História In love with a criminal - Capítulo 61


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Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Comédia, Crossover, Drama (Tragédia), Famí­lia, Festa, Ficção, Ficção Adolescente, Lemon, LGBT, Luta, Mistério, Policial, Romance e Novela, Shonen-Ai, Shoujo (Romântico), Shoujo-Ai, Slash, Survival, Suspense, Terror e Horror, Violência, Yaoi (Gay), Yuri (Lésbica)
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Drogas, Estupro, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas do Autor


Desculpem quaisquer erros. Revisei apenas uma vez....

BOA LEITURA!

Capítulo 61 - Jame


A luz do sol que invadia o meu quarto pelas brechas da cortina indicava que já era o meu aniversário.

Mesmo lá fora estando fazendo um dia lindo, eu não quis me levantar.

Pela primeira vez em anos eu não quero comemorações, prefiro ficar no quarto o dia inteiro até der meia noite e esse dia passar rápido.

Cassandra já veio tentar me levanta três vezes, e todos eu me cobri dos pés à cabeça, e me fiz de morto.

O despertador do meu celular tocou às dez horas da manhã, virei minha cabeça e me estiquei para desativar.

Parece que meu corpo se recusa a ficar de pé, minha mente não quer acordar e começar o trabalho diário de pensamentos.

Vou ficar na minha, talvez meus pais apareçam mais tarde, assim como meus irmão, e o Chris. 

Montanna não aparece na escola há dias. Consegui falar com ela através do Matt, ele me explicou o que está acontecendo e o risco que ela corre.

Fiquei preocupado e, meu coração quase saiu pela boca, quando soube do tiro na perna, na tentativa de assassinato, mas o que importa é que ela está bem, e fora de risco.

Parece que essa cidade está ficando louca.

Depois daquele dia doido e tenso no apart do Matt, eu nunca mais vi a Jade e nem soube notícias dela. Fiquei tentado a ir até o apê dele e perguntar sobre ela, mas Matt anda muito ocupado ultimamente e quase não o vejo também. 

Tyler desapareceu da face da terra; antes a gente se trombava no elevador ou no hall do condomínio, mas depois que ele terminou tudo, isso mudou.

Não sei se é certo chamar o que tínhamos de "relacionamento" porque primeiro eu nem o conhecia cem por cento, sua vida pessoal ainda é um mistério para mim. Tyler nunca demonstrou interesse em se abrir comigo, e eu também não ajudava em nada, fazendo perguntas intimas e pessoais, ele sempre fugia pela tangente, deixando nítido que ele não queria falar sobre si, apenas sobre mim.

Acho que ele sabe mais coisas sobre mim do que eu mesmo sei.

Seus olhos carregados de mistério e às vezes frios, me assombram durante meus sonhos.

Parece que mesmo tendo sumido, ele me sonda.

Sinto sua presença quando estou sozinho, parece que ele está me observando na penumbra, escondido analisando meus passos.

Isso sua estranho, ou paranoico, mas Tyler está sempre lá.

Começou há uma semana logo após o noticiário informar uma onda de violência e mortes no subúrbio de LA. As facções estão começando uma guerra entre elas, e isso me deixa preocupado com o papai, que ainda está se recuperando do seu princípio de infarto.

Cass bate à porta e coloca apenas a cabeça para dentro.

-Ei! Vou sair. Você precisa de algo? - diz ela e, sinto o seu perfume daqui.

-Não. - respondo seco.

-Você vai ficar bem?

-Sim.

-Promete que não vai criar raiz até eu voltar? - acabo rindo nasalando, e faço um "ok" com a mão. A ouço fechar a porta e depois retornar a abrindo e dizendo: -Feliz dezessete, pirralho.

-Valeu. - a respondo com total desanimo. Cass resmunga algo inaudível e me deixa em paz.

 

Por volta do meio dia eu desperto assustado, como se sentisse que alguém estava me observando enquanto dormia. Me sentei na cama, e passei a mão nos cabelos que estavam úmidos, assim como minha testa.

