História Impossible Love - Capítulo 7


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Categorias Got7, Lee Min Ho, Lee Soo-Hyuk
Personagens JB, Jinyoung, Lee Min Ho, Lee Soo-Hyuk, Mark, Youngjae
Tags Got7, Jaebum, Jinyoung, Kactors, Kidols, Kpop, Lee Min Ho, Lee Soo-hyuk, Youngjae
Visualizações 13
Palavras 1.254
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Ficção Adolescente, Hentai, Lemon, Orange, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Slash, Yaoi (Gay)
Avisos: Bissexualidade, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Capítulo 7 - POV Minho


Fanfic / Fanfiction Impossible Love - Capítulo 7 - POV Minho

Tinham passados 3 dias desde o aniversário de Soo Hyuk. Cada vez mais não conseguia compreender o que ia na cabeça dele e acreditava naquilo que a SrªKim me tinha dito. Era provável que ele gostava de mim certo? Só de pensar nisso um sorriso enorme abria os meus lábios. Todos os dias lembrava-me de quando ele me beijou e me abraçou e sempre que nos encontrávamos desejava que isso acontecesse outra vez, mas nunca acontecia, apenas nos meus sonhos. Acreditava que gostava de mim, mas depois lembrava-me que ele estava demasiado emocional na altura e podia tê-lo feito sem pensar. Gostava mais de acreditar na primeira opção obviamente. 

Combinamos estudar em casa dele, apenas nós os dois. Já tinha contado as novidades ao Jinyoung e ao Jaebum e desde então só me mandavam mensagens a perguntar sobre os meus progressos. Também estavam admirados com a grande mudança de comportamento no Soo Hyuk. 

Soo Hyuk foi-me buscar à porta do prédio. Costuma estar muito bem vestido, mas naquele dia usava uns calções azuis escuros que pareciam de pijama e uma camisola bem larga cinzenta clara, o cabelo estava despenteado. Nunca o tinha visto tão fofo! Ainda por cima estava com uma carinha de cansado, só queria apertar aquelas bochechas, abraça-lo e deixa-lo adormecer encostado a mim. Quando entrei em casa fiquei espantado. Era enorme, estupidamente espaçosa para um apartamento, totalmente diferente da minha. Diferença entre pobre e rico. Fiquei um pouco envergonhado por o ter levado a minha casa. 

Eu- Até me sinto mal por teres ido a minha casa... 

Soo Hyuk- Porque? 

Eu- A minha casa não é nada comparada à tua... - disse um pouco desanimado. 

Soo Hyuk- Pessoalmente prefiro a tua. Não gosto desta é demasiado grande, a tua é mais aconchegadora. - fiquei muito feliz quando me disse isto. 

Fomos até ao seu quarto e ele disse que ficaríamos lá a estudar. Eu achei que seria melhor na sala já que estaríamos mais confortáveis provavelmente, mas Soo Hyuk respondeu-me que preferia ficar no quarto e assim foi.  

O quarto era bem mais simples comparado com o resto da sala. Via-se que tinha sido ele a decora-lo. Notei a existência de um pequeno rádio que parecia ser antigo. Soo Hyuk aproximou-se dele e perguntou-me se podia por musica. Eu afirmei, já que estudar com música não me incomodava. Ele pôs o CD de K.Will que tínhamos comprado juntos a dar, You Don't Know Love, uma das minhas musicas favoritas, e provavelmente das suas também.  

Sentamos-nos nas almofadas azuis escuras e pousamos os nossos livros sobre a pequena mesa de madeira escura que havia lá. Ao inicio estávamos a estudar separadamente sem conversar, mas o Soo Hyuk apercebeu-se que eu estava a ter alguma dificuldade a resolver um certo exercício e apesar de não ser do mesmo curso que eu, ofereceu-se em ajudar. 

Soo Hyuk- Deixa-me ver isso. 

Eu- Mas... 

Aproximou-se de mim para ver o que estava escrito. As nossas caras ficaram muito próximas e eu não conseguia não olhar para ele. De repente, ele virou a cara. 

Soo Hyuk- Aqui...- os olhos dele arregalaram ao olhar para os meus. 

Ficamos assim durante algum tempo. Começou a olhar para os meus lábios com um certo desejo, como se quisesse algo com eles...e voltou a olhar-me nos olhos. Conseguia sentir a sua respiração. Os nossos narizes tocavam-se, estávamos a centímetros de nos beijar. Soo Hyuk afastou-se e falou num tom de voz um pouco mais agressivo. 

