História Improvável Amor-Sashay - Capítulo 19


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Categorias Ashley Benson, Ian Harding, Janel Parrish, Keegan Allen, Lucy Hale, Pretty Little Liars, Sasha Pieterse, Shay Mitchell, Troian Bellisario, Tyler Blackburn
Personagens Ashley Benson, Ian Harding, Janel Parrish, Keegan Allen, Lucy Hale, Personagens Originais, Sasha Pieterse, Shay Mitchell, Troian Bellisario, Tyler Blackburn
Tags Alison Dilaurentis, Emily Fields, Emison, Pretty Little Liars, Sasha Pieterse, Sashay, Shay Mitchell
Visualizações 67
Palavras 2.020
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Crossover, Drama (Tragédia), LGBT, Romance e Novela, Yuri (Lésbica)
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Cheguei mais cedo do que vocês esperavam.
Amei conhecer algumas de vocês no grupo.
Obrigada a todas que gostam da história e me incentiva. Espero muito agradar vocês. Obrigada.
Vamos lá???
Boa leitura e desculpa os erros

Capítulo 19 - Vou te ensinar a amar


Fanfic / Fanfiction Improvável Amor-Sashay - Capítulo 19 - Vou te ensinar a amar

Sasha Pieterse POV

— Vai Janel!!! — gritava agoniada, estava em pânico e assim , Janel virou na curva que dava no hospital central — Não acredito, como foi acontecer? — com as mãos na cabeça, a voz dele ecoava na minha cabeça " Tudo o que fiz, foi para te proteger".

Trêmula, chegamos ao hospital central. Retirei meus saltos e corri para dentro do hospital e logo uma enfermeira me atendeu.

— Aammm.,... — olho ao redor, várias pessoas indo para lá e para cá, não consegui pronunciar sequer uma palavra, Janel depositou sua mão em meu braço e tomou a frente.

— Queremos ver o médico que está a frente do caso do senhor Hudson Sheaffer — mirei os olhos da enfermeira com esperança de que tudo que ouvi era mentira. Mas não era.

— Ele chegou com vida, com a batida, metade do airbag ficou preso em seu corpo — Suspirou, sentindo minha pressão baixar, ouvi tudo — cortando várias artérias principais, por isso na hora do acidente, não retiramos o airbag. Já cirugia na retirada do mesmo, ele perdeu uma grande quantidade de sangue, falecendo logo em seguida, eu sinto muito senhora — falou tristonha, saindo do nosso campo de visão.

Presa ao abraço da Janel, soluçava.

— Como eu vou viver, Janel? Sentindo culpa, eu sou a culpada por ele ter... — as lágrimas desciam pelo rosto, fazendo a maquiagem marcante desmanchar.

— Do que está falando, Sash? — perguntou preocupada.

Retirei meu rosto da curva do seu pescoço e a olhei no fundo de seus olhos.

— Ele fez alguma coisa para me proteger, eu não sei o que é — chorei.

— Vamos, vá para o carro e me espere lá — Janel forçou um sorriso dando no topo da minha cabeça, um beijo.

Descalça, caminhei até o carro, segurei meu celular e lá estava o número que fez minha respiração falhar. Deixei a chamada cair na caixa postal, algumas vezes fiquei tentada a atender. Eu precisava dela, precisava sentir e saber que estaria do meu lado. No entanto, contudo, recordei da discussão e logo desisti sentindo um grande aperto no meu coração. Abaixei meu olhar, vivendo os momentos mais horríveis da minha vida.

— Shay, porque?.— sussurei chorosa, Janel adentrou o carro.

— Bom, o corpo chega na sua casa às quatro horas da tarde de sexta, então se organize avise aos familiares dele, sash.... — Janel me olhou e me fez olhar em seus olhos — Sash, tem mais alguma coisa te incomodando, o que é? — perguntou serena.

— Vamos para casa, que explico toda a história.

Alguns minutos e pela rota mais rápida, chegamos em casa. Abri a porta e joguei minha bolsa em um canto qualquer. Sentadas no sofá, comecei toda história.

— Ela te corresponde, Sash? — perguntou segurando a xícara de chocolate quente.

— Sim, quando a vi com o Nick tive certeza que não poderia mais viver sem ela, esconder meu amor, não mais — respondi bebericando o líquido da minha xícara — E transamos — Janel engasgou com o chocolate, abri com sorriso tímido sem dentes.

— Eu estou passada, finalmente entendeu né ? — sorriu com um olhar malicioso —Como foi?

