História In My Weakest (Sterek) - Capítulo 1


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Categorias Dylan O'Brien, Teen Wolf, Tyler Hoechlin
Personagens Alan Deaton, Allison Argent, Breaden, Decaulion, Derek Hale, Dylan O'Brien, Enis, Erica Reyes, Isaac Lahey, Jackson Whittemore, Laura Hale, Lydia Martin, Personagens Originais, Scott McCall, Stiles Stilinski, Tyler Hoechlin, Vernon Boyd
Tags Derek Hale, Dylan O'brien, Sterek, Stiles Stilinski, Tyler Hoechlin
Visualizações 908
Palavras 3.037
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Crossover, Lemon, LGBT, Romance e Novela, Sobrenatural, Universo Alternativo, Violência, Yaoi (Gay)
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Gravidez Masculina (MPreg), Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Intersexualidade (G!P), Nudez, Sexo, Spoilers, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Derek não será como o Sr. Grey. Se é isso que você procura, sugiro que pesquise por Shades of Cool.
Essa idéia estava nublando meus pensamentos enquanto eu escrevia outras estórias, então resolvi fazê-la de uma vez.
Se gostar, favorite e comente. Thx baby.
Peace.

Capítulo 1 - Financial Administrator.


O mundo fundamentalmente era dividido em três categorias, Alfas, betas e ômegas. Alfas eram naturalmente lideres e fortes mesmo antes de alcançarem a puberdade, quando normalmente apresentavam seus ferormônios e características marcantes, já se podia dizer de cara o que seriam, pois Alfas mais velhos sentiam na pele o que era tentar doma-los enquanto betas falhavam miseravelmente. Sempre mandões, de presenças notáveis, donos de si; da verdade e da razão, não somente seus rostos e postura diziam quem eram ou o que eram capazes, quanto também suas essências lúbricas dominantes. Stiles costumava dizer que cheiravam como madeira, musgo, suor e prepotência. Em sua maioria homens de cara amarrada e músculos voluptuosos, bem-sucedidos e arrogantes, Alfas literalmente dominavam o mundo, pois 90% dos milionários, políticos e magnatas eram Alfas e se toda a questão biológica não fizesse todo o resto abaixar suas cabeças e prostra seus pescoços como vadias, o dinheiro faria. Com relação á suas índoles... Há quem diga que essas criaturas naturalmente aterrorizantes não tinham coração e apenas pensavam com seus nós, já para Stiles, ele não ia tão longe... Porque se ele não estava hoje preso em casa usando avental esperando um Alfa enterrar-se até as bolas nele, era porque alguém anos atrás intercedeu por seus semelhantes ao revoltar-se com o sofrimento e desigualdade vividos por seus antepassados.

A maioria da população era beta, não possuíam papel direto na hierarquia arcaica e selvagem imposta pela sociedade, poderiam se envolver com quem bem entendessem e ser o que desejassem. Ocupavam as vagas de mão de obra partindo de empregados á chefes, porém sempre estariam abaixo dos maiorais. Eram comuns, normais como Stiles sonhava ser, como ele fingia ser.

Ômegas.

Ômegas eram cadelas parideiras, não, quem estou tentando enganar? Cadelas parideiras eram bem cuidadas, ômegas eram usados, abusados e agradeciam por isso, pois existiam pelo único propósito de reproduzir e trazer ao mundo mais seres presunçosos e insolentes. Existiam pequenas e raras exceções onde eram tratados como pessoas, mas no geral o mundo estava errado e Stiles já tinha resolvido que nada realmente fazia sentido algum, se Alfas vinham de ômegas, não deveriam os ômegas receber um pingo de reconhecimento, além de porra na cara e desdém? Alfas frequentemente brigavam literalmente até a morte para levar o ômega para casa... Para simplesmente trata-los como objetos sexuais e máquinas de fazer bebês. Stiles dizia para si mesmo que ele não precisaria de um trono rosa, talheres de ouro, um marido fiel ou se quer um marido, o que ele queria era ter controle sobre seu útero e sua vida para variar. Ou ao menos a escolha de cuspir ou engolir.

“Está tentando dominar o mundo, buddy?”, Scott, seu amigo Alfa o disse sarcástico se referindo as horas extras não remuneradas que ele estava fazendo ultimamente. “Boa noite, moron. Até amanhã”.

