História In Heartbeat - Capítulo 18


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Categorias Marco Reus
Personagens Marco Reus
Tags Bastian Schweinsteiger, Holland Roden, Jogadores De Futebol, Manuel Neuer, Marco Reus, Thomas Muller
Visualizações 124
Palavras 852
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Crossover, Drama (Tragédia), Esporte, Famí­lia, Romance e Novela, Shoujo (Romântico)
Avisos: Adultério, Álcool, Drogas, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Perdão pela demora. Mas ultimamente está uma correria. A escola tem tomado todo o meu tempo, não tenho tempo nem para cuidar de mim mesma. Estou no curso do intercâmbio, faço a prova no ano que vem, então, por favor, torçam por mim, é meu sonho. E obrigada pelos comentários e favoritos, vocês são extremamente incríveis. Não mereço vocês. Não esqueçam de comentar e favoritar, boa leitura, amo vocês ❤️

Capítulo 18 - What's?


Fanfic / Fanfiction In Heartbeat - Capítulo 18 - What's?

Marco Reus Pov's: Dortmund, 8 de novembro. 

 Amar alguém quer dizer não abandonar. E eu aprendi isso com Margot, as coisas estavam difíceis. Tínhamos pouco tempos juntos. Eu estou me dedicando muito no time, Margot costuma cuidar do pai, ir a aulas ballet e se preocupar com os assuntos da faculdade. O fato é que hoje seria uma comemoração aqui em casa, e Margot estava nervosa pela manhã. 

 Caminhei até a entrada coma Erik. Os meus companheiros de time vinham logo em seguida. Margot organizou a casa da maneira que ela mais gostou, da maneira mais simples e que não desse tanto trabalho. Sorri ao vê-la sentada no sofá. 

— Boa noite meu bem. — caminhei até ela e depositei um beijo em sua testa. Ela sorriu. A barriga de Margot estava enorme. 

— Boa noite, onde está o pessoal. — perguntou. 

— Eles vem logo em seguida. — Avisou Erik. Margot assentiu sorrindo. 

**

O time todo estava presente ali. Conversávamos sobre assuntos aleatórias e tirávamos várias gargalhadas uns dos outros. Percebi Margot um pouco distante, mas guardei para mim e preferi não comentar nada, não agora, mas claro que eu iria procurar saber oque havia acontecido. As crianças brincavam com Margot, os meninos riam sobre alguma coisa na qual eu não me interessei, estava distante demais para isso. As respectivas mulher de cada um conversavam animadamente sobre o ano novo, estavam planejando de todo o time ir para Cancún, no México. E eu sinceramente gostei da ideia, passar ano novo em Dortmund não estava nos meus planos dessa vez. 

— Amanhã temos um jogo importantíssimo contra o Wolfsburg, acho melhor irmos. — avisou Auba fazendo carinha triste. Sua mulher revirou os olhos e eu ri. O time concordou com Auba e infelizmente a festa acabou. 

— Thau mano, thau Margot. — falaram em uníssono fazendo com que Margot desse gargalhada

Eu e Margot nos despedimos de cada um é agradecemos a presença. Margot passou a festa toda brincando com os filhos de Auba, e eu sorri evoluntariamente ao perceber que daqui a certo tempo ela estaria brincando com os nossos. 

— Posso saber por que a senhorita estava tão distante hoje? — perguntei me jogando no sofá. Margot sorriu e abaixou a cabeça. 

— Então Marcos, é sobre isso que eu realmente queria conversar com você. — ela avisou aflita. — Eu estava na casa de papai, então ele me pediu para que eu buscasse um de seus remédios no quarto, até aí tudo bem. — fez uma pausa e sentiu-se ao meu lado no sofá. — Eu procurei os remédios por todos os lugares, todos, e então eu encontrei uma caixa, achei que provavelmente poderia está lá, mas, havia alguns papéis e como eu sou curiosa, é claro que eu li.

— E oque havia escrito? — perguntei curioso. Margot sentiu-se um pouco desconfortável ao dizer, mas ignorou isso. 

— Era um testamento, o de papai, e lá ele deixava bem claro que eu sou a principal herdeira dele como sua filha legítima. — falou. Arregalei os olhos sem entender absolutamente nada. 

— Espera, para isso acontecer, você teria que ser única filha dele, mas e seus irmãos? — perguntei curioso. Não havia entendido absolutamente nada. 

— Esse é no problema. — começou. — Lá dizia que eu sou sua única filha, única, entendeu bem? — levantou-se do sofá de um lado para outro preocupa. — Isso quer dizer que meus irmãos não são filhos do meu pai! — exclamou nervosa. 

— Espera Margot, não se exausta, isso pode ser só uma brincadeira do seu pai. — falei tentando a acalmar.

— Eu li muito bem, Marco. — Alterou a voz. — Lá dizia muito bem que eu herdaria oitenta porcento de tudo, isso inclui o time, uma parte das ações da puma, casas e apartamentos na Alemanha, Brasil e Itália. Meus irmãos ficariam com as casas em Portugal, Espanha, Rússia e França, é uma porcentagem de dez porcento nos lucros do time. — falou ainda mais nervosa. — Agora tudo faz sentido, está explicando porque a mamãe nunca se importou comigo. — ela chorou nervosa. Isso me deixou um pouco desesperado, não sabia oque fazer e muito menos oque dizer. 

— Ele deixou praticamente tudo pra você! — exclamei. Não entendi absolutamente nada. Caminhei até ela com um sorriso no rosto tentando passar confiança, não queria bela abatida e muito menos preocupada.


Margot Fraulieff Pov's: 


 Eu não sabia oque fazer depois da descoberta. Me atormentou durante todo o dia, e agora eu simplesmente desabava na frente de Marco. Estava explicado o porquê de minha mãe me ignorar tanto, eu não sabia oque havia acontecido, mas eu irei descobrir. 

— Olha, não fica assim. — Marco pediu se aproximando. — Não quero te ver estressada e muito menos se preocupando com isso, espera as crianças nascerem que a gente resolve, certo? — perguntou. Assenti sorrindo e Marco me puxou para um abraço forte. 

Eu não iria desistir até saber a verdadeira história sobre minha família, se isso fosse verdade, eu iria saber, eu precisava saber de toda a verdade e já sabia como descobrir. 


Notas Finais


Espero que tenham gostado, me perdoem, eu já fui boa nisso, mas eu estou ficando louca com tantos trabalhos escolares. Um beijo, amo vocês, até o próximo.


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