— Ah Janel, foi a melhor coisa que fiz. Me senti liberta, ela estava entregue e eu também naquele momento só havia nos duas, em seus olhos.. — falei lembrando de seus olhos negros brilhantes olhando a minha face — Soube que ela é o amor da minha vida, mas aí ela teve uma briga que nem sei o motivo direito e o Hudson ele.. — comecei a chorar novamente, Janel segurou as xícaras colocando-os na mesa de centro e me abraçou — Eu o matei Jan.

— Você não o matou, tudo vai ficar bem Sasha, vou ficar aqui com você e manhã falo com a Claire para que você possar tirar um tempo para você, e não o matou, foi um acidente não se culpe. — acenti com a cabeça, perdida em devaneios, minhas lembranças levam até a morena de cabelos volumosos ondulados e negros.

(...)

Meu peito se enchia de tristeza, quem mais queria nesse momento era ela. O frio, a angustia entrava no peito de forma avassaladora. Com os olhos cerrados, lágrimas escorriam molhando a blusa dela. Sua mãos tocaram meus cabelos.

— Sash, não chore— Janel falara — Vou preparar alguma coisa para você.

Falou saindo do canto do sofá, passando por cima de mim.

— A Margarida vem hoje, Sash? — ela gritou da cozinha.

— Não, é o dia de folga — forcei a voz para que saísse com uma tonalidade forte.

Levantei do sofá, caminhando em direção as escadas, minha cabeça doía muito. Pontadas fortes no centro. Estava explodindo.

Retirei minhas roupas e tomei um banho. Vesti uma camiseta e short fino pretos, deixei meus cabelos secarem naturalmente e assim fui até a cozinha.

Observei Janel fazer panquecas fazendo uma pequena dancinha, o que me fez abrir um pequeno sorriso.

— Eu cuido do café da manhã Janel, no quarto que você costuma ficar tem algumas mudas de roupas — falei pegando a polpa de fruta para fazer suco — Você tem apenas quinze minutos .

— Até em momentos tristes é mandona — sorriu e depositando um beijo na minha bochecha e assim continuei o que estava fazendo.

(...)

Sozinha, me sentia um ser humano terrível. Janel deixou sua bolsa na mesa central, a coloquei no quarto de hóspedes. E foi aí nesse momento que a campainha tocou. Fui até a sala de vigilância e sua imagem aparecera em cada tela, cada câmera focalizava a sua beleza. Mirei o seu jeito encantador e relembrei o que me fez apaixonar. Descia as escadas parando de frente a porta principal, sentindo aquele mesmo sentimento ruim, a impotência, a raiva até mesmo o medo.

— Vai embora, Shay— Gritei colocando as mãos na grande porta.

— Sasha abre a porta por favor— respondeu, sua voz estava diferente, aquele tom partiu meu coração em varios pedaços — Abre — suplicou do lado de fora, cheguei a tocar a maçaneta, desistindo rapidamente cerrando os olhos o mais forte que pude.

— Não quero ver ninguém Shay, não entende? — falei com a voz embargada, abaixando a cabeça.

— EU NÃO VOU SAIR DAQUI ATÉ QUE ABRA ESSA PORTA, SASHA! — gritou e assim pude sentir minha respiração ficar cada vez mais fraca, virei- me de costas e subi as escadas olhando para a porta atrás de mim, sabendo que ela estaria me esperando.

Jogada na cama, cercava meus braços no travesseiro. Olhei pela janela e vi o tempo mudar. Provavelmente ela já desistiu e foi embora, o meu coração estava apertado, a dificuldade de encontrar ar era nítida. Abri meus olhos e a chuva caia forte seguida da luz fraca entre as nuvens. Forcei meu corpo sair da cama e fui até a sala de vigilância, encontrando a morena ensopada com seu corpo encolhido procurando pelo calor do mesmo. Por quanto tempo apaguei? Girei minha cabeça até o monitor maior e olhei as horas, tarde. Com medo, corri pelas escadas e abri a porta chegando em meu campo de visão, a morena aconchegada a seu próprio corpo. Toquei seu ombro e vi seu olhar triste e penetrante, quase caí para trás, sentindo uma dor no peito comecei a chorar.

— Entre Shay — falei baixinho, logo a morena correu para meus braços, prendendo-me sobre o seu corpo frio e molhado.

Sua mão fechou a porta rapidamente, sua respiração estava próxima, sentia falta, precisava dela para que pudesse viver, me sentia vazia até ela chegar. A morena rapidamente segurou minha nuca me deixando ansiosa para o que viria a seguir.

— Não sabe o quanto dói aqui— falei apontando para meu peito do lado do coração — Não quero que vá embora, Shay — segurei seu rosto, nossos corpos clamavam pelo contato, sentia o calor queimar todo e cada parte do meu corpo.