“Não esqueça meu frapo amanhã, bitch”. Scott se foi e mais uma vez, Stiles era o único no escritório. Apenas a luz do monitor e a luminária pequena fazendo a escuridão das 08pm menor. Stiles riu para si imaginando um ômega na presidência da Hale Enterprise... Além de ser algo impossível, provavelmente causaria algum desastre apocalíptico no ego da grande massa. Seus dedos moviam-se tão rápido quanto sua mente enquanto montava relatórios detalhando os prós e contras da associação com a Decaulion Ltda.

“O expediente acabou horas atrás”, uma voz veio de trás dele e ele pulou da cadeira quase perdendo o equilíbrio.

“Jesu—Sr. Hale. No que posso ser útil, Sr.?”

“O que você ainda está fazendo aqui...?”

“Stiles Stilinski, assistente contábil”.

“Certo. O que está fazendo depois do expediente, tão tarde da noite?”

“Preciso entregar esses relatórios amanhã, Sr. E não tenho acesso ao sistema de fora dos servidores internos”. Stiles olhando para o rosto de seu chefe, quer dizer, chefe do chefe de seu chefe. Estava escuro, mas seus olhos verdes sobressaiam à escuridão.

Derek pegou parte do relatório feito, “Mandei Whittemore pessoalmente estudar e elaborar gráficos sobre a viabilidade dessas propostas. Por que você quem está fazendo?”

“Estou apenas cumprindo ordens, Sr.”

“Hm”, Derek folheou as páginas, “Sua analise primária foi inconclusiva. Por quê?”

Stiles limpou a garganta, “Porque há duas possíveis conclusões e nenhuma delas é promissora”.

“Como?”

“A proposta é viável apenas para os primeiros seis meses da coligação”.

“Continue”, Derek sinalizou.

Stiles lhe entregou duas folhas aparte contendo gráficos, “Esse gráfico é dos seis primeiros meses dos últimos cinco anos. Observe que há uma queda em média de 44% nas ações, mas consequentemente no sétimo mês há um crescimento de 58% e nos demais meses há um decrescimento de 24% sobre o sétimo mês. Com a coligação de acordo com os algoritmos, haveria uma queda apenas de 23% e o Sr. pode achar que é uma boa, pois deixaríamos de perder 21%, totalizando algo em torno de 37mi. No entanto, no sétimo mês perderíamos o mesmo valor de acordo com as cláusulas contratuais, pois Decaulian Ltda. resgataria seu investimento inicial parcial contando com a alta das ações. E o restante ficaria investido até o próximo semestre, onde em cada ano de junção o valor de resgate deles seria somado ao restante”, Derek tinha a expressão de confusão, “Imagine que eu lhe emprestei $10 e o Sr. apenas me pagará seis meses depois, porém correrá juros a cada mês. Totalizando assim, algo como $20. O senhor me paga apenas a metade, sendo assim, ainda me deve $10. Porém, no próximo semestre te emprestarei mais $10. Agora o senhor já me deve $20 e logo me deverá $40. E assim consecutivamente. E o principal, desde o começo o senhor precisava de $30, não só $10. Ou seja, o senhor continua devendo e decaindo, porém apenas me dando lucro e fazendo ainda mais dividas. A coligação é perfeita para Decaulion, ganho acima de ganhos, mas para a HE é apenas secar-se com a toalha molhada”.

Derek sinalizou olhando entre os gráficos e seu funcionário, “Você disse que havia duas conclusões, qual é a outra?”

“Se o Sr. decidir seguir em frente com a coligação, mas dividir pela metade os recursos terceirizados, a queda anularia o investimento principal, pois a queda seria ainda maior porque além de perder o que já perdemos mensalmente, o valor investido por Decaulion seria contabilizado também, sendo assim, a queda não seria somente de 44% nos primeiros meses, mas sim, de 54,5%. Fora menos quase 19mi no sétimo mês”.

“Qual é a conclusão do seu relatório, Stilinski?”. Derek perguntou de uma vez e Stiles sentiu suas pernas tremerem quando ele falou seu nome.

