História In love with the criminal - Norman Reedus - Capítulo 2


Escrita por: e Ferblack

Postado
Categorias Norman Reedus
Personagens Norman Reedus, Personagens Originais
Visualizações 6
Palavras 1.912
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Crossover, Drama (Tragédia), Ficção, Ficção Adolescente, Hentai, Luta, Mistério, Policial, Romance e Novela, Saga, Sobrenatural, Suspense, Terror e Horror, Universo Alternativo, Violência, Yaoi (Gay), Yuri (Lésbica)
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Drogas, Estupro, Incesto, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Sadomasoquismo, Sexo, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Olá povinhos, aqui quem fala é a @Ferblack, estou Imensamente feliz em escrever essa fanfic em Parceria com a @BabyReedus muito obrigada por me escolher para parceria nessa fic maravilhosa, estou amando escrever os capítulos e prometo das o meu melhor nela,é tão emocionante compartilhar uma fic assim com vocês que quando a Grace me pediu ajuda não pensei duas vezes em ajudar.

Espero que gostem do capítulo tanto quanto eu gostei de escrever ❤☺

A loira da capa é Hillary melhor amiga da Ella ❤

Capítulo 2 - Vizinho


Fanfic / Fanfiction In love with the criminal - Norman Reedus - Capítulo 2 - Vizinho

      

   Pego meu celular e minha bolsinha e desso para o andar de baixo.

- Já estou pronta - Pulo o último degrau enquanto guardava o celular na bolsa.

- Tem certeza que quer ir querida? - Papai pergunta pela milésima vez,ele e mamãe já estava devidamente arrumados e com 2 malas grandes ao seus lados.

- Sim,tenho. Depois volto de táxi - Dou de ombro.

- Okay,vamos logo - Papai e mamãe de despedem da minha tia e primas e eu saio de casa entrando no carro.

  Não demora muito e logo eles fazem o mesmo,o caminho até o aeroporto foi silêncio.

  Eles pareciam apreensivos com alguma coisa,com certeza pelo problema da empresa. Não disse nada porque não era assunto meu,então fiquei mexendo no celular para ver se o tempo passava logo.

   Fiquei com minha mãe na sala de embarque enquanto meu pai ia fazer o Check-In.

- Vou sentir saudades - Comento deitando minha cabeça no ombro de minha,ela ri fraco.

- Também vamos sentir saudades meu amor - Beija minha cabeça.

- 2 semanas só né? - pergunto enquanto olhava para minhas mãos.

- Sim Ella,2 semanas - Ela diz rindo fraco. - Isso é porque vai sentir nossa falta ou porque não quer ficar muito tempo com sua tia? - pergunta passando um braço por meu corpo e me abraçando.

- Hum,os dois - rimos - Já ia me esquecendo,Hillary me chamou para passar as férias com ela na casa de campo dos pais,posso ir?

- E quando vocês iriam? - mamãe pergunta depois de um suspiro.

- Essa semana,talvez na quarta ou sexta.  Estávamos querendo ir o mais rápido possível - Pauso - Erike e Pietro vão junto.

- Huum. Você ta querendo ir para se livrar de suas primas né? - Encaro minha mãe com a sombrancelha arqueada.

- Claro que não,já tinha pensando nisso mais cedo antes de ir a escola - Mordo os lábios. - Realmente quero ir,a fazenda dos Woods me acalma,me traz paz. Gosto de ir para lá. - Confesso e ela me olha desconfiada.

- Sei,mas não vai dar querida. Sua tia esta em casa,se você sair vai ser praticamente uma desfeita.

- Desfeita? Claro que não mãe,é só você conversar com ela,diz que eu já tinha planejado isso antes,por favor - A interrompo implorando,era só oque me faltava ter que deixar de ir a uma viajem com meus amigos por causa delas.

- Graciella,você deveria ter nos dito isso antes de ligarmos para sua tia vir para cá,ela teve que largar afazeres para vir tomar conta da casa sabia? - Mamãe diz e eu bufo.

- Se eu soubesse da viajem eu teria dito,mas como sempre vocês fazem as coisas sem me comunicar antes - Respiro fundo tentando me acalmar - Mãe,eu pensei nisso enquanto tomava banho,se soubesse que você e papai iam viajar de última hora,teria os comunicado antes de ligarem para Ivanni- Pauso.

