História In My Blood - Capítulo 4


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Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens Jeon Jungkook (Jungkook), Jung Hoseok (J-Hope), Kim Taehyung (V), Park Jimin (Jimin), Personagens Originais
Tags Jikook, Kookmin, Mistério
Visualizações 4
Palavras 1.460
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Lemon, Mistério, Romance e Novela, Sobrenatural, Suspense, Universo Alternativo, Violência, Yaoi (Gay)
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Demorei 6 dias pra escrever mas tá ai. Boa leitura :)

Capítulo 4 - 03


Aquela casa era bem velha e cheirava a mofo. Estava cheia de telhas de aranha nas paredes. Aquela parecia muito uma cena de filme de terror, onde a bruxa come os mocinhos. 

Nos sentamos no sofá e ficamos olhando para a velha esperando que ela dissesse algo .

— Senhora? — Eu já estava ficando impaciente.
— oh sim, vamos começar. — Aquilo me soou um tanto quanto esquisito.
— Pode falar. — Cruzei as pernas e à encarei atentamente.
— Seus pais, bom, se é que eles são mesmo seus pais — Disse mais uma vez em seu tom de deboche, eu já estava odiando aquela velha .
— Desembucha logo Tiazinha, não temos a tarde toda. — Taehyung tirou as palavras da minha boca.

Ela fez uma pausa e noa encarou com um olhar de reprovação, mas em seguida continuou.

— Os Park compraram à todos nessa cidade para que nunca mais fosse falado desse acidente. E se contar a vocês à verdade por trás de tudo vai prejudicá - los, terei muito prazer em fazer isso. — O seu olhar de ódio e rancor era tão nítido.
— Por que você os odeia tanto? — Hoseok era tão curioso quanto eu.
— Eles mataram me filho — Pude perceber uma lágrima escorrer no canto de seu olho esquerdo. Se olhar passou de ódio para o de saudade e melancolia em questão de instantes.
— Como assim? — Apesar de parecer estar falando sério, eu não conseguia acreditar, meus pais poderiam ser tudo, menos assassinos. 
— Não quero falar sobre isso. — Respondeu ríspida.
— Então não é verdade! — retruquei.
— Jimin! — Hoseok tentou me conter. — Pare com isso.
— Tudo bem. Desculpe senhora, pode continuar. — Tentei me redimir.

Ela não disse uma palavra, só ficou parada me olhando em reprovação, e em seguida prosseguiu.

— Depois do acidente eles realmente adotaram aquela criança por que aparentemente sua "mãe" — Disse mais uma vez com deboche dando ênfase a palavra mãe e fazendo as aspas com os dedos. — Não podia ter filhos.
— Como assim não podia ter filhos? EU ESTOU BEM AQUI! — Não conseguia escutar nem mais uma palavra daquela mulher — Ela estava grávida bem naquela época!

Ela parou por um instante, me encarou com um olhar de pena, e começou a rir do meu desespero.

— Está rindo de que sua velha imunda? — Taehyung estava muito irritado 
— Calma tae. — Hoseok tentou pará-lo afagando suas costas. 
— Calma nada Hoseok! Olha como essa coisa deixou o Jiminnie mal! — Ele era grosso mas se importava comigo.
— Tudo bem Tae, eu estou bem — não estava nada 
— Não! Não está nada bem Minnie.
— Lindo o drama de vocês. — a velha continuava com o deboche. — Mas você pediu respostas, e eu as dei, gostando você ou não, está é a verdade. — Disse calma e impassiva. — Sua mãe nunca esteve grávida. N U N C A. 
— Vamos embora daqui — apenas me levantei com o olhos marejados e saí de lá o mais rápido que consegui, Hoseok e Taehyung vieram atrás. 
— Tchauzinho meninos, voltem nunca mais. — Velha debochada.

      ••••••••••••••

Eu estava em prantos sendo abraçado por Hoseok. 
Eles não tinham dito nem uma palavra se quer desde que saímos daquela casa.

— Vai ficar tudo bem Minnie, nós estamos com você. — Taehyung enfim se pronunciou 
— Vocês não acreditaram naquela mulher, NÉ? — Com certeza não, eles não podiam 
— Jimin.....
— Jimin nada! Vocês acreditaram ou não!??? — me exaltei.
— Ela não teria motivos para mentir e..... — o interrompi.
— Você não escutou Taehyung??? Ela odeia meus pais! — Retruquei.
— Mas Jimin.... — Eles insistiam.
— Mas nada! Não vou ficar aqui num lugar onde desconfiam dos meus pais, logo eles, a melhor família do mundo que sempre fez de tudo pra me dar uma vida boa. Não vou adimitir isso, vocês não tem provas para acusá - los. — Não iria deixar eles desrespeitarem meus pais.
— e nem você tem provas para defende - los. — respondeu Taehyung ríspido.
— Tive uma ótima ideia! — Hoseok parecia confinante. — Assim podemos resolver tudo isso de uma vez!

Lá vem bomba.