Respirou fundo, “O Sr. não deveria realizar essa coligação. Seria como dar a HE nas mãos deles. Com a gestão atual dificilmente conseguiríamos pagar nossas dividas e eles poderiam pedir legalmente a empresa como pagamento. Estamos falando de milhões Sr. Hale e por mais que essa seja a maior rede da américa, decisões erradas poderão deixar 50 mil funcionários sem ter como pagar a hipoteca”.

Derek organizou as folhas. “O que ainda falta fazer?”

“Normatizar e imprimir as cópias”.

“Pode ir para casa, Stilinski. Deixe comigo”.

Stiles o encarou rapidamente antes de desviar os olhos, “Esse é meu trabalho, Sr.”.

“Seu trabalho também é me obedecer. Vá para casa e tendo em vista que trabalhou até agora. Pode entrar ás 10a.m amanhã. Obrigado”.

“Como queira, Sr. Hale. Boa noite, Sr.”. Stiles pegou sua bolsa e foi em direção ao estacionamento sem realmente acreditar no que tinha acabado de acontecer. Sr. Hale nunca tinha ido até aquele andar onde os reles mortais gastavam seus rabos para fazer os dólares entrarem no bolso dele. O mais próximo que Stiles pessoalmente tinha chegado do homem, fora em uma ocasião única onde usou o elevador junto com ele quando os elevadores de serviços estavam em manutenção e as escadas interditadas, tornando os elevadores principais destinados às pessoas ocupando o topo da cadeia a única maneira de conectar o térreo com o nono andar. Stiles manteve seus olhos encarando seus pés o tempo inteiro até seu andar ser anunciado pela gravação. Ninguém, nem mesmo Stiles era idiota o bastante para encara-lo, esse gesto poderia ser interpretado de várias maneiras e uma delas era o desafio. Um beta desafiaria um Alfa somente se sentisse amor platônico pela morte.

Stiles chegou em casa direto para o banho procurando relaxamento, mas olhos verdes o fitando minuciosamente perseguiam seus pensamentos. Derek Hale era de tirar o fôlego. 6’ 0”, ombros largos, pernas torneadas e braços definidos ficavam evidentes através dos ternos de alta costura. Seu cheiro anunciava sua virilidade e contundência. Barba por fazer e cabelos perfeitamente penteados eram sua marca juntamente com seu olhar e competência. Derek Hale transformou a pequena empresa herdada de sua moribunda família na maior multinacional dos 50 estados sozinho. Tudo que ele tocava virava ouro e logo prosperava, poderia comprar a Apple algumas vezes e não faria cócegas em suas finanças. Conhecido também como o solteiro mais desejado de 2018 pelas revistas Vogue Men e Rolling Stones, recém-separado de sua namorada, Braeden Tandy, uma modelo beta no auge de sua carreira.

Stiles era um grande fã. Assistiu a todas as palestras ministradas pelo magnata e o aplaudia de pé quando Derek acabava educadamente com vários concorrentes em debates. O homem era um gênio. Não porque fez várias faculdades ou porque tinha o Q.I acima de muitos, mas sim, porque ele tinha o feeling. Ele simplesmente trazia para si os melhores e Stiles se sentia orgulhoso de pensar que fazia parte deles, mesmo que em um dos mais baixos escalões.

Enrolado em sua toalha, Stiles resolveu pular o jantar e ir para cama, o sono não veio até o amanhecer porque Derek Hale aparecia todas as vezes que suas pálpebras se fechavam. O despertador tocou avisando que era hora de encarar mais um dia, porém após tatear e desliga-lo, Stiles voltou a dormir tentando retomar para o exato momento em que Sr. Hale era apenas Derek para ele.

08:30a.m, Stiles bebia seu café contemplando que talvez um litro de café fosse demais para um individuo. Uma torrada integral e uma maça foram sua escolha para o dejejum porque ele podia sentir dobras se formarem quando se sentava. Levou quase uma hora para chegar até seu trabalho, ele cumprimentou todo mundo como sempre fez desde o primeiro dia, há três anos. Bateu seu cartão usando sua digital e se direcionou para sua sala, onde encontrou Scott andando de um lado para o outro visivelmente nervoso. “Onde você estava?! Você está quase três horas atrasado. Enfim, isso não importa agora. Sharon ligou dizendo que a presidência solicita a sua presença imediatamente. O que você fez, bro? Eu disse que você chegaria a presidência, mas não dessa maneira”.

