História Imprudente -MITW - Capítulo 13


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Categorias TazerCraft
Personagens Mike, Pac
Tags Impudente, Nichole Chase, Série Royal
Visualizações 94
Palavras 1.193
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Famí­lia, Ficção, Romance e Novela
Avisos: Álcool, Estupro, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Capítulo 13 - 13


Ao entrarmos no palácio, todos viramos para trás mais uma vez, acenando para as câmeras antes de fechar as portas.

– Ah, pelo amor de tudo o que é mais sagrado, nunca estive tão nervoso em toda a minha vida. – Aurora abanou o rosto com as mãos e Lucca conduziu-a a um pequeno banco.

– Você está lindo. – Toquei o terno de Felps com cuidado. – Está perfeito.

– Você já viu este terno uma centena de vezes! – Felps riu.

– É verdade, mas não desta maneira. Não com tudo pronto. – Senti as lágrimas se formarem em meus olhos.

– Não se atreva a chorar! – Felps apontou para mim. – Não. Se. Atreva.

– Eu não vou chorar! – Meus lábios tremeram. – Por que eu choraria?

– Porque é um jovem adoravelmente sentimental. – Felps inclinou-se para me abraçar e assim o fiz.

– Você está adorável. – Mamãe aproximou-se para segurar a mão livre de Felps. – E lidou muito bem com o povo.

– Obrigado. – Felps riu. – Só fiquei imaginando que eles eram uma sala cheia de alunos entusiasmados para aprender sobre as aves.

  Moon gemeu.

– Meu Deus, você é um imbecil.

– Mas funcionou! – Ele bateu na amiga com o buquê.

– Tudo bem. Qualquer coisa que te ajude a enfrentar o dia de hoje está valendo. – Arrumei seu terno.

– Como está o Rafa? – Felps olhou para mim com os olhos arregalados. Ele não o havia visto desde o jantar de ensaio de cerimônia, na noite anterior.

– Ele está esperando por você. – Sorri. – Você está pronto?

 Ele respirou fundo.

– Estou pronto.

– Então, vamos em frente. – Olhei para Lucca, que falava em um fone de ouvido.

– Eles tão prontos.

  Meu estômago se apertou com tanta emoção. Depois de todo o trabalho, planejamento e nervosismo, chegara o momento de constatar que tudo aquilo tinha valido a pena. E, a julgar pelo sorriso no rosto de Felps, tinha bastante certeza de que eu tinha conseguido fazer tudo direitinho.

– Rafael está pronto? – Felps esticou o braço e tocou a gola de sua camisa. Depois, respirou devagar.

– Sim. Ele já está lá. – Lucca deu um passo na frente de Felps. – Isso vai acabar logo e você mal vai conseguir se lembrar depois.

– E a única coisa que importa são Rafael e você. – Moon tocou o ombro do amigo.

– Pessoal. – Felps riu. – Estou bem! De verdade. Estou pronto para acabar logo com isso e ir para a recepção.

– Você deu alguma coisa para ele? – Falei baixinho no ouvido de Lucca.

– Não. Embora eu tenha vindo preparado para isso caso fosse preciso. – Ele piscou para mim. – Ele realmente acordou preparado para isso hoje. Estou com um pouco de medo que ele saia arrastando Aurora até o altar.

– Ainda bem que as crianças vão entrar andando na frente dele.

– Você está falando sério? Ele pode muito bem passar por cima das crianças. – Lucca encolheu-se.

– Não vou assassinar crianças no dia do meu casamento. – Felps franziu a testa enquanto brincava com as flores verdes de seu buquê.

– Você quer dizer que nunca assassinaria crianças, não é querido? – Perguntou mamãe.

– Ah, é. Claro. – Felps olhou para cima. – A menos que sejam zumbis atrás de meu cérebro. Então, não tenho nem o que pensar.

– Obrigada por esta importante informação. – Mamãe sacudiu a cabeça, acostumada com as divagações de Felps.

– Preciso ir para o meu lugar.

  Mamãe deu um passo à frente e segurou a mão de Felps.

– Estou realmente honrada por se juntar à nossa família.

