História IN MY LIFE - Em minha vida (Malec) - Capítulo 18


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Categorias As Crônicas de Bane, Os Instrumentos Mortais, Shadowhunters
Personagens Alexander "Alec" Lightwood, Magnus Bane, Max Michael Lightwood-Bane
Tags Alec Lightwood, Magnus Bane, Malec, Shadowhunters
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Palavras 2.372
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Crossover, Drama (Tragédia), Lemon, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Yaoi (Gay)
Avisos: Bissexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Spoilers, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Segue o primeiro Bônus, espero que vocês gostem.

Esse bônus conta um pouco do cotidiano da família e trás a tona alguns esclarecimentos do passado.

Boa leitura!!!

Bjs ♥♥♥♥♥♥

Capítulo 18 - Família Bane (Bônus 1)


Fanfic / Fanfiction IN MY LIFE - Em minha vida (Malec) - Capítulo 18 - Família Bane (Bônus 1)

Bônus 1 • Família Bane  

 

(5 anos depois)

 

Alec já era um médico formado. Ele trabalhava no mesmo hospital que Catarina, que se mudou de Londres para Nova York com seu marido Ragnor Fell, um ano após a renovação de votos de Magnus e Alec. 

Eles trabalham no Hospital Geral de Nova York, onde Alec é residente em pediatria e Catarina é obstetra. Ambos amam o que fazem e estão pensando em futuramente abrirem juntos uma clínica especializada no atendimento de grávidas e crianças.

 

*** 

 

Magnus desde que Alec e Max cruzaram seu caminho, passou a trabalhar bem menos. Antes ele enfiava a cara no trabalho para tentar aplacar a solidão que sentia. Mas desde que eles apareceram e principalmente depois que Raphe entrou na vida deles, Magnus passou a trabalhar a maior parte do tempo de casa, indo ao escritório somente 3 vezes por semana, apenas por algumas horas. Pois assim, ele poderia aproveitar melhor seus filhos e seu lindo e sexy marido quando ele chegasse, inicialmente da faculdade e agora do trabalho.  

Magnus havia contratado Lydia para auxiliá-los com a casa e com as crianças e elas a adoravam, pois a mesma era muito atenciosa e carinhosa com elas.

  Max agora estava com 13 anos e Raphe com 10 anos. Eles eram meninos incríveis, eram bons alunos, eram educados e muito carinhosos com os pais e entre si. Eram verdadeiros melhores amigos, faziam tudo juntos mesmo com a diferença de idade. Eles defendiam um ao outro com unhas e dentes. Max e Raphe também eram muito apegados com Will, James, Catarina, Ragnor, Lydia e principalmente Gabriel e Tessa, para eles essas pessoas também faziam parte de sua família.

Raphe amava Tessa e sabia que ela também o amava, mas os dois tinham noção de que ainda eram muito novos para lidar com esse tipo de sentimento. Então, eles resolveram juntos, que esperariam até ficarem um pouco mais velhos e estarem prontos para viver esse amor que sentiam um pelo outro. Eles tinham certeza de que o futuro deles era ficar juntos e por isso não havia motivo para terem pressa.  

Max nutria um grande amor por Gabriel, mas não deixava transparecer o que realmente sentia, pois tinha medo de perder a amizade dele. Ele fazia questão de deixar claro para o amigo o quanto ele preservava e valorizava a amizade deles. Ele podia aprender a viver tendo Gabe, (apelido que Max o deu assim que se conheceram, apenas Max podia chamá-lo assim) somente como amigo. Mas não resistiria não tendo Gabe em sua vida. Mesmo tendo apenas treze anos, Max era muito maduro e sabia que uma hora teria que lhe dar com os seus sentimentos por Gabe, mas por hora ele o deixaria guardado em um cantinho de seu coração e nutriria apenas a amizade entre eles.

 

***

 

Hoje Max e Raphe haviam ido passar a tarde na casa de Will e James, pois Max e Gabe tinham um trabalho escolar para fazer. 

