História Imprisoned - Padackles - Capítulo 5


Escrita por: e NayDreamer


Notas do Autor


Que estranho, capítulo novo hahaha
Espero que gostem e boa leitura 📖🎀

Capítulo 5 - Meu Bebê


Fanfic / Fanfiction Imprisoned - Padackles - Capítulo 5 - Meu Bebê

Os experimentos do Engel des Todes eram reconhecidos em todos os países do Eixo. Suas pequenas cobaias.

Melissa estava ciente de todas elas, fazia ideia de seus planos para o bebê que viria a nascer ali. Já era impossível escondê-lo de suas garras.

Mas não iria deixar que ele os realize.

Seus passos eram acelerados e entre eles ela olhava rapidamente para os vidros das portas metálicas, procurando uma na qual teria que entrar.

O ressoar de um grito apontou a sala, olhou pelo vidro e lá estava a moça gritando bravamente contra a enfermeira que Jeffrey tinha mandado.

— Sai de perto de mim! — a judia gritava com raiva protegendo sua barriga com uma mão envolvendo-a, enquanto a outra tentava afastar as investidas da enfermeira.

Seu rosto se retorcia de dor e alguns gemidos eram escutados pelas fortes contrações sentidas em seu âmago. O tecido da calça já se encontrava encharcado.

Melissa escorou o corpo na parede antes de entrar, pensando bem no que ia fazer.

Ouviu um barulho semelhante a um tapa forte ser desferido e qualquer resistência cessou imediatamente ficando apenas gemidos de dor e soluços.

Melissa espiou a janela mais uma vez vendo Hannah agora caída e a enfermeira na sua frente, desferindo palavras cruéis e raivosas. Mel sentiu a raiva passar entre suas sinapses, não esperou mais, entrou na sala e caminhou até a enfermeira com cuidado sem fazer ruídos bruscos.

— Não me toque! — Hannah disse mais uma vez entre os soluços, Melissa pode ver o tão assustada ela parecia ainda mais por estar em uma situação que a deixava tão frágil e exposta.

Não iria deixar, prometeu isso a si mesma quando decidiu vim aqui.

Aproveitando a distração de Dóris, envolveu o braço esquerdo em seu pescoço o agarrando com força. Tirou do bolso do seu jaleco um tecido que tinha sido encharcado com clorofórmio alguns segundos atrás, prensando contra suas vias aéreas e a boca.

— Não ouviu a moça? — Mel disse com raiva no ouvido de Dóris aproveitando sua consciência que logo já não estaria mais presente. A enfermeira se debatia e tentava sair do aperto mas a substância deixava sua mente desconexa e seus músculos sem energia.

Depois de alguns minutos seu corpo amoleceu e caiu sobre Melissa que puxou para um canto isolado da sala.

A Doutora adiantou-se e foi examinar Hannah que analisava tudo com confusão e medo ainda agarrando sua barriga.

Hannah já a conhecia, sabia da existência do único coração bom que existia naquele lugar. Mas os últimos segundos que passará fez a sentir arisca a tudo e todos.

Se agachou devagar tentando ajudá-la — Vai ficar tudo bem — disse passando a mão na parte vermelha presente em seu rosto. Sua pele era bem branquinha e a marca ainda tava bem manchado em sua pele — Eu não vou deixar que nada aconteça a você e nem ao seu bebê — Mel tinha consciência que suas palavras eram contestáveis, mas sabia que escolheu as certas para serem ditas. A mãe dos olhos da cor do oceano já respirava normalmente e suas batidas iam se acalentando, chegando bem perto do Tum Tum normal.

Agarrou sua cintura tentando erguer o seu corpo o máximo que podia pra levar até a maca de metal que estava no centro da sala. Na bandeja que Dóris tinha trazido mais cedo havia tudo que precisava para fazer o parto

Deitou-a na maca respirou fundo e passando palavras de conforto para ela, enquanto começava o procedimento.

