História In love Sheikha - Capítulo 6


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Categorias Camila Cabello, Fifth Harmony, Lauren Jauregui
Personagens Camila Cabello, Lauren Jauregui
Visualizações 22
Palavras 2.467
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Crossover, Fantasia, Ficção Adolescente, LGBT, Romance e Novela, Yuri (Lésbica)
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Insinuação de sexo, Intersexualidade (G!P), Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Capítulo 6 - Capitulo 6


Fanfic / Fanfiction In love Sheikha - Capítulo 6 - Capitulo 6

Ali, de pé, vestindo nada além dos sapatos e com as roupas amontoadas aos meus pés,  sinto o mundo recuar. 

Lauren me olhava com adoração que ela prometera. A observo levantar e beijar-me cada perna, da panturrilha até a coxa, minha consciência pulsava como uma lâmpada prestes a explodir. 
Eu ouvia aquela magnífica voz enquanto ela me cobria de algo muito melhor que poesia, maravilhas que jorravam espontaneamente no idioma em que fossem mais bem expressadas. 

Gemendo constantemente e me transformando literalmente em um poço de excitação com suas carícias ela se levanta. 
Eu teria desmaiado se ela não estivesse me segurando enquanto se erguia. Presa em seus braços como uma boneca de pano, ela sussurra em meu ouvido: 

– Abrace-me, Gemma. Envolva-me com todo o seu corpo e desejo inestimáveis. 

Aquilo injetou força em meus músculos frouxos. Eu a queria. Ela me queria. Eu apenas desejava dar-lhe o que quisesse. Enlaço os braços ao redor de seus ombros, e as pernas ao redor de sua cintura. Era algo indescritível. Sentir todo calor, volume, força e excitação, envolver tudo aquilo.

Eu ficaria para sempre vazia e perdida quando ela não me quisesse mais. Mas, naquele momento, Lauren era minha. Descanso a cabeça em seu ombro enquanto ela atravessava a cobertura comigo em seus braços. Meus olhos estavam abertos, mas registravam apenas impressões, seu gosto e sua riqueza impregnados em todos os lugares, ainda que de forma despretensiosa. Então ela entrou em um quarto. O quarto dela. Meus sentidos despertaram do estupor. Ali era onde ela dormia, onde ela acordava, onde ela lia, tomava banho, onde ela se vestia e se despia. E onde eu tinha certeza de que ela nunca tocará outra mulher. Esse era seu santuário em Nova York. E Lauren estava me dando o privilégio exclusivo de estar ali. Era um bilhete único. E eu tinha que aproveitar o máximo que pudesse.

Ela me  pressionou contra a porta como eu desejava vagamente antes, segurando-me apenas com o peso de seu corpo. Estremeço com uma sobrecarga sensorial. A frieza da madeira polida em minhas costas, a sensação dela me pressionando, o calor e a dureza de sua ereção contra a minha intimidade e nada além das roupas dela entre nós.

Até minutos atrás, eu estive muito tímida para inspecionar a excitação dela. Até aquele momento, eu não conseguia imaginar nada além disso. Minha mente quase entrou em colapso ao pensar nela dentro de mim. E ela ainda nem tinha beijado meus lábios…  

Levantando a cabeça do meu pescoço novamente ela sussurra. 

– E agora vou satisfazer você, ya galbi. 

Só de ouvi-la me chamando de “meu coração” trouxe um soluço das profundezas de meu ser. Ela franziu a testa ao ouvir o som.

 – Gemma, se você quer que eu pare, eu paro. Se você não tem certeza…- sem esperar que ela termine abaixo a sua  cabeça roubando o beijo pelo qual ansiava por toda a minha vida. 
Ela permaneceu imóvel sob o meu frenesi inesperado, deixando que nossos lábios se chocarem. Me pego implorando por reciprocidade e que ela tomasse o controle, antes que recuasse. 

– O que foi, Gemma? -ela recua me levou até a cama e me deitando em seguida, onde a luz a proporcionava a melhor visão de mim.  – Você está chorando? - 

Levo minhas mãos ao seus ombros, tentando trazê-la de volta para mim. –E-eu não... Eu só quero você demais. Não posso esperar mais. Por favor, Lauren, me possua. Agora. 

