História In My Life - Capítulo 5


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Categorias The Beatles
Personagens George Harrison, John Lennon, Paul McCartney, Personagens Originais, Ringo Starr
Tags The Beatles
Visualizações 5
Palavras 888
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Colegial, Crossover, Ficção, Musical (Songfic), Romance e Novela, Violência
Avisos: Adultério, Álcool, Drogas, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Suicídio, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Capítulo 5 - Living with besouros - Part II


Fanfic / Fanfiction In My Life - Capítulo 5 - Living with besouros - Part II

Pattie: Sim. São eles. - Falou paralisada. Não reagia. Não se expressava. Já eu, me escondi atrás dela por vergonha de ter dito aquilo e de estar com eles.

Ringo: Desculpem pelo susto. Não era a intenção. - Reparei o jeito dele. Que coisa mais fofa. - Acabamos de sair da festa e estávamos procurando vocês. 

Pattie: Para que exatamente?

John: Para nosconhecermos melhor. Conversando e assistindo filme. Com pipoca e refri. 

Eu: Eu me sirvo com cerveja. - Sussurrei, fazendo com que eles olhassem assustados.

Pattie: Como assim, Janet? - Sussurrou de volta. 

Eu: Não bebo muito, só quatro copos por semana. Mas no ano passado não. Era todo dia. E fumava muito também. 

Pattie: Ok então. 

Brian: Então, vamos logo, senão chegaremos atrasados.

Ringo: Só tem um probleminha. No banco de trás só cabe 3 pessoas. Então vocês sentarão no colo de alguém. 

John: Mariana vem comigo. - Arregalei meus olhos. 

George: A Pattie pode ir com o Paul.

Paul: Pode ser. - Finalmente falou. Ele parecia não ligar pelo fato da Pattie ir com ele. Mas devia ver como ele ficou quando John me chamou...

George sentou no meio e John sentou do seu lado. Em seguida sentei em seu colo. No outro lado foi a mesma coisa com Paul e Pattie. Eu fiquei com muito ciúmes, não vou mentir. Mas eu queria fazer pior. E eu vou fazer pior. 

John passou seus braços em minha cintura, pra me segurar. Paul viu esse gesto e fez a mesma coisa com Pattie. George não fazia nada. Ficou focado no trânsito, fingindo que nada tivesse acontecendo. 

Chegamos na EMI Records  (quer dizer, voltamos). Fomos até o estúdio que estávamos de tarde.

John: Vocês, provavelmente, já estavam aqui. Então não tem nada pra mostrar de novo aqui. - George sussurrou no ouvido do John, que concordou - Pattie e Mariana.

Eu: Janet. - Falei tipo "corrigindo" Ele. 

John: Ok. Pattie e Janet, temos uma música que queremos mostrar a vocês. E queremos a aprovação de vocês. 

Pattie: Ok, podem cantar. 

Sentamos em uma caixa de som. Eles foram até seus instrumentos. 

I give her all my love, 

That's all I do; 

And if you saw my love 

You'd love her too, 

I love her.

Paul começou a cantar. John estava tocando violão e Ringo em um tambor pequeno. Pattie estava sorrindo olhando para o George. E eu, para Paul. Encarando até demais.

She gives me everything, 

And tenderly; 

The kiss my lover brings 

She brings to me, 

And I love her.

Enquanto eu o encarava, ele me encarou de volta. Olhou bem no fundo dos meus olhos. Quando me dei conta de que ele estava me encarando, passei a encarar Ringo, que me olhou e deu aquele sorriso fofo de criança de 4 anos que só ele sabe dar.

A love like ours 

Could never die 

As long as I 

have you near me.

Eu e Pat começamos a balançar a cabeça no ritmo da música. Era linda, românica e contagiante digamos assim. Falava sobre um amor tão lindo e fiel. Gosto desse tipo de música.

Bright are the stars that shine, 

Dark is the sky; 

I know this love of mine 

Will never die, 

And I love her.

Tentei espionar olhando pelo canto do olho e o vi. Paul ainda me encarava. Não conseguia dizer o que se passava em seus olhos. Só uma coisa sabia: tristeza. Eu já tive esse olhar quando eu fui expulsa da casa do Kurt. Ele também me olhava assim. Fazia 5 anos que não nos vemos mais. Enfim, ele me olhava com 50% de tristeza e os outros 50% não consegui dessifrar, só via aquele olhar de casal apaixonado se encarando em filmes de romance. Mas comigo, nunca. Eles terminaram de tocar e aplaudimos.

Pattie: Que música linda! Parabéns!

Paul: Obrigado. - Sorriu tímido. Que tá rolando aqui? 

John: Pois é. O Paul compôs essa música. A inspiração para ele foi a...

Brian: Então meninas e meninos - nem reparei que ele estava aqui também - Vamos logo assistir e se conhecer melhor?

Eu: Pode ser. - Dei de ombros. 

Quebra de tempo...


Estavamos assistindo um filme do Charlie Chaplin, completamente engraçado. Deixaram eu beber cerveja. Só quatro copos, e fumar só um cigarro. Como não sou trouxa nem nada, bebi e fumei mais escondido. 

Eu conheci melhor os meninos. O John é um pouco safado (deu até em cima de mim, ele tava bêbado) e muito sarcástico, digo, sarcástico mesmo. Só que muito brincalhão. George é um pouco fechado. Não falava muito. Mas também entrava na brincadeira, deixando mais engraçada a noite. Ringo era tipo o descolado do colegial. Se achava um máximo  (e ele é) e super zoeiro. Mas se importa com todo mundo. Todo mundo mesmo. Já o Paul, não sei muita coisa. Só sei que todas as meninas do colégio dele ficava em seus pés. Nem preciso falar o porque né? Ele até que fazia caretas, só pra zoar com os meninos. E sem contar que ele até que é vaidoso. As vezes chamavam ele de gay. Só ria da situação. 

Já era 4h30min da manhã. Estavamos completamente alterados por causa da cerveja. Não dava pra eu voltar assim. Então dormi na casa da Pattie. Preciso de uma ótima desculpa pra freira Marta e Pipper amanhã. E tomara que não me de ressaca daquelas também. Já que amanhã tenho prova de história. Preciso de nota dessa matéria.



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