História In love with a criminal - Capítulo 11


Escrita por:

Postado
Categorias Originais
Tags Ação, Colegial, Comedia, Criminal, Festa, Lemon, Máfia, Mistério, Sequestro, Sexo, Suspense, Tortura, Violencia, Yaoi
Visualizações 113
Palavras 3.452
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Comédia, Drama (Tragédia), Esporte, Famí­lia, Festa, Ficção, Ficção Adolescente, Lemon, Luta, Mistério, Policial, Romance e Novela, Shonen-Ai, Shoujo (Romântico), Slash, Suspense, Terror e Horror, Violência, Yaoi (Gay), Yuri (Lésbica)
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Drogas, Estupro, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas do Autor


Oie!!!

Boa leitura!

Capítulo 11 - It can not be you!


          “It can not be you!”-Não pode ser você!

 

 

Matt disse que não demoraria, e já está escuro. Fito meu celular e nenhuma chamada ou mensagem dele, já estou preocupado. Já liguei duas vezes para ele e Matt não atende.-Cadê você?!-Vou em seu quarto, abro a porta e tem a cara dele, me sento na cama e pego seu travesseiro, ele tem o cheirinho bom do Matt. Me levanto e vou para seu closet que fica do outro lado do quarto, o abro e fito suas roupas, passo minha mão por elas e no chão a uma caixa fechada, me abaixo e vejo que tem algo atrás dela, a afasto e tem um taco de beisebol, franzo minhas sobrancelhas e o pego, o viro e vejo as mesmas letras do taco do cara com máscara de palhaço, o solto rapidamente e saio do closet ofegante e sentindo minhas pernas falharem, tropeço em algo e caiu de bunda no chão. Fico encarando aquele taco e sentindo uma raiva e medo ao mesmo tempo. Por que isso está aqui? Foi o Matt que me atacou? Minha cabeça dói com todas essas perguntas, sinto meu peito doer e meu rosto ficar molhado, me levanto devagar e volto para o closet, quero ter certeza que é o mesmo taco. Me agacho e o pego; T.C, são as mesmas letras, deixo um soluço escapar, fito a caixa e a puxo para perto, a abro e lá dentro tem a máscara do palhaço. Me levanto sentindo meu corpo todo entrar em choque, já não consigo mais controlar as lágrimas, Matt está fingindo gostar de mim? É ele que está me mandando as mensagens, mesmo com todas as evidências, eu não consigo acreditar que foi ele.

Volto para a sala, minhas mãos estão trêmulas, nem consigo pensar direito. Meu peito dói, e quero sair daqui antes que ele volte. Pego meu celular que deixei em cima da mesinha e vou em direção a porta, mas antes de chegar, ela se abre e Matt me fita com uma sobrancelha erguida, meu corpo gela ao vê-lo parado bloqueando a porta. Dou dois passos para trás, e Matt entra fechando a porta.

-Dylan, tá tudo bem?-pergunta ele chegando perto de mim. Se foi ele, eu não posso demonstrar que sei, ele pode querer me matar aqui mesmo. Tento manter a calma, mas está difícil segurar o choro na frente dele. Franzo meus lábios para eles pararem de tremer.

-E-Eu tenho que ir.-minha voz falha, e o fito assustado. Ele me encara e segura meu braço me trazendo para perto e me abraçando. Nessa hora eu prendi a respiração, e fiquei pensando em sair daqui logo. Ele me solta e segura meu rosto olhando nos meus olhos. Matt seca meus olhos e me dá um selinho, tento me controlar para não empurrá-lo e gritar com ele.

-Você tá tremendo.-diz ele com a voz mansa. Trinco meus dentes e não consigo olhar para ele. Me livro de suas mãos e vou em direção a porta. Matt não vem atrás de mim; a última imagem que vejo dele antes de fechar a porta é, seu rosto preocupado. Ando depressa pelo corredor e paro na frente do elevador apertando o botão várias vezes, olho por cima do meu ombro, só para ter certeza que ele não vai sair por aquela porta, meus olhos enchem de água, e cubro minha boca para não chorar, a porta do elevador se abre, e quando me viro para entrar, sai um cara alto de dentro e esbarra em mim, não consigo ver seu rosto, me viro e vejo apenas suas costas, ele está com uma blusa de frio preta com capuz na cabeça.

-Ei, cuidado!-falo rouco e seguro meu ombro, entro no elevador; as portas vão se fechando, e antes delas fecharem por completas, vejo o homem parando de frente a porta do Matt e tocando a campainha. Me encosto na parede e suspiro.

