História In Love With A Wolf - Imagine Park Jimin - Capítulo 2


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Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens Park Jimin (Jimin), Personagens Originais
Tags Bts, Guerra, Hentai, Hot, Imagine Hot, Imagine Jimin, Imagine Park Jimin, Jimin, Lobo, Park Jimin, Sobrenatural, Wolf
Visualizações 222
Palavras 2.113
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Drama (Tragédia), Ficção Adolescente, Hentai, Mistério, Romance e Novela, Sobrenatural, Suspense, Terror e Horror, Universo Alternativo
Avisos: Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo, Spoilers, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Capítulo 2 - Olhar intenso.


Após o intervalo, eu teria aula de química básica. Infelizmente eu não teria essa aula com Serena, minha provável companhia de todo o ano, mas ela me ajudou a saber em que andar e em que sala seria essa aula. Os alunos ainda estavam entrando e eu dei graças a Deus por não está atrasada. Entrei na sala e quando procurava um lugar para ficar, ouvi alguém me chamar.

— Senhorita _______? — Me virei. Acho que ele era o professor.

— Sim? — Ele sorriu e se aproximou de mim.

— Espere. — Falou e voltou sua atenção para a sala acho que esperava os alunos se acomodarem, só não sei o porquê de me deixar ali. — Pessoal temos uma aluna nova! Por favor, se apresente! — gesticulou com as mãos me incentivando. Não acredito que ele está fazendo isso, odeio chamar a atenção! Fiquei parada olhando para aquelas pessoas desconhecidas e minha atenção se prendeu em um par de olhos pretos intensos. Jimin estava ali, na mesma classe que eu... Agora sim fiquei mais nervosa. Olhei para o professor e ele sorriu para mim igual a um idiota.

— Acho que não precisa... — Murmurei para ele um pouco baixo.

— É claro que precisa! Vamos. — Só faltou um microfone para ele falar ainda mais alto... Respirei fundo.

— Os outros professores não... — Me interrompeu.

— Eu não sou igual aos outros professores... — Falou sério. — Agora você tem que se apresentar, não é turma? — Ele perguntou para os alunos e ouvi um couro fraco de "sim". Suspirei mais uma vez e fiquei de frente para a classe.

— Me chamo ________ Hunter, provavelmente vocês conhecem meus avós como "os Hunter". Vim morar com eles por um tempo e espero ficar de boa por aqui. — Ouvi alguns risos. Olhei para Jimin e o mesmo me encarava com atenção, como se estivesse me analisando minha alma. Eu não conseguia desprender meu olhar do seu, eu nunca iria encarar um garoto por mais de um segundo, não conseguiria, mas era como se eu estivesse hipnotizada e não controlasse o que estava fazendo.

— Muito bem, pode se sentar. — O professor fala me tirando daquela estranha hipnose e agora eu estava morrendo de vergonha. Vou até a única mesa vazia ao lado de Jimin sentindo seu olhar queimar sobre mim, evito olhar para ele, para não ficar mais vermelha do que provavelmente estou. — Primeiramente já vou logo informando que o senhor Park, será seu parceiro pelo resto do ano. — O professor falou. Eu e Jimin seríamos parceiros, é uma boa chance de conhece-lo melhor. Se minha timidez não me impedir...

O professor começou a explicar a matéria e eu tentava até prestar atenção, se não fosse Jimin, que para minha surpresa puxou assunto comigo.

— Foi uma bela apresentação. — Ele sorriu ladino. como alguém poder ser tão bonito assim? — Parece que não está mais perdida. — Ele ainda mantinha aquele sorriso, e eu fiquei encarado sua boca.

— Sim...— Sorri timidamente. Eu sou uma pessoa "monossílaba" quando estou nervosa, mesmo querendo falar mil coisas eu não consigo. E eu me condeno por isso...

— Não precisa ficar tímida, eu não mordo.— Sorriu outra vez, será que ele pode parar de querer me desconcertar com aquele maldito sorriso? Eu quase não consigo pensar... E por que ele fez essa cara? "Eu não mordo", tenho a sensação que ele queria dizer algo à mais.

— Está certo... — Sorri ainda tímida e o encarei, mas novamente cai naquela armadilha camuflada por olhos penetrantes, mesmo se eu quisesse sair da hipnose só conseguia olhar ou para seus olhos ou para sua boca. Não estou sendo nem um pouco discreta.

