História In The Park - Capítulo 2


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Categorias Boku no Hero Academia (My Hero Academia)
Personagens Bakugo Katsuki, Midoriya Izuku, Todoroki Shouto
Tags Bakudeku, Bakugou, Bakugou Uke, Bakugouxmidoriya, Bakumido, Boku No Hero Acabemia, Dakubaku, Izuku, Katsuki, Midobaku, Midoriya, Midoriya Seme, Midoriyxbakugou
Visualizações 454
Palavras 1.951
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Fluffy, Lemon, Romance e Novela, Shonen-Ai, Shoujo (Romântico), Universo Alternativo, Yaoi (Gay)
Avisos: Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Oii. Voltei mais cedo porque uma infeliz ficou me incomodando a semana inteira para atualizar, então aqui estou eu.
Não sou de falar muito nas notas do autor, então..

Boa Leitura.

Capítulo 2 - A Peste Mais Fofa


Fanfic / Fanfiction In The Park - Capítulo 2 - A Peste Mais Fofa

Capitulo 1 - 

A Peste Mais Fofa

 

 

Midoriya estava completamente exausto, de todos os trabalhos que já tivera aquele de fato era o pior. Seu corpo se arrastava pelas escadas, já que o elevador, por algum motivo, estava quebrado naquele momento. Assim que chegou a seu apartamento, notou que o mesmo estava silencioso de mais para seu gosto, aquilo era demasiado incomum. Já suspeitando da situação, Izuku rapidamente abre a porta, assim revelando o local, que estranhamente estava intacto. Continuou a andar pelo apartamento encontrando Deku, pela primeira vez, brincando com seu próprio brinquedo. O cão mordia alegremente o objeto de borracha, porém assim que notou a presença de seu dono, tratou de largar o objeto e indo na direção do mesmo. Izuku se abaixa, ficando próximo de Deku.

-Impossível. –Midoriya murmurou, o apartamento estava literalmente intacto, de todas as vezes que chegava a casa, ao menos encontrava alguma coisa quebrada ou com mordidas. – O que você está aprontando? – Diz suspeitando de Deku. Izuku resolve adentrar melhor o apartamento. Com atenção inspeciona cada canto daquele lugar, e após revistar todos os cantos tratou de perceber que o imóvel estava completamente intacto. – Ok... Isso é muito estranho. – Murmurou para si mesmo desconfiado. Encarou novamente o cão que havia o seguido todo esse tempo, o animal também olhava para si.

Midoriya resolveu pensar melhor sobre a situação estranha de seu cachorro em outro momento. Calmamente seguiu na direção do banheiro da casa, e lá se banhou tranquilamente. Precisava relaxar melhor, pois aquele seu trabalho era um completo inferno para o esverdeado.

Assim que o Izuku saiu do banho, seguiu na direção de seu quarto, lá avistou a criatura peluda sobre sua cama macia, de fato, para Midoriya aquele ser estava aprontando alguma coisa. Continuou a seguir pelo quarto, completamente nu já que morava sozinho e não se preocupava com tal fato. Seguiu até seu roupeiro e começou a vestir-se com suas roupas desleixadas que tanto gostava, porém acabou sendo impedido por um pequeno ser peludos que começara a latir para si.

-Mas o que foi? – Perguntou confuso, era extremamente raro ver Deku latindo, ainda mais para si. Porém finalmente se lembrou do que poderia ser. – Então você quer passear? – Perguntou ao animal, que latiu em resposta, um latido fino e alto e irritantemente fofo. – De fato eu havia prometido.  Mas devo admitir que é estranho ver você me cobrando por isso. Mas ok, nós vamos. – E como esperado, Izuku sempre mantém suas promessas, mesmo que seja para um animal, que até o momento imaginava que não o ouvia nunca.

Vasculhou pelo seu roupeiro roupas que fossem adequadas para um passeio com o seu cachorro, mas como era de se esperar, Izuku possuía um péssimo senso de moda. Então resolvera vestir uma camiseta verde e por cima um casaco marrom claro, procurou pelo imóvel alguma roupa de baixo apropriada, já que na maioria das vezes usava calças sociais a trabalho, e nunca saia com os amigos, então opinou por uma marrom que raramente usava. E para finalizar pegou um chapéu que havia ganhado de Todoroki, pois o mesmo havia lhe dito ser estilo, e que combinaria com o esverdeado, porém Midoriya nunca usou aquele assessório.