Fico pensando o que aquele cara quer com o Matt, achei ele muito estranho. Passo o dorso da mão nos meus olhos para afastar as lágrimas. Não pode ser o Matt, ele não faria isso comigo, ou faria? Minha cabeça está a mil, não consigo nem pensar direito.

O elevador para na garagem e saiu procurando meu carro. Só quero sair daqui logo, meu coração bate tão rápido que parece que vou ter um troço aqui. Pego a chave e minhas mãos tremem, mal consigo abrir direito a porta. Apoio minhas mãos no teto do carro e respiro fundo para me acalmar; logo tendo abrir o carro novamente.

 

°°°°°

 

Chego na minha casa e vou para meu quarto, não quero ver e nem falar com ninguém. Tranco a porta e me deito na cama, afundando meu rosto no travesseiro. Nessa hora começo a tentar ligar os pontos para achar algo que prove que não foi ele. Bem, as mensagens começaram dias depois que o conheci; Descobri que ele tem dois celulares.-dois pontos para ele.-Mas, tem algo que não está se encaixando, o cara com a máscara não erá grande igual ao Matt, parecia um pouco maior que eu. Agora já não tenho certeza de nada, talvez minha mente está tentando me fazer acreditar que não erá ele, mas se for? Por que Matt está fazendo isso? Quais são suas intenções?

Me faço tantas perguntas que acabo adormecendo.

Desperto em um sobressalto com batidas fortes na porta. Me sento na cama e coço meus olhos.

-Dylan!!!-berra Katy do outro lado. Bufo e me levanto indo para a porta. A abro e a garota se joga para dentro do quarto, ela olha em volta e para seus olhos em mim, me fitando com as mãos na cintura.-O que foi? O Matthew delicia te dispensou?

Reviro meus olhos e vou para a cama me deitando de barriga para baixo.

Me veiou um pensamento, e levantei a cabeça para fitar minha irmã. Nunca perguntei de onde ela o conhecia.

-Katy! Como você e o Matt se conheceram?-pergunto me sentando e arqueando uma sobrancelha. Ela sorrir e senta na cama cruzando as pernas.

-Amigos em comum.-diz ela e me olha.

-O que você sabe sobre ele?-falo e ela franzi a testa.

-Hã, eu sei que ele é filho daquele empresário, o Martinez.-fala ela e eu assinto porque também sei disso.-Uma amiga minha que ficou com ele a algum tempo, me disse que, o Matt fazia faculdade de Direito, mas trancou a matrícula há um ano.

Mordo meu lábio pensando nisso. Por que ele desistiu da faculdade? Matt é misterioso, ele nunca fala sobre ele, as vezes tento fazer ele contar algo, mas ele sempre foge da pergunta. Tem algo ai e vou descobrir.

-Ela sabe por quê?-perguntei e Katy negou. Passo minha mão na boca. Katy me chama e diz:

-Dylan, o Matt é muito misterioso, eu não sei nada sobre ele.-diz ela e alisa meu rosto.-Mas essa amiga minha me falava que, depois de um tempo com ele, ela começou e sentir medo do Matt.

Franzo meu cenho e Katy continua.

-Ela dizia que ele saia de madrugada sem dizer a onde ia, e só retornava de manhã.-Katy disse e abaixou os olhos.-Dylan, se você está sentindo medo dele, se afaste.

Balanço minha cabeça em negação.

Não consigo imaginá-lo sendo uma pessoa agressiva. Matt não é assim. Ou estou querendo me convencer que ele é uma boa pessoa?

-Mais alguma coisa, Katy?-falo com a voz embargada. A fito e Katy parece querer me contar algo muito sério.

-Ele tinha um namorado antes de você, ele se chamava Ian.-falou ela. Ele já havia me dito que tinha saído de um relacionamento longo e, não queria nada sério por um tempo, mas Matt nunca me contou nada sobre esse Ian.-Ele foi assassinado à seis meses.

Disse ela. Senti uma pontada forte no peito.

-Ninguém sabe quem foi, a polícia não encontrou o culpado. Matt ficou muito estranho por um tempo, ele não falava com ninguém. Sara a minha amiga que ficou com ele, me disse que acha que foi o Matt que matou o Ian.-diz ela e sinto meus olhos arderem. Minha boca seca, sinto meu estômago se embrulhar dentro de mim. Parece que a cada minuto, eu não o reconheço, ele está parecendo outra pessoa.

