História In a Fanfic? - Vmin - Capítulo 13


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Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens Jeon Jungkook (Jungkook), Jung Hoseok (J-Hope), Kim Namjoon (RM), Kim Seokjin (Jin), Kim Taehyung (V), Min Yoongi (Suga), Park Jimin (Jimin)
Tags Bts Vmin
Visualizações 34
Palavras 621
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ficção Adolescente, LGBT, Romance e Novela, Shonen-Ai, Yaoi (Gay)
Avisos: Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Boa leitura !

Capítulo 13 - Canção do rádio


Fanfic / Fanfiction In a Fanfic? - Vmin - Capítulo 13 - Canção do rádio

Eu não sei mais o que fazer, viver assim, eu não aguento mais, os meus próprios pensamentos estão me matando, não consigo dormir, não sinto mais fome porém como que nem um desesperado.

Estou ansioso, estou com medo, não sei se as coisas ficarão bem, não sei mais o que decidir, viver está mais complicado do que parece.

Sobreviver, é tudo o que faço, eu não aguento mais arranjar problemas, um atrás do outro, mas também não quero atrapalhar a vida de ninguém.

A questão é, eu não consigo mais, eu não aguento mais, eu deveria me matar, mas nem para isso eu sou corajoso o suficiente.

Mãe, por que teve que me deixar? Você me deixou sozinho sem ninguém, como consegue saber disso e ainda não fazer nada? Não dói me ver nessa situação aí do céu?

As lágrimas escorriam nas bochechas sem parar, minhas mãos tremendo, não prever o futuro era doloroso, e eu apenas agonizava o pior.

Deus me perdoe, me perdoe se despertei a sua raiva, sei que não mereço misericórdia, mas se está aí, por favor, perdoe me pelos meus pecados, de todas as vezes que o aborreci, provavelmente pecar ei mais vezes.

Era a única coisa que podia fazer... Orar, mas provavelmente nem ele devia zelar por mim, pois eu não merecia, não merecia o zelo de ninguém.

Saí na madrugada da casa dos Park's, estava frio, era como se o vento desse tapas em meu rosto, meus olhos marejados observavam aquela casa pequena de cor beje, e por algum motivo, o meu coração batia alto, eu senti como se ferro derretido estivesse escorrendo bela minha garganta.

De certa forma, mesmo passando por coisas piores, os deixar não parecia algo fácil para mim, por um erro meu, me apeguei um pouco a eles.

Caminhei sem rumo depois disso, eu sabia que eles me achariam, os homens que estavam atrás de mim por causa das dívidas da minha mãe, estava com medo de morrer, mas não queria morrer na mãos deles, minha cabeça dava voltas, eu odiava as madrugadas, realmente, não havia coisa pior.

- Venha luz... Deixe a escuridão ir para longe, vá vá para lá, mais calmo que um monge... Não me deixe hoje...Não me deixe não....Não vá embora por esse avião...Não me deixe por favor...Escute meu clamor...

Cantei a música que escutava minha mãe ouvir no rádio quando era menor, de certa forma era reconfortante.

Mas doía, doía saber que aquele garoto de oito anos, que aquele garoto que ainda não havia perdido todo o brilho dos olhos, se me olhasse hoje teria medo, medo de saber que perderia quem mais ama, que acabaria na rua, sem ninguém.

Andei até minhas solas dos pés sangrarem, acabei parando na frente daquele ponto de ônibus que eu tanto conhecia.

Por um momento, acho que alucinei me ver andando por ali, com uma lancheira do Ponyo, com os cabelos grudados no rosto pelo suor de caminhar até em casa junto com a minha mãe.

Sorri.

Eu lembro de tomar um sorvete de morango, ele derretendo sobre meus dedinhos, minha mãe rindo e os limpando com guardanapos.

Agora, estava olhando para a rua do ponto de ônibus, comecei a caminhar, um pensamento de simplesmente parar ali, se eu parasse na rua, com certeza seria atingido por um carro

Eu morreria? Seria inútil se mesmo assim ficasse vivo, por favor, não queria morrer, por favor, eu não quero morrer, mas não há outra escolha, há?

Não adiantava mais, já estava no meio da rua, só os faróis do carro já arrepiavam todo o meu corpo, ele estava perto demais , fechei meus olhos , mas ainda consegui ouvir uma voz fina e aguçada ao longe.

- TAEHYUNG?!



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