A porta do meu pequeno, mas fofo closet, estava encostada, e me lembro bem, de ter deixou-a fechada. Senti uma pontada no centro do estomago, e engoli em seco.

Com as pernas bambas, desci da cama e, caminhei lentamente até lá. Afastei a porta e acendi a luz, estava tudo normal.

Suspirei pensando que poderia ter sido a Cass mais cedo.

Fui ao banheiro, lavei meu rosto para despertar e escovei os dentes. Segui para a sala ainda de pijama.

Assim que pisei o pé na sala, a campainha tocou, travei no meio do caminho. Fiquei fitando a porta.

Pode ser a Cass, que esqueceu a chave. Porque pessoas de fora só sobem com a permissão do morador, o porteiro jamais deixaria alguém subir sem avisar.

Fui abrir, e antes de tocar a maçaneta, a campainha berrou novamente, me dando um susto.

Seguro a maçaneta, e olho pelo olho mágico para ver quem é, e meu coração falhou por um milésimo de segundo, quando minha visão focou a imagem do outro lado da porta. Esperando ela ser aberta.

Me afastei da porta, e correr até um espelho checando minha aparência, e pelo amor de Deus! Ajeitei os cabelos, e dei tapinhas leves nas bochechas porque meu rosto ainda estava inchado devido ao pouco tempo do despertar.

Fui até a porta e a abri, vendo a sua imagem deslumbrante surgir.

Ele tinha algo de diferente, não sei explicar o que, mas Tyler estava com os cabelos lindamente penteados para trás, passando um ar de seriedade, usava uma camisa social branca, que deixava seu peitoral e braços bem definidos, com as mangas dobradas até os cotovelos, uma calça social preta que deixava suas coxas bem torneadas.

A bunda deve tá divina!

Engoli em seco quando seus olhos verdes escuros, encontraram os meus, e aquele olhar me deixou em alerta.

Algo dentro de mim grita "cuidado! esse não é o Tyler que conhecemos" fiquei hesitante, não sabia o que dizer, estou vendo-o depois de dias, depois de um "termino" doloroso.

-Boa tarde, Patterson. Podemos conversar! -"fodeu" ele me chamou de Patterson, e ainda por cima tá estranho. Sua voz está suave demais, e... Pera? Parece que tem um leve sotaque, se não me engano Italiano.

-Hã....Cla-claro. - raspei a garganta, e dei passagem para ele entrar.

Tyler me lançou um sorriso de canto, que abalou as minhas estruturas. Passou por mim deixando o seu aroma pelo caminho.

Que saudade desse cheiro.

Aproveitei e dei uma secada na raba, que pelo amos de Deus! A mão até coçou.

Fechei a porta, e só agora me dei conta que estou de pijama. E bem, uma camisa velha do Finn de Hora de Aventura e um calção azul escuro, que vai até a metade das minhas coxas.

Fiquei constrangido quando ele se virou e seus olhos desceram até minhas pernas.

Porra, para de olhar assim pra mim, cara.

Coço minha nuca, e umedeço meus lábios.

-Eu soube que é o seu aniversário. - mandou, subindo lentamente seus olhos até parar nos meus, e isso me causou um arrepio intenso, me deixando intimidado.

Ai porra! 

-É. - disse passando minha mão em meu pescoço.

-complimenti - disse sem tirar os olhos de mim. Franzi o cenho, e ele sorriu de canto, senti uma fisgada na virilha. Mordi meu lábio e ele completa, com esse sotaque Italiano, que não faço ideia do porquê: -Ah sim. Quer dizer parabéns.

-Hmm. O-Obrigado, Tyler. - sua risada nasal me pegou desprevenido, e quase que deixei um gemido escapar.

-Eu não sou o Tyler. - franzi o cenho confuso. -Sinto muito, a culpa foi minha. Mas deixe-me me apresentar. - ele caminha lentamente até mim. -Muito prazer, Jame.

Meu queixo caiu, e eu quase fui junto ao chão. Sua mão se esticou e eu a segurei.

-O quê?! - exclamo, e largo sua mão. -Isso é alguma brincadeira sua?

