História In love with my best friend - Jungkook - Capítulo 9


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Notas do Autor


Oi gente, seguinte, o capítulo não está grande, mas eu achei interessante posta-lo para deixar um gostinho de quero mais. E também porque eu estou com muita dificuldade para escrever, agora, o próximo capítulo. Não encontro as palavras certas e isso vem me desanimando.
Não desistam de mim 😔👍🏻
Boa leitura.

Capítulo 9 - Capítulo 9


O interior da mansão encontrava-se em ótimo estado, tudo limpo e arrumado como se alguém ainda vivesse aqui. Ali tinha muitos quebra-cabeças japoneses espalhado por cada móvel, algo que eu lembrava claramente. De pouco em pouco as memórias voltavam a minha mente, esclarecendo muitas coisas.

Entrando em uma das salas da mansão, caminhei até a lareira apagada e pude observar o enorme quadro. Era uma pintura minha e dos meus pais; fizemos quando eu tinha 7 anos... Jungkook chegou ao meu lado e encarou a pintura.

— Essa garotinha se parece muito com você, quando era criança. — Ele comentou  e saiu andando.

Jungkook era esperto e eu tinha medo que ele já estivesse entendendo a situação.

— Ei. — Anna chegou do nada, com seu sorriso estampado no rosto. — Vamos entrar na cripta?

— Por que? — Caminhei até a mesinha de centro e me distrai olhando os porta-retratos.

— Ah sei lá, sempre tive vontade de entrar em uma. — ela deu de ombros.

— Você não disse que era bizarro? — comentei.

— Disse, mas isso não me impede de querer entrar lá. Por favor, S/A. — ela juntou as mãos me olhando com um olhar pidão.

— Tá bom.. — Revirei meus olhos. — Vamos garotos.

— Onde? — Jimin perguntou, nos seguindo para fora da mansão.

— Cala boca, Jimin. Só segue. — A irmã gritou olhando de cara feia para Jimin.

Quando chegamos à cripta, senti o ar faltar. Talvez fosse aqui que meus pais haviam sido enterrados. Eu encarei aquela porta por alguns segundos, sentindo minhas mãos tremelicarem.

— Amiga, tudo bem? — A loira tocou em meu ombro, deixando um leve carinho no local.

— Sim. Sim, está. — Empurrei aquela porta pesada e espirrei quando inalei a poeira. 

Assim que entramos, Anna encarou tudo aquilo com expectativa.

— Nossa, pensei que seria mais... emocional.

— O que você queria? Isso aqui é uma cripta, não o shopping. — Jimin deu um peteleco na irmã. Isso com certeza era uma mania que os dois tinham, além de sempre estarem se respondendo ironicamente.

— Olha aqui seu pirralho! — A irmã apontou o dedo na cara do gêmeo.

— Temos apenas 20 segundos de diferença, então cala boca.

— Começou. — murmurei, e deixei-me rir dos gêmeos que começaram uma briguinha. — Ei gente. — Chamei a atenção dos dois. — Calma.

— Esta certo. — A loira respirou fundo e encarou o irmão. — Vamos encarar o fatos, eu ganhei nossa briga. — Antes que o irmão falasse qualquer coisa, ela continuou. — Agora eu quero ver o jardim lá de trás. Vem. — ela puxou Jimin pela a orelha, arrastando-o para fora.

Eu voltei minha atenção para a sepulta, lendo atentamente cada nome que ali estava escrito, foi quando li o nome dos meus pais; “Lord Richard Ross (1971 - 2006)            Lady Victoria Ross Collins (1976 - 2006)”. Eu parei em frente à suas sepultaras, de repente veio em minha mente a frase de mais cedo.

— A primeira letra do meu destino final... — murmurei e passei meus dedos sobre a escrita do nome de meu pai.

— O que você murmurou? — Jungkook chegou por trás de ‘mim.

Apertei a letra R do primeiro nome do meu pai, e ali abriu uma pequena comporta com uma fechadura. Rapidamente alcancei a chave em meu bolso e encaixei na fechadura. Ouvi a tranca e em meio às sepulturas, abriu-se uma porta.

— S/n, no que você se meteu? — Jungkook cruzou a porta logo depois de ‘mim.

Descemos a escada que tinha ali e paramos em uma pequena sala, cheia de coisas antigas.

— Mas o que... — comentei olhando tudo em minha volta.

— S/n. — Meu amigo puxou-me pelo pulso, forçando-me a presta atenção em si. — O que você está fazendo?!

— Jungkook, eu..

— Eu já saquei tudo. Richard Ross é seu pai.

— Como você...

— A pintura e as fotos espalhadas pela casa, em uma delas tinha a sua tia. Lembrei-me também de quando disse o nome do seu pai, Richard. Eles eram chefes dos meus pais.

— Ah...

— S/n, com o que você está mexendo? — ele encarou-me sério.

— Ouvi minha tia e Marcelo conversando sobre uma herança deixada por meus pais... — expliquei detalhadamente como tudo aconteceu, sem esquecer de mencionar o quebra-cabeça e a frase que nos levou à aquela sala.

— S/n... Pode contar-me como seus pais foram assassinados? — Jungkook encontrava-se com um semblante confuso e pensativo.

— Me disseram que seus rostos foram deformados e que eles foram mortos por facadas.

— Como descobriram?

— Os assassino fizeram um vídeo.

— E você viu?

— Não... Por que está me perguntando isso? — Franzi o cenho.

— S/n essa história não bate.

— Como assim?

— Há nove anos meu tio viajou em uma expedição, com Richard e Victoria. Eles nunca mais voltaram, as buscas por eles acabaram á 6 anos, e foram dados como mortos.

— O que? — o encarei confusa.

— S/n, você precisa ver esse vídeo. E se não forem seus pais?


Notas Finais


O que acharam?
Devo continuar?
O que esperam para o próximo capítulo?


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