- Ella já esta decidido,você não vai! Ivanni se sentirá ofendida e ficara chateada comigo,não quero minha irmã magoada ou triste assim comigo - Suspira - Desculpa meu anjo,mas se eu soubesse que você queria ir na casa de campo dos Woods,não teria ligado para ela.

- Mas..

- Sem mais Graciella,já chega. Está decidido,você não vai e pronto! - Vocifera e eu me levanto de perto dela.

- Eu posso até não ir,mas não venha me pedir para ficar perto delas porque eu não vou! Irei fazer o máximo possível para ficar longe delas,nem que para isso tenha que dormi na rua -fico a encarando por alguns segundos,tentando me acalmar - Vou atrás do meu pai - Digo por fim dando as costa para ela e saindo dali.

    Encontro meu pai perto do banheiro,sorrio para ele e o mesmo me abraça.

- Porque ta com essa cara? - Pergunta enquanto íamos a sala de embarque.

- Porque é a única que tenho - Ironizo e ele ergue as mãos em rendição.

- Não ta mais aqui quem falou -Volta a me abraçar,respiro fundo - Brigou com sua mãe? - Assinto levemente - Oque aconteceu agora?

- Você logo vai saber,sei que ela vai te contar - Reviro os olhos - Eu só queria que tia Katherine tivesse aqui.

- A então é por isso? - Para de andar e se vira para mim - Filha,você e suas primas tem que para com essa rixa boba,sabe como sua mãe se sente em relação a isso.

- Puf,eu não vou discutir com o senhor sobre isso,mas uma coisa é certa - Digo e ele me olha atento - Elas me odeia e eu sei que o sentimento é recíproco - Volto a andar deixando ele para trás.

   Chegamos e nos sentamos ao lado de minha mãe,o vôo deles logo foi chamado e eu me despeço dos mesmo pedindo desculpa a minha mãe.

  Afinal,mãe é mãe.

  Entro em um táxi que estava em frente ao aeroporto e passo o endereço da minha casa.

   "Vamos enfrentar as feras"

{•••}

    Abro a porta de casa vendo as minhas primas sentadas no sofá assistindo algum filme qualquer que passava na televisão.

- Gracy eles já foram? - Bruna pergunta assim que me vê subindo as escadas. Paro,olho para os lados e depois para ela.

- Não ainda estão aqui,só que invisíveis - Debocho continuando meu caminho.- Não me chame de Gracy,só uma pessoa podia me chamar assim e ela não esta mas entre nós - Completo.

-Grossa - Ouço luna bufar lá em baixo.

   Reviro os olhos,ela sabe que não gosto dela e ainda vem querer falar comigo? A faça mil favor né?

  Entro no meu quarto fechando a porta atrás de mim,troco de roupa vestindo uma calça de moletom cinza e um top preto,pego minhas pantufas do Bob esponja e saio do quarto com meus celular em mãos.

- Oi Maria,tem algo para mim comer? - Pergunto a empregada enquanto entro na cozinha.

- Oi ella,tem sim,espera um pouco e eu já le sirvo - Diz enxugando as mãos no guardanapo,me sento na bancada e fico mexendo no meu celular.

    Em poucos minutos maria me serve um prato com espaguete e bife,e um copo de suco. Como ali mesmo enquanto conversavamos alguns assuntos sem importância.

  Levanto e lavo meu prato mesmo com os protesto de Maria,saio da cozinha passando pela sala vendo que as meninas ainda estavam lá.

- Já vai dormir querida? - Ouço a voz de minha tia,olho para ela e assinto levemente com a cabeça.

- Sim,Boa noite - Mesmo não indo muito com a cara dela eu ainda tinha educação e respeito por ela. Afinal de contas ela é minha tia,a única coisa que não gostava nela é a falsidade.

   Subo as escadas rapidamente e entro no meu quarto fechando a porta atrás de mim,coloco meu celular pra carregar e me jogo na cama.

- Vovó,porque a senhora teve que ir? Você era a única que me entendia e apoiava - Respiro fundo me virando de lado e fechando os olhos.

     Já passava da meia noite e até agora o sono não veio,levanto da cama e pego meu livro sobre a cômoda.

    Um dos meus passa tempo preferido era ler,e eu tinha meu cantinho preferido onde costumava ficar quando não estava com sono.

  Desso as escadas o mais silenciosamente possível,vou até a cozinha, pego um saquinho de salgadinho no armário e uma lata de coca na geladeira,volto para sala e dou graças a Deus por todos já estarem na cama.

