História In Choosing Your Direction - Capítulo 2


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Categorias Gigi Hadid, Harry Styles, Liam Payne, Little Mix, Louis Tomlinson, Niall Horan, One Direction, Simon Cowell, Taylor Swift, Zayn Malik
Personagens Gigi Hadid, Harry Styles, Liam Payne, Louis Tomlinson, Niall Horan, Personagens Originais, Simon Cowell, Taylor Swift, Zayn Malik
Tags Harry Styles, Liam Payne, Little Mix, Londres, Louis Tomlinson, Niall Horan, One Direction, Romance, Taylor Swift, Zayn Malik
Visualizações 28
Palavras 1.775
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Crossover, Drabs, Drama (Tragédia), Fantasia, Mistério, Musical (Songfic), Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Suspense, Universo Alternativo
Avisos: Adultério, Álcool, Drogas, Estupro, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Dps de mil anos apareci!
Ksksksksksk
Hj é um dia muito especial pq HARRY STYLES FEZ MÚSICA NOVA, E EU ESTOU MUITO EUFÓRICA!!!

BOOA LEITURA E DPS VÃO OUVIR LIGHTS UP!!!!!

Capítulo 2 - Nobody Said It Was Easy!


Fanfic / Fanfiction In Choosing Your Direction - Capítulo 2 - Nobody Said It Was Easy!

               Elly Hamilton

Dois meses depois....


Nestes dois últimos meses, minha vida virou de ponta cabeça. Você pode achar que é simples se mudar para outro país, mas não é exatamente assim. Há muito a ser organizado e com sorte, eu já havia arrumado meus documentos para a viagem, e a maioria das coisas estavam prontas.

Quando meu professor dissera que eu tinha sido aprovada para o intercâmbio, eu fiquei bem feliz. Claro, qualquer um ficaria feliz com esse tipo de notícia. Meu único problema era o dinheiro. Dinheiro, dinheiro e dinheiro. Sempre ele. Para poder fazer um intercâmbio, era necessário muita grana. Muita mesmo já que o Real daqui do Brasil, era transformado em Euros lá, e ainda por cima, valia menos.

Resumindo, fui obrigada a fazer hora extra no trabalho e economizar o máximo de dinheiro possível. Porém, isso não era uma missão muito fácil já que eu pagava aluguel. Eu tinha gastado dinheiro para ir tirar o visto, para comprar a passagem - que não foi nada barata - além das roubas que fui comprar. Roupas apropriadas para o clima de lá, que era bem frio.

Passei bem apertado nesses meses, mas pelo menos, eu estava conseguindo. Eu acho, né?

Eu tinha sorte que quando eu entrei para o ensino médio, minha mãe teve a idéia brilhante de abrir uma poupança para mim, para quando eu terminasse os estudos, pudesse fazer uma faculdade boa. Deu certo! Consegui fazer meu curso de inglês e a faculdade eu ganhei meia bolsa, o que ajudou a minha vida.

Até hoje eu ainda tenho um dinheiro naquela poupança, o que é a minha salvação. Minha mãe trabalha como nutricionista e meu pai tem seu próprio negócio - uma loja de consertos de eletrônicos e coisas do gênero - então não foi difícil ajuntar dinheiro.

Já eu, quando completei dezoitos anos, já tinha um emprego e ajuntava grana para por na poupança. Depois, decidi ir para a minha própria casa, arranjando uma de aluguel para morar. Desde o dia em que eu comecei a trabalhar em um emprego fixo, não olhava mais meu saldo no banco, apenas guardava o dinheiro com o pensamento que eu iria precisar dele mais tarde.

E esse dia chegou! A grana que eu acrescentei nos últimos dois meses com certeza ajudou. Só que o medo estava grande no meu peito, porque a possibilidade de não ter nem um terço do que eu precisava era grande.

Eu trabalhava em um restaurante bem chique. O bom dele ser chique era que as coisas eram mais caras, então o salário era um pouco maior do que em um restaurante tradicional. Isso sem contar as gorgetas que também era bem boas.

