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História In Caritate - Drarry - Capítulo 24


Escrita por: Daikih

Notas do Autor


Oe oe oeeee!
Como estão? Espero que bem!

Adivinhem quem sumiu por milhares de anos e voltou como se absolutamente nada tivesse acontecido?
Eu.

Adivinha quem está postando de madrugada novamente?
Eu.

Adivinha quem não corrigiu absolutamente nada e vai deixar para fazer isso depois, como uma ótima procrastinadora?
Eu novamente.

Sério anjos, perdão pela demora. Alguns parentes meus estão passando o mês aqui em casa e eu estou me dividindo em doze para ficar com todo mundo, ler, fazer os serviços de casa e ajudar minha prima com a escola. Acho que vou morrer até o fim do mês.

E, além disso, uma prima minha de consideração está com câncer. Eu estou... muirto mal. Juro, ela descobriu um ano atrás e estava muito melhor até ontem a tarde, ela piorou muito e toda a evolução foi para o ralo. Eu estou com tanto medo que o medico diga que não tem mais jeito e que ela não vai aguentar...
Por favor, seja qual for seu(s) Deus(es), seja qual for sua religião, seja em que você acredita, peço com todas as minhas forças para que orem, rezem, mandem energias positivas para ela. Estamos passando por muita coisa.

Amo vocês.
E espero que gostem do capítulo

Boa leitura❤️

Capítulo 24 - Officially Dating


 

 

— Devíamos ir checar como eles estão? – Call esticou o pescoço em direção a escada enquanto fazia o questionamento. Seu tom um pouquinho mais alto por August estar relativamente longe dele, enquanto pegava um dos cubinhos de bolo. — Ficou tão silencioso depois do grito...

— Deveríamos ter ido embora, isso sim. – O corvino trocou o peso da perna, mordendo um pedaço do bolo — Para deixar eles conversarem em paz.

— E se eles matarem um ao outro? Quem vai chamar os aurores? – Resmungou, cruzando os braços.

— Meu bem... – August começou a falar, andando até ele — Sabe que eles não chegariam a esse nível. – Ele se sentou no sofá, ao lado do namorado. Sua mão indo para a coxa do lufano — No máximo, alguns ferimentos graves. – disse rindo fraquinho — Admita que não fomos embora porque você está curioso para ver como isso tudo vai acabar.

Call revirou os olhos, rindo.

— Aposto dez sicles que eles vão sair machucados daquele quarto. – Falou convicto, arqueando uma das sobrancelhas para o corvino.

— Aposto dez sicles que eles vão aparecer felizinhos e namorando.

Eles apertaram as mãos, fechando o contrato. August aproveitou o momento para puxar a mão de Call para perto de si mesmo, deixando um beijinho em seu dorso.

— Você é tão clichê – O ruivo reclamou brincando.

— E você adora. – riu baixinho — Sério, devíamos ir para casa e aproveitar que ninguém está lá. Ficar só nós dois. – O moreno insistiu, manhoso. Call ficou instantaneamente tenso e afastou sua mão da do namorado. — Meu amor, eu não vou fazer nada demais com você. Nem pense nisso. – O corvino tranquilizou, sua expressão se tornando preocupada — Eu sei que... ainda é difícil... depois de tudo. Está tudo bem.

— Você sabe que eu...? – O ruivo remexeu, desconfortavelmente, as mãos.

— Sim, claro que sei. – O lufano desviou o olhar — Você foge de qualquer contato mais.... – O moreno buscou uma palavra certa, fazendo um barulhinho parecido com um “unm...” enquanto pensava — quente...? Isso, contatos quentes. E está tudo bem, sério. Não precisa se preocupar com isso, ou se forçar a nada. Eu te respeito completamente.

Call sorriu, entrelaçando suas mãos.

— Eu queria te falar sobre...

Ambos se assustaram com o barulho de uma porta se fechando e olharam para trás, bem a tempo de ver a exuberante e aristocrática Narcisa Malfoy, sair do quarto enquanto escondia seu pijama – de estampa de unicórnios – com um robe de tecido vermelho.