Stiles respirou fundo antes de beber seus comprimidos rapidamente. Seus conhecidos pensavam ser medicação por causa do TDAH, mas na verdade, eram supressores e bloqueadores de odores, ninguém mais precisava saber que ele era uma vadia. “Não fiz nada, Scott! Apenas—Oh meu Deus, você acha que ele vai me demitir? Eu sabia que deveria ter ficado quieto e deixado Jackson apenas levar o crédito por todo meu trabalho”.

Scott assentiu esgotado, “Seja lá o que for, você precisa ir agora”. Stiles engoliu a seco ao entrar no elevador e pressionar o botão 20. “Deus te proteja, buddy”. As portas se fecharam.

Stiles andou até a recepcionista depois de admirar o lugar. Tudo branco e limpo, tão limpo que Stiles podia ver seu próprio reflexo no chão. Não que o resto do edifício não fosse impecável, mas lá Stiles tinha certeza que seria seguro lamber o chão. “O-olá, mandaram me chamar?”

A negra dos cabelos dourados o olhou sorrindo cordialmente, “Sr. Stilinski?”, ele assentiu, “Por favor, me acompanhe”. Ele o fez até chegarem á uma grande porta preta e ela sinalizar para as cadeiras do lado oposto. “Aguarde aqui”. Stiles preferiu ficar de pé, não confiando que suas pernas funcionariam quando precisasse se levantar.

A porta se abriu e Derek Hale apareceu usando um terno azul marinho, camisa branca e gravata preta. “Bom dia, Sr. Stilinski. Estávamos à sua espera”. Ele ofereceu sua mão para o cumprimento.

“Bom dia, Sr. Hale”. Stiles disse ao aceitar.

“Entre”. Ele se afastou da porta o suficiente para Stiles passar. Stiles entrou. “Fique a vontade”. Muitos rostos familiares o encaravam se perguntando o que um assistente estaria fazendo ali. “Agora podemos dar inicio ao conselho”.

Jackson fazia um buraco nas costas de Stiles quando Derek o chamou. “Whittemore nos mostrará sua análise”.

O mesmo se levantou desconcertado até onde um painel se posicionava. Desastradamente explicava o porquê à junção era viável sobre os mesmos gráficos que Stiles tinha preparado. Ignorando as perdas e exaltando as probabilidades infundadas de ganhos. Derek fez algumas perguntas pertinentes, “Baseado em que dados você montou essa interpretação, Whittemore. E principalmente de quem é essa apresentação?”

“Minha”.

Derek negou calmamente, “Como você pode ter feito algo e não saber lê-los?”, virou-se para Stiles, “Sr. Stilinski, por favor, baseado em que dados montou essa amostra?”

“Baseado nos últimos cinco anos”.

“A leitura dele está correta?”

“Não, Sr.”.

“Pode nos dizer o que de fato está explícito nesses documentos e algoritmos de previsão?”

Stiles levantou-se de onde tinha se sentado, próximo á alguns acionistas minoritários. “Nos últimos anos houve (...)”, explicou a mesma coisa que já tinha exemplificado para Derek na noite anterior.

“Sua conclusão é?”

“A coligação não é satisfatória para a Hale Enterprise”.

“Pois bem, quem é a favor da coligação, por favor, levante a mão”. Decaulion, Jackson e mais duas pessoas levantaram a mão. “Quem não é a favor da coligação entre a Hale Enterprise e Decaulion Ltda, levante a mão”. Os demais levantaram a mão. “Pois bem, não haverá coligação”.

“Você não pode basear sua escolha na opinião de um assistente junior, Derek”. Decaulion disse amargo, “Estamos estendendo a mão à você e você está ignorando”.

“Stilinski se formou em administração financeira em Harvard com honras da instituição. Primeiro da turma e foi contratado por recomendação do próprio presidente da faculdade. Levantamentos de dados e análise qualquer um pode fazer e qualquer um pode ver que essa aliança beneficiaria apenas o seu lado. Agradeço a sua oferta, mas pode recolher sua mão”. Direcionou-se aos demais, “Entrei nessa sala com a minha decisão tomada, detenho 88% das ações me fazendo assim, sócio majoritário, apenas tornei isso democrático por empatia e demonstração de boa vontade e inclusão, pois minha empresa, meu nome, minhas regras, minhas escolhas. A reunião está encerrada, estão todos dispensados para voltarem ao seus postos, menos Stilinski e Whittemore”.

