História In Search Of Cure - Capítulo 1


Escrita por: e NanaEilish

Postado
Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens Jeon Jungkook (Jungkook), Jung Hoseok (J-Hope), Kim Namjoon (RM), Kim Seokjin (Jin), Kim Taehyung (V), Min Yoongi (Suga), Park Jimin (Jimin), Personagens Originais
Visualizações 131
Palavras 1.876
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Drama (Tragédia), Romance e Novela, Suspense, Terror e Horror
Avisos: Álcool, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Olá, gente! Tudo bem? Essa história está sendo repostada e reescrita, escrevo ela com minha amiga: Beatriz. Fiquei um tempo sumida com bloqueio de criatividade, mas pretendo continuar esta fanfic, que tanto amamos💜

Boa leitura e aproveitem!

Capítulo 1 - Chapter One - Sozinha!


Fanfic / Fanfiction In Search Of Cure - Capítulo 1 - Chapter One - Sozinha!

               🏹Chapter One🏹

Um som alto e estridente foi capitado pelos meus ouvidos em meio aquele silêncio absoluto. A escada de ferro tinha caído. 

– Jungkook... puta merda! – Murmurei ao encarar o garoto se segurando em uma telha do telhado para não cair. – Vou acabar te deixando aí e vou embora!

Olhei ao redor cautelosamente, com medo de que zumbis se aproximassem por seguir o som.

– Aida, me ajuda! Por favor!

Relutei um pouco, mas acabei ajudando meu amigo a subir e subindo junto com ele na velha casa.

– Olha um ali! 

 JungKook pegou sua arma para disparar contra um dos rastejantes, que vinha  cambaleando no final da rua, mas eu abaixei sua mão antes que o mesmo pudesse atirar e neguei com a cabeça.

– Vai atrair outros! Não dariamos conta!

 Ele suspirou assentindo com a cabeça e guardou sua 38 no coldre em sua cintura.

– Melhor entrarmos logo! Antes que escureça!

Digo enquanto abro a janela de um dos quartos, entrando na casa com muito cuidado para não fazer barulho. Precisávamos achar alimento, roupas, e quem sabe mais armas, o que não tinha esperança de achar. Na verdade, qualquer coisa que achássemos era importante, e sem dúvida serveria. Nunca se sabe quando vamos precisar.

– Hum, sopa em lata...de novo!

 Acabo por rir com a cara de nojo que JungKook fez e abri um dos armários da cozinha, que rangeu, fazendo um barulho agoniante de madeira desgastada. Tudo parece bem velho por aqui. Peguei o que tinha que pegar e havia bastante suprimentos na casa, para minha surpresa. Colocamos tudo em nossas mochilas e saímos depressa da residência após ouvir barulhos no andar de cima. 

Tudo estava calmo aparentemente, apenas rastejantes de longe, que não eram problemas grandiosos durante todo o percurso. Aquela cidade estava completamente abandonada, assustadora, o que me fazia pensar como ela era e deixou de ser num piscar de olhos. Era sempre bem movimentada, repleta de pessoas pelas ruas  e agora, tudo o que tem pela estrada são carros abandonados no meio do caminho, largados, e a lembrança de que um dia ali houve vida.

[...]

Um abrigo junto com outros sobreviventes era onde estávamos, tinhamos comida, energia, segurança, paz e até diria que uma vida normal lá dentro. Ou tentávamos ter. As casas eram todas alinhadas uma do lado da outra, como em um bairro, e haviam muros por volta de todas, o que nos dava proteção e segurança.

– Eles voltaram! 

 Namjoon gritou e o portão foi aberto imediatamente, assim eu e JungKook entramos.

– Trouxemos comida, roupas, lençóis... Distruibua para as pessoas! 

Dei a minha mochila para a Lisa, que sorriu em agradecimento e fez o o que eu havia pedido.

[...]

– Louis, estou de volta!

 Cheguei em casa, tirando minha arma do coldre, a jogando no balcão da cozinha, vendo meu irmão esparramado no sofá. Como sempre. Ri com a capacidade de onde o mesmo cai ele dorme e dei um beijo em sua testa, me sentando na beirada do sofá.

– Louis? 

Desfiz o sorriso que tinha em meu rosto ao perceber que meu irmão estava gelado. Toquei a sua testa com as costas de minha mão para ter certeza e sim, ele estava.

– Louis... Não! Não!

 O sacudi para ver se havia reação, mas nada o fazia despertar, nada, nem mesmos os meus gritos.

– POR FAVOR, FALA COMIGO! NÃO! NÃO! LOUIS, NÃO VÁ!

