História In Rhythm Of The Dance - Capítulo 2


Escrita por: ~

Postado
Categorias Gigi Hadid, Justin Bieber
Tags Bebidas, Dança, Festa, Romance
Visualizações 236
Palavras 2.812
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Crossover, Festa, Musical (Songfic), Romance e Novela
Avisos: Adultério, Álcool, Drogas, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Oii pessoal, me desculpem pela demora, mas para recompensar vocês trouxe um capítulo com +2mil palavras.
Recadinho importante nas notas finais.
Desculpem qualquer errinho.

Boa Leitura 💜

Capítulo 2 - Chapter Two - Aqueles Olhos


Fanfic / Fanfiction In Rhythm Of The Dance - Capítulo 2 - Chapter Two - Aqueles Olhos

Point Of View – Angel Becker

18:29 p.m Sexta-Feira, 1 de Julho Canadá/Stratford


Terminei de colocar meus últimos livros na prateleira embutida, em seguida, empilhei todos os CDs e guardei em um canto na segunda prateleira, em seguida, coloquei meus dois globos de neve em cima, que tinha ganhado da vovó, e os pequenos mais em baixo para não ficar desigual.

Suspirei em alívio, fechando a última mala e guardando no closet, na parte de cima da estante. Voltei para o quarto e me joguei na cama, cansada, mas aliviada por ter terminado de arrumar tudo.

Tinham três quartos nessa casa, ela era grande e espaçosa, mas não era aquela mansão que tínhamos antes, não que eu ligasse, acho que me senti bem melhor aqui nessa casa do que na antiga, eu tinha ficado com o menor quarto, Ally era bem mais espaçosa do que eu e não me deu nem chance de protestar, mas não ligava, ainda assim gostei desse aqui.

Levantei da cama e fui até a janela, a vista daqui era linda, tinha um lago mais a frente, e luzes coloridas estilo pisca pisca estavam presas em árvores, mas algo me chamou a atenção, um casal perto do lago, o garoto tentava ensinar um passo de dança para menina rindo, e apesar de não conseguir ver o rosto deles percebi que a menina tinha cabelos ruivos e ondulados e o garoto usava uma jaqueta.
Quando a garota tropeçou, ele segurou a cintura dela, e ela acariciou seu rosto juntando seus lábios no dele. Formavam um lindo casal.

Fechei a janela e sai do quarto, ficar olhando aquilo só me faria lembrar de coisas que eu não gostaria de lembrar.

— Aonde a mocinha pensa que vai? — mamãe perguntou, assim que desci as escadas, ela estava sentada na sala folheando a nova revista da vogue.

— Como essa tal festa só começa as dez, resolvi dar uma volta.

— Volte para casa às sete, vamos a um jantar na salão principal antes da festa.

— Que jantar?

— Matt vai dar um jantar de boas vindas a nossa família. — dona Regina dizia cheia de orgulho na voz, meu Deus..

— Pra que tudo isso?

— Como assim pra que tudo isso? — esse é aquele momento que você se arrepende por saber que vai vim sermão. — Matt sempre faz festas e jantares por aqui, e resolveu fazer um como boas vindas a nossa família, não sei se você prestou atenção no que seu pai disse, mas antes esse lugar era apenas para lazer nas férias de verão, hoje pode ser um condomínio, mas ele não tem que deixar de fazer o que fazia antes, todos estão sendo tão simpáticos desde que chegamos aqui, e o mínimo que você poderia fazer é esconder essa cara de bunda e colocar um sorriso no rosto.

— Mais eu nem… Esquece, não vou demorar pra voltar. — sai de casa sem esperar respostas.

Não entendia pra que tudo isso, desde que chegamos, ou seja, a algumas horas, os vizinhos não param de ir lá em casa dar boas vindas ou entregar bolos, e agora mais esse jantar, eu até entendo que as pessoas querem ser simpáticas, mas de quinze pessoas cinco que foram nos dar boas vindas não se convenceram sobre o trabalho dos maridos ou do próprio trabalho. Algo eu já tinha percebido nesse lindo condomínio, tem muitas pessoas egocêntricas e convencidas.

Pulei nos quadradinhos de luz até chegar no último, que deu de frente aquela cada branca, que agora sabia que chamavam de salão principal, subi as escadas calmamente, a fim de ver como era ali dentro, mas parei na porta ficando meio escondida ali quando vi alguns homens ali, ouvindo o que Matt tinha pra dizer, alguns se vestem como garçons e outros com roupa normal, entre eles estava Chris.

— Jake vai servir a mesa dos Flyn, e por último mais não menos importante, você Zac, vai ficar com os Becker. — Matt disse até que gentilmente para um homem de pele bronzeada e olhos azul, que assentiu, mas foi só Matt virar que ele revirou os olhos.