Tessa e Raphe, depois de fazerem a lição de casa, passaram a tarde assistindo o filme "Meu primeiro amor", pois Tessa adorava filmes antigos, melosos e românticos. Raphe os detestava, mas os assistia somente para deixá-la feliz, pois ele adorava vê-la suspirando e sorrindo emocionada quando o casal terminava junto. Porém o final desse filme surpreendeu aos dois, quando o menino morreu Tessa não aguentou e chorou no ombro de Raphe, que a abraçou para consolá-la. Naquele momento ele teve certeza de que ele sempre estaria lá para ela, sempre que ela precisasse dele, fosse para rir ou para chorar, ele estaria lá. Tal pensando o fez sorrir satisfeito, fato que não passou desapercebido por Tessa. Mas ela não falou nada, apenas aproveitou o abraço carinhoso do até então amigo.

 Max e Gabe passaram horas fazendo o trabalho e quando terminaram se jogaram na cama, ficando por longos minutos em silêncio, apenas aproveitando a companhia um do outro. De repente Gabe se mexeu e a sua mão acidentalmente caiu sobre a de Raphe. Ambos se surpreenderam com o toque repentino e congelaram um perdido nos olhos do outro. Depois de alguns minutos preso naquele universo paralelo somente deles, Max levantou da cama completamente tonto. Gabe percebendo o jeito desconcertado que o amigo havia ficado, achou que Max não gostasse dele de outra forma que não fosse como um amigo e tratou de se desculpar imediatamente. Ficando completamente sem graça.

- Me desculpe, Max. Eu...

 Raphe completamente perdido nas sensações que aquele simples toque havia lhe causado, falou a primeira coisa que lhe veio a cabeça. 

- T-udo bem Gabe. Não... não tem problema nenhum um amigo pegar na mão do outro.

E com aquelas palavras Gabe teve certeza de que Max jamais o veria de outra forma que não como seu melhor amigo. Então, chegou a precipitada conclusão de que o melhor a fazer era enterrar no fundo do seu coração aquele sentimento. Um sentimento que ia muito além da amizade. Tentando mudar de assunto, Gabe perguntou a Max a primeira coisa que veio a sua cabeça, mas que na verdade era uma coisa que ele sempre teve curiosidade em saber, mas que por algum motivo nunca havia perguntando a Max. 

- Onde você e o tio Alec moravam antes dele se casar com o tio Magnus? - Max pareceu pensativo por um momento, mas depois resolveu que contaria a verdade, pois tinha certeza que o "seu" Gabe jamais o julgaria e que nada mudaria entre eles. 

Ao terminar de contar a triste história do seu passado para Gabe, Max percebeu que o amigo estava totalmente atônito e ficou com medo de que algo pudesse mudar entre eles. Por isso tratou de perguntar. 

- O meu passado como morador de rua, muda algo na nossa amizade? 

-Claro que não - Gabe falou acariciando o rosto de Max que tremeu com o toque quente do amigo. Não demorou meio segundo para que Gabe se lembrasse de que Max o quer apenas e exclusivamente como amigo e então ele cessou o carinho e terminou de falar - Nós somos melhores amigos e isso nunca vai mudar, nós sempre seremos amigos. Sua amizade é muito importante pra mim - Ouvir tais palavras fizeram o coração de Max doer, assim como o coração de Gabe estava doendo ao proferi-las. Tudo que os dois precisavam era da verdade. Porém nenhum dos dois estava disposto a encará-la com medo de perderem o que tinham, mesmo havendo uma chance real de ganharem muito mais. 

 

*** 

 

Magnus havia ido buscar as crianças na casa de Will e agora os três seguiam para casa. Raphe estava sentado no banco de trás com os fones de ouvido completamente perdido em seus pensamentos. Porém Max, que estava sentado no banco da frente estava visivelmente ansioso, ele apertava as próprias mãos, exatamente como Alec fazia quando estava nervoso com alguma coisa. Tal fato não passou desapercebido pelo pai atento que Magnus era.