Vejo que a preocupação em seu rosto desapareceu, dando lugar à mais pura ferocidade. 

– Eu quero possuí-la. Quero invadir você e penetra-la até você chorar de prazer. Mas não posso. Tenho que prepara-la para mim primeiro ou então eu a machucarei. 

– Não vai machucar. Estou pronta. Só... só... 

– Gemma, vamos fazer as coisas no meu ritmo. Preciso deixar tudo perfeito para você. 

– Será perfeito. Qualquer coisa com você é perfeita. 

Ela murmurou algo enquanto me colocava em seu colo. 

– Não diga mais nada, Gemma, se não quiser que eu vire uma lunática delirante. Eu nunca sequer imaginei estar fora de controle. Mas estou agora. -dou uma risadinha.

 – Se esta é você fora de controle, eu odiaria vê-la controlada. Você provavelmente me mataria de frustração...

 Desta vez, foram os lábios dela que silenciaram as minhas palavras, com o beijo que eu imaginara desde que me tornei grande o suficiente para saber o que eram beijos. No fim das contas, eu nunca cheguei perto de saber. Aquilo sim era um beijo. Essa ferocidade doce. Esse devorar gentil. Apenas isso. Lauren possuindo meus lábios, cada movimento, atração e impulso formando camadas de sensações, soterrando-me de prazer. Seu aroma, gosto e sentimentos  me preenchendo, sua fome liquidando-me.

 Ondulou em seu colo, até que ela inverte a posição ficando por cima de mim segurando meus braços acima da cabeça enquanto sua outra mão descia do meu rosto para o ombro, terminando por segurar um seio. 

– Você tem permissão apenas para gemer pedindo por mais e gritar de prazer. Isso será suficiente para me deixar fora de mim. 

– Deixe-me toca-la.

 – Ainda não. E você já está quebrando as regras. 

– Você disse que eu podia gemer pedindo por mais. E estou. Por mais de você. 

– Você me terá por completa, do jeito que quiser. Mas não agora. 

– Que injustiça – choramingo. 

– É você que é injusta. 

Nada deveria ser tão maravilhoso. Tento libertar as minhas mãos, mais sem sucesso. Eu precisava tocar nela, em qualquer parte dela, sem a barreira das roupas. 

Ela rosnou profundamente, e continuou a me dominar no tormento sensual. Mas foi apenas quando ela deslizou o quadril para a beira da cama e ajoelhou-se diante de mim novamente que percebi as intenções dela. Meu coração deu um salto. Era estúpido sentir-me envergonhada por ter a boca e as mãos dela em minha intimidade, enquanto eu implorava por muito mais. Mas a situação era essa. Tento fechar as pernas, mas ela insistiu, apartando-as carinhosamente.

 – Abra-se para mim, permita que eu me banquetear-me em você. Deixe-me prepará-la. 

– Estou preparada – gemi. – Por favor!

 – Não quero me segurar quando possuí-la, e só alguns clímaces já deixarão você preparada para mim. 

– Alguns...? – me espantou, incrédula. O que ela iria fazer comigo? Qualquer coisa. Eu aceitaria tudo e qualquer coisa que ela fizesse. 

Decidida me abri para ela, e aqueles longos e perfeitos dedos acariciaram meus lábios femininos, deslizando em meu desejo úmido. 

Eu gemia e me contorcia com ondas de sensações quase insuportáveis. E isso foi antes de ela introduzir o dedo. Cada centímetro era de puro prazer. Isso me fez perceber o quanto eu me sentia vazia e como tê-la dentro de mim preenchia aquele vazio. Tento trazê-la para cima com as pernas, mas ela me abriu por completa e incendiou-me até a alma com sua ânsia implacável. Em meio ao delírio, a observo mimando-me, dedilhando, bebendo e se fartando de minha essência, da minha necessidade, de meu sabor e prazer. Ela parecia saber o quanto eu conseguia suportar.

 – Agora, ya roh galbi, deixe-me ver e ouvir o quanto eu a satisfaço. – ouço ela dizer em seguida mergulha a língua em meu corpo novamente. 