Varri meus olhos para uma porta dos fundo que foi aberta, um garoto que aparentava ter uns dezoito anos entrou chamando minha atenção, seu jeito era bem Bad Boy, ele usava uma jaqueta e óculos escuros, seu rosto tinha traços bem delicados e seus lábios bem desenhados eram rosadas, e ficaram mais ainda quando ele os umedeceu. Acho que era garoto mais bonito que já vi no Canadá até agora, isso se… Não fosse o mais bonito que já vi na vida.

— Olha só quem apareceu pra reunião, a cinderela resolveu acordar pra vida? — Matt disse, tentando dar uma de engraçado, tentando.

— Mais eu pensei que quem acordava era era a bela adormecida. — alguns garotos caíram na gargalhada, e Matt ficou carrancudo na hora.

— Olha as brincadeiras Justin, eu ainda sou seu chefe e posso te colocar no olho da rua. — o tau Justin se calou. — E tira esse óculos que você não está na praia. — ele tirou os óculos escuros revirando os olhos.

Aqueles olhos.. Não consegui deixar de notar, eram cor de mel, penetrantes e misterioso, com certeza foi o que mais me chamou atenção nele.

— E vocês dançarinos de meia tigela. — foi a vez de Zac rir, mas ele foi o único. Esse Matt é mesmo um idiota. — Tratem de aparecerem na festa de hoje se não quiserem ir pro olho da rua, dancem e divirtam todas as garotas, até as feias. E nada de se apegar, ouviu Bieber? — o garoto dos olhos cor de mel assentiu, sério. — Bem, isso basta. — e então, o velho saiu pela porta dos fundos.

— É uma pena que não pode se apaixonar esse ano cinderela. — o tau Zac disse para o garoto dos olhos cor de mel, porque eu to chamando ele assim?!

Talvez porque ele seja o garoto mais bonito dos hos mais penetrantes que você respeita. Minha consciência gritava.

— Sirva as mesas e não se meta na minha vida. Ah, e aproveite para treinar um pouco. — Justin balançou as mãos para cima e para baixo. — A garota do duzentos e vinte, Bettany, estava reclamando do seu desempenho sexual.

Os garotos ali presentes caíram na gargalhada, tanto os que vestiam roupa casual quanto os garçons, Zac arregalou os olhos de princípio, mas depois saiu furioso.

Ei ia ir embora, se os olhos daquele garoto não tivesse me segurado, ele virou a cabeça me encontrando bisbilhotando ali na porta, o que me deixou nervosa. Agora sim fico com fama de bisbilhoteira aqui nesse condomínio.

De princípio, ele sorriu, me peguei sorrindo sem nem perceber, e então, ele começou a caminhar em minha direção, umedeceu os lábios, porém agora sorria malicioso.. Espera, não.. Ele entendeu tudo errado.

Sai dali correndo antes dele chegar, desci as escadas rapidamente e corri até a minha casa, sentindo o vento jogar meus cabelos para trás, e minhas bochechas queimarem de tão coradas que estavam.

Subi as escadas rapidamente, e entrei em casa, quando olhei para a porta notei que além de Justin, Christian me observa também. Subi as escadas pensando no mico que tinha pagado.

Point Of View – Justin Bieber


Zac saiu dali furioso pelo que eu havia dito, não posso fazer nada se só falei a verdade, então só cai na risada com os garotos, a cara dele foi a melhor.

Me senti sendo vigiado, de canto de olhos conseguia ver a silhueta de alguém, olhei para a porta de entrada, encontrando uma garota loira dos olhos claros, meio baixinha me observando, sorri pra ela que devolveu um sorriso tímido. Comecei a andar até ela, mas a mesma saiu correndo antes mesmo que eu chegasse na porta.

— Ai cara, pode me ajuda a levar a caixa de som para o galpão? É bem pesado pra mim carregar sozinho. — Christian apareceu dizendo algo, mas percebeu que eu estava distraído e seguiu meu olhar. — Ah, Angel Becker. — olhei pra ele.

— Conhece ela?

— Sim, ela e a família se mudaram pra cá hoje, é uma garota legal.

Fingi indiferença, enquanto observava a loirinha subir as escadas correndo após ver que eu estava observando ela com companhia.

Point Of View – Angel Becker 


[…]

Fechei o zíper do vestido, e coloquei algumas coisas na bolsa, por fim, finalizei com uma leve maquiagem {1}.

— SE VOCÊS NÃO DESCEREM EU VOU AI PUXAR AS DUAS PELO CABELO! — dona Regina gritou da sala, sempre tão calma.