— Am... olá? – Ela cumprimentou, sem jeito enquanto olhava para o casal. Os dois garotos ficando de pé no mesmo instante, enquanto olhavam para ela. Call limpou as mãos na calça enquanto se levantava.

— Boa tarde, senhora Malfoy. – August a cumprimentou, sorrindo — Desculpe por não avisarmos que estávamos vindo. Como a senhora está?

— Tudo bem, e não se preocupe com isso. – Ela sorriu — Mas... posso saber quem... quem são vocês?

— Ah, desculpe! – Call se pronunciou, animado — Sou Call Whinter, e esse – ele apontou para August, que estava de pé ao seu lado — É meu namorado, August Pacagnan.

— Ah claro – Narcisa disse, sorrindo mais largo — O Draco e o Harry falaram bastante sobre vocês. Sinto que os conheço a muito tempo. – ela notou as alianças deles e meneou a cabeça na direção — Fico feliz que estejam namorando agora. – Eles se entreolharam, sorrindo cumplices.

— Obrigado. – August trocou o peso da perna. — E mais uma vez, nos desculpe por termos vindo sem avisar.

— Já disse para não se preocupar com isso. – Ela abanou o ar, se virando para ir em direção a cozinha. — É um prazer finalmente conhecer vocês. – eles sorrindo, a seguindo até a coxinha por pura cordialidade — Confesso que achava que a senhorita Granger e a Parkinson estariam com vocês, mas acho que me enganei.

— As duas estão passando o natal juntas, Pansy foi conhecer a família da Mione – Call explicou, vendo Narcisa pegando três xícaras de porcelana de dentro do armário e colocando em cima do balcão onde os dois estavam encostados.

— Acho que o Harry explicou algo sobre as duas terem “algo” – ela fez aspas com as mãos, pouco antes de pegar um bule de café feito de prata — Pelo visto, ter relacionamentos não definidos está bastante famoso entre os jovens. – ela revirou os olhos, servindo café em todas as xícaras — Aceitam um café? – ela perguntou a eles, mesmo que já tivesse servido e colocado as xícaras mais perto deles. Sem os dar opção alguma de negar a bebida.

— Claro, obrigado – Call segurou a xícara com ambas as mãos, sentindo o calor gostoso se alastrar pelo seu braço. August segurou a xícara pela alça, sua atenção indo para um livro em cima do balcão antes de dar um gole no café.

— Senhora Malfoy – ele arregalou os olhos, minimamente surpreso. Dando mais um gole na bebida. — Está uma delícia! — Por sua reação ter sido um tanto exagerada, Call deu uma cotovelada fraca no braço do namorado e o olhou em repreensão. Pac fez muxoxo.

Narcisa riu dos dois.

— Pode me chamar de Narcisa, querido – ela tomou um gole do próprio café — E fico feliz que gostou, foi o Harry e o Draco que me ensinaram a fazer. – ela sorriu, seu olhar varrendo cada região da sala e seu cenho se franzindo em questionamento — Falando neles... – Os dois garotos tiraram sua atenção um do outro e olharam para ela — Onde aqueles dois estão?

 

 

~O~

 

 

— Draco, espere. Vá devagar. – Harry ofegou, rindo baixinho com sua boca contra a de Malfoy — Você vai nos derrubar desse jeito! – riu de novo, se afastando um pouco. Sentia seus lábios dormentes enquanto Draco agarrava sua coxa com força, suas costas estavam prensadas contra a parede e Malfoy o segurava firmemente, para não o deixar cair.

— Eu estava com abstinência de você, sabia? – Disse, sua boca entreaberta enquanto se inclinava mais na direção de Harry. — Me deixe aproveitar mais o meu namorado.

Harry riu fraquinho, suas mãos indo até a lateral do pescoço do loiro em um carinho enquanto sentia Draco o beijando de novo, e de novo, e de novo. Suas bocas se conhecendo bem o suficiente para saber como se encaixavam melhor, onde tinham que ir para provocar arrepios gostosos pelo corpo um do outro. Malfoy apertou as coxas de Harry com mais força, o beijo ficando cada vez mais urgente cada vez que um deles respirava fundo e soltava um gemidinho contido.

