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História In The Shower - Capítulo 1


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Capítulo 1 - Capítulo Único


Aizawa já sabia da compatibilidade dos poderes combinados de Kirishima e Bakugou, por isso na maioria dos treinos os colocava juntos. As explosões do loiro fortaleciam o endurecimento do ruivo, obrigando-os a aumentar a intensidade de cada um.

No treino de hoje não foi diferente, mais uma vez foram colocados juntos para aprimorar as individualidades. Como sempre, os gritos histéricos dos dois ecoavam por todo o ginásio, isso mostrava o quão empenhados e barulhentos poderiam ser.

A turma A-1 inteira estava treinando, cada um com o parceiro que melhor teriam resultado com as individualidades. A cada 20 minutos um sino tocava e todos trocavam de parceiro, assim ninguém teria vantagens e a dificuldade só aumentava.

- Aumenta essas explosões, bro! - gritou o ruivo com os braços frente ao rosto protegendo-se das explosões de Bakugou.

- Porra! Então toma! SHINEEEEE! - o loiro juntou as duas mãos para acumular mais suor e explodir tudo. Kirishima tomou a forma Unbreakable aguentando por pouco o imenso golpe.

Os dois foram repelidos, sendo jogados para longe um do outro. Alguns alunos até interromperam o próprio treinamento para assistir a luta dos dois. Foi realmente incrível, um pouco semelhante ao que aconteceu com Todoroki e Midoriya no festival esportivo.

Por sorte o professor Cementoss pôde conter a explosão criando uma barreira e impedir que os outros alunos se machucassem. A maioria estava boquiaberta, espiavam curiosos para verem como seus colegas estavam.

Kirishima tentava se manter em pé com certa dificuldade, mas parecia bem com machucados superficiais. Já Bakugou estava um pouco mais machucado, mas nada grave, conseguiu permanecer em pé com ajuda de Aizawa.

- Acho que para vocês dois já foi o suficiente. Estão liberados. - disse o professor de cabelos negros que foi empurrado pelo loiro que alegava estar bem o suficiente para andar sozinho.

Os dois se encaminharam para o vestiário, Bakugou segurava o ombro esquerdo com a mão direita e girava o braço esquerdo depois alternou para o outro lado, afim de estalar os ossos para aliviar um pouco a dor. Já Kirishima esticava os braços para cima juntando as mãos, seu impacto com a parede que o professor produziu estava fazendo suas costas arderem.

Cada um foi para o seu respectivo armário para poderem trocar de roupa, Kirishima não pôde desviar o olhar quando viu Bakugou tirar a camisa do uniforme e encontrar um grande hematoma em suas costas.

- Bro, suas costas não estão doendo?

- Chega de teatro, cabelo de merda! Estamos sozinhos. - Kirishima cerrou os olhos em deleite ao ouvir aquilo.

De fato escondiam a verdadeira relação que mantinham à meses. Desde o resgate de Bakugou que os dois se aproximaram mais intimamente, até engatarem em algo mais sério. Mas não queriam revelar aos colegas da sala, na verdade foi mais por vontade de Bakugou. Ele achava que seria visto como mais fraco pelos outros se soubessem que está apaixonado. Kirishima não ligava de tornar tudo público, mas também não reclamava dos encontros as escondidas, dava uma certa adrenalina tornando tudo mais excitante.

O ruivo se aproximou do namorado deslizando a mão pela extensão do hematoma, que ia da cervical até a lombar. Aquilo deve ter doido bastante, não foi atoa que Bakugou estava com dificuldades para andar. - Você foi incrivelmente másculo com aquela explosão. - disse ao pé do ouvido do loiro, que se arrepiou por inteiro.

- E você também não foi nada mal em me repelir. - disse em um fio de voz ao sentir os dentes pontudos rasparem em sua orelha. - Você realmente me fudeu.

- Ainda não. - assim que os seus olhos se encontraram não foi mais possível controlar os impulsos.