Peguei minha bolsa colocando apenas o celular, meus fones e algumas balinhas de cereja e sai do quarto, fechando a porta e descendo as escadas, minha mãe estava na sala, andando de um lado para o outro impaciente. Fui até a cozinha, pegando uma garrafa de água na geladeira e derramando um pouco no copo de vidro, bebendo em seguida.

— Cadê a sua irmã? ALLISON GRACE BECKER, DESÇA AGORA! — ela é um amor de pessoa né.

— pronto, to aqui.

Ouvi a voz da Ally, deixei o copo em cima da pia e voltei para a sala antes que minha mãe começasse a gritar o meu nome.

Saímos de casa ouvindo a dona Regina tagarelar no nosso ouvido falando para não tratar ninguém com indiferença, ser gentil com todos e responder a todas as perguntas que fizerem, eu só espero que não seja muitas.

Quando chegamos na casa principal não vi nem Chris e nem o amigo dele, aqueles olhos incri… O tau Justin.

— Pessoal, eu queria ter a honra de apresentar a vocês nossos novos vizinhos, a família Becker. Regina e Philipe, e suas filhas Angel e Alison.

Comprimentamos todo mundo, fui educada com todos.

— Sabem, eu não estaria vivo se não fosse esse meu velho amigo. — Matt riu sendo acompanhado por algumas pessoas. — É uma honra tê-los morando no meu condomínio, esse lugar não deixa nunca esse clima de lazer de lado, vocês vão se divertir muito aqui, sejam bem vindos.

Seria legal morar em um lugar que mais se parece com uma pousada de férias, mesmo sabendo que já foi. Só que somos apenas os novos vizinhos, e não a família do presidente.

Depois das boas vindas, era a hora do jantar, seria tranquilo se o honorável Sr. Jones não tivesse sentado com a gente, nada contra ele, mas a forma que ele se convencia me fazia gostar ainda menos dele, e sua esposa, apesar do marido que tinha era muito simpática e diferente de algumas (quase todas) mulheres daqui, ela não tentava ser o centro das atenções.

— Já sabe que faculdade querem cursar? — a esposa de Matt, Jodie, perguntou a mim e a minha irmã no meio do jantar.

— Algo relacionado a moda. — Ally disse.

Diferente de mim ela era pé no chão e foi bem decidida quando disse ao nosso pai que não seguiria a medicina como ele.

— E levantar uma boa parte para ajudar crianças e pessoas doentes e sem casa. — Sr. Jodie pareceu orgulhosa em ouvir aquilo.

— É muito generoso da sua parte Alison. — ela olhou para mim após dar um sorriso largo a Ally. — E você querida?

— Eu penso em pedagógica… — falei meio cautelosa.

Senti o olhar feio do meu pai sobre mim, ele sabia que eu queria aquilo, mas não aceitava.

— Gosto de ensinar. — sorri fraco, bebericando o suco ácido de laranja.

— Você gostaria de dar aulas a crianças ou adolescentes? — Jodie parecia bem interessada no assunto.

— Adolescentes. — falei baixo.

— Deixe de ser tímida querida, sabe, acho uma idéia muito boa. — sorri, ela era mesmo um amor.

— Como ela disse, só está pensando, é uma pequena possibilidade, está tudo certo para ela cursar medicina e seguir os passos do pai. — meu pai disse dando um meio sorriso, do qual não pareceu convencer Sra. Jones.

— Devia deixá-la fazer as escolas dela Philipe.

— Jodie, isso não…

— Se você escolher por ela estará cometendo um grande erro, pode ser o seu sonho, talvez dos seus netos ou de alguém próximo a você, mas não o dela, e se obrigá-la a seguir seus passos, vai deixá-la infeliz, suponho que não é isso que queira. — olhei para o meu pai, com medo que ele retrucou, mas ele ficou quieto, e assim foi até o resto do jantar.

Eu gostei da Sra. Jones, diferente do meu pai, ela me entendia e parecia ser alguém muito humilde.

⟫ ⟫ ⟫ ⟫ ⟫ ⟫ ⟫

Depois do jantar, eu estava saboreando um maravilhoso pedaço de cheesecake, quando Matt pediu licença dizendo que precisaria buscar uma pessoa, mamãe e Jodie conversavam, meu pai estava quieto e minha irmã flertava com garçom, poderia ser qualquer um, mas precisava ser aquele tal de Zac?!

As vezes me pegava procurando para ver se não encontrava Chris ou o amigo dele, e quando não encontrava, devo admitir que uma certa frustração tomava conta de mim.