— Draco, Call e Pac estão lá em baixo – Harry quebrou o beijo, suas mãos indo para o ombro de Draco. — Pegue leve. – falou baixo, dando um pequeno impulso para cima, afim de se ajustar do colo de Malfoy. Draco deu beijos castos pela bochecha de Harry, trilhando um caminho lento pelo seu maxilar até seu pescoço, Harry quase gemeu sem ar quando tombou a cabeça um pouco para o lado e Draco deixou uma mordidinha ali, seguida de um chupão lento.

— Eles já atrapalharam muitos dos nossos momentos, não acha? – Murmurou, emburrado. Potter riu baixinho, dando um selinho no bico de birra que Draco estava fazendo.

— Pare de ser ranzinza e me beije mais um pouco – brincou, beijando Malfoy novamente enquanto segurava firme em sua nuca. Draco derreteu com o beijo, suspirando quando Harry enlaçou suas pernas envolta da cintura dele e suas mãos passearam livremente até a cintura do moreno. — Dray, espere. – Implorou, sendo ignorando enquanto tentava falar e o loiro deixava selinhos lentos em sua boca. — Meu amor, calma – Harry conseguiu segurar no fio mínimo que restava de seu senso, retribuiu alguns dos vários beijos pouco antes de Draco voltar ao seu pescoço, o mordiscando e o beijando o quanto quisesse. Harry arfou, afundando o rosto no ombro de Draco e beijando o quanto desejasse, murmurou algo sem sentido assim que eles saíram da parede e Malfoy sentou na cama, deixando Harry em seu colo.

— Temos mesmo que parar? – Perguntou, rindo fraco enquanto sentia Harry mordiscando seu pescoço e puxava os cabelos perto de sua nuca. Sentiu um arrepio gostoso quando o moreno tirou sua boca de lá e se afastou, só para o olhar mais um pouco.

— Eu amo você, sabia?

Draco sorriu.

— Sabia. Mas é sempre bom te ouvir falar isso – Ele riu abraçando Potter com força pela cintura — Eu também amo você. – Falou baixinho, ouvindo as batidas do coração de Harry aumentarem. Se perguntou se o outro garoto também ouviu quando seu coração acelerou.

— Dray? – Malfoy respondeu com um carinhoso “sim?” — Eu realmente quero transar com você hoje.

Draco riu fraco, fazendo um carinho na cintura do grifinório.

— Que proposta sutil – ironizou, ouvindo Harry rir. Seus ombros balançando no processo. — Eu quero muito, mas se você se sentir obrigado a fazer algo porque estamos namorando.

— Meu bem, relaxe – tranquilizou, se afastando do abraço e deixando um selinho casto nos lábios do namorado — Eu não me sinto obrigado a nada, eu simplesmente quero. Você é o homem da minha vida. – As mãos de Draco parraram na bochecha de Harry, antes de o puxar para mais um daqueles beijos incansáveis que os tirava de orbita.

— Hazz, temos só dezoito anos. Sabe disso. – Confessou, ainda um pouco ofegante, e sorrindo de lado.

— Quem se importa? Eu passaria minha vida inteira com você, e se eu tiver mais vidas... eu passaria todas elas com você. – Harry sorriu, meio tímido quando Draco não disse nada — Exagerei? Desculpe.

— Não. Não. Eu só... – O loiro balbuciou — Não sei dar uma resposta à altura. Pare de me deixar assim.

Harry riu e Draco apreciou o som daquela risada gostosa que ele tinha, rindo fraquinho.

— Eu te amo, sabia? – O loiro perguntou, fazendo um carinho na bochecha do moreno, seu olhar sem saber bem no que focar quando tudo em Harry era lindo.

— Sabia. – Potter sorriu, se inclinando mais na direção do carinho — Mas é sempre bom te ouvir dizer isso. – Draco deixou em selinho em Harry, que sorriu — Agora vamos descer.

