História Impossible Love - Capítulo 3


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Categorias 2NE1, Bangtan Boys (BTS), Blackpink, CL (Chaelin Lee), Got7, IU, Iz One (IZ*ONE / IZONE), Red Velvet, Stray Kids, The Boyz, Tomorrow X Together (TXT), TWICE
Personagens Cl, Jennie, Jeon Jungkook (Jungkook), Jeongyeon, Jihyo, Jisoo, Jung Hoseok (J-Hope), Lee Chaelin "CL", Lee Ji-eun "IU", Lisa, Min Yoongi (Suga)
Tags Imagine Jungkook, Jungkook, Jungkook Hot
Visualizações 3
Palavras 1.150
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Crossover, Drama (Tragédia), Hentai, LGBT, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Violência, Yaoi (Gay), Yuri (Lésbica)
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo, Suicídio, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Oiiii mais um capítulozinho pra vocês... Por favor me amem!!!

Capítulo 3 - E a nova vida se desenrola...


Já havia uma semana que tínhamos nos mudado. Tínhamos móveis em casa só porque minha mãe já tinha chamado a decoradora. Mas ainda haviam 2 meses até o ínicio das aulas, e estava combinado que eu estudaria numa escola só para meninas.

Havia, a 2 quadras da minha casa, um centro esportivo: o Centro Esportivo de Hwiparam, o bairro em que eu morava. Minha mãe disse que esportes eram bons para eu me adaptar e manter a forma. Tudo que eu tinha que fazer era: ir até lá, buscar um formulário, preencher, pegar a assinatura da minha mãe e levar de volta para programar os horários das aulas. Parece fácil... Não é?

Assim que eu cheguei, havia muita gente lá dentro. E quando eu digo "muita gente", eu quero dizer MUITA GENTE MESMO, tipo umas 300 pessoas, de todas as idades da adolescência e da infância. Aquele parecia ser o centro da juventude, por isso só haviam jovens.

O lugar era grande, devia parecer menor por causa da quantidade de gente. E por incrível que pareça: eu me destacava. ​Mas não de um jeito muito bom... Algumas panelinhas me olhavam e cochichavam, outras ficavam pasmas. Já os meninos não paravam de encarar o meu corpo. E isso me dava nos nervos.

"Essa gente só sabe ficar encarando! Quer saber? Vou bancar a brasileira 'vida loka' e fingir que não é comigo."

Tinha um cara dando uma de guia turístico pelo local, resolvi entrar na onda: estávamos numa espécie de pátio, com arquibancadas e tudo o mais, tipo um auditório enorme. Haviam, ao todo, no local: 5 quadras de basquete, 2 campos de futebol, 3 quadras de vôlei/tênis, 4 piscinas para esportes aquáticos, 6 quadras para ginástica e contorção, 3 paredes de alpinismo, 6 pistas de corrida e 3 pátios enormes para aquecimentos, musculação e treinos livres. O centro todo tinha 5 andares.

Quando eu estava no meio do "tour", apareceu um garoto alto (tipo, do tamanho de um poste), que começou a andar do meu lado como se fosse a coisa mais normal do mundo. Tava tudo bem por uns 2 minutos, até que repente eu ouço:

_ Não aguento mais esse falatório. E você? Espera aí, você nem parece coreana...

"Merda. Agora todo mundo vai saber que sou eu. Esse cara vai me dar uma linda bronca, e nem estamos numa aula! Vou ter que responder."

_ E não sou _ Simples e direta, para ele perceber logo que não quero assunto. Certo? 

_ Legal, você é de que país?

Errado.

Olhei pra ele tipo: "Você é cego?". Como não respondi, ele me puxou, me levando na direção contrária à que estávamos indo.

_ Mas o que diacho você tá...

Ele me olhou com cara de quem viu uma girafa azul andando de unicórnio (essa cara que você fez mesmo) e perguntou em coreano:

_ O que você disse?

Só aí percebi que eu falei em português. Respondi:

_ Nada. Posso saber por que você está me arrastando por aí sem mais nem menos?

