História In The Middle of Midgard - Capítulo 2


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Categorias Os Vingadores (The Avengers), Thor, Tom Hiddleston
Personagens Loki, Personagens Originais
Tags Humana, Loki, Loki Stan, Midgard, Midgardiana, Thor
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Palavras 1.507
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Crossover, Drama (Tragédia), Fantasia, Ficção, Literatura Feminina, Luta, Magia, Mistério, Romance e Novela, Saga, Suspense, Universo Alternativo, Violência
Avisos: Adultério, Álcool, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo, Spoilers, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Olá queridosssss meu Deus nórdico favorito aqui ó

Capítulo 2 - Different


Quando Loki abriu os olhos, a primeira coisa que viu foram cabelos loiros emoldurando um rosto bonito. Impactado com a beleza dos olhos verdes que o encaravam com... Preocupação?

– Oi, você se lembra do que aconteceu? – Ela indagou. Sua voz era como aquele doce que Loki comia com Thor na sua infância. Seus lábios eram rosados e tinham um formato diferente de tudo o que ele já havia visto em sua longa vida.

– Eu... Não... – Loki não conseguia formular um pensamento coerente. – Você é uma deusa?

Sophie deu uma risada tímida, e Loki achou curioso como as bochechas dela ganharam um tom de rosa sobre suas pequenas sardas. Ela colocou uma mecha de cabelo atrás da orelha e balançou a cabeça.

– Você está atordoado. É normal quando acaba de acordar, é o efeito do remédio chegando ao fim. – Ela falou, levantando e Loki percebeu quando ela tirou um objeto do braço dele. – Sua pressão está normal. Sente dor?

– Sim... – Ele respondeu, sentindo um leve incômodo no peito.

– Em uma escala de zero a dez, sendo zero nenhuma dor e dez uma dor insuportável, quanta dor você está sentindo? – Sophie indagou, se afastando. Ela guardou o medidor de pressão dentro da mala de kit médico.

– Quatro? – Loki respondeu. Ela deu um sorriso radiante, e ele estranhou.

– Isso significa que você vai ficar bem.

Loki lembrava muito bem da luta com Kurse, de Thor o segurando nos braços enquanto Loki estava muito abatido. Lembrava de utilizar o portal de alinhamento dos reinos para ir para Midgard. Mas não lembrava de muito após isso.

De fato, se sentia bem melhor do que após a luta. Esta midgardiana parecia genuinamente preocupada com ele, e Loki gostava disso. Ela nem deveria saber sobre seu poder acelerado de cura.

– Qual é o seu nome? – Ela perguntou, sentando em uma cadeira perto da cama.

– Loki.

Ela deu uma risada, o que fez Loki arquear as sobrancelhas. Sophie riu, já havia lido alguns livros de literatura nórdica na adolescência, sabia quem era Loki. E com certeza, aquele não era o Deus da Malícia.

– Seu nome de verdade. – Ela disse.

– Loki. – Ele disse, sem entender.

– Então você tem o mesmo nome do Deus da trapaça? Aquele da mitologia nórdica? Seus pais eram fãs ou algo assim? – Ela perguntou, um brilho de curiosidade genuína ali em seus olhos.

Loki percebeu que seria inútil tentar explicar a profundidade dos Nove Reinos e toda a verdade por trás daquilo que os midgardianos chamam de mitologia. Jane Foster, que estudava a Cultura dos Nove Reinos, chamava Ciência que eles não conhecem de Magia. Imagine uma midgardiana sem qualquer conhecimento além das lendas... Seria impossível de compreender e aceitar.

– Digamos que sim. – Ele deu ombros. Sophie percebeu que ele não queria falar muito sobre o assunto, então resolveu deixar de lado.

– Bem, eu sou a Sophie. – Ela falou, aumentando o tom de voz enquanto seguia para a cozinha. Ela pegou a tigela que havia deixado tampada e pegou uma colher, e um copo de água.

– Sophie... – Loki sussurrou, testando o nome daquela estranha em sua boca. – Sabedoria.

– Desculpe, o quê? – Ela disse, sem entender. Ele havia falado baixo.

– Sabedoria. Aquela que tem sabedoria. – Loki falou, observando ela sentar ao seu lado na cama colocando uma bandeja sobre a pernas. – O significado do seu nome.

– Oh, isso é incrível. – Ela sorriu, maravilhada. – Preparei sopa para você. Na verdade, é instantâneo. Mas é melhor que nada. – Sophie sorriu, pegou a colher e serviu uma porção, levando à boca de Loki.

– O que você...?

– Está tudo bem. – Ela disse com um sorriso tão doce, que Loki teve certeza que convenceria até Odin. – Estou acostumada.

Se sentindo patético, Loki abriu a boca. Até que aquele alimento não era tão ruim, mas ele não gostava da textura. Loki percebeu que não estava com as suas roupas. Levantou o lençol e viu que haviam pontos no corte em seu abdômen. Vestia uma roupa estranha na parte de baixo do corpo.

– Onde estão as minhas roupas? – Perguntou.

– Eu precisei cortar para cuidar de você. Estão um trapo, só não joguei no lixo pois não sabia se tinha algum valor sentimental. – Sophie explicou, dando mais uma colherada na boca dele.

– Você tirou minhas roupas. – Loki falou, com uma expressão que se dividia entre assustado e malicioso. Era uma expressão engraçada, Sophie riu.

– Não se preocupe. Estou acostumada com isso também.