— Não... – implorou, segurando Potter pela cintura e tombando para o lado, trazendo Harry para deitar com ele — Vamos ficar aqui? Por favor?

Harry suspirou, fazendo um leve cafuné no namorado.

— Que tal irmos agora, – propôs, ouvindo Malfoy reclamar — e depois de avisarmos que não matamos um ao outro, pedirmos encarecidamente para os dois irem aproveitar um tempo sozinhos e avisarmos a Narcisa que agora ela vai ter que aturar como genro?

Malfoy resmungou alguma coisa inaudível e respirou fundo, apertando Harry em um abraço mais forte.

— Tá... mas eu quero mais um beijo antes de irmos.

— hnm.... não – Harry respondeu, rindo. Draco resmungou descontemte enquanto afundava o rosto no ombro do namorado — Vamos Dray! Se começar a me beijar tanto eu vou me viciar mais e nunca sairemos daqui.

— Me parece um bom plano. – murmurou, sorrindo contra a pele morena de Potter.

— Olha, vamos fazer o seguinte... se formos agora, eu te deixo fazer qualquer coisa que você quiser.

— Com você? – Ele tirou o rosto de onde estava, para ver melhor o rosto de Harry — Eu vou poder fazer o que eu quiser com você?

— Talvez....? – Harry sorriu sem jeito, ao ver a sobrancelha de Draco se arquear maliciosamente — Mas só se formos agora.

Draco se soltou dele, deixando um selinho rápido em seus lábios antes de ficar de pé na cama e saltar para sair, andando rápido pelo quarto

— Vamos, meu anjo. – Chamou — Quanto mais cedo formos, mais rápido voltamos. – ele passou pela porta enquanto Harry passava as mãos pelos cabelos para aparentar estar minimamente aparentava. — E eu tenho um passe livre hoje! – Malfoy pôs só a cabeça para dentro do quarto, no minuto em que Harry se levantou — Alguma exceção?

— Para que?

— Para “o que eu quiser”.

— Hnm... tipo, sexo? – Harry coçou os olhos, por trás das lentes do óculos enquanto andava na direção de Draco

— Talvez...?

— Você se preocupa de mais. – Ele sorriu presunçoso — só aproveite e peça o que você quiser, da forma que quiser, na agressividade que quiser. – Harry passou os braços pelo ombro do namorado, uma das mãos de Draco indo parar em suas costas enquanto fazia um carinho um tanto ritmado, seus dedos deslizando deliciosamente pela sua cintura e voltando para o traço que demarcava sua coluna, no ponto mais baixo. — e na posição que quiser.

Draco quase gemeu sem ar, um grunhido baixinho ficando preso em sua era garganta, tinha certeza naquele momento que nada era mais gostoso do que ouvir a voz baixinha de Harry rente a seu ouvido.

Malfoy o puxou para mais perto, sua mão aberta na parte baixa da coluna de Harry, seu mindinho chegando perigosamente em baixo. Draco viu o momento que Potter ficou mais animado, já que Harry se desequilibrou e sua respiração ficou ofegante demais.

Porra. Eu quero foder você. – Draco começou em um suspiro, se inclinando minimamente para frente e deixar sua boca perigosamente perto da de Potter.

Harry mordeu o lábio, respirando fundo. Sua boca se encostando na de Draco.

— Eu quero ser fodido por você.

Draco sabia o que precisava saber para deixar Harry arrepiado. Sabia. Sabia onde devia pôr as mãos, sabia os pontos na pele de Potter que eram tão sensíveis que o outro garoto estremecia, sabia que se colocasse uma de as pernas entre a de Potter, ele ia ficar animado demais, sabia que se ele mordesse o lábio inferior de Harry depois de um beijo ele se derretia completamente, e que começava a murmurar coisas desconexas quando o puxavam pelo pescoço em um tentativa desesperava por mais contato. Draco sabia, e por isso ele fez questão de fazer essas coisas enquanto eles se beijavam com tanta vontade no corredor.

