História Impossible Target ( Jackson fic ) - Capítulo 26


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Categorias Got7, Mamamoo
Personagens Jackson, Mark, Moonbyul, Personagens Originais
Tags Agente Secreto, Águia, Got7, Jackson, Lobo, Mamamoo, Moon Byul
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Palavras 934
Terminada Não
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Capítulo 26 - Explosões e Bananas


Mari


 As coordenadas estão no GPS. Agora é hora de ir. Não sei o que esperar encontrar lá, não sei se quero encontrar ele ou só pistas. Não fazemos idéia de quem ele é. Nem o que ele quer. 


- Vocês fazem muito isso no emprego de vocês ? - Bia pergunta


- Perseguir criminosos ? Aquela coisa bem de drama e série policial ? - pergunto


- Exato. 


- Depende - Jack diz - Eu sou investigador. Isso significa que eu só chego em uma situação perigosa quando o corpo está frio. 


- Que horror! E você Mari ?


- Olha... Depende do dia. Mas geralmente sim. E você ? Corre atras de celebridades o tempo todo ?


- Eu sei segredos que vocês nem imaginam - Bia diz em um tom sério. Ela solta uma risada - Meu trabalho pode não ser exatamente divertido como o de vocês, mas não é nada monótono.


- Ainda bem. Morrer de tédio é a pior forma de morrer. - digo sorrindo. 


- Concordo - Bia diz. 


Chegamos ao local. Esse depósito tem cheiro de banana. Não me pergunte o porque. Macacos!! Agora tudo faz sentido! 


- Não gostei desse lugar. - Bia diz.


- Até que é legalzinho - digo, me arrependendo logo em seguida. O jeito que eu disse deu a impressão de que eu já vi lugares piores. Na verdade eu vi sim, mas isso não é algo que eles precisem saber, especialmente Bia. Não quero ela me olhando com cara de dó. A última coisa que eu preciso é isso, eu lutei pra esquecer e não deixar que as coisas que aconteceram comigo me transformar em uma vítima, mas muito pelo contrário, eu luto pra que elas me tornem mais forte. Mais capaz. Esse é o fato, as pessoas sempre que vêem alguém que sofreu de alguma forma as acham frágeis, elas tomam cuidadocom o que dizem e etc., mas eu não preciso disso, eu quero viver de uma forma normal, ser tratada de uma forma normal, é por isso que Bia não sabe sobre isso. Eu fiquei preocupada quando contei tudo pra Jack. Eu achei que ele me olharia diferente, mas esse não foi o caso. Ele continua me vendo do mesmo jeito, como alguém forte, uma pessoa com quem ele pode contar. 


- Mari! MARI! - Bia me cutuca. - Você está me ouvindo ?


 Eu estava olhando pra Jack esse tempo todo. Jack está um pouco vermelho. 


- Ah, eu... estava tentando... pensar em um jeito...


- Você deveria pensar em um jeito pra abrir todos esses cadeados, isso sim. - Mari diz.


- Ah - digo voltando minha atenção para os cadeados. São cinco cadeados totalmente diferentes um do outro. 


- Esse daqui eu conheço - Jack diz - Uma vez eu fiz um teste em que eu precisava abrir um cadeado. A chave pra abrir estava no nome. Foi fácil pra mim, eu resolvi em tempo recorde.


 Jack começa a analisar o cadeado e logo abre ele e o segundo também. 


- Agora esses daqui... - Jack diz. 


- Espera - eu digo - Esse aqui eu abri em uma missão que eu acompanhei como treinamento. - consigo abrir ele com facilidade quando o coloco na posição certa - Esse é um cadeado francês - digo observando o outro - Provavelmente ele abre com um calor intenso. - pego um fósforo que escondo na presilha do cabelo e o acendo. 


- Você tem um fósforo no cabelo ? - Bia pergunta


- Ela deve ter lâminas no sutiã - Jack diz rindo. Eu olho pra ele e sorrio. - O que ? É sério ?


- Mas é claro que sim. - digo sorrindo.


 Agora só falta um cadeado.


- Esse cadeado parece muito com um que eu uso no meu baú. - Bia diz. Ela tenta abrir com a chave dela e ela consegue. 


- Isso! Eu ajudei em algo! Sou demais! - Bia diz.


Entramos no local. Não tem nada além de uma caixa rosa enorme. Vamos até ela. Com cuidado, abrimos ela. Tem um bilhete. 


" Não esqueçam de se alimentar bem. Não deixem de viver só por causa de mim. O tempo está acabando " 


- É isso ? Viemos até aqui pra isso ? - Bia pergunta


- Deve ter mais algo na caixa - Jack diz - Vamos levar ela. 


 A hora que Jack tira a caixa, ouvimos uma contagem regressiva. Uma bomba. 

 Saímos correndo aos tropeços. Quando chegamos perto do carro, o lugar explode. Entramos rápido no carro e vamos embora. 


- Ai! Quanta adrenalina! - Bia diz. É muito engraçado as reações dela. - Isso vai ficar ótimo quando eu escrever. 


- Escrever ? - pergunto. 


- Eu estou fazendo uma matéria sobre isso. Quando o pegarmos eu pretendo colocar isso on line. 


Eu e Jack nos entreolhamos. Não sei se é uma boa idéia, mas se ela fizer isso depois que o pegarmos, tudo bem.


- Eu estava pensando sobre os cadeados - Jack diz - A serpente sabia como ajustar a dificuldade pra cada um de nós. Ela nos observa a muito tempo. Até a Bia foi incluída. 


- Como ele sabia sobre o meu baú ?


- É uma ótima pergunta. Mas uma coisa é certa: Você está na mira dele agora. 


 Bia suspira. 


- Aah! Eu vou em um restaurante com os meus amigos. Vocês vão também. 


- Mas... - começo a dizer.


- Vocês vão. Precisam se divertir. A serpente está certa, vocês não devem parar de viver por conta disso.


Jack olha pra mim. Nenhum de nós está afim de ir, mas talvez seja bom.


- Nós vamos. - digo sorrindo. 





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