História IN GOD WERE DAMNED - INTERATIVA - Capítulo 4


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Categorias Originais
Personagens Personagens Originais
Tags Demônio, Lucifer
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Palavras 794
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Comédia, Drama (Tragédia), Fantasia, Ficção, Hentai, Lemon, Magia, Mistério, Misticismo, Orange, Romance e Novela, Sobrenatural, Violência, Yaoi (Gay), Yuri (Lésbica)
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Canibalismo, Drogas, Estupro, Heterossexualidade, Homossexualidade, Incesto, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sexo, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas do Autor


Olá, desculpem a demora, estou em tempo de provas e ainda terei mais algumas nas próximas semanas, espero que gostem.

Capítulo 4 - Uma pequena disputa territorial.


O badalar da igreja no meio do nada irrompeu pelo dia silencioso da tarde de domingo, pelo que aparenta uma melhor teve 70% dos ossos quebrados pelo filho, um fisiculturista que não a via a mais de 2 anos.

No velório um homem alto de cabelos negros aparece e vai conversar com o homem que chorava em um canto enquanto era observado por 2 policiais.

Marombado- o que você veio fazer aqui? Por sua culpa eu matei a minha mãe!

Barman- o foi o seu desejo não foi? Mas tirando isso de lado eu preciso de um favor.

Maromba- Eu não vou, por que eu iria? Você não me avisou desse tipo de coisa.

Barman- o seu desejo foi bem expecífico, eu quero ser o homem MAIS FORTE, você não disse a força em escala. Agora vem, nós precisamos de você.

Marombado- NÃO, EU NÃO VOU!!- as pessoas ao redor se assustaram com os gritos- VÁ EMBORA!

Barman- Você está me devendo, é seu dever me ajudar. Eu preciso da sua ajuda.

Os policiais sacaram as armas e apontaram na direção dos dois. O marombado correu atrás do barman que ia em direção a rua, eles correram até chegar a frente de uma fábrica abandonada onde outros 4 esperavam com armas em suas mãos.

Barman- cheguei- uma corda foi levantada fazendo o maromba tropeçar e cair de cara no chão- agora você pode me ouvir?

Uma garota loira sentou em cima do marombado para impedi-lo de se levantar.

???- da pra entender por que ele pode quebrar aquilo.

Kurt- você tem que quebrar a maçaneta daquela porta ali- apontou para a porta vermelha na frente da fábrica- nós fazemos o resto.

Ma(cansei)- eu não preciso fazer o que me mandam- quando olhou para o rosto dos integrantes conseguiu ver o rosto de demônios e auras negras os cobrindo- ok... t-talvez eu ajude.

O marombado foi até a porta revestida de metal e com os polegares fez um buraco na maçaneta. Kurt foi até a porta e jogou uma pequena bomba verde para dentro.

Kurt- 3... - o homem se distanciou- 2... 1...

Uma explosão de fumaça se formou, os 5 começaram a subir uma escada em direção ao teto da fábrica.

Ma- o que eu faço agora?

Barman- vai pro velório, devem estar te procurando.

Em cima do teto os 5 se ajeitaram em um círculo para armar uma estratégia.

Klaus- Lucy e Iori, cuidem dos cantos, flanqueiem os inimigos e dominem eles, kurt e eu vamos dar apoio de cima... você entra por cima deles e use todo o poder de fogo que tiver- o dedo indicador apontava para o barman com um sorriso maligno.

Lucy- deixa com a gente, preparem os baldes com água para lavar os restos.

Iori puxou ela pela escada dos fundos onde entrariam pelos lados. O Barman levantou a clarabóia e se preparou para um salto.

Kurt- me deixe ir com ele.

Klaus- se ele precisar de ajuda ele grita.

Dentro da construção:

Era um lugar com várias salas, a cor vermelha predominava em meio ao metal brilhante. Os mafiosos que se escondiam lá dentro estavam assustados pelo cheiro putrido na porta principal.

O homem de cabelos negros bem vestido cai em cima de uma mesa enpunhando duas pistolas em suas mãos.

O tiroteio começou com a morte de alguns dos gangsters sendo atingidos por balas e infartando por meios desconhecidos.

Uma tatuagem de aranha roxa brilhava no braço do barman mesmo por baixo da roupa e seus olhos se tornaram um buraco negro que absorvia a luz e gerava névoas ao seu redor.

Nos flancos o casal hipnotizava os inimigos os fazendo matar seus companheiros, era como se seus rostos tivessem sincronizado com os dos inimigos pois cada expressão era repetida pela multidão de mafiosos.

Lucy- minha habilidade tá me deixando com fome...

Iori- você não sabe como a minha habilidade me deixa- aponta para suas calças.

Lucy- safado...

Os tiros pararam após uma hora, ainda haviam inimigos no local mas muito poucos para serem detectados.

Klaus- está todo mundo ai?- o walkie-talkie transmitiu apenas 2 sons.- Lucy e Iori estão bem... alguém viu o - foi cortado por uma voz.

Walk- eu... to escondido, debaixo de uma escada. Eu não consigo mover minhas pernas... terceiro andar. Marca de estrela de sangue.

Kurt- eu vou ir pega-lo, Lucy e Iori podem voltar pra cá.- o mais velho saltou indo atrás do barman, ao alcançar o terceiro andar procurou por todas as escadas até achar uma estrela de sangue próxima a uma escada.- ai está você.

Barman- obrigado, alguma bala deve ter ficado presa.

Kurt correu pelos corredores com o barman nos braços, esmagando os inimigos que ficavam no caminho alcançou a porta da frente que agora já não tinha mais fumaça.

Klaus- liguem para Caroline Bay, é uma médica que eu conheci, ela vai manter sigilo.

O sangue escorria pela boca do barman e pela camisa de Kurt.

Kurt- vai ficar tudo bem... eu cuido do bar amanhã.

Barman- obrigado.

Continua... 


Notas Finais


Ficou bom? Eu nunca fiz um capítulo assim. Grande. Espero que tenham gostado.


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