O sangue era abundante em sua mãos e isso a deixava extremamente preocupada.

Hannah estava perdendo muito sangue e isso com certeza não era normal. Não tinha experiência com coisas do tipo e estava respirando fundo, para não entrar em desespero. Até que acabou.

Nos primeiros segundos, ele não reagiu, mas Mel logo começou a dar pequenos estímulos, massageando suavemente as perninhas e os braços incentivando-o a reagir.

Até os primeiros choramingos.

Mel respirou aliviada e Hannah sorriu aberto ao ouvir o primeiro cantar do bebêzinho.

A mantinha já estava separada e Mel embolou o serzinho e o ninou no seu colo por alguns segundos.

Hannah sorriu e levantou os braços para recebê-lo. Já no colo, ela conversava baixinho e cansada, mas mesmo assim sorrindo de orelha a orelha.

— Oi meu amor, eu sou sua mamãe.

E o bebê respondia com leves chutes e sorrisos cobertos de inocência.

Mel olhou sorrindo, ao ver os dois naquela conversa gostosa. Mas mesmo assim sentia seu corpo meio fraco, precisava respirar um pouco.

Tinha acabado de fazer um parto?!

A parede sustentou seu corpo enquanto tentava se acalmar e depois de alguns minutos ela se virou para verificar os dois.

O bebê ainda aninhado no colo, mas Hannah desacordada. Melissa logo percebeu a palidez.

Hannah tinha tido uma hemorragia durante o parto, e ainda as condições péssimas que fora exposta a deixaram ainda mais fraca.

Agarrou o bebê dos seus braços e o ninou para que se acalma-se. Ele sentia que sua mamãe não estava bem.

Melissa ainda olhando de Hannah balançou o bebê dizendo.

— Ei, meu anjinho? — olhou para o bebê com os olhos cheios de lágrimas preste a transbordar.

Aquilo era tão injusto com ele.

Seu coração doía só de pensar em Jeffrey ouvindo seu choro e vindo buscá-lo.

"Não não não…"

— Eu estou aqui… shiii — disse já chorando, não conseguiu guardar as lágrimas por muito tempo — Eu vou tirar você daqui, tá bom?

Enrolou os lençóis que tinha no armário colocando-os de baixo da mesa e deixando o bebê escondido lá.

Verificou a pulsação de Hannah que se mostrava cada vez mais lenta

Lembrou de Dóris no canto da sala, pegou os garrotes elásticos em cima da bandeja circulando-os no seu pulso dando um nó não muito forte.

O armário estava vazio e lá seria o lugar melhor para ganhar o seu corpo inerte por algum tempo.

Mel saiu correndo depressa entre os corredores. Precisava de ajuda.

(...)

Jensen dormia enquanto os cochilos de Jared iam e viam. É uma tendência peculiar dele, sua mente está tumultuada, felizmente, agora não por pensamentos ruins.

Ah, ele está se sentindo tão bem, tão leve, se sente meio bobo também mas não é ruim.

Ele não deixa de dar um sorriso quando é inundado por ela de novo.

Será quem o culpado de toda essa onda de sentimentos e sensações?

pontinhos, verde e loiro.

Ele sorri ao pensar.

De repente, Melissa chega rápido abrindo a porta Jensen acorda rápido assustado ao vê-la com uma aparência abatida.

— Ei, o que está acontecendo Mel? Você está chorando...— disse se levantando devagar para acalmá-la.

— Isso é sangue? — Jared perguntou ao ver as mãos trêmulas manchadas.

— Precisam vir comigo. Preciso de ajuda — disse ela com a voz um pouco mais estável, ela apenas disse e saiu adiantada enquanto Jensen e Jared a seguiam.

Alguma coisa séria estava acontecendo.

Jared só a conhece a alguns dias, mas já a considera como uma grande amiga. Vê-la assim tão... instável, faz Jared temer o que ela tem a mostrar.