_Só queria conversar_ Ele disse e me levou pra uma sala com piso de madeira, 2 paredes brancas e 2 de espelho. Ele encostou a porta e me falou:

_ Meu nome é Soobin. E o seu?

Ah, Jesus... E se ele tiver 'segundas intenções'? O jeito é descobrir.

_ Me chamo Park S/n, tenho 13 anos e acabei de me mudar pra Seul.

_ Legal, S/n, tenho 13 anos também_ Tá me zuando... Pensei que ele tivesse uns 20! _ Mas logo vou fazer 14 e pelo visto sou seu Oppa. Tenho a leve sensação de que vamos ser amigos.

Era só o que faltava. "Tenho a leve sensação de que vou te chingar muito"

De repente, percebi que ele era muito bonito e que tinha um sorriso muito meigo e doce, do tipo que faz você senrir vontade de sempre deixá-lo feliz.

"Por quê eu estou sento tão mal-educada, heim? Poxa, esse garoto só quer amizade... Mas se quiser algo a mais, pode ser..."

E foi assim que eu e Choi Soobin nos conhecemos.

_ Não se preocupe, eu conheço este lugar como a palma da minha mão, enquanto você estiver comigo não vai se perder.

Ah, que gentil/fofo...

_ Mas você é mesmo coreana?

 Estava demorando!

_ Não exatamente, vivi meu primeiro ano de vida aqui, mas os outros 12 foram lá no Brasil, meus pais são meio-brasileiros e eu também. Mas por causa da família eu sempre vim pra Coréia do Sul, fosse feriado ou férias da Coréia ou do Brasil... 

Ele ficou boquiaberto.

_ Que massa! Você é fluente em coreano?_

_ Acho que... Não sei. Me diz você.

_Se não fosse pela aparêcia, passaria despercebida. E que lugares você conhece?

Curioso que só ele...

_ Sei andar o suficiente em Seul, em Busan eu não sei muito porque só fui lá 6 vezes, e Daegu eu definitivamente não conheço.

_ Meus avós moram lá, se quiser, um dia posso te mostrar a cidade, se você for lá.

_ Obrigada.

_ Seu nome é muito complicado! Deve ser essa mistura de coreano com... Qual é a língua do seu país mesmo?

_ Português.

_ Viu só? Nem isso eu sei falar! Vou arranjar um apelido para você.

_ De que tipo?

_ Hmm, deixe-me ver... _ Ele colou a mão esquerda no queixo e a direita no cotovelo esquerdo, semicerrou os olhos e me encarou, pensativo.

_ Como seus amigos te chamavam?

_ Os brasileiros me chamavam de Pãozinho de Queijo, por que, dizem eles, sou "crocante por fora mas macia por dentro".

_  Acho que nunca comi isso.

_ O QUE? Pois então você nem viveu ainda! Tem que provar é uma delícia! Um dia faço pra você.

_ Legal. Vou escolher outro apelido pra você, não quero invadir seu espaço e ainda por cima te lembrar da sua outra vida.

Nossa, quanta consideração... Nem sei o que pensar.

_ Valeu mesmo, ahnn... Posso te chamar de Binnie?

_ Mas é claro! Já adorei esse apelido, e ninguém mais me chama assim!

_ E é melhor fucar desse jeito mesmo.

_ Olha ela, ciumenta, já gostei...

Conversamos muito e ele acabou me mostrando todo o lugar, até alguns que não estavam incluídos no "tour". Descobri que ele estuda em um colégio só para meninos, mas frequenta o Centro Esportivo o ano todo. Legal, acho que vou fazer o mesmo, pra não perder o pique e a forma.

Minha mãe gostou da ideia dos esportes e ficou muito feliz ao saber que eu fiz um novo amigo, mesmo que seja um menino (acontece que minha mãe sempre preferiu que eu tivesse mais amigas meninas, por que, segundo ela, é mais divertido).

Ela assinou o formulário, eu preenchi e levei de volta, mas não encontrei Soobin de novo. Tudo bem, pelo visto vou ter companhia o ano inteiro...

 

 


Notas Finais


Hehe capítulo grande. Mas assim que é bom. Beijos!


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