Uma reação em cadeia de convulsões desencadeou-se em meu corpo em um êxtase espiritual, enquanto eu sustentava o olhar, observando o que ela me causava. Me acalmo, incapaz até de implorar por mais. Então ela recomeçou, variando seu método, renovando o desespero e intensificando a minha entrega. Eu já havia perdido a conta de quantas vezes ela me levou à loucura, mas quando Lauren me deixou no limite e subiu na cama, cobrindo-me, com as pernas separadas. Em seguida me cobriu de carícias, massageado meus seios e gentilmente apertando meus mamilos.

 – Eu nunca tinha visto ou provado algo tão bonito. 

As minhas mãos agarraram suas vestes tentado tirá-las.

– Quero ver você por inteira. Quero você dentro de mim, preenchendo meu corpo. Por favor, Lauren, por favor. Agora. 

Ela ficou de pé na cama, sobre mim, despindo suas roupas violentamente. Embora estivesse morrendo por ela, eu não pôde esperar pela oportunidade de ver sua glória exposta. Me pus de joelhos, a uma distância de sua perfeição proporcional. Com um murmúrio, me inclino, minhas mãos e lábios buscando tudo o que estivesse ao meu alcance, desejando todas as partes dela ao mesmo tempo.

 – Lauren... – gemi entre beijos. –Você é mais linda do que eu imaginava... Quero venerar cada centímetro de você. 

Ela passou os dedos por entre os meus cabelo. 

– Mais tarde, ya hayati, nós nos veneraremos centímetro por centímetro. Agora vou possuí-la. E você mebpossuirá. 

– Sim. 

Me deito abrindo as pernas em oferenda. Ela me cobriu. Solto um grito, deleitando-me com a própria delicadeza amortecendo a corpulência dela. Abro mais as pernas, da mesma forma que sempre estivera aberta a tudo relativo a Lauren. Ela as colocou ao redor de sua cintura, seus olhos buscaram os meus, solícitos e tempestuosos, sua ereção procurando a entrada.

 Encontrando-a quente e úmida, ela finalmente murmurou sua rendição, mergulhando dentro de mim com uma vigorosa investida. Eu tinha certeza de que não doeria, de que estava pronta. Mas eu jamais poderia estar preparada para aquilo. Para ela. E não era apenas meu corpo inexperiente. Eu tinha certeza de que nenhuma experiência ajudaria a suportar a primeira invasão da grossura e do comprimento dela. Foi apenas na segunda estocada que ela percebeu. Porque a primeira precisou de muita força e encontrou tamanha resistência, porque o meu choro era muito agudo, porque o meu corpo estava tenso e trêmulo.

Ela congelou. 

O espanto cobriu seu rosto. Por fim, disparou: 

– Você é virgem? 

– Está tudo bem... estou bem. Não pare... Por favor, Lauren, não pare. 

– B’Ellahi! – exclamou, tentando sair de dentro de mim. Mas prendo as pernas trêmulas ao redor de sua cintura, impedindo-a.

 – Pare, Gemma! – ela rosnou, tentando livrar-se de mim. – Estou machucando você. 

– Sim. – Isso fez com que ela se levantasse, seus olhos horrorizados.  Agarro-me ainda mais fortemente nela, braços, pernas e coração. – E a dor não é nada comparada à sensação de você dentro de mim. Ela está deixando tudo mais... intenso. Sinto você... marcando-me a ferro. Por favor... Você disse que não recuaria. 

– Isso foi antes de saber que você era... – ela balançou a cabeça, a descrença e a perplexidade invadindo-lhe a mente. – Ya Ullah, sou sua primeira. 

– Você está... desapontada?

 – Desapontada? Talvez pasma, impressionada. Ya Ullah. 

Fico mortificada. Meus membros se desprenderam dela. 

– Eu deveria ter contado. Não foi uma decisão consciente esconder isso... Mas você não precisa acreditar nisso... – engoli o choro apertado que se formava na garganta. – Deixe-me levantar. Vou embora, e você nunca mais… - sem esperar que eu terminasse ela deslizou-se dentro de mim mais profundamente, gentil e vagarosamente, seus olhos reacendendo.

 – Parece que estou triste por ser sua primeira? Eu já sabia que você é a maior dádiva que eu jamais recebi. Mas você concedeu-me este prazer e tornou a dádiva ainda maior. Gostaria de poder oferecer-lhe algo da mesma magnitude. 