   Desligo o alarme para que o mesmo não disparasse quando eu saísse,e logo depois abro a porta da frente sentindo o vento frio bater contra meus braços desnudos,fecho a porta e saio de casa atravessando a rua até a "mansão abandonada" que ficava de frente a minha casa,passo pelo beco que tinha do lado da casa e chego aos fundo sorrindo fraco encarando a pequena "casinha" de boneca que tinha lá no pequeno parquinho.

    Essa casinha e parquinho existia des de quando me entendo por gente,meu pai disse que quando se mudaram para cá essa casa já estava abandonada,e des de então nunca ninguém a ocupou.

 

   Quando criança eu vinha muito aqui brincar,meu pai até mandou que reformasse para que não houvesse perigo quando eu brincasse por lá.

  E depois da minha adolescência eu continuei vindo para cá,para ler,esfriar a cabeça,chorar e pensar na vida.

  Entro na casinha nem tão pequena e me sento nos pufs que tinha ali,ligo a Luisinha que tinha ali e começo a ler meu livro favorito " Sempre ao seu lado" sempre me emocionava com esse livro,já assisti o filme muitas vezes e nunca me cansei.

   Como o salgadinho em minutos e termino a latinha de coca.

  - Caramba,nunca vou me cansar de ler esse livro - murmurro enquanto lia o capítulo.

(....)

    Já devia ser mais de duas horas da manhã quando sai da casinha,eu estava com sono e acabei dormindo no primeiro capítulo do livro e acabei de acordar.

    Esfrego meus olhos em meio a um bocejo,eu estava com muito sono,e custaria para mim acordar amanhã para ir a aula.

    Acabo esbarrando na lata de lixo que tinha alí fazendo um barulho alto ecoar por ali.

- Merda - murmurro chutando a lata que vai parar do outro lado do beco fazendo mais barulho,reviro os olhos com minha tolice.

   Ouço passos atrás de mim e me viro assustada vendo uma silhueta alta surgir na escuridão do beco.

   - Quem é você? - Minha voz falha e eu me amaldiçoou.

   A pessoa não responde e vêm a passos longos em minha direção e eu vou dando passos pesados para trás até sair totalmente do beco.

    O homem sai da escuridão e para na minha frente,não conseguia reparar em seu rosto por conta do medo. Sim eu estava com medo,e se fosse algum estrupador ou maníaco?

    Me viro pronta para correr mas sinto sua mão segurar seu braço.

- Oque você estava fazendo aqui? - Sua voz sai baixa e rouca,um arrepio percorre meu corpo e sinto minha pernas bambear.

- Eu...eu..- gaguejo sentindo um nó em minha garganta.

- Oque fazia aqui na minha casa? - Sua voz sai ameaçadora mas baixa. Tremo por inteiro,respiro fundo e viro minha cabeça para olha-lo a luz da rua não me permitiu ver sua expressão,mas me permitiu ver seus olhos. Azuis e frios. Seu olhar penetrante cravados em meu rosto parecia que lia minha alma,e isso me deixava muito desnorteada.

  - Me desculpe.. Mas...mas essa casa esta abandonada e..

- Como esta abandonada,eu estou morando aqui - Me interrompe - Oque estava fazendo a essa hora no meu quintal?

  - Eu,eu não sabia. Juro,não sabia que o senhor estava morando aqui.. Eu,me desculpa - Gaguejo,maldição. Eu estava tremendo de medo,oque um homem desconhecido poderia fazer com uma garota completamente sozinha de madrugada em frente a sua casa?

  Ele me olha de cima a baixo e  larga meu braço com brutalidade me fazendo cair de bunda no chão.

    Eu tremia tanto que não conseguia nem respirar direito. Caralho,foi por pouco.

   Vejo a silhueta do homem sumir no beco e minutos depois um som de porta ranger do outro lado.

    Respiro aliviada e me levanto correndo desesperada até minha casa,coloco a senha do alarme e subo correndo as escada.

  Eu tremia feito uma vara verde,e assim que me jogo na cama a adrenalina de minutos atrás passa dando lugar a curiosidade.

  " Vizinho novo? Quando ele chegou aqui que eu nem fiquei sabendo? Precisa saber mais"   

"Porque não conseguia tirar seus olhos azuis e penetrantes da cabeça?"

  "Porque pensava tanto em uma pessoa que conheci a menos de meia hora?" se é que posso chamar Aquilo de "conhecer".


Notas Finais


Oque acharão? Desculpe Qualquer erro, nos vemos no próximo capítulo ❤


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