Ele nega, e dá as costas, caminhando como se estivesse desfilando, e se acomoda no sofá, cruzando a perna, com as mãos dentro dos bolsos e me encarando, como se soubesse de todos os meus pecados.

O que merda tá acontecendo aqui?

-Não estou brincando, Dylan. - diz e passa sua língua no lábio inferior. -Posso te chamar assim?

Tyler ficou louco, Jesus!

-S-Sim. Mas por que tá agindo assim parecendo outra pessoa? e esse sotaque? dá onde caralho você tirou esse sotaque?! - ele riu jogando a cabeça para trás.

-Sinto muito por confundi-lo, mas é isso mesmo. Eu sou outra pessoa, vamos dizer que sou outra personalidade. Posso ter a aparência do Tyler, mas não sou ele, sou o Jame.

-Continuo achando que você enlouqueceu. - digo, e ele apenas sorrir.

-Senta. - sua mão bate ao seu lado no estofado do sofá. Hesito fitando aquele lugar vago. -Prometo explicar tudo a você.

Ainda relutante me movi até o assento, me sentei afastado dele, como se Tyler, ou Jame, sei lá, tivesse uma doença contagioso.

-Bem, Tyler tem múltiplas personalidades, e uma delas sou eu. - o fitei, minhas mãos treminhão.

-E-Ele nunca me disse isso.

-Você já deve ter notado uma mudança de humor ou de personalidade nele, não é? - assinto, porque me lembro de algumas vezes, que Tyler agia como se não fosse ele, era até rude comigo. -Ele não te contou muitas coisas, e isso é uma delas.

-E porque você tá contando? - o questiono, ficando mais colado no braço do sofá.

-Já está na hora. Eu só quero que você saiba disso, que Tyler tem múltiplas personalidades, contando com a dele são três agora. - ele me encara e ergue uma sobrancelha.

-Quem é a outra? - Tyler, ou melhor, Jame tira uma das mãos de dentro do bolso e apoia o braço no encosto do sofá, seu corpo vira na minha direção e ele diz:

-Você sabe. - parece que uma pedra de gelo caiu dentro do meu estômago, porque senti o empaqueto, e meu corpo esfriou.

E não, não faço ideia de quem seja.

-Não, eu não se....

-Sabe. Basta usar esses neurônios pra pensar.

Filho da puta!

-Provavelmente seu pai já saiba. - esse sotaque tá me irritando.

A cada frase que sai de sua boca, isso fica mais confuso.

-O que você quer? - me ajeito no sofá.

-Tyler sabe que foi um erro se afastar de você, sabe que isso o deixaria perdido, insano. - engulo em seco. -Você ao mesmo tempo que é uma injeção de adrenalina também é um remédio que elimina a dor. - aonde ele quer chegar? -Tyler tá travando uma briga interna com ele mesmo, ele sabe que precisa da sua presença, mas teme que isso te machuque.

Meus olhos arderam.

-Do que ele tem tanto medo? - falo apertando meus dedos na barra da minha camisa.

-De perder o controlo, deixá-lo sair e ele te machucar. Tyler sabe que ele faria isso sem hesitar, e se isso acontece, Tyler vai se culpar novamente por algo que não é sua culpa.

-Ele? - o fito e, Jame, me olha frio.

-Dylan. Nós dois sabemos de quem estou falando. - seu braço desceu do apoio do sofá. -E nesse exato momento ele quer sair, tomar o meu lugar e aproveitar que Tyler está dormindo, para te machucar.

Engulo em seco, minhas mãos tremeram. Fiquei com medo dele tentar fazer algo. Já entendi que Tyler tem múltiplas personalidades, que estou falando com uma delas, e que aparentemente a outra quer o meu mal.

-A mi-minha irmã já está voltando. - falo em tom de ameaça. Jame ri.

-Não vou te machucar, relaxa. - bufei. -Ele sente a sua falta.

-Tyler? - ele assente. Meu coração ficou miúdo. -E-Eu também.

-Ele sabe.

