História In Family - Capítulo 1


Escrita por:

Postado
Categorias Once Upon a Time
Personagens Emma Swan, Regina Mills (Rainha Malvada)
Tags Comedia, Drama, Once Upon A Time, Romance
Visualizações 116
Palavras 898
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Comédia, Famí­lia, Festa, LGBT, Mistério, Romance e Novela, Yuri (Lésbica)
Avisos: Adultério, Álcool, Drogas, Estupro, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Bora pra mais uma ???

Espero que gostem.

Me perdoem qualquer erro.

Capítulo 1 - Dia de Mudança


— Isso é mesmo necessário? — Eu perguntava com certa insistência para minha mãe, desde que descobri que nos mudaríamos para Storybrooke. 
— Emma, querida, já conversamos sobre isso. — Disse Mary, de maneira suave, afagando meus cabelos. — E você vai gostar de lá, é uma cidade maravilhosa.
— Tirando exagero, você pode está certa. — Falei com tom de deboche, recebendo um olhar repreensível de Mary. — Mas minha vida é aqui, mãe — Falei com voz de choro, isso sempre funcionava — Meus amigos, minha escola, minha... 
— Minha? — Incentivou Mary, curiosa para que eu continuasse, mas eu tinha receio de contar para ela. 


          Mary sempre foi uma ótima mãe, muito compreensiva, mas também era extremamente protetora e preconceituosa. Talvez, saber que tinha uma filha homossexual fosse demais para ela, eu tinha muito medo de perder a mãe carinhosa e amiga que eu tinha. David também era um ótimo pai e sempre continha os chiliques de Mary. E também havia meu irmão de dois anos, chamado Neal, que compunha a família Nolan Swan. 

         Nós estávamos saindo de Boston para StoryBrooke, pois as coisas em Boston estavam ruins para nós. A escola onde minha mãe lecionava fechou. Houve cortes no orçamento, então meu pai foi demitido da delegacia. Uma sequência de desastres que culminaram no meu fim. Isso foi bem dramático, mas era assim que eu estava me sentindo, como se minha vida estivesse chegando ao fim, com apenas 16 anos. 
Um dos agravantes para essa mudança foi a doença do meu avô, minha mãe queria cuidar dele, o que eu não entendo, já que ele é casado, então o mais lógico era que sua esposa cuidasse dele. Porém, havia uma história que eu não conhecia, tudo que sabia era que minha mãe não gostava de esposa do meu avô.

— Querida, já pegou tudo? — Devid me perguntou. Em resposta, dei um leve aceno com a cabeça. — Então vamos. 

       Logo nossa velha caminhonete estava tomando distância do nosso velho e aconchegante lar. Eu olhava para trás, vendo a distância se tornar cada vez maior, e a certeza de que não voltaríamos também. 

        Depois de algumas horas chegamos a também espera Storybrook, uma cidadezinha pacata e tão pequena, que parecia ter se perdido do que deveria ser o restante da cidade. 

— Você vai amar esse lugar Emma, as pessoas daqui são muito receptivas, quer dizer, quase todas. — Disse, olhando para David, que apenas riu da fala da mulher de cabelos negros e curtinhos. 

        Eu apenas olhava pela janela, sem um real interesse pela cidade, perdida em meus próprios pensamentos. Eu estava ali pela minha mãe, sabia o quanto era importante para ela ficar perto do pai, e que eles precisavam de um emprego, mas a frustração por está longe das pessoas que gosto era notável em meu rosto. 

           Logo nos aproximamos de uma mansão, que minha mãe disse ser onde iríamos morar. Mary tocou a campainha e um sujeito moreno e magricela veio nos receber, com cara de poucos amigos.. 

— Olá, Sidney, chegamos. — Disse Mary, com empolgação na voz. 
— Eu percebi, Senhora. — Respondeu o homem, sem nenhuma emoção em sua voz. O homem aparentava ter mais de quarenta anos. — Entrem, o Senhor Leopoldo já aguarda vocês.

        Quando entramos, pude notar a bela decoração, tudo ali parecia caro demais. Fomos direto para a grande sala, meu avô estava esparramado em uma poltrona de aparência confortável. Eu já o tinha visto outras vezes, ele sempre passava em Boston quando tinha um compromisso por perto e almoçava conosco. Em ocasiões levou seu afilhado Henry, mas nunca sua esposa, a quem eu ansiava por conhecer. 
Aproximo para comprimento-lo, nunca tivemos intimidade, então ofereço minha mão, mas ele a ignora e me puxa para uma abraço que foi mais do que constrangedor para mim.
— Minha linda netinha.  — Ele diz, me analisando — você cresceu, já está quase uma mulher. 
— Que nada, papai, ela ainda é o meu bebê. — Disse Mary, me abraçando de lado. 
— Aí mãe. — Reclamo, revirando os olhos. — Neal é o seu bebê, eu não. 
— Você é o nosso bebê também. — Diz David, implicando comigo e apertando minha bochcha, pois sabia que eu odiava ser chamada de bebê. Um silêncio se instaurou no ambiente depois de certo tempo, que foi quebrado pelo som de saltos se aproximando.
Ouvi falar muitas coisas sobre Regina, então, a imagina que tenho formada em minha mente é a de uma bruxa, daquelas que tem verruga no nariz e tudo mais. 
          A imagem que tive na minha frente, descendo a escada, me fez querer ajoelhar, pois ela só poderia ser uma Deusa. Com cabelos negros na altura dos ombros, uma boca carnuda e pintada de vermelho, ela estava fazendo com que eu me esquecesse de como se respirava. Suas curvas eram muito bem desenhadas, dentro de um vestido também vermelho. Como definir com palavras a intensidade daquele olhar? Aquela mulher não parecia ser nada daquilo que eu ouvira falar, talvez minha mãe estivesse errada, talvez ela não fosse a Rainha Má que todos achavam. 
        Quando ela chegou ao final da escada, meu peito já doía, de tão acelerado que estava me coração. Direcionei um sorriso a bela mulher, mas foi completamente ignorado por ela, assim com a minha pessoa. Ela passou por mim como se não tivesse me visto, deixando apenas o rastro do seu inebriante perfume, que parecia, maça?!  

— Então, você realmente veio, não é, Mary Margaret? — Perguntou a bela mulher, com uma voz carregada de repulsa. 


Notas Finais




Gostou da Fanfic? Compartilhe!

Gostou? Deixe seu Comentário!

Muitos usuários deixam de postar por falta de comentários, estimule o trabalho deles, deixando um comentário.

Para comentar e incentivar o autor, Cadastre-se ou Acesse sua Conta.


Carregando...