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História Impulsos. - Mclennon. - Capítulo 2


Escrita por:


Notas do Autor


Bem, me perdoem pela demora. Nesse capítulo iremos explorar mais o lado do Lennon e algumas coisas em relação á máfia.

Tenho um pequeno avisinho para vocês:

*Se você acompanha algumas das outras fanfics(Pernas para quem ter quer/É dando que se recebe), provavelmente eu não atualize elas nessa semana, pois a internet ta meia lenta – cofcof muito lenta. Mas vou me esforçar para tentar enviar aqui para vocês.

A observação desse capítulo vai ser o seguinte: Sean e Julian serão IRMÃOS do John e não filhos, resolvi fazer algo diferente e até que não ficou tão ruim. Como a idade do Lennon é 22 anos, o Julian vai ser mais velho que eles (57 anos, a idade de hoje) e o Sean vai ter 25 anos, para equilibrar as coisas. Espero que não tenha ficado confuso.

Beijos <3
Boa leitura.
Aproveitem!

Capítulo 2 - Capítulo dois.


Fanfic / Fanfiction Impulsos. - Mclennon. - Capítulo 2 - Capítulo dois.

Eu estava tão aconchegado naquele banco do carro que acabei cochilando enquanto o quase ruivo dirigia. Em instantes, ele me chacoalhou.

— Chegamos. — Puxou o freio de mão, abrindo a porta para si. Logo depois dele, eu saí do carro.

A casa dele era enorme, chamativa e muito bonita, claro que eu fiquei boquiaberto. Ele iniciou uma caminhada até a entrada da grande residência. Pegou as chaves do bolso e abriu a porta.

— Bem vindo. — Sorriu mínimo, dando espaço para eu passar. Entrei no lugar, murmurando um "uou".

Continuei a observar a sala, havia quadros, alguns vasos de flores e uma televisão enorme, há quanto tempo eu não olhava uma coisa moderna.

— Está com fome?

Virei-me para ele, afirmando com a cabeça. 

— Não seja tímido. — Andou até a cozinha, ligando o fogão. 

Umideci minha boca, desconfiando de tais atos. Era tão estranho e tão confortável o que estava acontecendo, pelo menos ninguém me usou para se satisfazer.

— Vai ficar em pé? Senta aí.

Sentei-me no sofá, relaxando. Era fofo, dei uns pulinhos e sorri, deitando-me em seguida. Dava para ouvir os sons de fritura vindo da cozinha e depois um silêncio. 

— E então, como é seu nome? — Me trouxe uma bandeja de comida, sentando-se ao meu lado. — Eu ouvi dizerem que tu és o tal James Paul de não sei o quê. 

— James Paul McCartney. — O corrigi, pegando a colher que havia na bandeja. — Hum… posso? — Falei, referindo-me á comida.

— Claro, foi para isso que eu cozinhei, não é? — Senti um pouco de sarcasmo em seu tom, acabei dando uma colherada na comida. Huh, até que ele cozinhava bem.

— E você? Como se chama? — Questionei assim que engoli uma parte da comida.

— Me chamo John Winston Lennon, mas você pode me chamar só de John. — Apoiou o rosto nos dedos. Me concentrei na comida para depois olhá-lo.

— Você não come? — Encarou-me. 

— Uh… não, não muito. — Reprimi os lábios. 

— O Starkey deve ser mesmo um filho da puta. — Riu, se levantando do sofá. — Ele costuma bater em você?

Eu gelei.

— Hum? — Terminei de me alimentar.

— O Starkey, ele costuma te bater? 

— Como sabe? — Indaguei, deixando a bandeja ao meu lado.

— Não sei, talvez essas marcas roxas na sua pernas expliquem algo.

— Isso não é nada! — Falei rapidamente. — É-É só dos… exercícios de pole dance.

— Dúvido que seja, senhor McCartney. — Cruzou os braços. — Bom, vamos nos conhecer melhor, quero te conhecer melhor.

— Posso perguntar o motivo? 

— Interesse. — Respondeu óbvio, recolhendo a bandeja suja de comida, levando-a para a pia.

Uau, que raro.

— Estou achando isso muito estranho, me desculpe. Como você consegue ter interesse em um stripper?

— Não sei, eu apenas tive quando te vi.

