam enfeitadas, a cidade estava cheia, pessoas riam e confeccionavam acessórios, outras costuravam ou arrumavam detalhes em vestidos. 

Adentrei em uma pequena pousada, precisava contatar uma pessoa e não poderia ficar andando livremente pelo o lugar, eu não estava segura, e duvido muito que até isso tudo acabar, ficaria segura um segundo sequer.  

Caminhei até a recepção, a recepcionista simpática sorria para mim. 

- Olá, em que posso ajudar?  

- Preciso de um quarto, individual e se possível, gostaria do mais afastado dos restantes. - Dei um pequeno sorriso sem mostrar os dentes. 

- Está bem! Qual o seu nome?  

Eu não poderia dizer o meu nome verdadeiro, saberiam quem sou. 

- Naomi Kimura. Por que a cidade está cheia assim? - Questionei.

- É aniversário da filha de um poderoso comerciante daqui, todo ano comemoram, a família do mesmo é bem querida por nós. A senhorita possui algum documento? É necessário para realizar o seu cadastro.

- Eu realmente esqueci. Sai tão apressadamente! Não teria como deixar passar apenas dessa vez? 

- Desculpa senhora.. É que são as regras.. 

- Ninguém irá saber.. - sorri de uma forma maliciosa.

-Ok, tudo bem! Mas por favor não conte a ninguém, eu não posso perder este emprego. - A mulher sorriu reconfortante e me deu a chave do quarto.  

Subi as escadas em direção ao quarto, caminhei até o final do corredor e o abri. Era um quarto pequeno e simples, tudo que havia era uma cama, um pequeno armário e uma escrivaninha. Deixei a pequena bolsa com alguns pertences meu encima da cama e assim sai do quarto novamente. Precisava comprar alguma roupa, eles sabiam o que eu estava usando, não era confiável permanecer daquele jeito e precisava comer também. 

As ruas continuavam agitadas, entrei em uma loja qualquer e comprei algo confortável mas prático. Troquei de roupa na loja mesmo e descartei a antiga em uma lixeira qualquer. Logo após, entrei em um restaurante de lamén. 

- Qual o pedido? - perguntou o cozinheiro. 

- O mais barato que vocês tiverem aí, por favor. - Falei analisando o ambiente.Não havia mais ninguém além de mim ali. - Aliás, é para levar. 

- Uma mulher grávida não deveria ficar em pé e muito menos comer algo sem nutrição alguma. Irei fazer algo digno e não se preocupe, é por conta da casa. - O homem sorriu gentilmente e se retirou. 

Quando retornou com a comida, notei que ele não havia colocado para eu levar, então me sentei em uma mesa aleatória. O homem me serviu e sentou-se comigo. 

- As ruas estão cheias e seu restaurante vazio, qual o sentido? - Questionei enquanto comia. 

- Ah, terá muita comida de graça hoje, então se eu fosse as outras pessoas, também não veria sentido ir em um restaurante logo hoje, não acha? - ele riu. 

- Então soube dessa forma que não sou daqui? 

- Exato! - ele acendeu um cigarro, mas assim que olhou para minha barriga o apagou imediatamente. - Desculpe!  

- Sem problemas.. É tão visível assim? - Olhei para minha barriga. 

- Ah, não! Quer dizer, meio que sim, não sei explicar, mas é que minha mulher também está grávida, e presumo que você esteja de 3 meses.. O tamanho da barriga de vocês é idêntico! - Ele sorriu alegremente e me permitir dar um breve sorriso. 

- Preciso ir, até. Obrigada pela a comida, estava ótima. - Me despedi e retirei-me do local.

No trajeto de volta para a hospedagem, notei um grande tumulto em um beco. As pessoas estavam com expressões de assustadas, incrédulas e sinônimos do tipo. Notei alguns ninjas as interrogando e aproximei-me disfarçadamente para ouvir.

- Ela era uma moradora de rua! Nunca fez mal à ninguém, não entendo porque a matariam.. e principalmente, de uma forma tão cruel! - Uma mulher respondia aos prantos o interrogatório.

- As roupas! Essas roupas não são dela! Não entendo.. - Outro alguém gritou.

Chegaram mais três pessoas para recolher o corpo então vi, a mulher morta usava a minha roupa, a roupa que eu havia descartado no lixo.

Então eles já estavam aqui..

Apressei-me para o hotel.

⫷⫸

Ao retornar para o hotel, chequei se havia a presença de alguém por perto, felizmente não haviam me encontrado aqui ainda. Invoquei então o corvo. Precisava mandar uma mensagem para ela, só ela poderia me ajudar a encontrá-lo.  

Assim que terminei, vieram lembranças. 