-Ah é? - ergo uma sobrancelha. Jame balança a cabeça em concordância.

É estranho falar com ele, porque sua aparência é o Tyler, mas o resto não.

Eu quero abraça-lo, dizer que está tudo bem, beijar ele, mas esse não é ele.

-Bem, eu fico por aqui. - diz me lançando um sorriso. -Espero que você possa compreender que, Tyler fez tudo que fez apenas para protegê-lo.

Jame me lança uma piscadela, e seus ombros relaxam, seu sorriso diminui aos poucos, e o brilho nos olhos retornam. Sua expressão fica seria por dois segundos, e depois ele me fita com um olhar perturbado.

-D-Dylan? - o sotaque se foi, e aquela voz grava que gosto de ouvir voltou.

Noto que agora se trata do Tyler, do meu Tyler. Ele me encara confuso, olha em volta tentando identificar onde estar.

-Ty? - o chamo com suavidade. Ele me encara. Seus orbes brilham e sua pupila dilata, aqui, eu soube que esse cara na minha frente é o Tyler de verdade.

-Sim? - sua voz falha, e me arrasto até ele, envolvendo meus braços em torno de seu pescoço, subindo em seu colo. Sinto suas mãos grandes e fortes deslizarem até minha cintura e apertar ali. -Nossa, parece que alguém está com saudades.

-Cala a boca que você também tá. - digo baixinho com meu rosto afundado no vão de seu pescoço, sentindo seu cheiro, e como sua pele está quente. Ele ri nasalando, e envolve seus braços ao redor do meu corpo, me apertando, e colando mais nossos corpos, como se fossemos nos fundir.

Seus dedos alisam minhas costas por cima do tecido da camisa.

Afasto meu rosto de seu pescoço, e o fito. Seguro sua face com ambas as mãos, acariciando seu maxilar com os polegares. Ele sorrir de canto, e aperta minha cintura, arfo.

-Dezessete anos? - sorriu e, selo nossos lábios, antes que ele fale algo para eu desistir de fazer o que fiz.

-Dylan? -  diz meu nome entre um beijo e outro.

-Cala a boca, Tyler. Não estraga. - mordo seu lábio e o puxo. -Eu quero você dentro de mim.

-Caralho. - nos dois rimos.

Ele se levanta comigo em seu colo, suas mãos seguram minhas coxas, e o beijo. Sentindo meu ser gritar por ele.

Tyler caminha até o corredor, e para, separo nossos lábios e ele pergunta:

-Quarto? - riu dando um selar em sua bochecha, e aponto para a porta do meu quarto.

Ele caminha até lá, empurra a porta e entra, a fechando com o pé.

Distribuo beijinhos em seus pescoço, e ele me desce de seu colo. Tyler morde o lábio e me fita com luxúria nos olhos.

Passo minha mão em seu abdômen, e desabotoo os botões da camisa social, deixando seu abdômen trincado a monstra. Me curvo um pouco e beijo cada gominho, ouvindo-o suspirar. Subo lambendo sua pele até seu mamilo esquerdo, e contorno o bico com a língua, e logo o chupo.

Ty geme rouco, agarra meus cabelos forçando minha cabeça para trás, me fazendo gemer de susto, e beija meu pescoço, meu maxilar, e vira minha cabeça com seus dedos agarrados em meus fios, assim passando sua língua no lóbulo da minha orelha, e depois a chupando com vontade.

Gemo manhoso, sentindo meu pau ficando duro com os beijos e chupões que ele me dava.

-Pede. - sussurra rente ao meu ouvido, fazendo meus pelos eriçarem. Mordo o lábio gemendo manhoso para provocá-lo, e ele me dá um chupão com vontade no meu pescoço. -Pede, Dylan.

Rosna.

-Me deixa engasgar no seu pau? - digo sorrindo e recebo um tapa com força na bunda, me fazendo sobressaltar. Ele solta meu cabelo, e me fita intensamente.

-Ele é todo seu.

 

CONTINUA...


Notas Finais


ATÉ O PRÓXIMA CAPÍTULO.....<33


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