-Ótimo!  - Ditou o rapaz para seu cãozinho, este último mantinha-se até aquele momento deitado na cama observando seu dono se arrumar. Midoriya analisa seu reflexo emitido pelo longo espelho preso na parede de seu quarto, imaginando estar no mínimo apresentável. – Ok, agora vamos! – Respirando fundo, Izuku segue na direção da cômoda ao lado da cama, na última gaveta encontra algo que nunca havia usado, a guia que tinha comprado para Deku querendo usa-la em momentos como aquele, que até o momento nunca tinham acontecido.

Pegou o cãozinho no colo e seguiu para fora do apartamento. Por sorte o elevador estava funcionando, porém como esperado Deku não iria entrar lá, o cão sempre fica maluco quando Izuku chega perto do lugar. Tristonho Midoriya desse todos os lances de escada, para finalmente chegar ao hall do prédio, colocou Deku no chão e rapidamente tratou de prender a guia na coleira do cachorro, já tendo conhecimento do jeito que a peste era, se o esverdeado não agisse a tempo, o passeio poderia terminar em catástrofe.

Calmamente Midoriya começou a andar, mesmo que Deku estivesse mais há frente de seu dono continuava a andar mais devagar que seu costume.

Logo os dois chegam ao parque, que simplesmente ficava em frente do prédio que Midoriya morava. Lá Izuku notou diversas famílias caminhando animadamente pelo parque, crianças brincando juntas, e outros, assim como o esverdeado, caminhavam junto de seus pets.

Deku diferentemente de seu natural, mantinha-se calmo e saltitava animado pelo caminho da praça. Midoriya segurava firmemente o guia, mesmo que seu cãozinho estivesse aparentemente calmo, era questão de tempo até o mesmo correr na direção de algo. E como previsto, Deku de uma hora para outra acelerou os passos, mesmo que tivesse pernas curtas acabou sendo mais rápido que o dono, e acabou por puxar Izuku consigo. Midoriya com o choque do puxão que levara quase perdeu seu equilíbrio, porém se recompôs rapidamente e ajeitou seu chapéu que havia saindo do lugar. Logo notou que seu cachorrinho havia parado, olhando para frente viu o animal esverdeado próximo de outro cãozinho igual a si, tirando o fato que a coloração do mesmo era mais “normal”. Olhado mais para cima avistou ao dono, que mesmo que estivesse segurando um jornal, o mesmo encarava o esverdeado curioso pela presença do rapaz ali, Midoriya rapidamente notou que Deku estava próximo de mais do outro cachorro, e aquilo poderia não acabar muito bem para si.

-Ah! Sinto muito por ele. – O esverdeado desculpou-se timidamente, rapidamente se aproximou do seu cachorro, pegando-o no colo na tentativa de afastá-lo do outro. – Sinto muito mesmo, é a primeira vez que saímos do apartamento.

-Não tem problema. – A voz do outro rapaz era grossa e rouca, curiosamente atraente para o esverdeado. Izuku ficou calado por alguns segundos sem saber o que deveria falar.

-Ok, desculpe mesmo. – Por fim disse, apressou o passo logo ficando mais longe de onde estava o outro rapaz. – Deku malvado! – Falou irritado, mesmo que soubesse que o cãozinho não o entendia, precisava extravasar a angústia que estava sentindo no momento para alguém. O esverdeado de todas as vezes que passou vergonha na sua vida, de fato aquela fora a que mais lhe deixou envergonhado e arrependido.

Após a situação constrangedora, Izuku resolveu voltar para o apartamento, mesmo que fosse contra a vontade do cão, porém Midoriya passou por muita coisa num único dia, já estava exausto de tudo, além de já estar anoitecendo.

No imóvel, Deku literalmente ficou emburrado com seu dono, passando a ignora-lo pelo resto do dia. Izuku tinha que admitir que achou muita graça da atitude de seu cãozinho, porém lhe chateava vê-lo tão tristonho.

-Ok, ok! Você venceu. – Midoriya se deu por vencido ao ter um carinho negado por Deku. – Vamos ao parque amanhã novamente. Mas nada de atacar os outros cachorros... E os donos também.  – Deixou bem claro as regras que o cão deveria seguir. Izuku não queria admitir, mas toda vez que falava com Deku, pensava que a solidão de um solteiro estava mexendo consigo.

 

 

Já no dia seguinte, Izuku tivera mais um ataque de azar, seu celular que por algum motivo estava sem bateria, acabou por não ter despertado de manhã, e por consequência o esverdeado se vou atrasado novamente, porém dessa vez uma hora de atraso.

Com certa pressa o rapaz simplesmente vestiu qualquer coisa que estivesse em seu alcance, e correu prédio a fora.