Flashback ON 

Estávamos descansando na beira de um pequeno lago, eu estava deitada olhando para o céu, que naquele dia ensolarado, continha o azul mais intenso que já havia visto. 

- O que você enxerga ao olhar aquela nuvem? - Perguntei a Itachi, que estava em pé esperando a chegada de algo. 

Ele olhou por alguns segundos e então disse: 

- Parece um baiacu.  

Não aguentei e cai na gargalhada. 

- O peixe baiacu? Nada a ver! - Continuei dando risada e Itachi me olhava com aquele semblante sempre sério. 

Revirei os olhos e cessei a risada. 

- Você não ri nunca? 

- Daria risada se tivesse graça. 

- Claro que teve! Você que é chato, foi lembrar logo de um baiacu, eles são tão feios, tadinhos! - Voltei novamente a rir. 

- É porque você me lembra eles. 

Parei no mesmo instante de rir e o encarei furiosa. 

- Como é que é? - Me levantei sentindo meu rosto ficar vermelho com a irritação e então o vi.. Sorrir. Foi um sorriso breve, mas com a capacidade de me fazer perder todos os sentidos. A irritação já era inexistente naquele momento.

Fui tirada do devaneio pela a chegada do corvo, que pousou no braço de Itachi. 

- Vem aqui. - Ele me chamou. 

- Por que? 

- Vou te ensinar a invocá-lo. - Olhou para o corvo, dando entendimento a sua fala.

- Hã? Por que? - Perguntei confusa. 

- Somos uma dupla, certo? Caso algum dia estejamos distantes, essa é a maneira mais confiável de nos contatarmos.. Ou de você contatar um outro alguém, que seja! - Pude sentir um leve tom de timidez em sua fala e dei risada. - O que foi? - Itachi perguntou evitando o contato visual. 

- Nada! - Sorri e caminhei em sua direção.

Flashback OFF 

   ⫷⫸ 

O dia havia amanhecido e eu mal tinha dormido. Eram 5:00 da manhã e eu precisava partir. Saí escondida pela a janela, eu não tinha dinheiro para a hospedagem e sei que a recepcionista iria perder o emprego.  

Resolvi dessa vez ir pela a estrada, não sabia a localização direito do meu destino e se fosse pela a floresta, com toda certeza me perderia. O dia estava nublado, vez ou outra passava alguém por mim, porém nada estranho até então. Sabia que essa minha escolha tinha sido um tanto quanto errante, mas afastei os pensamentos, já estava me culpando o suficiente por não conseguir correr, esta manhã meus enjôos estavam piores do que qualquer outra dia, se ficasse pensamento em mais alguma coisa negativa, iria me desestabiliza demais, não que eu não estivesse atingindo meu ápice.

Após um longo tempo de caminhada, comecei a sentir presença adiante e as mesmas não se movimentavam, estavam à minha espera.

Caminhei mais um pouco e os vi, eram quatro homens, estavam em pé, me olhando como se eu fosse uma presa. Mas não eram do mesmo nível dos que eu tinha enfrentado ontem, eram fracos, percebi.

- Onde a moça pensa que vai? - Um deles disse me olhando de uma forma totalmente nojenta. 

- Se eu fosse vocês, iriam embora e falaria que eu os deixei vivos por piedade. Sabem que não irão sair vivos dessa caso deem mais algum passo adiante. - Falei séria e os mesmos deram risada. 

- Você é peixe pequeno, o que tá dizendo? - Um deles disse.

- Maluca ela! Não entendo porque mandaram nós quatro, se apenas eu acabava com ela. - Outro dissera. 

- Eles não disseram quem eu sou? - Perguntei dando um risinho. 

- Eles? Hã? - O homem com o olha nojento questionou.

- Quem são vocês? - Perguntei.

- Sua cabeça está valendo um preço alto no mercado negro, não sabemos quem é você, só queremos a recompensa!

E assim os quatros surgiram instantaneamente ao meu redor, prontos para matar. 

-Serei rápida: Ketsuryūgan: Humano Explosivo 

E assim, prossegui minha caminhada enquanto já distante, ainda ouvia o som das explosões.

                                                                                              ⫷⫸ 

Não muito longe dali..

- Socorro! Socorro! Homens foram explodidos na estrada! - Um homem corria desesperado pelas as ruas gritando.

- O que ele está dizendo? - a multidão sussurrava.

- O que aconteceu exatamente? - Um jovem ninja o parou.

- E-eu não sei! Eles estavam com os olhos vermelhos.. pareciam não ter sanidade mental, eu não sei direito! Do nada explodiram. - O homem arfava.

- Deveríamos averiguar, Kakashi?



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