Logo chegaram na sala onde Melissa já esperava com um bebê nos braços e uma mulher atrás — e provável mãe desacordada na maca

— E-eu… ela perdeu muito sangue. Ela estava sangrando muito — Mel disse com o olhar marejado — Eu não sei o que fazer. Eu não posso deixar que ele pegue o bebê — disse por fim e o coração de Jared se partiu em vê-la chorar.

Jensen foi ao encontro de Melissa e a envolveu em um abraço confortando-a, pegando o bebê para que ficasse livre para dar as próximas ordens. Jared também se adiantou, entendendo o porquê de estar ali e foi até a moça desacordada sentindo sua respiração fraca ao chegar mais perto. Levantou seu corpo da maca e a segurou em seus braços.

— Para onde? — Jared disse rápido ao dispôr. Mel se recompôs e antes de qualquer coisa deu uma volta na sala pegando analgésicos; lençóis; gazes… Abriu o armário, olhou rápido ao ver a enfermeira do quarteirão nocauteada dentro do armário e fechou a porta sem nenhuma controvérsia.

Jared já imaginava bem o que se passará nesta sala. Não precisaria de explicações.

Jared olhou para Jensen, ele balançava a bebê que sorria para ele, parecia entendê-lo e Jen também.

Está certo que nunca irá ver cena mais adorável que essa.

Os olhos brilhantes e verdes de Jensen quando brinca com o pequeno serzinho no seu colo é fofo.

"Com certeza vai ser um pai bem babão" Sorriu de lado ao pensar nisso.

Jared quase se perdeu em seus pensamentos, um traço de um sorriso de Jensen o tirou dos seus sonhos visionários.

Ele agora vê como Jensen está o influenciando, mexendo com suas pecinhas.

Ele até pegou um pouco de sua positividade… e fé — olha ele sonhando com a realidade bem melhor que agora.

Jensen apresentou o seu jeito de ver o mundo. E ele sinceramente o acha perfeito —, visitaria-o mais vezes daqui por diante.

— Me seguem — Melissa disse.

(...)

Em sigilo e cuidado se dirigiam à sala isolada que ficava no final do corredor. Era grande tinha várias camas, uma janela com grades no fundo, e as tintas das paredes exalavam tons pastéis. A bebê precisava de estar longe suficiente dos laboratórios de Jeffrey, e lá estavam.

Jared estava do lado esquerdo sentando perto da cama onde a mulher estava.

Enquanto Mel estava resolvendo algumas coisas pendentes. Alguns exemplos: enfermeiras malvadas trancadas em armários e médico psicóticos e filho da mãe.

Jensen estava do outro lado em pé cantarolando uma canção para a bebezinha inquieta em seu colo.

Meu bebê, não chore. Meu bebê, enxugue suas lágrimas. Descanse sua cabeça perto do meu coração. Para nunca ir embora

Jensen cantava baixinho, sua voz era doce e cálida. E a bebê que estava tão inquieta, já estava quase adormecendo.

Jared não deixava de sorrir bobo ao ver aquela cena. Sua voz tão leve e liberta.

"A Melodia é a forma mais bela das almas se libertarem"

Quem canta se liberta, não importa o tão baixinho que seja.

"Será que ele cantaria pra mim dormir de novo também?"

Escorou a cabeça, gravando cada parte da canção. Prestava atenção em cada verso.

Jensen olhou para Jared e sorriu. Entoando a canção sem abrir a boca enquanto um leve rubor cobriu suas bochechas, enquanto continuavam com a trocas de olhares — com certos desvios de Jensen.

Jared sente um aperto em seu braço, não muito forte, mas não menos preocupado.

— Calma, sua bebê está bem. E você também vai ficar. — Jared diz tentando acalmá-la. Hanna desponta um sorriso ao ver Jen se aproximar com sua filha.

— Eu quero que cuide dela. Diz pra ela, que não somos os vilões. E não se importe com o que dizem. Deixe esses olhos cintilarem e brilharem. — Hanna disse por fim cantando os dois versos da música.