Engoli á seco, desviando meu olhar.

— Podemos ir devagar. — Palpitou. — Posso lhe buscar todas as noite na casa de festas, e então, a gente se conhece melhor.

Pensei por alguns segundos. Um "sim", por um lado, era uma boa alternativa, eu ia me livrar, por algumas horas, daquele lugar. Um "não" também, não quero deixar o Stuart na mão e também não quero que o Richard venha encher meu saco, fazendo-me perguntas atrás de perguntas. Voltei a olhá-lo.

— Tudo bem, assim será. — Demos um aperto de mão. 

— Vá dormir, você parece cansado. — Segurou minhas bochechas, fazendo um leve carinho ali.

— Obrigado. — Sorri mínimo. — Onde fica o quarto?

— Tem um de hóspedes, é no segundo andar. — Deu dois tapinhas em meu braço.

Me distanciei, andando até o segundo piso, para procurar o tal quarto. Aquilo era novo, ao menos eu estava longe daquele povo e do Stu, que era uma pena, queria contar tudo á ele.

Tirei o casaco de meus braços e me joguei na cama, era tão confortável, melhor do que a cama do meu "trabalho". Rapidamente adormeci, relaxando-me sobre o colchão. 



[...]



— Já estou chegando. Me esperem aí.

Vem rápido. Eu e o Julian descobrimos quem foi.

— Tá, tá bom. — Desliguei o telefone, apagando as luzes da casa, saindo rapidamente dali. Descobriram quem foi o desgraçado que matou nosso pai.

Entrei no meu carro, dirigindo o mais rápido possível até onde ele estavam. Quando me aproximei do lugar, estacionei o automóvel em algum canto da calçada e desci, andando pelo caminho em direção á porta de ferro.

Tá, me diz quem foi agora!

Ouvi e empurrei a entrada. O pessoal que estavam lá apontaram as armas para mim.

— Ain, não atirem! — Brinquei com as mãos em pose de rendição. Abaixaram as armas. — E aí, o que está acontecendo?

— Nós achamos uma testemunha do dia em que o seu pai foi morto á tiros. — George disse, e segurava o homem pela gola da camisa com a ajuda do Sean. Era minha noite de sorte.

Aproximei-me do cara, ficando com o rosto na altura dele.

— E aí, camaradinha. — Sorri, dando tapinhas no queixo da testemunha. — Como é o nome dele?

— Brian Epstein. — Julian acendeu um cigarro.

— Uh! Ele é da família Epstein, que maravilha! — Fiz um bico fingido pena. — Agora nos diga, quem atirou no nosso pai?

O homem permaneceu calado.

— Ele não fala nada desde a hora em que a gente pegou ele. — Sean pronunciou, me fazendo rir. — Estamos cansados de socar a cara desse verme.

— Eu acabei de chegar, é agora que a festa começa. — Voltei a olhar para o tal Epstein. — Como vai a família? O gato comeu sua língua, foi?


— Seu imundo… — Respondeu por um fio de voz, já que maior parte da boca e nariz sangravam muito.

— Olha! Ele fala! — John sorriu.

— Vocês… são… imprestáveis, miseráveis! — Cuspiu sangue no rosto do acobreado, levando um chute fortíssimo de George logo em seguida. — Argh!

— Eca, nojinho. — Voltou a rir. — Julian, hã… você trouxe aquela tesoura que eu te pedi?

— Está na mão. — Rodou a tesoura nos dedos, levando-a até o mai novo.

— Bom trabalho. Geo, segure eles pelos dois braços, com firmeza. — O Harrison segurou o veterano pelos braços com toda a força que tinha.

— Sean, abre a boca dele. — Observou a tesoura enquanto o irmão-do-meio fazia o que eu havia pedido. — Olha o aviãozinho!

Peguei a língua dele e a estiquei.

— AH! — Começou a se debater. — Eu falo! Eu falo! — Disse quase num choro. — Foi o Elvis, ele planejou tudo! 

Começou a chorar e nós o observavámos atentos. Coloquei a mão no queixo, pedindo para que o George soltasse ele.

— O que sabe mais desse tal de Elvis? — O encarei.

— Ele vai á um cassino todas ás noites, é um egocêntrico e… e… argh!