— Que ideia Hoseok??? Desembucha logo. — Murmurei.
— Sabe o hospital onde você "nasceu"? — disse dando ênfase a palavra nasceu e fazendo aspas com os dedos. — Por que não vamos lá tirar essa história à limpo? — Ele parecia entusiasmado.
— Tá, mas como? — Taehyung o questionou.
— Bom, eu poderia dizer simples mas, não vai ser tão fácil assim. — Ele gostava do perigo.
— O que você está querendo dizer com isso? Fala logo e não enrola. — me estressei.
— Então.... — Fez uma expressão meio estranha com um sorriso meio irônico. — Vamos roubar todos os registros de nascimento daquele mês e ano. — Tive que adimitir, a ideia era boa.
— Isso é loucura, é extremamente difícil. — Taehyung recuou.
— Eu disse que a ideia era boa, não disse que seria fácil. — Ele estava impossível hoje.— Vocês topam, ou não? — Disse cruzando os braços e fazendo uma expressão ameaçadora.
— Eu ainda não entendi como vamos fazer isso, mas tanto faz. — Taehyung aceitou.
— Se isso for provar que vocês estão errados, por mim tudo bem. — concordei.
— Então vamos. — Continuava.
— Mas agora?? Já está tarde  — retruquei.
— Claro, a noite é uma criança. — Sorriu.

Então nós fomos executar aquele plano maluco.

A ideia era entrar no hospital, e quando um de nós distraia a moça da recepção, os outros dois pegavam as fichas/registros. 

       [•••••••••••]


Ao chegarmos ao hospital, notamos que a recepção estava aparentemente vazia. Oque tornava nosso trabalho ainda mais fácil, só precisávamos ser rápidos.

Do lado da bancada da recepcionista, tinha uma porta de madeira que só ficava trancada. Era lá que estavam os arquivos.

Nós precisávamos de chave para abrir a porta. Não sabíamos onde ela ficava. Mas deduzimos que estivesse em uma das muitas gavetas da bancada.

Parecia até que moleza, até percebermos que as gavetas também estavam trancadas. 

— O plano já era — resmunguei.
— Ainda não Minnie, ainda não. — Hoseok não desanimava. — Eu tenho outra ideia.

O zelador do Hospital tinha todas as cópias, de todas as chaves. Só precisávamos encontrá-lo e pegar suas chaves sem que ele percebesse.

Outro plano maluco, lá vamos nós.

Rodamos por todo aquele lugar, e nada do zelador, nem de chaves, nem de nada.

Já eram quase 22h e meus pais já estavam começando a ficar preocupados.
Não paravam de me ligar um só segundo, mas Taehyung pegou meu celular para que eu não os atendesse. Ele e Hoseok disseram que era só por "precaução".

Depois de mais alguns minutos andando em círculos, eu estava pronto para desistir e ir embora.

— Ok, já deu. Eu vou para casa. — Disse já pronto para dar meia volta e sair logo dali. Até que senti a mão de Hoseok em meus ombros me impedindo de continuar.
— Nossa salvação está bem ali. — Disse com um sorriso enorme no rosto apontando para um senhor já de idade com um molho de chaves pendurado em seu cinto.

— Como vamos pegar aquilo? — Taehyung que estava quieto até então se prenunciou. 
— Eu vou distraí-lo, e você e o Jimin tentam pegar as chaves. — Disse nos empurrando para trás de um bebedouro para que o velho não nos visse.

Hoseok ficou parado como quem não queria nada, esperando que o velho fosse até ele.

E assim aconteceu.
O velho parou com Hoseok bem ao lado de onde eu e Tae estávamos escondidos. Como ele estava distraído e de costas para nós, ele não nos viu.

Eu e Tae saímos de trás do bebedouro e ficamos parados bem atrás do zelador sem saber oque fazer. Como pegariamos aquelas chaves sem fazer barulho?

Taehyung queria só pegar de qualquer jeito e sair correndo mas, Hoseok com sua simpatia deu um jeito na situação.

Em poucos minutos ele fez amizade com o zelador que simplesmente "emprestou" as chaves para ele. 

Hoseok deu um abraço nele e disse que depois devolveria as chaves e o velho saiu. 

— Como você fez isso?? — Estávamos impressionados.
— Oque posso dizer, as pessoas gostam de mim. — Disse convencido. — Agora vamos.

Chegamos até a recepção novamente, que continuava vazia. 

Hoseok começou a testar todas aquelas chaves na porta.
Depois de testar quase todas, finalmente achamos a certa, e entramos.

— É enorme aqui, esse hospital tem uns 60 anos, devem ter nascido milhares de crianças nesse lugar. — Taehyung reclamou.

Era realmente grande aquela sala, eram muitas fichas.
Depois de mais 30min procurando, econtramos as fichas da suposta semana que eu nasci.

Comecei a ler aquilo e, nada de Park Jimin, o de registro de internação da minha mãe.

— Não nasceu nenhum menino no dia 08/04/2000, só duas gêmeas. — Disse Taehyung folheando aqueles papéis.
— Talvez nós não lemos direito, vamos procurar de novo, tem que ter alguma coisa aqui !— Comecei a me desesperar e desabei novamente.
— Sinto informar Jimin mas, já olhamos isso 3 vezes, não tem nada mesmo. — Disse Hoseok enquanto me abraçava.
— Algo de muito errado está acontecendo aqui. Mas nós vamos te ajudar a descobrir oque é. — Taehyung se aproximou. — Estamos com você. 


Notas Finais


Espero que tenham gostado. Já já o Jungkook aparece, aguardem rs.
Até a próxima <3


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