Draco piscou ao ouvir a voz de Harry.

— Dray, Por que parou?

Harry estava ofegante perto dele, suas mãos na nuca do sonserino enquanto o olhava de um jeito profundo e bagunçado por conta da situação. Draco deixou um selinhos nos lábios dele;

— Que eu saiba, deveríamos ter decido alguns minutos atrás. E eu ainda quero deixar claro, que ainda tenho o lance de “fazer o que eu quiser”

— Não tem. – Harry começou a regular a respiração — Que eu saiba, a regra só vale se a gente tivesse decido naquele momento.

— Que eu saiba, você que me seduziu. – Draco retrucou, arrumando o cabelo de Potter no lugar.

— Eu só estava literalmente existindo perto de você – Harry disse, arrumando a blusa de Draco enquanto eles se afastavam minimamente

— Isso é um motivo grande o suficiente para que querer te beijar. – Sorriu, segurando a mão do grifinório e indo em direção as escadas — Agora vamos, quero expulsar nossos amigos daqui.

Harry riu, colocando a mão no corrimão de madeira da escada

Eles desceram devagar, ouvindo vozes animadas vindo do andar debaixo e assim que foram vistos, toda a conversa parou.

Harry observou os três, Narcisa com seu robe vermelho os olhava em questionamento, Call tinha um vestígio de cobertura de chocolate no canto da boca enquanto os olhava com os olhos arregalados em ansiedade, August tinha um bigode desenhado com canetinha preta e os olhava convencido enquanto segurava uma xícara.

 

— E então...? – Call perguntou, se inclinando para frente em curiosidade — Vocês estão bem?

— Hm.... sim. Com certeza – Harry respondeu, olhando de canto para Draco.

— Se machucaram?

— Não? – Harry riu fraquinho ao ver Whinter revirando os olhos.

— E essas mãos entrelaçadas aí? – Paz perguntou tomando um gole de café. Narcisa pareceu ficar mais interessada na conversa e se inclinou para frente, se esticou tanto para vê-los que Harry jurava que ela ia cair de cara no chão a qualquer momento.

Harry respirou fundo, sua mão livre apertando a barra da blusa que estava usando.

— Estamos juntos. Namorando oficialmente – Draco sorriu enquanto falava, e fazendo um careta logo depois para o gritinho feliz que Call deu.

— Meu Merlin, Meu Merlin, Meu Merlin, Meu Merlin! – Disse, abraçando Draco com força. Malfoy soltou a mão de Harry para retribuir o aperto. — Eu estou tão feliz por vocês!

Harry foi abraçado por um chorosa Narcisa, que o apertou como se o universo inteiro o abraçasse junto com ela, ele retribuiu apoiando sua cabeça no ombro dela. Tinha algo tão bonito no carinho que eles dois compartilhavam sem ter nada sendo forçado, e a relação de genro e sogra não mudaria a amizade deles por nada.

— Cuide do meu garoto, está bem? – Ela falou baixinho com uma voz carinhosa.

Harry acenou com a cabeça, respirando fundo para segurar um choro enquanto era abraçado forte e sentia o cheiro de Narcisa. Aquela mulher era maravilhosa. Tirou o rosto de Harry de seu ombro e o segurou, ambas as mãos fazendo um carinho na pele morena das bochechas de Harry.

Potter sorriu

— Cuido sim. Com prazer.

 

 

 


Notas Finais


Foi isso
Espero que tenham gostado 💖

Sério, preparem o coração para os próximo capitulo. Estou maquinando ele na minha cabeça e espero que tudo saia como eu estou planejando. Querem spoiler nos comentários?

Sim, Narcisa é um amor.
Sim, Call e Pac são preciosos.
Sim, Drarry é oficial para todo mundo que perguntar agora.
Sim, teremos a Mione e a Pansy descobrindo sobre eles.

Realmente, espero que tenham gostado, não sabem o sufoco que foi escrever essa atualização!

Um beijo, se quiserem, claro
E até o próximo capítulo

🥺💙


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