Bakugou se levantou puxando Kirishima para um beijo necessitado, desde manhã ansiava beijar aquela boca. Era uma merda, às vezes, ter que esconder aquele namoro. Ter que criar desculpas para se livrar das pessoas mais rápido apenas para se encontrar com o ruivo, mas infelizmente aquilo foi uma decisão sua e apenas sua.

O loiro prensou Kirishima contra os armários, passeando as mãos pelo abdômen exposto, se aventurando até as nádegas onde teve o prazer de apertar, as línguas brigavam para ter o controle uma da outra criando um som extremamente erótico.

Eijiro queria aproveitar aquele momento ao máximo, empurrou Bakugou separando seus lábios. Pôde ver com clareza a raiva nos olhos de Katsuki por ter interrompido aquele beijo, forçou o corpo do loiro para que ficasse de costas pra si. - Estou te sentindo um pouco tenso demais. - logo começou a massagear sua cintura. Bakugou arfou ao sentir o toque inesperado.

Kirishima se dedicou a massagear toda a região da cintura, arrancando gemidos e arfadas, levou as mãos até o abdômen sentindo a barriga malhada, apertou os mamilos quase fazendo o loiro gritar de prazer. Se aproximou mais, tendo certeza de encostar seu membro na bunda de Katsuki, que rebolou desvergonhosamente. Segurou seu pescoço apertando levemente, o loiro gostava daquele tratamento mais bruto.

- Você é um safado, Bakugou! - já podia sentir suas bolas duerem por falta de alívio.

- Cala essa boca!

Não aguentando mais, Eijiro baixou a calça de Katsuki. Aquele traseiro era uma verdadeira obra de arte que só ele tinha o privilégio de admirar. Redonda, rosada e durinha, poderia se deleitar por horas apenas olhando aquela bunda perfeita. Tratou de apertar com vigor sentindo a carne macia e quente em seus dedos, Bakugou chiou em prazer.

- Me deixa te tocar também... hmmm.... - tentou pedir resfolegando desejoso.

O ruivo despudorado apenas baixou as próprias calças revelando o falo teso, já melado pelo pré-gozo. Katsuki corou ao notar o semplante cheio de luxúria de Kirishima, aquilo o fez ficar ainda mais excitado. Alcançou o pau de Eijiro, que tentou conter um gemido falhando miseravelmente, bombeando do jeito que conseguiu, com movimentos um pouco desgovernados por estar sendo provocado também.

O gemido de Kirishima é o som mais gostoso que Katsuki poderia imaginar. Um rouco grave que ia diretamente ao seu pênis quase fazendo-o gozar. Os olhos fechados e dentes trincados para se conter instigavam ainda mais Katsuki a aumentar a velocidade.

A visão do loiro prensado contra os armários, com a bunda empinada ansiado para recebê-lo era gostosa demais. Agarrou mais uma fez sem nenhum pudor, separando-os revelando o ânus necessitado. Levou os dedos até a boca de Bakugou, que chupou desvergonhadamente, deliciando-se de antecipação para sentir ser penetrado.

Eijiro massageiou apenas com a ponta do dedo, arrancando um suspiro pesado de prazer do parceiro que empurrou o quadril para ser penetrado de uma vez. Bakugou soltou um gemido mudo quando o dedo de Kirishima deslizou por seu ânus. Estocava sem nenhum pudor, tirando qualquer sensatez que pudesse sobrar do loiro.

Aquele vestiário estava se tornando cada vez mais quente, o desejo devasso e incontrolável dos dois precisava ser saciado. Katsuki sentiu um segundo dedo lhe invadir e se sentiu obrigado a se tocar. Eijiro com a mão livre mastubava-se no mesmo ritmo.

O suor pingava de suas testas, o orgasmo não estava muito longe, até o ruivo ter uma ideia mais ousada. Aos olhos atentos e confusos de Bakugou que choramingou com a falta dos dedos, ele se agachou distribuindo beijos e mordidas nas nádegas do loiro.

Resgatou uma das mãos de Bakugou para segurar uma das bandas, enquanto uma sua segurava a outra. O loiro estava prestes a perguntar o que ele faria até perder a voz ao sentir a língua de Kirishima lamber seu ânus. Ele passou a lamber, chupar e morder sua bunda despudoradamente. Com a mão ainda no pênis mastubava-se com ainda mais vigor, e o ruivo o acompanhou tocando-se.

