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História Impressões da Magia na Política Nacional Brasileira - Capítulo 6


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Notas do Autor


Por motivos legais devo ressaltar que tudo aqui é ficção e personagem foi tirado de fatos ou pessoa reais.

Capítulo 6 - As Ironias de Ser Imortal Num Mundo Mortal


Fanfic / Fanfiction Impressões da Magia na Política Nacional Brasileira - Capítulo 6 - As Ironias de Ser Imortal Num Mundo Mortal

 Certamente o Duque de Glasgow, Walter M. Peacecrafth, é o homem mais amargurado que já conheci, mas seu amargor não se traduz em gestos simples, se traduz em seu heroísmo. Como imortal ele serviu em algumas das missões mais perigosas e secretas de toda o mundo. Livros como “Viagem ao Centro da Terra” de Júlio Verne, o todos os livros Henry Rider Haggard, além de toda a franquia James Bond, Indiana Jones e Highlander terem sido praticamente copias de suas aventuras. 

 Caro leitor ou leitora, você deve estar a se perguntar algo como “o que há de triste em ter uma vida cheia de heroísmo”? Justamente porque nela há um grito de socorro, uma tentativa vá de ser mortal. Uma tentativa de encontrar o descanso da morte, uma vez Walter me disse que “a vida mortal é uma grande benção, faz cada minuto aqui neste mundo ser totalmente precioso e merecedor de atenção”, ele disse isso uma vez quando eu falei da benção que devia ser ter imortalidade no mundo mortal. 

 Aquela resposta cheia de charme e até certo ponto filosófica, me fez ter a impressão dele não gostar de ser imortal. De suas cruzadas pelo mundo na verdade serem tentativas suicidadas, claro que ele jamais admitiria isso. Jamais admitiria com todas as letras que a viver, enquanto todos a sua volta, todas as pessoas que você amou envelhecem e depois morrem, num loop infinito! Deve ser dilacerante não poder descansar, não poder dizer adeus a este mundo. 

 No final das contas a benção da imortalidade num mundo mortal me pareceu ser uma grande maldição! 

 Ele viveu incontáveis histórias, só algumas delas foram retratadas. Uma vez, nos anos 90, ao descobrir que ele estava desmobilizando o grupo terrorista IRA, segui-lo e até mesmo vendo-o tomando chá com a Lady Di um jornalista investigativo quis saber quem era ele e quais suas ligações com a coroa britânica e Walter respondeu o seguinte: 

-Pode guardar um segredo? 

-Sim! - disse o jornalista com um sorriso no rosto e uma animação que parecia o de uma criança que parecia que ia receber um presente. 

-Eu também! - disse o Duque com um sorriso simpático que mais demonstrava o deboche ao jornalista. 

 Não se sabe ao certo até onde as histórias que foram inspiradas nas lendas que são contadas sobre este homem são fatos e o que é ficção. É um ser extraordinário, posso chama-lo de amigos. O conheci quando fui a Amazônia descobrir se o monstro de Franskenstein tinha realmente fugido para a América do Sul como dizia nos livros e nos boatos da comunidade mágica. Se dizia que o monstro de Frankenstein era imortal e que procurava se manter longe de toda a civilização, como um eremita. 

 Em meados de 2015 tranquei um semestre inteiro do curso de Direito (na época eu cursava Direito e não História) para poder ir a floresta amazônica e conseguir encontrar este ser e o encontrei, não só o encontrei como encontrei o Duque tomando chá com ele numa choupana. Ver uma criatura deformada, feita de corpos de diferentes pessoas e um homem que parecia o sonho de consumo de qualquer mulher tomando chá era como ver a feiura e a beleza encarnadas e se dando bem uma com a outra. Se eu fosse um pintor faria um retrato do que vi e pelos o público tanto quanto a crítica ficariam a tentar desvendar os supostos simbolismos em tal obra que na verdade era só um retrato de algo visualmente extraordinário. 

  Se bem que podemos encontrar simbolismos na própria realidade em si... 

 Enquanto que na política, meios artísticos e meios letrados brasileiros vemos homens e mulheres chamando a si mesmos de imortais na esperança vã de serem lembrando e que através da lembrança das pessoas sejam de certa forma “imortalizados” vi pelo menos dois seres realmente imortais e o que eles queriam era discrição, serem ignorados pelo mundo. Podemos resumir “Quem é, simplesmente é e quem não é finge ser”.



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