- O que houve filho? Porque você está nervoso? Aconteceu algo entre você o Gabriel? - Magnus e Alec, assim como Will e James já haviam percebido que rolava um sentimento além da amizade entre os filhos. Tanto no caso de Raphe e Tessa, mas principalmente entre Max e Gabriel, uma vez que eles já estavam entrando na adolescência e nessa fase os hormônios deixam tudo muito mais aflorado e incontrolável.  

- É que... 

- Fala meu filho, você sabe que entre nossa família não há segredos e que eu e seu pai Alec sempre estaremos aqui para o que você precisar. 

- Pai... Hoje o Gabe me perguntou onde eu e o papai Alec moravamos antes dele casar com você e.... eu contei a verdade para ele.... eu contei que a gente morava na rua. - Magnus se surpreendeu com esse assunto voltando a tona novamente, porém tratou de tranquilizar o filho. 

- Meu querido, não tem problema nenhum nisso... - Max abriu um sorriso aliviado - Quando eu e seu pai Alec decidimos omitir o passado de vocês, tanto na sua escola, quanto no meu trabalho é até mesmo na faculdade do seu pai, foi para que vocês não sofressem nenhum tipo de discriminação ou preconceito. Por isso criamos aquela história de que vocês haviam acabado de se mudar para a cidade, vindos do interior, que eu conheci vocês ao atropelar acidentalmente o Alec e que nós nos apaixonamos a primeira vista, assim como eu passei a te amar como um pai no primeiro momento que eu convivi com você. Pra falar a verdade, a parte do atropelamento e do que eu senti pelo seu pai e por você nunca foi mentira. Podemos dizer que nós fizemos uma pequena alteração na verdade para torná-la mais bem vista aos olhos da sociedade e principalmente para proteger vocês. Mas tanto o tio Will quanto o tio James sabem da verdade. Assim como a tia Cat e o tio Ragnor. Não vejo problema nenhum em você ter contato pro Gabriel. Afinal, você confia nele, não é? 

- Sim pai, eu tenho certeza que o Gabe jamais contará isso para ninguém. Ele falou que a nossa amizade é muito importante pra ele e que nós sempre seremos amigos. - Magnus pode notar tanto uma satisfação, quanto um pesar na voz do filho ao repetir as palavras de Gabriel. Ele ia falar algo, mas se lembrou de que ele, Alec, Will e James chegaram a conclusão de que era melhor as crianças, agora já adolescentes, descobrirem os próprios sentimentos sozinhos, de forma natural e gradativa e se fosse da vontade deles ficarem juntos, todos apoiariam.

 

***

 

(5 dias depois) 

 

Alec, Magnus e as crianças estavam assistindo um filme e comendo pipoca. Era assim a rotina deles toda quarta-feira. Não importa o que acontecia durante o dia, a noite sempre terminava com filme, pipoca, refrigerante, muitas gargalhadas, mas acima de tudo muito amor. 

Alec achava aquele momento em família perfeito e insubstituível e não abria mão dele, mesmo estando exausto por ter acabado de chegar de um plantão duplo na emergência pediátrica do Hospital Geral de Nova York. Ele sabia que um bom banho e muitos beijos daquelas duas ferinhas e de seu marido, acabariam com qualquer cansaço ou indisposição que ele estivesse sentindo. O amor deles era tudo que Alec precisava para se sentir revigorado e pronto pra outro plantão igualmente desgastante. Por mais que os plantões fossem muito cansativos e as vezes emocionalmente desgastantes, Alec estava muito feliz, pois se tornar um médico pediatra sempre foi seu sonho e agora esse sonho havia se tornado realidade. Unindo sua realização profissional ao amor que sentia por aqueles três lindos homens que estavam jogados com ele no sofá, Alec se sentia o cara mais realizado e sortudo do planeta e agradecia todos os dias a Deus por tê-los ao seu lado.

 Alec foi retirado de seus pensamentos ao ouvir Magnus falar. 