Shay selou nossos lábios em um beijo que me fez voar, deslizei minhas palmas nos seus braços agarrando seu cabelo totalmente molhado. Nossas línguas brincavam, a amava e queria por perto. O beijo foi aprofundado por ambas as partes, Shay apertava a lateral do meu corpo, o beijo começou a ficar ainda mais quente, no entanto não houve pressa de nenhuma. Beijo quente e lento fazia meu corpo arrepiar cada vez mais, andei para trás, chegando na parte de trás do sofá. Parei o beijo, ofegante.

— Estava morrendo de saudades de você — sussurou segurando minha nuca, olhando fixamente para meus lábios entreabertos — mas principalmente da sua boca.

— Preciso de você, Shay — sussurei cerrando os olhos, sentindo seu hálito quente irradiar meu corpo por inteiro.

— Deixa eu te amar — Falou segurando meu pescoço, beijando levemente minha mandíbula, apenas acenti com a cabeça.

Shay separou, segurando minha mão, subindo as escadas, abri a porta do meu quatro. A morena me segurou por trás, beijando a curva do meu pescoço, suspirei pesadamente ao sentir o toque de seus lábios sobre minha pele quente. Levei minhas mãos sobre seus cabelos, sentindo o toque de suas mãos retirando a camiseta, ela beijou minhas costas, já estava sem sutiã. Meu corpo respondeu.

— Vou te ensinar a amar — Sussurou com uma voz aveludada virando meu corpo ficando na sua frente.

Seguirei a ponta de sua jaqueta molhada e a retirei, enquanto a mesma beijava minha boca.

Desnudas, a morena subiu na cama, começou a distribuir pequenos beijos em meus pés, deslizando as mãos na minha coxa. Continuou subindo fazendo um caminho de beijos até a minha boca. Começava a tremer embaixo do seu corpo, a excitação era palpável, a visão que tinha era magnífica, segurei seu rosto puxando a morena para um beijo longo. Começava a sentir um certo incômodo no meu ventre. A morena apertava em lugares sensíveis. Soltava pequenos gemidos, a mesma desceu seus beijos para minha intimidade. Arfei ao sentir o toque de seus lábios em meu clitóris, distribuindo beijos pela parte interna da coxa, me contorcia mais ao sentir a ponta de seus dedos em meu clitóris enquanto a morena beijava a outra coxa. Meus gemidos eram longos anunciando o prazer que ela me proporcionava. A medida que ela fazia movimentos circulares, minha cintura acompanhava a dança de seus dedos, estava indo a loucura. Tentei pronunciar seu nome, a morena começou a beijar com fervor minha intimidade encharcada, segurei seus cabelos negros a incentivando mais.

Cerrei meus olhos e mordi meus próprios lábios, gemia cada vez mais alto, enquanto sentia sua língua em minha entrada.

— S-shay por favor — resmungava.

— Eu te amo , Sasha — falou com uma voz que tomou conta do meu ser. Meu corpo se contorcia mais e mais e assim, percebo que Shay já beijava minha boca e sem aviso, penetrou dois dedos. O som do prazer emitia tanto da parte de Shay quanto do meu. Por um segundo pensei em está no céu, ela entrava e saía com a velocidade certa  e em momento algum parou de beijar minha boca, e todo o meu corpo. Segurava seu corpo, cravava as unhas em sua pele e arranhava sua nuca, beijando sua boca enquanto ela se movimentava. Os gemidos ecooavam junto a chuva que caía do lado de fora, estocadas fortes e lentas me levavam ao delírio. Senti que minhas paredes começaram a se contrair, cercando com força os dedos da morena, meu ventre parecia uma gigantesca chuva de fogos de artifícios, trêmula, meu líquido escorreu por seus dedos. Olhando em seus olhos com pupilas dilatadas, a morena levou os dedos a sua boca, fechando os olhos e sorrindo em seguida.

— Nunca vou me cansar do seu gosto — falou caindo ao meu lado — Eu te amo e nunca vou deixar que nada atrapalhe o que sentimos, vou te proteger sempre — falou e cercando seus braços no meu corpo, e com minha cabeça apoiada em seu peito, seu coração batia rápido e assim pude descansar junto a ela.







Como estamos indo??


Notas Finais


É isso e....
😊😊😊Espero seu gostem. 😊😊😊.
Ahhhh aidna espero por vocês no grupo em??? Juro que não sou uma pessoa má. ☺️ Sou legal.
Até o próximo capítulo liars 😍😍😍


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