– Você está me dando a maior das dádivas também. – lágrimas dominavam-me. E isso estragaria tudo. Meus lábios tremeram com o que eu esperava que soasse como um gracejo. – Figurativa e literalmente. 

 Ela inspirou profundamente, tornando-se ainda maior dentro de mim. Apesar da dor, eu arqueio o quadril para cima, envolvendo  ainda mais a sua ereção. 

 – Então, se você quer me oferecer um presente, não hesite. Dê-me tudo o que puder.

 – Você realmente quer que eu vire uma lunática delirante, não? 

– Ah, sim, por favor. 

– Quando você diz “sim, por favor”, tudo foge do controle dentro de mim – murmurou 

Lauren enquanto se levantava, erguendo com as mãos os meus quadris para incliná-me, e então me penetrou até o fim. 

Era algo indescritível, minha primeira vez com ela, ser preenchida por ela além de meus limites. Ela recuou, e eu choramingo, clamando que ela voltasse para dentro de mim. Ela resistiu às súplicas por um momento, seu membro descansando na entrada antes de mergulhar lentamente dentro de mim novamente.

Então Lauren sussurrou nos meus lábios: 

– Magnífico, ya galbi, dentro e fora, literal e figurativamente. Tudo sobre você, com você. 

Eu gemi quando minhas entranhas começaram a pulsar ao redor dela. Como se soubesse, ela me inclinou e ajustou suas investidas, aliviando a tensão. Convulsão após convulsão arrancaram meus gritos e gemidos, prendendo-a firmemente, dentro e fora. Foi então que ela relaxou, um momento em que eu reviveria para sempre na memória. A visão e a sensação da entrega dela ao êxtase que a união delas criara. Chego ao clímax novamente enquanto ela jogava a cabeça para trás com um urro de prazer, o calor da sua parte masculina explodindo em meu útero até eu sentir-me preenchida, para nunca estar vazia de novo. Com espasmos, eu gemi enquanto ela se movia, peço que ela continuasse sobre mim. Em vez disso, ela me girou e me pôs sobre ela, com cuidado para não me machucar e continuar dentro de mim.  Deito sobre ela, minha alma satisfeita de maneiras que eu jamais imaginaria, espantada com tudo o que acontecera naquela noite. Então ela me virou, colocando-,me de lado, em seguida me beijando profundamente, sem pressa, e então sussurrou em meus lábios:

– Isso foi, sem exageros, a melhor coisa que já me aconteceu. Você. 

Eu acreditei em seus sentimentos. Embora ela não fosse livre para ter esses sentimentos. A verdade cresceu dentro do meu coração, uma tonelada de tristeza fazendo-o espatifar-se na dura realidade. Mas eu ainda tinha o resto daquela noite com ela. Espantando o desânimo, apenas foco no milagre que acontecia ali, em seus braços. Sugo sua língua que se esfregava na minha, acariciou as Costa e arfando contra seus dedos e sorriu. 

– Seus sentimentos, senhorita, são um mero reflexo dos meus. Ela recuou para observá-me, com um sorriso contente e malicioso, enquanto apertava as minhas nádegas e a aproximava, mergulhando sua excitação intacta dentro de mim. 

– Então cabe a mim provar o quanto meus sentimentos são autênticos.

 E pelo resto da noite, eu não tive dúvidas. 

Eu me  fartava com a magnífica visão de Lauren. Deitada de costas, com o lençol de algodão verde-escuro enrolado em uma coxa e com o resto do corpo nu para ser devorado, um dos braços curvava-se sobre a cabeça, e a outra mão tinha a palma virada para cima. Ela parecia segurar os beijos que eu plantei ali antes de levantar, dizendo que ia ao banheiro e que voltaria em instantes. 

Sinto um aperto no coração. Minha visão ficou turva. Eu prometi: 

– Eu sempre a amarei, ya habibi. 

Ela suspirou enquanto dormia, os lábios formando um sorriso. Embora eu estivesse do outro lado do quarto próxima a porta, eu pensei tê-la ouvido dizer “eu a amo também, minha Gemma”. 

Grandes lágrimas surgiram como se brotassem de meu coração. Fechei a porta e parti do quarto e da cobertura de Lauren. Da vida dela. E senti como se a minha tivesse terminado.



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