Eu apenas senti o punho dele se chocar com meu rosto, mais especificamente perto do meu nariz. Doeu, mas eu já sabia que isso ia acontecer e então revidei, o fazendo desmaiar.

— Filho da puta. — Massageei minha mão e meu rosto. 

— Temos que ficar mais atentos, todos eles são agressivos. — Sean comentou, ajeitando os óculos.

— Nunca fui com a cara da família Epstein. O que a gente faz com ele? — Julian indagou, mexendo no corpo adormecido.

— Vamos deixá-lo aí, se ele acordar, nós batemos nele. — Enxuguei meu nariz sagrento num pano que eu levava comigo. — Alguém quer jogar baralho?

— Eu quero! — Todos falaram juntos.

Arrumamos uma mesa e cadeiras improvisadas, embaralhei as cartas, distribuindo-as para os meus companheiros. 

— Qual é a boa? — Julian perguntou, soprando a fumaça do cigarro.

— Eu consegui armas novas para a F.L. — Harrison olhava as cartas com concentração. 

— Muito bom! — Sean disse empolgado. — Minha esposa está grávida, vamos ter um bebê. 

— Parabéns, Sean! — Os homens ali o aplaudiram.

— Eu achei uma pessoa na qual eu tive interesse. — Comecei. — Acho que ele pode fazer parte da F.L.

— Ele? — Geo perguntou um pouco surpreso, jogando uma carta de paus no meio da mesa.

— Sim, algum problema? — Questionei irritado. — Todo mundo da família sabe que eu sou bi, não deveria estar surpreso.

— Calma, só perguntei. — Harrison revirou os olhos.

— E quem é o "ele"? 

— Está na minha casa, é um tal de James Paul McCartney. — Sacou uma carta.

— Desconheço. — Julian ajeitava as cartas, continuando a tragar o cigarro.

— Também. — Jogou um 8.

John observava Brian jogado no chão. 

— Será que matamos ele sem querer?

— Não, ele está só desmaiado, estou prevendo que vamos precisar dele em breve. — O Lennon mais velho disse, jogando um A.

— Bati! — Sean recolheu a carta rapidamente, distribuindo seu jogo pela mesa, gargalhando.

— Mas era minha vez, porra! — George observou o de olhos meio-puxados. — Quero ver a carinha desse James aí.

— Vocês vão ver. — Mastigou um chiclete. — Podemos matar o Epstein?

— Está com sede de matança, John? — George perguntou, arqueando uma sobrancelha.

— Ele socou minha cara, vai ficar roxo, quero só mostrar para ele como é o céu. 

Sean e Julian começaram a gargalhar loucamente.

— Ai… ai, meu Deus! — O de madeixas castanhas tentava controlar a risada. — Quer matar o cara porque ele te deu um tapinha no rosto?

— Eu tenho uma arma aqui na minha cintura, posso matá-lo nesse instante.

— Abaixa tua bola aí, Winston. A gente vai precisar dele, garanto.

— E quando vai ser casar com esse tal de Paul aí? — Sean arrumarva as cartas.

— Qualquer dia, tenho de convencer os pais deles. O McCartney parece ser um cara muito sofrido e o filho da puta do Richard é quem fica comandando o trabalho dele.

— Trabalho dele? — O mais velho questionou.

— É, ele é um stripper da casa de festa.

— Ih, é do Starkey? É ruim, hein. — Harrison disse.

— Não importa, só preciso de alguém para me ajudar, depois que o papai morreu, me senti sem chão. 

— Boa sorte aí, então. — O de olhos puxados olhou o relógio. — Está tarde, vamos embora antes que a polícia chegue.

Nós nos arrumamos naquele pedaço de sala, apanhando o corpo desmaiado do Brian.

— Reunião amanhã, na mansão principal. — Eu ordenei e todos afirmaram. — De preferência, leva o Epstein para lá, tá?

— Pode deixar!

A gente se distanciou e eu dirigi de volta para casa. Quando eu entrei, estava tudo silencioso, sinal de que o Paul ainda dormia. Ainda bem. Tomei um banho e tentei "consertar" meu nariz quase-quebrado, depois fui dormir no meu quarto. 

Tenho que conversar com o McCartney sobre o que acontece comigo.



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