História In our blood - Capítulo 8


Escrita por: e Myluh_Unih

Postado
Categorias Histórias Originais
Personagens Personagens Originais
Tags Bailes, High School, Romance, Vampiros
Visualizações 23
Palavras 1.107
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Fantasia, Ficção Adolescente, Magia, Mistério, Misticismo, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Sobrenatural, Yaoi (Gay), Yuri (Lésbica)
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Canibalismo, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Pansexualidade, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas do Autor


Esse cap contém hot, se vc n gosta n leia.

Capítulo 8 - Biting your lips


Fanfic / Fanfiction In our blood - Capítulo 8 - Biting your lips

*POV.MAYA*

Eu dou um selinho nele por ser tão fofo, ele cora um pouco, acho que ele não se acostumou com a idéia de eu beija-lo sempre que eu quiser.

Maya: Vamos assistir um filme?

Matthew: Pode ser.

Maya: Quer pipoca?

Matthew: Mas você come?

Maya: Não, mas se você quiser eu posso fazer para você.

Matthew: Tudo bem então.

Maya: Vai escolhendo o filme eu já já subo.

Ele sobe e eu vou fazer a pipoca, eu não como, mas eu sei cozinhar muito bem, por isso sempre nas vezes que vem a Madie e a Emma aqui sou eu que cozinho e elas aprovam.

Fiz a pipoca, e subi ele estava escolhendo um filme sentado na cadeira, coloco a vasilha no criado-mudo e sento na cama.

Maya: O que está fazendo aí?

Matthew: Escolhendo um filme legal.

Maya: Não, eu estou falando o que você está fazendo sentado nessa cadeira.

Ele recebeu a indireta e veio se deitar ao meu lado, começamos a assistir um filme aléatório, não era ruim, até que era legalzinho, eu não prestei muita atenção, estava tudo bem até...

Matthew: Ai! Mordi minha língua!

Virei meu olhar para ele, segurava a língua com a mão enquanto ela... sangrava.

Não sei o porquê, mas me deu uma vontade de morde-lo, talvez seja uma das coisas estranhas que a Madie falou que aconteceriam.

Ele deve ter notado a minha alteração e me olha estranho, ele me olha como nunca tinha olhado antes: com malícia.

Ele pega meu rosto e me faz olha-lo, ele me puxa e me beija me explorando com a língua, só de sentir o gosto de seu sangue minhas presas ativaram em meio ao beijo, quando eu ví que ele não recuou eu desliguei a TV e sentei no colo dele, já senti um volume aonde sentei, ele passa a língua machucada dele nos meus caninos, eu afasto ele com um olhar malicioso.

Maya: Não se provoca uma vampira com fogo sem aguentar as consequências.

Ele desce a mão dele até a minha bunda e aperta com força me fazendo gemer baixinho.

Matthew: Eu quero as consequências, todas elas.

Ele fala com uma voz grave, diferente da normal, ela me excita ainda mais, eu levanto a camisa dele até encima e vou distribuindo beijos, ele tira o resto da camisa, ele me puxa mais pra perto e arranca a blusa com um único puxão me fazendo suspirar, ele se depara com meus seios surpreso pelo tamanho.

Num movimento repentino ele inverte as posições me colocando por baixo, o olhar dele me devorando era muito provocante, ele tira o sutiã lentamente claramente me provocando cada vez mais.

Maya: Eu não conhecia esse seu lado Matthew, mas posso dizer que amei conhece-lo.

Matthew: Você vai ama-lo cada vez mais.

Ele começa sugar meu seio direito e fazer uma massagem no esquerdo, eu gemo baixinho aproveitando, ele troca de seio e dá um belo chupão me fazendo gritar de prazer, a mas agora ele vai ver.

Viro novamente as posições e abaixo a calça dele até o joelho, ele tira o resto com os pés, começo a brincar com o pênis dele por cima da cueca, abaixo a mesma e chupo a cabecinha, dou uma lambida por toda a extensão e depois coloco tudo na boca chupando com força, ele grunhia quando minhas presas roçavam na pelezinha.

Quando ele já estava perto de gozar ele me afasta e fica encima de mim, ele tira minha calcinha e enfia dois dedos de uma vez no meu clitóris me fazendo gemer alto, logo depois ele retira os dedos e começa a entrar devagar, perco a paciência e inverto as posições novamente e sento com tudo, depois começo a quicar e ele começa a me estocar debaixo pra cima.

Maya: Matthew... posso te morder?

Matthew: Faça o que quiser.

Eu sorrio com isso, eu me levanto fazendo ele dar um gemido de desaprovação e pego uma corda que fica no meu criado-mudo (estava usando ela para me controlar com a sede) amarro os dois braços dele na cama o deixando preso sem poder me tocar.

Matthew: Eu sei que eu disse que você podia fazer o que quisesse, mas não te tocar já é demais.

Maya: Eu ainda vou brincar com você.

Sento no abdômen dele, depois eu vou perguntar a ele como ele consegue esse tanquinho, porque eu só o vejo estudando.

Me aproximo do pescoço dele e começo com um chupão, depois eu o mordo, não sugo muito sangue apenas um pouco, e quando eu vejo a sua expressão de prazer eu me assusto um pouco.

Maya: Você... gosta?

Matthew: É incrivelmente prazerosa a sensação dentes na minha pele... continua.

Maya: Uau, eu não sabia que era tão bom.

Matthew: Por favor continua...

Eu beijo ele com delicadeza, e ele começa a esquentar, eu vejo o quanto ele está necessitando me tocar, é divertido vê-lo mexendo as mãos tentando se livrar das amarras.

Vou dando beijos do abdômen até o pulso direito, dando a intenção de que ia morder mas na verdade não o fiz, fui para o braço esquerdo e vou fazendo a mesma coisa.

Matthew: Se vai me morder, vai logo.

Maya: Mas por que tanta pressa?

Não deixo ele continuar a falar pois dou uma mordida no pulso dele com força, não sugo muito, ainda quero que ele tenha forças, para continuarmos.

Eu desamarro as cordas que o prendiam e ele me joga na cama me deixando por baixo, ele me olha com fogo nos olhos.

Matthew: Agora você vai se arrepender de ter me amarrado.

Seus olhos ficam vermelhos, não sei mas aquilo apenas me excita mais, ele me beija ferozmente e depois vai me dá um belo chupão no pescoço que com toda certeza vai ficar marca.

Ele enfia o seu pau em mim com força me fazendo gemer, depois ele começa com movimentos rápidos e fortes aumentando cada vez mais.

A minha única reação era gemer, gemidos que mais pareciam gritos, se a casa não fosse encantada (obrigada Madie) os vizinhos já estariam chamando a polícia.

Os nossos gemidos se misturavam junto com o barulho da cama batendo na parede, eu estava prestes a gozar.

Maya: Matthew eu vou...

Matthew: Eu também...

Isso só fez ele aumentar a velocidade e a força, eu estava praticamente gritando quando o orgasmo chegou e eu me senti apertar nele.

Segundos depois ele soltou um jato quente dentro de mim, ele se deita do meu lado com a respiração ofegante, já eu não tinha esse problema, eu apago a luz e me deito com ele o puxando para que dormicemos de conchinha.


Notas Finais


Música inspiradora:
https://youtu.be/Bm8rz-llMhE


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