Aquelas foram suas últimas palavras, e em seguida seus últimos suspiros

Melissa depois de algumas horas chega acompanhada. Uma jovem de cabelos cor escarlate ao seu lado.

Jensen não consegue acreditar no que vê.

Era sua irmã ali. Ele não faz outra a coisa a não ser correr rápido o bastante para abraçá-la como se a qualquer momento ela fosse desaparecer de novo. E ele não iria deixar dessa vez.

— Senti a sua falta Dee.

— Eu também Jen, Mel sabe o tanto de vezes que a perguntei se você estava bem — Jen apenas abraça ela mais forte. As coisas finalmente estão dando certo.

— E esse bebê? — Jared levantou da cama que estava com a bebê dormindo — Essa é a Jj

— Jared disse a apresentando — J-bird para os próximos.

— Jj é? — Mel disse analisando o nome da bebê — Gostei.

Melissa agarrou a bolsa grande e pôs ela em cima da cama — Trouxe algumas coisinhas para ela. E para gente também.

— Posso ver? — Jen pediu e Mel sorriu abrindo espaço pra ele.

Enquanto isso Jared e Danneel conversavam amigavelmente.

— Bom, eu posso dizer que eu sou um grande fã — Jared disse sorrindo em um tom engraçado.

— Ae?

— Sim, sim. Pelas histórias que eu ouvi. Sua personalidade é bem…

— Tá bom, olha escuta. Eu sei de tudo, deixa eu esclarecer algumas coisas, vou ser bem clara, eu prometo: cuide bem do meu irmão e você não apanha, capiche? — Dee disse serena e perigosa sorrindo sarcástica.

— Er… certo, certo. Sim senhora capitã — Jared riu — E como você sabe?

— Eu e a Mel fazíamos teorias e você acabou de confirmar querido — A ruiva sorriu e Jared fingiu uma feição exasperada em espanto — Trapaceira — diz rindo.

— Esperta — corrigiu Dee — E também, assim que eu entrei aqui eu soube. Eu vi o jeitinho do Jen, o seu em resposta — Danneel disse olhando para o irmão e Mel, enrolando Jj em mais uma mantinha — Sempre sei quando as pessoas estão apaixonadas — Jared seguiu seu olhar e sorriu.

— Saiba que eu também — Jay disse sugestivo e Danneel deixou aflorar um sorriso tímido.

Jared sussurrou: Meeeel

— Aii — não demorou muito pra ele levar uns tapas

(...)

Até aquela hora da madrugada tudo já estava praticamente resolvido.

Srta Benoist tinha cuidado de tudo enquanto estava fora.

Fez Jeffrey acreditar que a mãe e o bebê tinha morrido no parto e que seus corpos já tiveram seu fim.

Chantageou as enfermeiras para se silenciarem sobre o ocorrido — nada que alucinógenos em lugares errados não dêem conta.

E cuidou para que o corpo de Hanna tivesse um fim digno, não foi nada fácil e teve que se remodelar em uma personalidade insensível o suficiente para ser feito sem lacrimejar.

Mas agora tudo estava bem, e estava na hora do próximo passo.

— O próximo passo é levar vocês pra casa.

Em círculo, vários papéis e documentos ao chão e Mel em pé andando em círculos.

É uma mania que ela tinha para se acalmar.

E pensar também. Alenta o aparecer de suas ideias.

— É o seguinte nesse exato momento, a Alemanha está a atacar a Rússia com força total, mas a uma coisa que eles não calcularam: Eles não conhecem o território na qual eles pisam e há exatamente três dias o inverno na Rússia começou. Minhas estimativas dizem que eles não vão sobreviver nem ao ponto de lutar.

— E assim eles vão enfraquecer — Jared disse finalizando.

