História In hiding - Capítulo 33


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Categorias Eddie Vedder, Pearl Jam
Personagens Eddie Vedder, Jeff Ament, Mike McCready, Stone Gossard
Tags Amizade, Drama, Romance
Visualizações 44
Palavras 1.011
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Crossover, Ficção, Romance e Novela, Shoujo (Romântico)
Avisos: Álcool, Drogas, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Capítulo 33 - Bugs II


Fanfic / Fanfiction In hiding - Capítulo 33 - Bugs II

- Para de reclamar e come!  Você já bebeu demais, Eddie.  – Anna leva o garfo a boca. Ele ri.

- Você sabe ser bem persuasiva. – Eddie brinca e faz o que ela havia pedido. Os dois comem calados. – Depois que eu comer nós podemos sair para dar uma caminhada? – ele quebra o silêncio.

- Caminhada? É sério? – ela acha graça, afinal ele havia bebido bastante e fumado muito cigarros. Eddie dá de ombros. – Está bem frio lá fora, não?

- Talvez... – concorda. – Eu só queria respirar o ar puro. – esclarece. Anna assente.  – Pronto. Comi. – Eddie coloca o garfo no prato.

- Isso não foi nem beliscar! Você comeu dois garfos de comida. Pára com isso! Come direito, vai. – Anna brinca e leva o próprio garfo em direção a boca dele. – Vamos, bebezão! Coma mais um pouco. – se inclina sobre a bancada para alimenta-lo.

- Não estou com fome... – Eddie resmunga. Anna o encara com desaprovação e o faz rir da situação. – Ok. Você venceu. – abocanha o garfo, fita dentro dos olhos dela e pega o próprio talher de volta. – Satisfeita? – indaga assim que termina o prato que ela havia o servido.

- Muito! – Anna tira os pratos da mesa e os leva até a pia. – Se sente melhor? – questiona ao jogar os retos de comida no triturador.

- Pra dizer a verdade, sim. – Eddie dá o braço a torcer. – Sabe, eu provavelmente já disse isso diversas vezes, mas a verdade deve ser dita muitas vezes mesmo... – faz rodeios.

- Do que você está falando? – Anna vira-se para ele assim que coloca os pratos e talheres na lava-louças.

- Você... Quer dizer... O Stone... – ele gagueja ao tentar formular os pensamentos. – Bem, digo, o Stone é um cara de muita sorte. – diz. Anna ri.

- Ei, - ela se aproxima e toca o ombro dele. – Vou vestir algo quente e já volto para este passeio que você quer fazer. – o rosto dele se ilumina em um sorriso.

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- Brrrrr.... – Anna desliza uma mão na outra e ri. – Que frio! – exclama assim que eles saem do jardim da casa. – Você tem certeza disso? – brinca.

- Você não precisa vir se não quiser... Não tem problema... – Eddie para e a encara.

- Não... Está tudo bem. Estava brincando. – ela responde. – Apesar do frio a noite está linda... – Anna quebra o silêncio entre os dois durante a caminhada.

- Não é mesmo? – ele indaga e concorda.

- Eddie, posso te fazer uma pergunta? – Anna diz assim que eles sentam-se em um banco.

- Claro. – Eddie acena positivamente.

- Você acha que eu fiz o certo? – ela questiona e depara-se com um semblante de interrogação na face dele.  – Digo, você acha que eu deveria mesmo ter ido viver com Stone?

- Ahn?! – ele estranha. – Como assim? – Anna respira fundo e solta o ar em seguida. – Há algumas horas atrás você havia acabado de me dizer que estava feliz! – Eddie soa completamente perdido.

- E eu estou. Quer dizer... Eu amo o Stone. A gente se dá bem. Ele é diferente de todos os outros homens com quem já estive, e isso é bom. Mas eu tenho medo de tudo estar acontecendo rápido demais. – ela se abre.

- Oh! – agora ele parece ter entendido.  – Você acha que foi rápido? – ela o fita com uma interrogação no olhar. – Eu não sou a pessoa mais indicada para dizer nada. Pra mim tudo foi rápido. Bem, não que eu tenha nada com isso... Você é livre e ele também, mas o relacionamento de vocês me pegou completamente desprevenido. – Eddie ri sem jeito. Ela continua o encarando meio perdida. – Eu nem deveria falar essas coisas para você.

- Que coisas? – ela finalmente diz algo.

- Nada, Anna. Esquece! Não encane com isso. Se você está feliz isso é o que importa. – ele tenta mudar o ruma da conversa.

- Não, Eddie. Que coisas? A que você se refere?

Eddie bufa para em seguida começar a falar. – Quando vocês dois começaram a sair eu confesso que fiquei com um pouco de ciúmes, sabe?

- Ciúmes? – Anna sorri.

- É. Eu sei... É estranho...  – ele não sabe bem o que dizer. – Eu havia acabado de te conhecer e... E como eu já te disse eu havia me sentido ligado a você. E de repente o Stone entra na historia e a gente acabou se distanciando um pouco... E eu fiquei meio chateado, me senti abandonado. Oh céus! Isso está soando muito estranho, não está? – Eddie questiona parecendo envergonhado.

Anna não sabe o que dizer.

- Esquece esse monte de baboseiras. Eu bebi demais. – ele se levanta.

- Eddie. – ela repete o ato dele e segura sua mão. Eddie se vira para olha-la. – Você teve ciúmes de mim? – fala em tom de brincadeira. Ele revira os olhos e coça a cabeça. – Ficou com medo de perder a amiguinha? – Anna continua o provocando. – Foi isso é? – ela bate os dedos no estômago dele.

- Eu não queria você com ele. – Eddie responde sério e a surpreende. – Eu não queria, Anna. Eu queria você para mim. – ele a deixa boquiaberta. – Satisfeita?

- Você... O que... Você... – gagueja com a respiração pesada. – Você...

- Eu sei, Anna. Eu sou casado e não deveria te dizer estas coisas. Por Deus! Stone é como um irmão para mim. Mas eu sentia como se a tivesse visto primeiro. Eu quero... Eu queria... Eu queria ter você comigo. Que merda! – ele passa as mãos sobre os olhos. – É melhor eu ir embora. – fecha os olhos e range os dentes.

- Eddie, eu não esperava por... – ela é interrompida.

- Esquece isso, Anna! Por favor! Vamos fingir que isso não aconteceu, ok?  Esquece o que eu disse. – ele a segura pelos ombros.

- Como... Não dá... – Anna parece não conseguir pensar com clareza.

- Por favor, Anna. – ele a abraça e beija sua testa. – Eu... – a libera. – Eu preciso ir. – ele a encara. – Eu preciso ir. – repete nervoso. – Boa noite, Anna. – beija o rosto dela e sai sem olhar para trás. Anna o observa sumindo na escuridão do final da rua.

 



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