História Impure Red Lips - Capítulo 4


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Notas do Autor


Oi, ngm viu q eu sumi

Não tem música ainda

Ngm viu q não tem capa;;;

Capítulo 4 - Excited.


Pov. - Alison

Acordo com o toque de chamada do meu celular, antes de abrir os olhos percebo que não to sozinho na cama.

Abro os olhos finalmente e vejo atrás de mim, o traste do Daryen. As cenas de ontem a noite me tombaram quase que instantaneamente assim que o olhei. Senti meu rosto aquecer, que vergonha, deus!

Me levantei devagar tentando fazer o mínimo de barulho e atendi o celular insistente.

ONDE TU TÁ CARALHO??? – do outro lado ds linha estava Clarence berrando. Era uma vez meu ouvido esquerdo.

Calma, fala direito. O quê que foi? – digo ainda sonolento, não tava com paciência pra lidar com os surtos desse otário.

VOCÊ que me deixou SOZINHO aqui nessa merda de escola. E o trato de faltarmos sempre juntos? Enfiou no cu? – ele disse escola? Que horas tem?

É, eu definitivamente perdi a aula, já é o horário do intervalo. Por que esse puto deitado não me acordou, essa não a obrigação principal dele?

Olha, desculpa ta? Eu perdi a hora e aparentemente o grandão ali também. – me expliqei pra Clare, ele me xingou mais algumas vezes e desligamos.

Olho pra trás e vejo Daryen sentado na cama encarando o nada. Seu cabelo tava todo bagunçado, nunca tinha visto ele tão patético assim.

Acordou, bela adormecida? Eu perdi aula hoje, sabia? Você é tão incompetente assim? – começo com as provocações matinais, preparando as coisas para o banho.

A culpa não é minha se você não sabe cuidar do próprio pau sozinho. – ele diz mexendo no celular. Me sinto envergonhado e não digo nada, saio bufando e ignorando ele.

Depois de banhar, me visto e me sento na sala, ia assistir alguma coisa no notebook, já que não tinha nada pra fazer. Clarence não me respondia, provavelmente de propósito. Depois eu compro um sorvete pra ele.

Por sorte, Aubrey tinha saído pra mais uma reunião, estaria fora até a noite.

Me levanto e vou até a cozinha procurar algo que Marie, nossa cozinheira, tinha preparado.

Não tem mais biscoitos recheados? Que droga! – esses biscoitos eram só meus, já até imagino quem se atreveu a comê-los.

E ele tava justamente na mesa de jantar, lendo e mastigando algo.

Isso era meu, otário. – digo apontando pra ele.

É o que recebe por não ir a aula. – ele nem olha pra mim, como sempre. – A culpa foi sua, nanico.

Nem vem, você que me deixou duro no banheiro! – me aproximo irritado.

No banheiro que você entrou.

Você nem sequer admite que ficou daquele jeito só de olhar pra mim. – falei baixo, meu tom era provocativo e dessa vez ele me olha irritado, mas não diz nada.

Ele me ignora de novo continuando a ler. Que chato.

Só pra você saber... – digo me virando pra ir de volta pra sala. – Se quiser de novo, eu to aqui.

Sonha. – ele diz seco e saio do cômodo.

Ele diz isso, mas na primeira oportunidade... Argh! Só de lembrar de ontem à noite, me dá um arrepio. Eu odeio ter que admitir que ele mexe comigo, mais especificamente com algo dentro das minhas calças. Fiquei excitado só com essa conversa, eu sou idiota?

Corro rapidamente pro banheiro mais próximo. Merda! Me escoro de costas na parede do box e levo minhas mãos pra dentro da cueca. Essa é a primeira vez que eu fico tão duro apenas por lembrar de algo, deve ser a carência. Não transo há dias. Levanto minha blusa mordendo a beirada pra abafar os gemidos, começo a me masturbar numa velocidade média. Automaticamente me vem a memoria de ontem à noite, no banheiro, na cama. Lembrar dos gemidos roucos e baixos dele me fez arrepiar a nuca. Estava quase lá, aumentei o ritmo e mordi a blusa com força, sentindo um formigamento intenso. Gozei, muito. Sinto minhas pernas fraquejarem e deslizo na parede até me sentar no chão, ofegante.

Depois de recuperar o fôlego, me visto, lavo as mãos e saio do banheiro indo dessa vez para o meu quarto.

Onde tava? – ele pergunta deitado na cama junto a um livro, com um cigarro na boca.

Mijando? Como se eu fosse pra outro lugar fora daqui. – digo mesquinho e me sento na minha cama.

Você não tem dever de casa ou algo assim?

Não, mas se importa mesmo? Achei que teria algum treinamento militar ridículo quando chegou, mas aparentemente seu trabalho é ficar me seguindo o dia todo e me impedir de sair. É isso?

É. – ele diz seco e eu levanto uma sobrancelha, curioso. – Vamos esclarecer as coisas? Eu só to aqui porque eu preciso do dinheiro, e to pouco me fodendo pro que você faz ou deixa de fazer.

Oh, então você é um mercenáriozinho de merda. – digo rindo irônico.

Algo assim. Eu até tentei ver se eu podia fazer algo, mas você é um caso perdido, moleque. – ele diz neutro tirando o cigarro da boca e me oferecendo.

Eu fiquei um pouco perplexo, mas aceitei o cigarro.

Então, como pretende ficar aqui recebendo dinheiro sem fazer nada? – solto a fumaça e troco de posição na cama, ficando deitado de frente pra ele.

Não sei. – ele diz indiferente. – O que quer pelo silêncio?

Dei um sorriso sapeca, estamos falando a minha língua.

Não sei... – digo risonho. – O que oferece?