— Isso — Melissa diz confirmando — Eles vão cair, e o melhor as forças Aliadas nem vai precisar fazer muita coisa. Mas ainda tem uma pendência: Os aliados precisam ter todos os recursos e informações atualizadas para atacar e fazer todo o regime desmoronar de uma vez — Melissa abriu um dos mapas com vários lugares marcados de várias cores.

— Esse mapa eu roubei na sala do Morgan faz um tempo. Como ele é médico e cientista oficial ele tem acesso a informações sigilosas. Todos esses lugares marcado de vermelho são bunkers — olhares curiosos se levantaram assim que disse.

— O Füller fez dezenas deles assim que virou chanceler. E adivinha: é pra lá que ele vai se esconder.

— Uau — Jared disse maravilhado.

— Por isso eu tenho uma nova missão pra você espião, ou melhor, espiões — disse dando uma piscadela para Jensen — Vocês vão sair e levar isso para a Inglaterra. Eu tenho um plano inefável.

(...)

Tudo parecia super bem calculado, Melissa contava exatamente o que deveria acontecer.

Troca de turnos dos vigias dos portões são aos sábados por isso a fuga deles deveriam ser a noite daqui a dois dias.

A noite irá cobrir seus traços. E a fronteira estará desprotegida graças a batalha do outro lado do país.

Mel conseguiu contato com o amigo de Jared, Collins que os esperariam do lado de fora.

Eles levariam Jj com eles e vestiriam roupas de soldados para saírem despercebidos.

Jensen começa a se preocupar quando percebe que há apenas dois trajes nessa história.

— Me desculpa, parece tudo muito calculado mas e a Dee? E o traje dela pra sair?

— Jen eu vou ficar — Danneel disse meio travada, mas convicta.

— Não! Você vai — Jensen quer entender o por quê, ela tem que ir junto com ele e Jared.

Dee o puxa para um canto e ela respira fundo antes de falar.

— Jen não existe mulheres no regime que são soldados. E mesmo que se eu me transformasse em um homem, ainda sim seria muito arriscado.

— Não — Jen disse com a voz um pouco fraca, ele entendia mas isso estava longe de ser justo — Isso é muito injusto.

— As coisas nunca são 100% perfeitas Jen — A ruiva disse — Olha tá tudo bem, as enfermeiras filhas da mãe do meu quarteirão pensam que eu estou morta. Eu posso me esconder aqui até tudo cair — disse apontando ao redor — Eu estou segura, Jen. Agora tenho que garantir que você esteja — a mais velha beija a testa do irmão demonstrando todo seu cuidado e amor.

— Não me conteste, eu sempre vou fazer o que é melhor pra você.

Alguns minutos a mais ali, Jared e Jensen se despedem para voltarem ao quarto.

— Você tá bem? — Jared pergunta.

— Sim, eu só queria que o plano inflável fosse mais inefável ainda — Jensen riu meio triste segurando na mão de Jared enquanto andavam pelos corredores.

— Entendo… olha eu prometo que volto o mais rápido possível para buscá-la — Jared disse sensível.

— Sério, sério? — Jensen o olhou brilhante.

— Sim, sim! — Jared respondeu animado pulando — Aaaa eu mal posso acreditar. Finalmente nós vamos sair!

Jensen riu ele sabe que provavelmente Jared não iria dormir por dois dias inquieto com a ideia.

— Acho que eu não durmo mais hoje, mas se você cantar pra mim eu talvez durma hein — Jared disse sugestivo enquanto entravam dentro do quarto.

— Anem — Jensen disse preguiçoso deitando na cama — Vamos — Jared o puxou pela mão para ficar de pé. Abraçando seu corpo e levantando suas mãos para dançar.

— Me ajuda — Jared disse animando-o

Meu bebê, meu amor podes sonhar. Que toda noite eu velarei — cantarolou com a ajuda de Jensen movendo seus corpos em um ritmo calmo e fora da música — Da cabeça aos pés. Você é tão doce, Deus sabe. Meu bebê… Meu amor.



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