– Então você está acostumada a pegar qualquer pessoa da rua, tirar suas roupas, cuidar deles e dar comida em sua boca? – Loki estava sendo irônico sem se conter.

– É basicamente o meu emprego. – Ela disse.

– E ainda lucra com isso! – Ele exclamou.

– Sou enfermeira. – Ela disse, rindo.

Terminou de alimentar o deus estranho e levantou, dando o copo de água na mão dele. Loki deixou seus olhos passearem pelo corpo da midgardiana conforme ela se afastava. Ela era inegavelmente bonita, Loki pôde até entender a fascinação de Thor pela sua midgardiana. Sophie parecia tão doce e pura. Ela tinha olhos gentis, que brilhavam à mais simples animação, seus lábios eram bonitos, e Loki gostava de vê-los se movendo, quando ela falava, sorria.

Talvez, só talvez... Loki pudesse se aproveitar de toda aquela hospitalidade para aproveitar a presença luminosa daquela criatura curiosa.

Ela voltou da outra parte do cômodo e sentou na cama, no mesmo lugar que estava antes. Não havia brilho em seus olhos, ela estava séria. Loki não gostou disso.

– Eu preciso perguntar... – Ela disse, desviando os olhos dele para suas mãos, pensando em como começar aquele assunto delicado. – O que aconteceu com você?

– Meu irmão se envolveu em problemas com pessoas erradas. Eu fui ajudá-lo e acabei me machucando. – Loki disse, por auto.

– E o seu irmão? Ele te largou? – Sophie perguntou, irritada.

– Não, ele acha que estou morto.

– Então precisamos avisar que você está bem! – Sophie deu um pulo.

– Não. Primeiro, eu preciso me recuperar. – Loki pediu, fazendo uma expressão de dor, que amoleceu o coração de Sophie. – Por favor.

– É serio, Loki. Eu posso confiar em você? De verdade? Esses caras maus não vão aparecer aqui? – Sophie o encarou, preocupada.

– Eles acham que eu morri. E eu estou debilitado demais para fazer mal você. – Loki disse. Sophie o encarou de testa franzida e se afastou da cama, assustada.

– Resposta errada.

– Era uma brincadeira. – Loki fingiu um sorriso, se amaldiçoando mentalmente por ter falado bobagem.

Sophie deu um suspiro aliviado, e um sorriso nervoso. Loki balançou a cabeça, pensando como era possível haver alguém tão ingênua. Ele era um estranho, estava ali, mentindo e mesmo assim, ela acreditava em cada palavra dele. Loki sabia, que não havia motivos para fazer mal a ela, mas podia ser qualquer pessoa ali, uma pessoa com intenções ruins de verdade. Pensar naquilo fez uma sensação esquisita se apossar de seu corpo de divindade. Não sabia o que era aquela sensação, mas era ruim, incômoda.

– Você precisa de algo? – Ela perguntou, indo até uma estante. Ela pegou o livro que estava lendo, verificando a marcação.

– Não. – Loki murmurou, então a chamou. – Sophie.

– Pode me chamar de Soph, se quiser. – Ela disse, agarrando o livro.

– Incompleto seu nome não possui o mesmo significado. – Loki falou e Sophie deu um sorriso. Parecia tão fácil deixá-la feliz. – Sophie, obrigado pelo que tem feito por mim.

– Tudo bem. Eu vou ler um livro agora. Quer que eu te empreste um livro, ou que eu ligue a TV? – Indagou.

– Pode me emprestar algum livro que goste? – Ele perguntou. Sophie andou até a sua estante e pegou Sherlock Holmes, Um Estudo em Vermelho.

– Já leu Sherlock Holmes? – Ela indagou, ele negou. – Vai gostar, eu acho. É um dos meus favoritos.

Ela levou o livro até ele e suas mãos se tocaram durante o gesto. Sophie ficou sem jeito com o contato e desviou o olhar, deixando Loki curioso com a sua reação.

– Obrigado.

O asgardiano nunca havia sido tão gentil em muito tempo. Provavelmente nunca fora. Mas de alguma forma, queria agradar aquela mulher a sua frente.

– Se sentir dor, sede ou fome, me fale.

Sophie sentou no sofá, e Loki observou quando ela abriu os livros e se aprofundou na leitura. O asgardiano nem mesmo conseguia abrir o livro e se forçar a ler, por que seus olhos não conseguiam deixar de observar Sophie.

No geral, ele achava midgardianos asquerosos, e inferiores. Mas Sophie... Ela era melhor. Melhor que os midgardianos comuns, melhor que os asgardianos. E certamente, melhor que Loki jamais seria. Ela era boa, gentil e bonita. Era intrigante encontrar pessoas como ela.

– Pare de me olhar. – Ela disse, sem tirar os olhos do livro. Loki se sentiu desconfortável por ter sido flagrado a olhando.

– É só que... Eu nunca conheci um humano como você. – Ele disse, pensando que estava soando patético.

Sophie o encarou, um tom de rosa subindo por seu rosto conforme seus olhos observavam intrigados os olhos azuis cintilantes daquele estranho. Ela queria dizer que também nunca conheceu alguém como ele. Nunca uma pessoa tão bonita, tão elegante e tão... Diferente.

Para Sophie, era como se Loki fosse de outro mundo.


Notas Finais


❤❤❤❤
To muito boba com Lophie/Soki/Lokie? Não sei hshshshshsh

Comenteeeeeem, beijo no core!


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