Por que esse garoto me deixa assim? Tão... Desorientada, fora de mim. Ficamos nos encarando por alguns minutos e parecia que não iria acabar, tanto eu quando ele nos analisávamos, eu estava concentrada em admirar cada detalhe daquele rosto perfeito. Meu olhos pararam novamente na sua boca, é tão atraente e parece ser tão macia. Por que estou com vontade de beijar um estranho? Que tipo de hipnose esse garoto está me provocando? Ele passou a língua por seus lábios, os umedecendo. Minha respiração estava um pouco mais rápida e eu estava bem quente.

— Me achou bonito? — Ele fala de repente me fazendo sair dos abismo de pensamentos. Senti meu rosto ficar mais quente ainda.

— O quê? — Murmurei quase inaudível com um fio de voz, acho que até ele não escutou. Maldito nervosismo!

— Você não parava de me encarar... Por acaso me achou bonito? — Repetiu a pergunta com um sorrisinho cínico.

— Você que me encarou! Achei que queria dizer algo. — balbuciei. Eu sou muito ruim em dar desculpas...

— É que eu achei você bonita, então pensei que me encarava pelo mesmo motivo. — Arregalei os olhos e senti as batidas do coração aumentaram, como um simples elogio me causa isso?

— Nossa...— Murmurei. Como um garoto como ele me acha bonita? Era isso que eu tentava entender.

— Você é da cidade grande não é? Por que veio para essa pequena e esquecida cidade? — As palavras de Serena sobre ele ser pouco falante e de poucos amigos me deixam ainda mais confusa e curiosa agora, por que ele está falando comigo? Por que ele quer saber sobre mim?

— Meus pais insistiram... Sei lá, não entendi muito bem o motivo. Passar um tempo com meus avós, eu acho. — Eu estava tão nervosa que me atrapalhei nas palavras. — Por que "esquecida"? — Me referi a cidade.

— É que há muito tempo as pessoas pararam de visitar essa cidade, você é a primeira em anos... Não é algo comum receber pessoas de fora. — As coisas ficavam ainda mais estranhas.

— E por que ninguém vem? — Confesso que esse mistério todo me deixava ainda mais curiosa.

— Não sabe mesmo? — Ele Sorriu. — Tem histórias, sobre essa cidade. As pessoas daqui fingem não acreditar nelas, mas uma dessas histórias fez com que as pessoas de fora parassem de visitar e começassem a esquece-la. Mas isso foi a muito tempo, antes até de você e muitos aqui nascer, alguns nem devem conhecer essa história.— Faz sentindo, não sabia da existência dessa cidade até meus pais me mandarem para cá.

— Que historia é essa? E como você sabe? Já que é uma história antiga e esquecida... — Indaguei. Antes que ele pudesse responder o sinal tocou. Realmente passamos a aula toda conversando? Nem pareceu...

— Depois nos vemos por ai. Até. — Saiu sem responder minha pergunta. Agora não vou mais parar de pensar nisso! Que droga...

[•••]

Cheguei em casa e minha avó preparava o almoço. Ainda pensava sobre o que Jimin falou, essa cidade é realmente muito estranha. Será que meus avós sabem sobre essa historia? Provavelmente, já que vivem aqui a muito tempo.

Fui para cozinha e me sentei na mesa de jantar observando minha vó enquanto ela cortava alguns legumes, criava coragem para perguntar.

— Que bom que chegou _______, pode me ajudar aqui? — Ela falou assim que percebeu minha presença.

— Claro vó. — Fui até ela e a mesma me entregou a faca que usava. Comecei a cortar os legumes.

— Como foi na escola?— Puxou assunto.

— Legal, algumas pessoas são legais outras nem tanto e algumas... — Lembrei do garoto dos olhos intensos, mas não iria falar sobre ele. — Posso te perguntar uma coisa?

— Pergunte.

— A senhora sabe sobre uma tal história, que fez essa cidade ser esquecida? — Ela parou o que estava fazendo e me encarou com o cenho franzido.

— E quem disse que essa cidade é esquecida? Quem te falou sobre isso? — Indagou.

— Eu ouvi por ai. — Menti.— Fiquei curiosa...

— Se as pessoas não vem aqui é por que nessa cidade não tem muitos atrativos. Ela é pra quem gosta de muita calmaria... E por ser uma cidade muito pequena quase não aparece no mapa! — O que ela falou não me convenceu muito, talvez ela não queria me contar. Acho que ela pensa que vou querer voltar pra casa depois de ouvir essa tal história. Mas o que será?