Meu salário era de aproximadamente R$ 2.500,00 reais por mês. Você pode achar que é bastante para a uma garçonete, mas vejamos, meu aluguel é de quinhentos reais, mil eu jogava na poupança, os outros mil que sobravam eu pagava minhas contas - que graças a Deus não eram muitas - e comprava o que eu precisava para minha sobrevivência.

- Vamos fechar o restaurante, Elly! Acorda pra vida! - disse Verônica, a dona do restaurante, com um sorriso de canto. - está de folga amanhã, ok?

- Quê? Aaah sim. Obrigada. Estou indo! - despertei do meu transe e guardei minhas coisas na mochila. Dei uma última organizada nas cadeiras e sai do restaurante indo para casa.

                          ***

No dia seguinte, acordei logo cedo disposta a ir no banco ver minha conta, então logo pela manhã fui lá. Eu tinha a meta de ajuntar aproximadamente uns vinte e cinco mil reais. Sei que é muito, mas se eu chegasse perto dessa quantia já estaria melhor.

Assim que cheguei no banco e vi meu estrato fiquei uns minutos imóvel no lugar, apenas encarando a tela que mostrava todo o meu dinheiro. Sai dali e fui direto para a casa da minha mãe, me lamentar lá.

Claro que eu não tinha nem um terço do suficiente, o que já era de se esperar. Eu tinha treze mil reais na conta! Bom, para chegar no vinte e cinco falta uns bons doze mil reais. Dinheiro que eu não ia conseguir em quinze dias, porque esse era o prazo até eu ir viajar.

- O que eu faço agora mãe? - choraminguei em seu colo. - Não vou conseguir uma grana dessa em quinze dias.

- Seu pai e eu temos algum dinheiro na poupança, querida!  Podemos lhe dar ele - ela diz a mim, acariciando meus cabelos.

- Mãe, é doze mil reais que eu preciso! Vocês não tem doze mil na conta conjunta de vocês, tem? 

Ela fica em silêncio e a resposta fica pairando no ar. Não.

- Amor, porque você não fala com sua irmã? - minha mãe  fala de repente.

- A Perrie? Faz tempo que eu não falo com ela... Não acho certo ligar para a Perrie que mora do outro lado do mundo para pedir dinheiro a ela. - me sento no sofá.

- Você sabe que ela ficaria feliz  em saber que você vai morar perto dela. Tenho certeza que ela iria te ajudar sem pensar duas vezes.

- Aí mãe, eu não sei não...

- Tenta pelo menos, Elly!

- Tudo bem então. - suspiro aceitando a derrota. Pego meu celular e mando mensagem para minha irmã.

- Eu falei para você ligar! Você sabe que ela é muito ocupada e quase não responde mensagens.

- Ela é uma cantora! Não deve ter tempo para nada - resmungo baixinho.

Perrie era minha irmã mais velha, por parte de mãe apenas. Quando minha mãe era mais nova, namorou com um cara estrangeiro que tinha vindo ao Brasil, e acabou engravidando dele. Ele no começo não queria assumir a criança, mas depois acabou assumindo, segundo minha mãe. Os motivos que fizeram ele mudar de ideia, eu não sei.

Depois de uns meses, o cara teve que ir embora do país já que ele estava aqui a trabalho, mas ele nunca deixou de dar do bom e do melhor para minha irmã. Ele enviava dinheiro a minha mãe todo mês, e também comprou uma casa para ela morar com minha irmã, onde minha mãe mora até hoje.

Esse homem vinha pelo menos uma vez por ano visitá-las, trazendo sempre algum presente. Alguns anos depois, minha mãe conheceu outro cara - meu pai - e casou com ele, tendo eu.

Perrie e eu sempre fomos bem grudadas, com uma briguinha ou outra, mas típico de irmãs. Estudamos na mesma escola durante anos, até que um dia, quando Perrie completou dezenove anos, foi embora para Londres já que seu pai era de lá. 

Alguns meses depois nós a vimos em com programa de TV chamado se não me engano, X-Factor UK. Ela participou do programa e junto com mais três garotas montaram uma banda chamada Little Mix, e hoje em dia faz um baita sucesso, sendo uma das melhores Girl Band do mundo.