– Isso significa muito para mim. – Felps beijou o rosto de mamãe rapidamente e precisei segurar minhas lágrimas. Eu me lembrei do quanto ele havia ficado ansioso por almoçar com minha família tempos atrás. E agora ela nos abraçava confortavelmente sempre que tinha vontade.

–Vejo você lá fora. – Mamãe virou-se e saiu de nosso campo de visão. Ela precisaria de tempo suficiente para ser levada até seu lugar antes de fossemos para os nossos lugares.

– Flores, integrantes dos partidos, roupas. Tudo conferido. – Uma das coordenadoras olhou para nós como se fôssemos cordeiros indo para o abate. – Tudo pronto. Lembrem-se, quando chegarem à escada do lado de fora, esperem pela música. Este será o sinal para vocês começarem a andar.

– Obrigado. – Felpa sorriu para a mulher.

 As crianças que estariam carregando as alianças e a pequena cesta de flores foram trazidas à sala ao lado da porta que dava para fora, junto com o restante e nós. Tom sorriu para Felps enquanto enfiava o dedo no nariz com determinação.

– Você está lindo. – Loren sorri para Felps.

– Obrigado, mas acho que você está ainda mais bonita. – Felps ajoelhou-se e apertou o nariz da garotinha. – Gosto muito das flores de seu cabelo.

– Você pode usá-las se quiser. Eu não me importo. – Ela esticou o braço para pegar as flores presas em seu cabelo.

– Não, não. Acho que estão bonitos demais em você para tirá-los. – Felps segurou a mão da garotinha. – Além disso, ouvi dizer que apenas meninas especiais que carregam as flores podem usar um arranjo tão bonito assim no cabelo.

– Ah. Bom, eu sou especial. – Loren sorriu para Felps, mostrando o buraco entre seus dois dentes da frente. Minha priminha só tinha 2 anos de idade e já dizia tudo o que vinha à sua cabeça.

 – É mesmo. – Felps levantou-se e olhou para Tom. – Você encontrou o que estava procurando?

– Eu perdi um milho de pipoca. – Ele inclinou a cabeça para trás. – Você consegue vê-lo?

– Como é que um milho de pipoca foi para no seu nariz? – Eu me ajoelhei na sua frente enquanto a babá entrava em pânico atrás dele.

–Eu estava com fome! – Ele colocou as mãos na cintura e olhou para nós. – Não posso andar se não conseguir respirar!

– Tudo bem. Olhe para cima e deixe eu ver isso.

 Ele inclinou a cabeça para trás de tal maneira que perdeu o equilíbrio e quase caiu sobre uma cadeira dourada.

Segurei seu braço antes que ele chegasse ao chão e controlei minha irritação. Quem havia dado milho de pipoca para as crianças?

– Fique parado, Tom. – Apertei os olhos para ver se tinha algo ali que eu conseguisse alcançar. E realmente havia um milho de pipoca dentro de seu nariz. – Pelo amor de...

– Tem mesmo milho no nariz dele? – Felps cobriu a boca e eu sabia que ele estava tentando não rir.

– Sim. Tem pipoca no nariz dele. – Franzi a testa para o garotinho. – Como é que isso aconteceu?

– Eu não sei. – Ele encolheu os ombros.

– Você não sabe como o milho de pipoca foi parar no seu nariz? – Perguntou Felps. – Parece algo do qual eu me lembraria.

– Bem – Disse ele. – Eu tentei comer, mas meu dente doeu. Então pensei que talvez fosse uma pedra, não uma pipoca. Cheirei para ver se tinha cheiro de pedra, mas ele entrou no meu nariz! – Ele apontou para o rosto. – E então, quanto mais eu tentava pegar o milho mais ele entrava! Agora vou morrer porque não vou conseguir respirar. Talvez Lucca possa levar as alianças. – Ele olhou para o assessor de Felps com esperança.

– Tom, por favor, diga-me que você não enfiou isso no nariz só para não precisar entrar carregando as alianças. – Sacudi a cabeça.

 – Não. – Ele cruzou os braços. – Achei que fosse uma pedra. Mas talvez eu não devesse mesmo carregar esse travesseiro idiota.  



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