 O abracei forte, erguendo seu corpo, sabendo que a minha única família havia partido pra sempre. Agora eu estava sozinha.

– Porquê, maninho...? 

 Ouvi um grunido rente ao meu ouvido, sentindo minhas lágrimas aquecerem a minha bochecha sem pausa, sabia que som era aquele, e vinha de Louis, ele havia se transformado. Mesmo com esse fato, continuei abraçada ao meu irmão, afagando seus cabelos com cuidado. 

Tentava acalmá-lo, achando que ele ainda estava ali dentro, enganando a mim mesma e me torturando mentalmente. De repente ouvi um barulho alto e algum líquido espirrar em meu rosto, olho para cima lentamente e vejo um buraco na cabeça de meu irmão, feito por uma bala.

– Você poderia ter sido mordida se eu não chegasse a tempo!

 Yoongi caminha em minha direção calmamente, parando ao meu lado.

– E-eu iria matá-lo! – Digo um pouco trêmula e me afasto de Louis. – Eu iria!

– Não sei se teria coragem de matar a única pessoa da sua família que tinha restado. Seu irmão mais velho, que cuidava de você desde que todo esse pesadelo começou. 

 Ele olha profundamente em meus olhos e depois volta a sua atenção para o corpo do Louis. Pensando melhor, talvez eu realmente não conseguiria, e acabaria morrendo junto com ele, ali, naquela sala.

– Bom, pelo menos te livrei do peso que ficaria em sua consciência por assassinar o seu próprio irmão. – Ele sorri ladino, frio, típico de sua personalidade. – Mas talvez eu não esteja na próxima, e você terá que ter coragem... ou mata ou morre, Aida! 

 Yoongi diz enquanto meus olhos marejam depressa, deixando minha visão embaçada em poucos segundos, e sai da casa.

ANTES DA EPIDEMIA - 7 Anos antes

– Repórter: Ocorreu um erro laboratórial na composição da vacina para gripe, que ultimamente tem afetado grande parte da população, mas as pessoas que tomaram o remédio alegaram sentir um mal-estar. Muitos pacientes internados tiveram comportamentos um tanto quanto canibais e outros tiveram que ficar internados em observação.

– Repórter 2: Mulher afirmou que viu seu marido enlouquecer e comer seus dois vizinhos, a mesma passa bem e teve ferimentos leves. Inacreditável!

– Estamos todos em perigo, não acreditem neles! Não acreditem! Eles querem nos enganar...

– Todos enlouqueceram de repente! 

– Que Deus nos proteja! 

– Repórter 3: A ONU não entrou em detalhes sobre as vacinas que foram destruibuídas há duas semanas, mas pedem para que a população não entre em desespero. Mantenham a calma e cuidem de suas famílias!

– Repórter 4: Mais de meio milhão de mortos confirmados só nesta semana...o mundo está acabando diante de nossos olhos!

– Sentimos muito...

– O fim está próximo!

Fim de transmissão. 

- - . - -

[...]

A noite chegou rápido, extremamente fria e cálida. Visto a jaqueta de couro de Louis e prendo a minha faca na cintura, saindo de casa. A saudade já martelava em meu peito, querendo me fazer chorar e desabar, porém engulo toda aquela sensação ruim, evitando ao máximo as lágrimas que queriam descer. Sinto o vento frio bater em meu rosto e levantar alguns fios do meu cabelo, aperto a jaqueta contra o meu corpo, tentando me aquecer mais.

– Olhe só com quem passarei a noite!

Jimin surge ao meu lado com seu sorriso fofo e intimidador. 

– Não enche!

 Reviro os olhos e apresso os passos.

– Por que está correndo? Medo de cair nos meus encantos? 

 Ele corre para me alcançar e sussurra próximo ao meu ouvido, encostando os nossos corpos levemente. Me viro em um movimento rápido, o pegando de surpresa, e segurando na gola de sua jaqueta jeans, empurrando ele contra a parede. Será possível que ele não respeita minha dor? Tiro a faca da minha cintura e encosto a pontinha da lâmina em seu pescoço.

– Qual o seu problema hein?

 Encaro profundamente os seus olhos, mas percebo que ele morde o seu lábio inferior e sustenta meu olhar.

– A sua beleza! 

 Ele solta uma risadinha baixa e encara minha boca.

– Cai. Fora. 

 Falo pausamente, aproveitando que ele encara os meus lábios e o solto, guardando a faca novamente.

– Aida, Aida... 

 Sua voz já um pouco distante ecoa, arrancando um sorriso de mim enquanto sigo meu caminho. 