-Não, Katy.-falo e minha voz falha.-Não encontraram provas, então não foi ele.

-Dy. Eu gosto do Matt, mas toma cuidado.-diz ela me fitando nos olhos. Sacudo minha cabeça a segurando. Tem algo de errado nessa história. Matt não mataria alguém, ele sempre demonstrou que gostava desse Ian, então porque o mataria?

Minha cabeça começa a latejar e massageio minhas temporãs, Katy acaricia meu braço com o rosto preocupado. Me levanto da cama e fico caminhado de um lado para o outro na frente da cama. Katy passa sua mão nos cabelos e se levanta. Ela me faz parar segurando meus ombros.

-Katy, o Matt não é um assassino, eu…..eu não consigo imaginá-lo desse jeito!-falo com meu choro preso na garganta. Ela me abraça.

Não sei ao certo o que estou sentindo, Matt está escondendo muita coisa de mim, eu sei que ele tem dois celulares, mas pra quê? Não, não pode ser ele! Não o Matt que conheço, mas se for, Matt finge muito bem. Estou me sentindo um idiota por está gostando de um cara que pode está me ameaçando por mensagens. Aquele taco de beisebol, é uma prova, e a máscara também, estavam os dois no closet dele.

Me afasto dela e seco meus olhos. Katy parece arrependida de ter me dito isso. Ela passa sua mão no meu rosto e diz:

-Você vai ficar bem?-ela segura meu rosto e me fita nos olhos. Assinto, minha irmã beija minha bochecha.-Olha, eu vou sair agora, mas prometo que assim que chegar eu venho te ver.

-Tá, Katy. Vai lá.-falo e ela me abraça novamente. Nossa que grude!

Assim que ela deixa meu quarto meu celular toca, o pego no bolso e vejo que é o Matt me ligando. O desligo, não quero falar com ele. Por mais que as provas estejam sendo jogadas na minha cara, meu coração me diz que não é ele, por que ele faria isso? Não tem sentido.

Resolvo mandar uma mensagem para o idiota perseguidor.

 

Me fala de uma vez quem é você?”

 

Enquanto ele não responde, eu vou para a sacada do meu quarto, me sento em uma cadeira acolchoada e fico fitando as árvores do jardim. O cel apita e respiro fundo antes de ler.

 

Você sabe quem eu sou, só não está pensando direito.”

 

Franzi minhas sobrancelhas.

Droga, é o Matt? Ou estou ficando louco?

Minhas mãos tremem só de pensar em ser ele. Eu só quero acabar com isso e descobrir o que ele quer de mim, por que essas ameaças?

 

Você é o Matt?”

 

Fiquei fitando a mensagem por segundos, não sabendo se a mando ou a apago. Pra falar a verdade, eu estou com muito medo da resposta. Meu estômago revira dentro de mim, e sinto uma vontade de vomitar. Decido enviá-la, e logo ela é visualizada. Parece que meu corpo está dormente, meu dedos formigão de nervoso, e quando ouço o cel apitar na minha mão, meu corpo gela. Fico apavorado, meu lábio começa a tremer, eu não quero ver a resposta, não posso, não consigo.

Entro para o quarto e jogo o aparelho na cama, seguro meus cabelos com minhas mãos os puxando. Meu coração doí, e sinto meu rosto ficar molhado. Mesmo não querendo ver a mensagem, o bichinho da curiosidade me mordeu, pego o aparelho e abro a mensagem tremendo.

 

Você foi rápido, Dylan.”

 

O que isso significa? Que é ele ou não? Esse cara vai acabar me deixando louco.

Coloco o cel no bolso e resolvo ir respirar, pego o carro e vou para a praia. Já são 21H, sim está tarde e estou indo para a praia, mas só quero ir para um lugar calmo sem ninguém para me encher.

 

°°°°°°

 

Paro o carro no meio-fio, vejo que tem algumas pessoas na praia. Vou para um canto afastado e tiro meu tênis me sentando na areia, abraço meus joelhos e fito o mar, a lua está pálida no céu com algumas nuvens e um vento forte sopra no meu rosto. Suspiro e ouço alguém se aproximando atrás de mim, não olho, mas sinto um frio percorrer minha espinha, alguém para ao meu lado; é um homem pela roupa, ergo minha cabeça e ele está me encarando. Franzo meu cenho para ele, o que esse garoto faz aqui? Sete se senta ao meu lado apoiando seus braços nos joelhos, fico mais confuso ainda com sua atitude, mas não pergunto nada, apenas volta a olhar o mar.