Decaulion e seus companheiros se foram irritados, “Sr.?”, Jackson tentou.

“Responda-me uma coisa Whittemore, qual a sua serventia para essa firma, se Stiles quem faz todo o seu trabalho?”, o loiro tentou negar, “Todos os balancetes, relatórios, algoritmos e funções foram executados pela mesma pessoa quem desenvolveu essa amostra. Ou seja, tudo que você estava sendo pago para fazer foi feito pelo seu assistente. Isso te torna inútil e apenas um gasto desnecessário. Passe no RH, você não é mais, ou talvez nunca foi necessário para essa empresa”. Jackson tencionou o maxilar querendo ir contra, mas foi acertado em cheio pela autoridade de um Alfa. Então, apenas abaixou a cabeça e saiu da sala fechando a porta atrás de si. Se Stiles estava nervoso antes, agora ele tremia. Os ferormônios de Derek tomavam sua via respiratória alarmantemente fazendo seu interior se contrair e slick começar a se formar. “Ontem você me disse que com a gestão atual dificilmente nós nos recuperaríamos, você acha que pode reverter à situação a pequeno e longo prazo?”

“O que–?”, ele estava distraído.

“Eu perguntei se você é capaz de reverter a crescente queda nas ações”.

“Sendo assistente contábil? O máximo que posso fazer é controlar o seu vale alimentação e agradecer aos deuses pelas comidas sem glúten existirem”. Stiles arregalou os olhos ao perceber que tinha dito em voz alta e antes de começar a se desculpar, Derek gargalhou. Derek tinha sem dúvidas o sorriso mais lindo que Stiles já tinha visto e ele duvidava que ele ou alguém se quer, já o viu sorrir antes.

“E como diretor financeiro, você acha que poderia?”

Stiles assentiu, “Em curto prazo eu poderia estabilizar as quedas e em longo prazo eliminá-las. E se o Sr. acreditar em algo além do que podemos ver, com progresso contínuo e trabalho conjunto poderíamos passar a ganhar”.

“Pois bem, peça para Sharon te levar até seu novo escritório e contratar um assistente para você, você pode fazer isso pessoalmente, se preferir. Sinta-se livre para customizar sua sala como desejar. Você começará na sua nova posição amanhã. O RH já sabe da sua promoção e no próximo mês o seu contra cheque também saberá”, ele sorriu e Stiles desejou que pudesse ver esse sorriso todos os dias, “Faça seu trabalho e me prove que fiz bem em confiar em você”.

Stiles estava simplesmente sem palavras, “M—uito obrigado, Sr.. O Sr. não se arrependerá”. Ele abria a porta quando Derek disse.

“Me chame de Derek”.

“Obrigado S—Derek”. Ele assentiu e Stiles saiu. Voltou ao nono andar ainda anestesiado depois de conhecer sua nova sala, categoricamente o triplo da antiga que dividia com Scott.

“Que cara é essa? Ele te demitiu, não demitiu? Oh meu Deus, Stiles. E agora? Vou me demitir também, não quero ficar aqui sem você”, Scott passava as mãos pelo seu rosto, “Não posso ficar desempregado, não agora com o Isaac grávido”.

Stiles pegou na mão de seu melhor amigo, “Diga olá para o mais novo diretor financeiro da Hale Enterprise”.

Os olhos dele quase saltaram para fora, “Como—Oh meu—Você está falando sério? Estou tão feliz por você, eu disse que você chegaria á presidência, Stiles, sempre soube”.

“Yeah, mas você irá comigo”, O abraçou, “Sempre juntos, pal. Na tristeza ou na felicidade, na pobreza ou na riqueza. Agora poderemos comprar aquele enxoval para as suas princesas”.

“Nossas”. Scott chorava sem vergonha e ruidosamente, pois Stiles tirava a corda invisível amarrada em seu pescoço, “Sempre juntos, Sr. Stilinski”. Ao fundo o elevador se abriu e Derek encontrou seu olhar, assentiu novamente e a porta se fechou depois que um homem saiu. Stiles respirou fundo incapaz de dimensionar a guinada que sua vida acabava de ganhar



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