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História Impossível (Saiouma - Danganronpa) - Capítulo 1


Escrita por: Kai_Kibutsuji

Notas do Autor


Então né… na primeira vez que eu postei essa mėrdª a pºrrª do spirit bugou e repetiu a mesma coisa um monte de vez, então eu tive que postar de novo. Desculpa falar assim, eu tô com raiva :)


O que eu tinha colocado nas notas do autor antes:
Espero que vocês gostem desse lixo :D

Eu realmente estou me esforçando para escrever isso kk, não acho que vai ser uma ideia muito boa... Mas o tempo vai dizer se é ou não, né?

Capítulo 1 - Capítulo 1; Quatro anos atrás


Fanfic / Fanfiction Impossível (Saiouma - Danganronpa) - Capítulo 1 - Capítulo 1; Quatro anos atrás

*Por favor, leia as notas do autor*


— Por que vocês estão fazendo isso?... Eu fiz algo errado? É... Só me deixem em paz! — Um pequeno garoto de olhos e cabelos roxos perguntava para os dois outros pré-adolescentes na sua frente.

— Isso é só porque você existe. — O garoto mais alto respondia com um sorriso bem estranho no rosto.

— Por que você tá' gastando tempo com esse inútil? — A garota perguntava.

Shuichi via toda a cena de longe, mas não conseguia entender exatamente o que estava acontecendo ali, pelo menos, no começo. Não demorou muito para Kaito Momota dar um soco em Kokichi Oma. Esse tipo de cena era bem comum, mas não era sempre que alguém via acontecer, ou até mesmo sabia, pois nínguem nunca contava para nenhum responsável.

— Kaito, tem alguém vindo aqui. Vamos sair logo! — Maki Harukawa chamou seu amigo. Assim eles saiam correndo de lá.

Quando Shuichi olhou para o corredor à sua esquerda, viu Kaede Akamatsu e Rantaro Amami vindo. Eles pareciam estar conversando sobre música ou qualquer outra coisa do tipo, mas pararam assim que viram Kokichi no chão e corando.

— Kokichi?! — Kaede quase gritou assim que viu aquilo. Correu juntamente do esverdeado para ver se o outro estava seriamente ferido. — Shuichi, eu te vi aí. Vem cá e diz o que aconteceu.

Shuichi andou até lá com certo medo. Se Kokichi não quis contar, por que ele iria?

— O que aconteceu aqui? Você viu quem fez isso? — Rantaro perguntava.

O azulado ia responder a verdade, mas quando olhou para Oma, pensou novamente sobre isso. Ele parecia pedir para que o que aconteceu continuar como um segredo, para que apenas os quatro envolvidos soubessem.

— Shuichi, o que aconteceu? — Rantaro repetiu a pergunta.

— Eu também não sei. Também acabei de chegar, eu só não vim até ele porque não sabia se isso fosse o incomodar... Desculpa.

— E-ei... não se preocupem, eu estou bem... — Isso era obviamente uma mentira. — Eu vou procurar meu amigo. Tchau. — Ele forçou um sorriso e foi em bora.

Kaede, Rantaro e Shuichi se entrolharam, como se estivessem se perguntado se o que o arroxeado disse era verdade.


 


 


 


 


 



Tudo aquilo havia sido há quatro anos. Desde aquele dia, Shuichi passou à reparar mais em Kokichi, principalmente em seus machucados — não achava que aquelas quantidades de curativos fossem apenas resultados das agressões de Kaito, tinha que ter outra coisa —.

Era mais uma manhã de quinta, mais um dia que deveria ir para o colégio. Se levantou e fez sua higiêne matinal, desceu as escadas de seu quarto para poder tomar seu café da manhã. Ao chegar na cozinha, viu um bilhete de seu tio na porta da geladeira.

         "Tive que sair mais cedo hoje. Provavelmente só vou poder voltar de madrugada, então não fique acoradado me esperando. Deixei bolo para você na geladeira."

Abriu a geladeira e pegou o bolo.

— Tenho que me preparar bem hoje, não posso esquecer nem por um segundo que hoje tem duas provas... — Disse para si mesmo.


 


 


Quando chegou na escola, já deu de cara com Hajime, um de seus melhores amigos. Ele estava conversando com outro menino, este que tinha uma pele bem pálida e tinha cabelos tão brancos quanto sua pele, trajava um casaco verde e calças pretas.

— Bom dia, Saihara. — Hajime disse assim que percebeu a existência do azulado.

— Bom dia, Hinata. Quem é esse? — Se referia ao menino que conversava com Hajime.

— Ah, esse é o Komaeda.

— Prazer em te conhecer, Saihara. — Komaeda disse e estendeu sua mão para Saihara.

— O-o prazer é todo meu... — Apertou a mão do mais alto e voltou sua atenção para Hajime.

— Komaeda, acho melhor irmos, temos que conversar com a Nevermind sobre aquele trabalho.

— Ah é, já tinha até me esquecido! Nos vemos por aí, Saihara.

Assim os dois mais velhos saíram para alguma direção que Shuichi mal prestou atenção sobre qual era. Ele seguiu para sua sala, e quando chegou, viu a mesma cena de todos os dias:

*Himiko, Angie e Tenko falando sobre assuntos estranhos e completamente sem sentido.

*Rantaro, Korekiyo e Keebo falando sobre os seres humanos e como eles são incrivéis, enquanto Miu ficava ao lado do robô, pedindo para ele permitir que ela analisasse suas peças.

*E Kokichi escondendo o rosto na carteira e com os braços.

Se aproximou do arroxeado, e se sentou na carteira livre ao seu lado. O observou por um tempo, mas logo decidiu tentar iniciar um diálogo.

— Bom dia, Oma.

— Huh? Ah... Bom dia, Saihara. — Deu o bom dia sorrindo, mas antes ele parecia até mesmo assustado.

— Parece um pouco triste, aconteceu algo?

— Não, está absolutamente tudo bem. — Novamente, disse isso sorrindo.

— Okay... Mas saiba que se acontecer algo, pode confiar em mim, okay?

— O-okay.

Esse foi o primeiro e último diálogo da manhã entre eles, já que pouco tempo depois disso, o professor chegou e a prova começou. Após todas as aulas da manhã, Saihara decide que vai chamar Kokichi para almoçar com ele — não queria que o outro ficasse sozinho como todas as outras vezes.

— Ei, Oma, quer ir almoçar comigo hoje?

— Ah?... Tem certeza que quer que eu fique com você? Não acha que eu vou te incomodar?

— Hum? Claro que não! Tenho ceteza que vai ser bem legal passar esse tempo com você.

— Okay então. Vamos agora?

— Se você quiser.

— E-então vamos.

Assim eles sguiram até a cafeteria. Durante o caminhos, Shuichi reparou no olhar estranho de Kaito sobre si, parecia que estava cheio de desgosto. Pensou que isso fosse pelo fato de estar ao lado de Kokichi, o que fez se sentir meio triste. "Por que praticamente todos nessa escola agiam como se odiassem o Kokichi? Principalmente o Kaito" era esse sua principal pergunta.



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