Eu não vou transar com você. – ele diz me olhando pelo canto do olho.

E-eu não sugeri isso, seu babaca. – encaro o lado oposto ao dele. Ele é idiota? O que mais ele pode oferecer além do corpo? – Que seja, eu não vou contar, não sou pau no cu. Desde que não fique no meu caminho.

Sem problemas, cinderela. Pode foder quantos quiser. – ele sabe realmente como ser um babaca.

Vai se foder, não vai mesmo falar sobre a noite passada? – digo e espero a reação dele. Ele ta evitando isso desde cedo. Como esperado, ele não responde.

Preciso refrescar sua memória? Não vai falar como seu pau latejou na minha boca no banheiro da fest... – sou interrompido.

Aquilo foi um deslize, você tava bêbado e eu chapado no mesmo lugar. Não vai rolar de novo porque eu não sou estúpido. É melhor botar nessa cabeça vazia que você tem catorze e eu vinte e um, porra. Só esquece. – seu tom era alto e ele tava nervoso. Isso me alterou.

Esquecer?! Por que você só não admite, hm? – digo alto me levantando, estava irritado. – Esse é o meu preço, admita o que você sentiu. – rapidamente sento em seu colo, rindo ironicamente. Eu queria provocar ele, como ele sempre faz comigo.

Não fode. – ele diz me encarando mortalmente.

É só dizer. – digo quase sussurrando. – Admite que você ficou duro de tesão só de imaginar esse seu pau estúpido dentro de mim. – e por fim, rebolo no seu membro por baixo da calça.

Ele me segura, e rapidamente me joga na cama, ficando por cima de mim. Engulo em seco, eu realmente não esperava por isso. Daryen me encara fixo enquanto levanta minha blusa até metade da minha barriga.

Você é só uma criança birrenta. – e nisso ele começa uma trilha de beijos molhados pelo meu abdômen.

Somos duas crianças então. – digo encarando-o, logo depois gemi manhoso e arqueei as costas quando senti sua boca em um dos meus mamilos, eu estou sensível demais hoje.

Ele era rude e estava maltratando meus dois mamilos, isso me causava arrepios excitantes. Em meio aos gemidos baixos, tentei trocar as posições pra que eu pudesse chupar ele. Daryen me forçou a ficar deitado como negação, uma de suas mãos trilharam pro meu pênis acordado dentro da calça. Ele vai me mesmo?!

O moreno tatuado abandonou meu peito e se moveu pra perto da minha calça. Nesse momento, eu já tava mais que duro. Ele começou me masturbando de leve, não demorou muito pra sua língua agir. O primeiro toque foi na glande, depois desceu para o comprimeiro e enfim engoliu tudo. Tive que morder as costas da mão pra abafar um gemido alto que saiu, caso o contrário os empregados poderiam ouvir. Os movimentos de vai e vem junto com o barulho das sucções me deixavam maluco. Não demorou muito tempo pra eu apertar o lençol da cama e morder minha mão mais forte ainda. Ele tirou a boca antes que eu gozasse nela. Eu estava de olhos fechados até então, tentando regular minha respiração.

Vi que ele iria falar alguma coisa, mas ouvimos passos longes e a voz de Aubrey chamando nossos nomes. Me vesti como um raio e fui pra minha cama, Daryen fez o mesmo.

Aubrey abre a porta do quarto. Espero que nossas caras não entregue nada.

Não ouviram eu chamar? – ela diz entrando, fechando a porta. – Enfim, quero avisar vocês de que ficarei fora por três dias por conta de um problema em Oxford. Eu parto amanhã de manhã, tudo bem?

Claro. – Daryen e eu dissemos em uníssono.

Ótimo. – ela diz sorrindo simples. Se virou para sair, mas recuou nos encarando. Engoli em seco. – Vejo que estão se dando bem. Alison, você não fugiu essa semana, isso é ótimo! Só tenho a agradecer a Daryen – ela diz sorrindo pra ele. – Ah, seu pagamento estará na sua conta antes de eu viajar. – ela finalmente se vira e vai embora.

Solto o ar num suspiro que eu nem percebi que tinha prendido. Encaro Daryen e ele tava... rindo? Sua mão em punho tapava sua boca, mas com certeza ele tava rindo. Que cara estranho.

Suspiro meio irritado e sento na mesa do computador. Alguém empatou minha quase foda, não poderia não estar frustrado. Não gosto muito de usar o pc ou celular, pode parecer estranho, mas prefiro sair e conversar pessoalmente do que por uma tela. Iria ver alguns posts das pessoas da escola, talvez me animasse.

Quem é? – Daryen perguntou atrás de mim. Me virei e ele estava com um retrato na mão. Me levanto rapidamente.

Por que tá com isso? – pergunto irritado tomando de sua mão. Isso era pra estar em cima do armário!

Ei, calma, tava caído no chão. Você tem irmão? – olho pra foto e estava eu e Aidem juntos, há muitos anos. Fico em silêncio. – Não precisa falar se não quiser. – ele diz se jogando na cama me olhando com desdém.

Tenho, mas não vejo ele desde que eu tinha 11 anos. – digo colocando de volta no armário. Não gosto de falar dele.

Hm, por que? – ele pergunta indiferente. Esse traste nunca fala e agora que ele decide tagarelar?!

Não interessa! – digo fazendo bico e voltando pra cadeira.

Que seja, esqueci que você é chato demais pra conversar. – ele diz se virando pra dormir, eu acho. Ignoro ele e continuo vendo fotos dessas pessoas, ignorando também as dezenas de mensagens no privado do Clarence.


continua.


Notas Finais


Oi, queria dizer que foi >muito< vergonhoso escrever esse capítulo

Pobre Clarence ignorado </3

Eu sei, eu sou ausente--


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