-Pensei que nunca mais fosse te ver.-fala ele com o tom de voz baixa. O fito e ele não olha para mim e sim para um grupinho de pessoas do outro lado da praia. Ele nota que eu não disse nada, e Sete vira sua cabeça para o meu lado e arqueia uma sobrancelha.-Você parece assustado?

-Tá fazendo o que aqui?-pergunto já ficando com medo desse garoto. Ele sorrir de canto e toca meu joelho.

-Eu sempre venho aqui para pensar. Então te vi.-diz ele me fitando fixamente. Não me convenceu, depois do que Trevor disse sobre ele, eu fiquei com um pé atrás. Sete é um cara misterioso e fechado.

-Hã, por que te chamam de Sete?-mando de uma vez. Quero saber quem ele é, e porque ele veio falar comigo. Sete franzi as sobrancelhas e rir nasalando. Ele coloca o capuz do seu casaco e me fita, por causa do escuro só consigo ver sua boca, ele sorrir. Deve ser porque estou encarando a boca dele. Desvio meus olhos e coço a nuca.

-Você tem certeza que quer saber?-pergunta ele, sinto um frio tomar meu corpo, e a minha consciência está gritando: “corre, babaca!” Algo nele não me passa segurança, Sete tem uma aura sombria. Eu gaguejo antes de conseguir falar algo, ele rir e continua.-Eu fiz uma coisa que tem a ver com esse número.

Abro minha boca para dizer algo, mas sou cortado com meu celular tocando. Suspiro e o pego, é meu pai me ligando, eu olho de relance para Sete e ele fita a tela do meu celular. Eu me levanto e aponto para o aparelho, ele assente e me afasto. Atendo a ligação e meu pai já fala berrando do outro lado.

 

-Dylan, vem pra casa agora!-berra ele parecendo nervoso.

-Pai o que foi?-pergunto ficando preocupado. O escuto bufar do outro lado.

-Vem, logo, sua irmã foi sequestrada!-diz ele. Meu sangue abandona meu corpo. Ele não disse a qual, e meu desespero cresceu mais ainda. E antes que eu pergunte se foi a Katy ou a Casandra, ele desliga a chamada. Meus olhos ardem e sinto as lágrimas escorrerem, me viro para Sete e ele está de pé com as mãos nos bolsos e me encarando."

 

-E-Eu….tenho quer ir. Foi legal te ver de novo.-falo rouco e minha voz quase não sai. Ele não diz nada, dou as costas e corro para meu carro.

Minhas mãos tremem tanto que mal consigo encaixar a chave na ignição. Consigo dar partida e vou para casa.

 

Saio do carro e deixo a porta aberta, entro correndo dentro de casa. Chamo pelo meu pai e o ouço responder da sala. Vou para lá, e quando entro, minha mãe e Katy estão no sofá, as duas parecem assustadas e mamãe com os olhos vermelhos.

-P-Pai!-falo olhando para ele.

-A Casandra sofreu um sequestro relâmpago e eu sei quem foi.-diz papai serrando os punhos. Vou para perto da minha mãe e ela me abraça. Dois seguranças chegam com meu irmão Brad, ele dá um aceno de cabeça para meu pai e mamãe se levanta para abraçá-lo.

-O que aconteceu, John? Cadê a Casandra?-pergunta Brad, meu pai olha para minha mãe antes de respondê-lo.

-Ela está bem, não fizeram nada com ela.-responde ele. Brad franzi os lábios e diz:

-Então, o que queriam?-fala ele. Todo mundo está nervoso, eu não sei ainda a onde minha irmã está, mas papai deve ter mandando ela para algum lugar seguro.

Papai olha pra mim, e seu olhar fica negro e profundo. Sinto um arrepio esquisito na minha espinha. Esse olhar não é bom, Brad olha na direção que papai fita.

-Pelo que ela disse. Eles queriam o Dylan.-arregalo meus olhos, sinto todos os olhares em cima de mim. Minha garganta seca, mamãe se senta ao meu lado e me abraça. Sinto que esse sequestro tem algo a ver com as mensagens, mas, por que eles pegaram minha irmã?

Meus olhos ardem e o medo toma meu corpo, me levanto e Brad me fita preocupado.

-Eles podem tentar sequestrar o Dylan.-falou meu irmão, ele segura no meu braço e enlaça meu pescoço. Abraço sua cintura.