E como esperado acabou por ser demitido novamente, algo não tão incomum para o de madeixas vedes. O jovem rapaz estava completamente desesperado. De todos os trabalhos, aquele de fato havia sido o pior, porém o seu salário era um dos melhores. Agora Midoriya se via sentando num banco, o mesmo estava no parque do outro lado da rua de onde ficava seu apartamento. O jovem não queria voltar para casa, estava triste de mais, e sabia que seu cãozinho rapidamente notaria os sentimentos de seu dono, e Izuku não gostava de ver seu Deku preocupado.

Imerso em seus pensamentos, Midoriya nem notara que no banco a sua frente estava o mesmo rapaz do dia anterior, e somente percebeu a presença do outro ali, após ouvir um latido extremamente parecido com o de seu cãozinho, porém era mais fino. Olhando para frente, avistou um pequeno ser de pelagem arrepiada e amarelada. O cachorro estava sentado, e encarava o esverdeado curioso, Izuku olhou mais para cima avistando outro ser, seus cabelos impressionantemente parecidos com o do cão, loiros e espetados. Izuku somente naquele momento percebeu que o rapaz usava um óculo de grau, assim lhe dando mais charme do que já possuía, o loiro estava concentrado no jornal, e assim mal notando a presença de um certo rapaz de madeixas esverdeadas.

O cão novamente latiu, e por azar de Midoriya, os olhos escarlates do rapaz à sua frente se encontraram com os seus. Izuku instantaneamente tomou uma colocação rosada nas maçãs do rosto. Rapidamente desviou o olhar, assim voltando a encarar ao cãozinho que por ironia ainda encarava a si.

-Kacchan! Não lata para os outros – A voz rouca do rapaz loiro se fez presente. – Perdoe-me por ela. – Desculpou-se para o esverdeado, que ainda mantinha-se focado no cãozinho, que agora fora revelado ser uma fêmea. Midoriya somente sorriu para o rapaz, como se tentasse dizer que não tinha problema. O loiro somente voltou para seu foco anterior, o jornal.

Após um tempo encarando a cadelinha, Izuku toma coragem para voltar ao seu apartamento. Porém antes de sair do parque, deu uma última olhada para o rapaz loiro. Suspirou pesado, e voltou para seu caminho. Midoriya logo chegara a seu apartamento, Deku impressionado com a presença de seu dono, pois o mesmo raramente almoçava no apartamento, se aproximou do esverdeado, e logo percebeu o olhar recaído do mesmo, notando que o rapaz estava chateado.

Como um bom cãozinho que era, ficou o resto do dia a junto de seu dono. Que por agradecimento resolveu levar Deku passear novamente. E diferentemente do dia anterior, o animal manteve-se calmo, mesmo que para o azar de Izuku de encontrar-se com o rapaz loiro, Deku não avançou na cachorrinha.

Midoriya não queria admitir, porém propositadamente andava próximo do loiro. Talvez estivesse interessado no mesmo, mas acabou por mentir para si mesmo dizendo que era Deku quem gostaria de ficar próximo da cachorrinha.

 

Os dias foram de passando com Izuku sem um emprego, e como desculpa de economizar, passava os dias andando pelo parque. Mas logo sua mentira desleixada era destruída ao avistar o rapaz loiro, que sempre se mantinha atento em seu jornal. Izuku se via hipnotizado pelos olhos escarlates que se destacam na armação do óculos que o mesmo usava. Nos lábios perfeitos e chamativos, ou até mesmo nos cabelos naturalmente espetados do rapaz.

Midoriya também criara a mania de sentar-se no banco a frente de onde o homem sentava. Deku aproveitava das aproximações descaradas de seu dono para manter-se próximo da Kacchan. A fêmea nunca demonstrava interesse no cãozinho diferente, porém era óbvio notar sua curiosidade em relação à pelagem do mesmo, assim como o próprio dono, que em certos momentos ficava encarando ao cachorro curioso, pois não era todos os dias que se via um cãozinho com aquela coloração.

As tentativas de Midoriya aproximar-se do rapaz loiro tornaram-se rotina. Que mesmo após o esverdeado conseguir um novo emprego, continuaram a acontecer no fim da tarde, porém era claro que não tinha muito tempo para se deliciar com a beleza do homem. De fato, aquela pessoa estava mexendo consigo.

 

 

 


Notas Finais


O que acharam? E para a alegria alheia basicamente Midoriya conheceu Katsuki, mas ok.
Fiquei muito feliz com os comentários e os favoritos dados, serio estou tão feliz, eu realmente amei escrever essa maravilha.
Ate o próximo capitulo

Um beijo na teta esquerda pra quem quiser e tchau ~~~


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