Jimin é o galanteador do acampamento e faz qualquer garota daqui suspirar e quase arrancar os cabelos por um simples beijo seu.  O conheço desde muito tempo, posso dizer que desde crianças, assim como Jungkook. Antes de tudo isso acontecer, eramos da mesma classe e também vizinhos um do outro, para a minha tristeza. Confesso que nunca me dei bem com Jimin, que sempre teve esse jeito galante e conquistador, nunca perdeu isto e mesmo aqui, nesta situação, continua o mesmo. Já Jungkook, ele era como meu irmão caçula, e até hoje é assim.

Encontro Namjoon e Zayn no caminho, sujos de terra e com uma pá nas mãos. Suspiro com as mãos no bolso de trás da calça e me aproximo dos dois.

– Enterraram ele aqui? 

 Me refiro a Louis, e os meninos apenas balançam a cabeça positivamente desviando o olhar para o chão. 

– Ei, não se preocupem! Eu vou superar! 

 Forço um sorriso, mentindo para mim mesma novamente. Como isso dói. Continuo o meu percurso até o portão e Harry estende a mão para mim, me ajudando a subir, logo atrás chega Jimin.

– Tá tudo limpo até agora!

 Harry diz enquanto olha o horizonte escuro e deserto, sem movimentação aparente.

– Toma! 

 Jimin estendeu uma AK-47 em minha frente e eu me posicionei em minha base. Nunca se sabe quando terá alguma invasão, tanto de rastejantes quanto de grupos rivais, portanto, é melhor ficarmos de olho vivo 24 horas.

– Só não durma em pé, Aida!

 Jimin caçoa, sorrindo de lado e posicionando sua flecha em seu arco, apenas ignoro seu comentário e de olhos bem abertos permaneço naquele momento.

[...]

A noite está tão calma, faz tempos que isso não acontece, não durmo direito há semanas. Quando estou prestes a cochilar no ombro de Hoseok, ele me dá um susto.

– MEU DEUS, UMA FERIDA! 

Ele se levanta e pula do terraço que fizeram para nós vermos tudo do alto, abrindo o portão apressado, com a ajuda de Jimin. Vejo Lisa, Suho e Taehyung entrarem, carregando uma menina, que chora em gemidos. Desço para ver o que está acontecendo e analiso uma fratura exposta em sua perna esquerda.

– MEU DEUS! Eu vou desmaiar!

 Hoseok faz várias caretas, colocando a mão no seu estômago.

– Pare de gritar e se... – Harry tem sua fala interrompida pelo vômito de Hoseok em seus sapatos. – Acalme! 

 Ele lança um olhar mortal para o garoto.

– Des...culpe!

– CHAMEM O JIN! 

Suho grita e no mesmo instante Lisa corre até a casa do nosso médico, voltando em segundos com ele.

– Acabou os remédios e estamos sem material algum!

 Todos trocam olhares um tanto desesperados ao ouvir Jin se pronunciar.

– Podemos buscar!

Yoongi surge com sua voz rouca, falando em um tom de voz extremamente calmo para a situação.

– Você aparece do nada... que medo! 

Hoseok comenta e Yoongi apenas o olha, fazendo o mais novo se afastar no mesmo instante, voltando para a vigia com os outros.

– Todas as farmácias próximas estão vazias, a única opção que temos aqui nessa cidade é o hospital. Quem vai comigo? – engulo a seco, mas levanto a minha mão lentamente. – Ótimo. Mais alguém?

Harry, Jungkook e Jimin levantam as suas mãos respectivamente. 

[...]

 Todos nos preparamos melhor com armas carregadas e de maior qualidade, pois iriamos entrar na casa dos zumbis, o hospital. Os milhares de pacientes internados se transformaram, e nós teremos que passar por cada um deles atrás do que precisamos. Imediatamente a aflição e o medo de não voltar mais tomam conta de meu corpo, mesmo sem querer. Suspiro e vejo o portão do acampamento ser aberto lentamente, enquanto o meu coração bate rápido, não devo fraquejar agora, agora não Aida. 

– Vamos!

 Yoongi toma a frente e o resto vai atrás.

– Por você, Louis... por você! 

 Sussurro para mim mesma e aperto o cabo da faca em minha mão, tomando coragem e correndo para alcançar os outros.


Notas Finais


Espero que tenham gostado💜
Comentem o que acharam!


Gostou da Fanfic? Compartilhe!

Gostou? Deixe seu Comentário!

Muitos usuários deixam de postar por falta de comentários, estimule o trabalho deles, deixando um comentário.

Para comentar e incentivar o autor, Cadastre-se ou Acesse sua Conta.


Carregando...