Eu tinha orgulho dela. Perrie merece toda essa fama. Sempre que ela tem um tempo livre, vem nos visitar. Minha irmã sempre quis que nós - principalmente eu - fôssemos morar com ela em Londres, mas eu recusava sempre e meus pais também.

Até que eu acordei para a vida e decidi querer ir!

E agora lá estava eu ligando para ela, para pedir dinheiro para conseguir ir para Londres. Acho que minha mãe tem razão! Ela vai me mandar o dinheiro com certeza.


                 LIGAÇÃO ON


Eu: Alô, Perrie?

Perrie: Elly? Maninha que saudades de você! Como você está?

Eu: Bom... Er... Estou ótima e você?

- Para de enrolar - meu pai disse baixinho fazendo minha mãe rir, mostrei a língua a ele que apenas riu também.

Perrie: Estou bem! Está precisando de algo, Elly?

Eu: Então... Eu vou fazer intercâmbio para Londres e....

O grito que ela deu, foi o suficiente para me deixar com a audição do ouvido esquerdo danificada, mas do que já era. Culpa nos fones de ouvido.

Perrie: Aaaaaah EU SABIA QUE UM DIA VOCÊ VIRIA! JÁ ERA HORA NÉ? QUANDO VOCÊ VEM?

Eu: Bom, daqui a quinze dias mais ou menos eu vou embarcar no avião para ir...

E ela gritou de novo.

Eu: ... só que tem um problema...

Perrie: Qual....?

Engoli em seco. Já sentia minhas bochechas ficarem coradas de vergonha.

Eu: Então... Eu... Hmm... Bom... Eu não tenho dinheiro suficiente para poder ir. Tipo, eu tenho a passagem paga já, e a hospedagem é por conta do colégio, mas eu preciso de dinheiro para me manter até arranjar um emprego...

Para a minha surpresa, ela começou a rir.

Eu: Porque está rindo...?

Perrie: Estou imaginando sua cara toda vermelha agora. Mana relaxa. Eu vou te mandar o dinheiro que precisa. Quanto é?

 Eu já estava com um sorriso de orelha a orelha. A esperança brotou no meu coração me preenchendo com  uma alegria imensa.

Eu: Doze mil reais ...

Perrie: Tudo bem. Eu vou enviar o dinheiro o mais rápido possível. Meu Deus, eu ainda não acredito que você vai vir para cá. 

Eu: Nem eu!

Perrie: EU vou te buscar no aeroporto assim que chegar, ok? Me dê o nome dele depois! Agora me deixa dar um oi para a mamãe e para o Gabriel.


              LIGAÇÃO OFF


Dei o celular para a minha mãe, e fui até a cozinha beber um pouco de água. Eu estava toda trêmula e quase derrumei a garrafa de água se não fosse pelo meu pai, que a segurou.

- Eita, você está bem? - ele perguntou.

- Estou mais do que bem! Pai, eu consegui! Meu Deus, eu não acredito nisso.

Meu pai me abraçou forte, acariciando meus cabelos negros que eram iguais aos seus.

- Estou feliz por você, querida.

- Obrigada pai! 

                       ***

Quinze dias depois....

- Eu amo vocês! - falei abraçando meus pais no aeroporto.

- Nós também te amamos, querida. Vá com Deus. E  tenha cuidado! Não confie em ninguém logo de cara. Podem querer se aproveitar de você, por ser estrangeira e principalmente por ser nova.

- Ok mãe!

- Lembra dos golpes de judô que te ensinei? - meu pai perguntou e eu assenti com a cabeça. - Que bom! Use-os se necessário!

Dei mais um abraço neles e me afastei quando chegou a hora de ir embora.

Assim que entrei no avião, optei por ficar ao lado da janela, observando as paisagens. Minhas mãos tremiam de leve e não me aguentava de emoção. Eu consegui! Por mais que tenha-mos dificuldades, nunca devemos perder a esperança quando se trata dos nossos sonhos.

Fechei os olhos com força quando o avião começou a decolar, e não pude deixar de evitar de chorar baixinho, sem querer chamar atenção. 


Notas Finais


Olá!!
Oq acharam do capítulo?
Desculpe se tiver algum erro!!
Até a próxima pessoal!!


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