[•••]

Assim que terminei de fazer as atividades da escola, fui vestir meu pijama para dormir. Quase não consegui me concentrar, por ainda não saber essa maldita história. Ser curiosa é uma droga... Outra coisa que não saia dos meus pensamentos era ele, Park Jimin perturbava minha mente e mesmo que eu tentasse pensar em qualquer outra coisa ele vinha do nada e eu só conseguia pensar naqueles olhos me sondando. Suspirei e fui me deitar de uma vez. Só dormindo para esquecer aquele garoto.

Fechei meus olhos esperando o sono vir, mas uma brisa gelada invadiu o quarto, o quê me fez arrepiar todinha. Abri os olhos e vi que a janela estava aberta. Estranho jurava que tinha fechado. Levantei e fui fecha-la.

Sabe quando você sente que não está sozinha e está sendo observada e um medo invade todo seu corpo? Me sinto assim agora, sinto que não estou sozinha. Quando me virei para ir para cama, arregalei os olhos e congelei ao ver que tinha alguém na minha cama, eu estava certa. meu coração estava quase desfalecendo e se tem uma coisa que eu sou é medrosa. Não consegui ver quem era, pois estava escuro, me deixando ainda mais assustada. Eu queria perguntar quem era ou começar a gritar para meus avós vir aqui, mas eu conseguia mal respirar.

— Está com medo? — Sua voz rouca invadiu meus ouvidos. Tenho certeza que já ouvi essa voz em algum lugar. Fiquei em silêncio.— Não precisa ter medo, eu não mordo... — Ouvi ele soltar um riso fraco. Eu já escutei aquilo, foi o...

— Jimin? — Ele ligou a luz do meu abajur fazendo o quarto ficar um pouco iluminado, mas a escuridão ainda dominava boa parte. Era realmente Jimin o que ele tá fazendo aqui?

— A não ser que você queira. — Falou completando sua frase anterior. Meu Deus, o quê ele está falando? Por que esse garoto está aqui?

— O quê você esta fazendo aqui? Como entrou? — Me aproximei da minha cama para ver melhor sua imagem. Seus olhos exorbitantes me analisavam com atenção, eu estava apenas com meu short e blusa de pijama, me senti com muita vergonha por ele está examinado meu corpo.

— Eu vim te contar aquela história.— Me encarou e se aproximou de mim.

— Por que agora? Como sabe que eu moro aqui? Você me seguiu? — Franzi o cenho. Esse garoto me deixa perdida.

— Shhh... — ele ficou de joelhos em cima da minha cama ficando da minha altura, e se aproximou ainda mais de mim, seu rosto estava à centímetros do meu, pude até sentir sua respiração quente contra meu rosto. — Acredita no sobrenatural? — Colocou uma mecha do meu cabelo atrás da minha orelha sem desviar o olhar do meu. Que pergunta é essa? Sobrenatural?

— Se eu acredito em fantasmas? — Ele riu soprado. Colocou uma mão na lateral do meu rosto e se prendeu em meus olhos. Prendi o ar pelo nervosismo.

— Não esse tipo de sobrenatural... — E lá estava eu novamente perdida naquela intensa escuridão que chama de olhos. Desviar não era nem opção já que não conseguia e por algum motivo desconhecido eu também não queria. — Quer saber? Deixa pra lá. — Ele me puxou de forma bruta me fazendo deitar na cama e ficou por cima de mim. Nunca me senti tão nervosa quanto agora, o quê ele está fazendo? Seu rosto estava mais próximo e seu nariz tocava o meu de leve. Ele vai me beijar? Eu poderia empurra-lo agora, mas meu corpo não me obedece. Ele foi descendo até meu pescoço e começou a me beijar ali, meu coração bateu mais forte ainda, todo os pelos do meu corpo estavam arrepiados. Ele começou a morder, e eu fechei os olhos, não queria que ele parasse mais. Mas ele parou e me encarou sorrindo. Analisei seus olhos pela ultima vez antes de fechar os meus. Esperei pelos seus lábios, desejando que ele se apressasse logo, talvez eu quisesse aquele beijo.

Após passar alguns segundos esperando abri os olhos me deparando com o nada. Não havia ninguém comigo e já havia amanhecido. Isso foi um sonho? Não acredito que eu sonhei... Sonhei com um garoto que mal conheço e ainda desejei beija-lo, eu só posso está ficando louca.



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