Soo Hyuk- O exercício é fácil, não percebo a tua duvida. 

Fiquei a olhar, não respondi. Olhou rapidamente para mim e voltou a fixar-se no seu livro. O que é que tinha acontecido com ele? Há uns dias abraçou-me e agora olhava-me com algum desprezo. Não sabia o que ia na cabeça dele, às vezes parecia que gostava de mim, outras vez não. Desde o que tinha acontecido no aniversário dele que tinha muito cuidado com a forma como agia comigo...gostar dele era o pior erro que tinha cometido. Tinha algumas esperanças, mas ele acabava sempre com elas. Ele nunca iria gostar de mim da mesma forma que eu gostava dele. Pensava isto, mas ao mesmo tempo a forma como ele me tinha olhado nos lábios mostrava atração e desejo da sua parte. Será que ele queria apenas esconder isso? Tinha pensamentos e sentimentos contraditórios, odiava aquilo! Num minuto achava uma coisa, no minuto a seguir achava outra. Começava a ser impossível! E a culpa era toda de Soo Hyuk. 

Voltei a olhar para o livro, tentar resolver o exercício, tinha de me concentrar. Foi um pouco complicado, mas consegui. De vez em quando trocávamos alguns olhares, mas nada de mais. Passados uns 40 minutos o Soo Hyuk abriu a boca, quebrou o silêncio. 

Soo Hyuk- Estou com fome – levantou-se – Anda ajudar-me a preparar a comida. 

Assenti com a cabeça. Levantei-me e fomos até à cozinha. Combinamos que eu começaria a cozinhar enquanto ele poria a mesa e quando acabasse ajudar-me-ia. Enquanto cortava alguns alimentos no balcão de mármore negro o Soo Hyuk aproximou-se atrás de mim para pegar nos pratos e copos que estavam guardados no armário de cima. 

Soo Hyuk- Não te vires, cuidado com a cabeça.  

Só de sentir o seu peito nas minhas costas, o meu coração bateu mais rápido que o Flash. Passar os dias com ele, encontrar-me com ele, começou a tornar-se cada vez mais perigoso para mim. Sentia que não ia aguentar por mais tempo e que mais cedo ou mais tarde acabaria por me confessar a ele. Mas não seria naquele dia, não naquela altura, teria de ser mais especial e, claro, tinha de estar confiante, coisa que não estava naquele momento. 

O Soo Hyuk acabou de por a mesa e foi-me ajudar a preparar a refeição. Acabamos rapidamente e começamos a comer. Tentamos não falar durante o lanche, mas não conseguimos. Começamos a falar de coisas completamente aleatórias e foi muito engraçado. Mais uma vez lá estava Soo Hyuk a confundir os meus sentimentos. Parecia que tinha duas personalidades, era muito estranho.  

Do nada Soo Hyuk olhou para mim de uma forma séria durante algum tempo, não diretamente nos meus olhos, mas perto dos meus lábios. Fiquei a questionar-me mentalmente o porque de o estar a fazer, e o que é que estava a pensar. Só vi uma mão se aproximar da minha cara e tocar no canto da minha boca. 

Eu- O que... - Soo Hyuk interrompeu-me  

Soo Hyuk- Tinhas um pouco de comida. Estava a sentir-me incomodado.   

Fiquei um pouco corado, não me tinha apercebido que tinha comida no canto da minha boca, que vergonha! Mas depois pensei...porque é que ele tirou quando me podia ter avisado? Aquele tipo de coisas só acontecia em filmes de romance, series, doramas coreanos, enfim. Na realidade as pessoas avisariam. Na minha opinião só se tivessem alguma relação é que provavelmente o namorado ou namorada é que fazia o favor de limpar a boca do outro com um sorriso enorme no rosto. Enquanto pensava nisto, abanei a cabeça para tentar não pensar mais no assunto, não valia a pena. Soo Hyuk apercebeu-se do meu comportamento e riu-se. Senti-me envergonhado. 

O resto do dia foi normal, não fiquei lá muito mais tempo. Estava à espera que Soo Hyuk me convidasse a ficar a dormir em sua casa como eu costumava fazer quando ele ia à minha, mas tal coisa não aconteceu. Sentia-me traído, nunca mais o convidaria a dormir na minha. Estou a brincar eu amo-o demasiado para fazer isso!  



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