Porém, logo Matt voltou a nossa mesa acompanhado de um rapaz de olhos e cabelos castanhos, com terno azul marinho com uma gravata borboleta e o cabelo brilhando com gel, ele usava óculos, e quando sorriu, pude notar o aparelho metálico nos seus dentes, mas mesmo assim, só conseguia ver uma beleza escondida em roupas formais, ele tinha traços desenhados e olhos claros, não era feio.

— Eu queria apresentar á vocês meu neto, Andrew, Andrew, essa é a família da qual estava te falando. Esses são Philipe e Regina Becker.

Ele comprimento meu pai com um aperto de mão, e minha mãe com um beijo na bochecha, pelo menos não foi na mão.

— E essas são as filhas deles, Alison e Angel. — eu senti uma ênfase no Angel.

— Muito prazer conhecê-las. — na minha irmã ele deu um beijo na bochecha como comprimento, e em mim um beijo na bochecha e um abraço rápido.

— As pessoas já estão saindo para a festa, o que acha de irmos também? — eu nem tinha terminado minha sobremesa..

— Uma ótima idéia. — papai disse.

— Então Angel pode ir com Andrew, tenho certeza que ele quer companhia. — maldito Matt.

— Está tudo bem para você, Angel? — Andrew perguntou, e meu pai respondeu por mim.

— É claro que está, não é filha? — porque eu? Não poderia ter sido a Ally..

— A-ahm.. Claro.

Meus país e Ally se levantaram e saíram na frente, Matt e Jodie logo depois, Andrew recebeu um beijo e um abraço da avó, e depois voltou sua atenção para mim.

— Vamos? — assento levantando da cadeira, ele puxou a cadeira para mim. Que cavalheiro.

Saímos do salão principal, eu o segui e diferente das pessoas ele seguiu um caminho oposto até um carro, uma mercedes-benz vinho.

— Mas parece ser aqui perto para ir de carro. — falei.

— Ah, eu sei, mas antes queria levar meu carro até a casa do meu avô, não é longe daqui.

— Posso ir na frente então.

— Eu pensei que você poderia me acompanhar.

Não podia negar que estava ansiosa para ir a essa festa e encontrar com Chris, ele era muito simpático, e parecia atrair bagunça, um pouco de diversão é tudo que eu estou precisando, sem contar que se eu trombar com o amigo dele não seria uma má idéia. Eu falo isso agora, mas se estivesse perto não conseguiria dar nem quatro palavras. Mais isso teria que se atrasar um pouco.

— Tá bom. — ele sorriu, parecia esperar outra respostas pela sua feição surpresa, mas isso não vinha ao caso.

Entrei no carro após Andrew abrir a porta para mim, ele fechou e contornou o carro entrando também, dando partida e saindo dali em uma velocidade média para devagar, ótimo..

— E então Angel, de onde veio?

— Nova York.

— É sua cidade natal?

— Não, eu nasci em Los Angeles. E você?

— Moro em Chicago, mas de vez em quando venho passar as férias com meus avós.

— Entendi. — sorri fraco, olhando para frente, nos afastamos do condomínio, mas ainda estávamos dentro dele.

— Nossa, de uma cidade movimentada para uma pequena e calma, como está essa mudança pra você?

— Eu vou me acostumando. — tradução, eu precisava sair de Nova York se quisesse recomeçar, isso foi bom pra mim.

— Já sabe o que quer cursar quando for para a faculdade?

— Meu pai quer que eu seja médica. — disse bem, meu pai quer.

— Mais que legal, que área vai seguir?

— Ele quer cirurgiã. — umedeci os lábios, suspirando enquanto olhava o lago pela janela do carro. — Mais eu sinto náusea, desmaiei uma vez que fui assistir uma cirurgia.

Eu lembro daquele dia, foi ano passado, o cheiro de sangue me deixava enjoada e ver aqueles médicos retirando pele, cortando pele, costurando pele, me deixava com vontade de vomitar, essas pessoas realmente eram fortes.

— Isso passa com o tempo, já parou pra pensar como seria bonito você e seu pai com o próprio consultório de vocês. Você salvaria vida, e seu pai estaria orgulhoso, o que faltaria?!

Minha felicidade.

⇣⇣ NOTAS FINAIS ⇣⇣


Notas Finais


⚠ Personagens citados:
Zac Efron
Andrew Jones ⇢ Logan Lerman
Jodie Jones ⇢ Julie Andrews

Look 1: http://www.polyvore.com/m/set?.embedder=21997424&.svc=copypaste-and&id=224954270

Me ajudem a divulgar a fanfic dando rt: https://twitter.com/Bruh_Nogueira3/status/906134479001047041

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O que acharam? Comentem, isso me incentiva muito a continuar. ♥


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