- Meu amor, acho que as crianças dormiram. Que tal nos colocarmos eles na cama e depois tomarmos uma taça de vinho antes deitar?

- Eu acho essa idéia perfeita, Mags.

- Então tá. Eu levo o Raphe e o você leva o Max. - Alec sorriu, pois sabia que Magnus preferia carregar Raphe pelo simples fato dele ser 5 quilos mais leve que Max. 

 

***

 

Magnus e Alec foram deitar depois de tomarem 2 taças de vinho de cada. Eles deitaram na cama abraçados para assistirem um pouco de TV, porém não demorou muito para que esquecessem da Tv e iniciassem uma ardente sessão de beijos. Porém essa sessão foi interrompida quando eles ouviram uma notícia no telejornal da CNN.

 

 

*** Noticiário CNN ***

 

Repórter: O avião do empresário Valentin Morgenstern caiu a poucas horas. A aeronave do modelo ATR-72 partiu do Aeroporto de Gatwick em Londres e seguia para o aeroporto internacional de Houston. De acordo com a Scotland Yard (polícia de Londres), o empresário estava fugindo do país, pois um mandado de prisão havia sido expedido para ele e para seus capangas. Valentin estava sendo investigado por pagamento de propina, fraudes de diversos tipos, lavagem de dinheiro e por ser o mandante de diversos crimes nos últimos anos. A aeronave tinha capacidade para 78 pessoas, mas transportava apenas 39, o próprio empresário Valentin, sua esposa Jocelyn, sua filha Clarissa e 30 capangas de confiança. O avião caiu em uma fazenda nos arredores da cidade de Williamsburg, no Estado de Virgínia e explodiu assim que entrou em o contato com o solo. Não deixando nenhum sobrevivente. Os restos mortais dos passageiros, assim como a caixa preta da aeronave serão levadas para Londres. As polícias Americana e Londrina trabalharão em parceria para descobrir o que causou o acidente.  

Os demais capangas de Valentin que permaneceram em Londres foram presos e serão levados a julgamento por diversos crimes. A pena total poderá variar de 67 até 150 anos de prisão em regime fechado, podendo chegar em alguns casos a prisão perpétua. 

 

*** Fim da Reportagem ***

 

Alec olhava totalmente atônito para Magnus, ele não podia acreditar no que acabara de ouvir. Os monstros que mataram sua família estavam mortos ou presos, Alec finalmente estava livre daqueles fantasmas que o assombraram durante tantos anos. Finalmente a justiça havia sido feita. Não só há justiça dos homens, mas principalmente a justiça divina. 

 Lágrimas de alívio escorriam pelos lindos olhos azuis e Magnus imagiando o turbilhão de emoções que Alec estava sentindo, o abraçou de forma doce e extremamente protetora. 

- Nós estamos livres daquele monstro, Mags. 

- Estão sim meu amor, você e o Max não precisam mais se esconder e nós poderemos visitar Londres quando quisermos. Você poderá visitar novamente o túmulo do seus pais e dos seus irmãos. - Alec ainda aos prantos, balançou a cabeça confirmando, continuando com a mesma escondida na curva do pescoço de Magnus.

- E- eu a-ainda n-não...- Alec respirou fundo antes de continuar- não consigo acreditar que eu e Max estamos realmente livres daquele fantasma.

- Vocês estão livres, meu amor. Como dizia minha mãe adotiva, a justiça divina tarda mais não falha. - Os dois sorriram e resolveram comemorar juntos da melhor forma que sabiam, se amando louca e intensamente. A noite foi curta para tanta comemoração e principalmente para tanto amor.

 

 


Notas Finais


Espero que vocês tenham gostado.

O próximo bônus será sobre o niver de 13 anos do Raphe que será comemorado na Disney. Teremos um novo relacionamento pintando no próximo capítulo bônus. Não percam!!!

Faltam apenas mais 3 bônus para essa fic chegar ao fim... Já estou com saudades!!!

Desculpe se passou algum erro.


Obrigada e beijos

♥♥♥♥♥♥♥♥♥♥♥


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