-Já providencie dois seguranças pessoais para ele.-disse meu pai. Franzi o cenho, eu nunca gostei de ter dois armários me seguindo, mas mesmo não gostando, eu tenho que obedecer meu pai, esse sequestro relâmpago da Casandra me deixou assustado, erá pra ser eu.

-Dylan.-Brad me chamou me tirando dos meus pensamentos. O fitei e ele disse:-Você tem que tomar cuidado, entendeu?

Assenti. Não consigo dizer nada. Estou assustado demais para isso.

Papai disse que, Katy também teria seus seguranças e ela bufou se recusando, mas com meu pai não tem essa de “não”.

 

Após Brad ter ido embora, eu fui atrás do meu pai, quero ver minha irmã. Entrei em seu escritório e tinha dois homens com ele, papai os mandou saírem. Não me sentei fiquei na frente da mesa, ele me fitava e eu fiquei receoso por um segundo.

-O senhor tem ideia de quem foi?-perguntei com a voz trêmula. Papai assentiu, sem expressão alguma no rosto. Senti um calafrio sinistro. Meu pai ficou de pé e caminhou na minha direção, eu o fitei e ele me abraçou de um jeito que nunca havia me abraçado. Minhas pernas amolecerem, e eu o retribuir, afundei meu rosto no peito dele.

Papai passou sua mão em meu cabelo o alisando.

-Eu tenho certeza que foi ele, mas…..-papai parou de falar e eu levantei minha cabeça para fitá-lo, ele encontrou meus olhos e beijou minha testa.-Eu jurava que ele estava morto.

-Quem pai?-perguntei estranhando seu jeito de falar. Papai sacudiu a cabeça e se afastou de mim, ele foi até sua mesa e pegou um charuto. Não sei dê quem meu pai está falando, mas pelo que entendi, ele matou alguém, ou pensou ter matado e agora essa pessoa está querendo se vingar dele.

-Sua irmã está lá em cima.-fala ele tragando o charuto. Assinto e o deixo no escritório.

Vou correndo para o andar de cima, abro a porta do seu quarto e a vejo. Casandra está sentada numa poltrona azul perto da janela, ela vira o rosto e sorrir se levantando. A abraço, me sentindo aliviado por ela estar bem. Casandra segura meu rosto e o fita, seus olhos estão vermelhos.

-Que bom que você está bem, Dy.-fala ela e me dá um beijo no rosto.

-Mas, e você?-pergunto a fitando, ela parece bem. Casandra sorrir e me puxa para a cama.

-Eu estou bem. Aqueles homens não fizerem nada, só ficavam perguntando onde você estava.-disse ela e apertou minha mão. Suspirei, parece que meu medo cresce a cada segundo. Quem são esses homens e o que eles querem de mim?

Casandra me contou que vai ficar alguns dias aqui, porque a mansão é muito segura. E eu concordei dela ficar. Fiquei com minha irmã por bastante tempo conversando sobre outras coisas, não quero mais falar sobre o que aconteceu. Por volta dás 00:47H, eu fui para meu quarto, tomei um banho e vestir meu pijama. Não estava com sono, então fiquei fuçando no celular, vi umas fotos que Chris postou com Pan, ele tá muito feliz com ela, e eu por ele. Se Chris fica sabendo dessa história de sequestro ele fica louco, vai querer me esconder em um abrigo subterrâneo. Ele é muito protetor.

Depois que contei das mensagens, ele me obrigou a contar para meu pai, mas ele não me convenceu a contar. Amanhã ligo para ele e falo sobre tudo, Chris vai estranhar quando ver os armários atrás de mim.

Matt acabou de me mandar uma mensagem, não visualizei, não quero falar com ele, não depois de tudo que descobri, agora vou atrás de mais informações sobre esse ex dele. E já sei por onde começar, a amiga da Katy que ficou com ele, pode me dizer melhor tudo o que ouve. Posso até estar me metendo em algo sério, mas preciso saber quem o Matt é de verdade.


Notas Finais


Gostaram do capítulo?

Comentem, apoio é tudo!

Beijos e até sexta!


Gostou da Fanfic? Compartilhe!

Gostou? Deixe seu Comentário!

Muitos usuários deixam de postar por falta de comentários, estimule o trabalho deles, deixando um comentário.

Para comentar e incentivar o autor, Cadastre-se ou Acesse sua Conta.


Carregando...