Kirishima estava sem palavras, a tempos que fantasiava com aquilo e não poderia imaginar uma reação melhor do que aquela. Bakugou completamente submisso, arreganhado, gemendo sem nenhuma reserva, rebolando contra sua língua ansiando por mais. Foi ao delírio ao vê-lo morder o lábio inferior e sugar o ar entre os dentes na mais pura devassidão. Tratou de enfiar mais o rosto sem piedade, apertando a carne das nádegas com brutalidade, o loiro já tinha a visão embaçada pelo prazer, chiando lâguido.

Finalmente, sem conseguir se segurar mais, Bakugou solto um gemido gutural anunciando seu orgasmo. As pernas bambearam, fazendo o loiro se desmanchar até cair no chão. Porém ainda havia Kirishima para gozar, até ouvirem um burburinho do lado de fora do vestiário anunciando que a aula havia acabado e os colegas estariam indo para trocarem de roupa.

Não daria tempo o suficiente para colocarem o uniforme, e seria estranho serem pegos completamente pelados, mesmo sendo um local onde muitos homens trocam de roupa normalmente. Kirishima agarrou o pulso de Bakugou, que ainda estava se recuperando do orgasmo, e o arrastou até o box de um dos chuveiros, trancando a porta em seguida.

Foi na mesma hora que escutaram os colegas entrarem todos de uma vez no vestiário. Por muito pouco não haviam sido pegos em uma situação completamente constrangedora. Mas a pressa os fizeram cometer um grande pequeno deslize.

- De quem são essas roupas no chão? - puderam ouvir a voz de Kaminari argumentar.

- Acho que são do Kirishima e do Bakugou. - Sero conclui o pensamento do amigo. - Eles foram os primeiros a terminar o treinamento.

Os dois dentro do box xingaram internamente pelo imenso vacilo que poderia comprometer e jogar tudo pelos ares. Mas foi a conclusão - um tanto idiota - de Denki que o fizeram suspirar de alívio.

- São uns animais mesmo. Trocam a roupa, vão embora e nem se dão ao trabalho de colocarem no cesto de roupa suja. - a falta de inteligência o salvaram daquela vez.

Porém, o universo estava contra eles. O sorte que tiveram por ninguém atrapalhar o momento erótico, agora se mostrava azarado de estarem presos até todos irem embora e o ruído da porta quando Katsuki se apoiou para levantar.

- Tem alguém ai? - Midoriya perguntou.

Não teria como fingir que nada havia acontecido. - Sou eu, Kirishima. - o ruivo pousou a mão na boca de Katsuki que pretendia falar ao mesmo tempo que ele.

- Bro, por que não falou que estava ai o tempo todo? - Sero perguntou apreensivo. Nervoso por ter falado do amigo pelas costas.

- Estava me divertindo com seus comentários. Aliás, foi mal pela roupa, estava desesperado por um banho que acabei esquecendo. - inventou a primeira coisa que veio a mente. Ligou o chuveiro para ninguém se perguntar porque o mesmo estaria desligado.

- E o Bakugou? Parece que ele também deixou as roupas jogadas aqui. - Todoroki conclui com uma certa suspeita na voz, mesmo que continuasse com o tom ameno.

- Ele já foi para os dormitórios. Disse que estava com o corpo muito dolorido e estava pouco se fudendo qual seria o destino da roupa, que só queria descansar. - Katsuki bateu com a mão no rosto pela desculpa estúpida que Eijiro inventara.

- Realmente, isso é a cara do Kacchan. - completou Midoriya.

Kirishima teve que conter a risada ao ver o olhar de ódio de Bakugou, se ele pudesse teria saído na hora para xingar tudo mundo que concordou com a suspeita. Aos poucos os barulhos dos armários foram cessando, a maiorias dos meninos optavam por tomar banho nos dormitórios, porém, havia algumas excessões as vezes.

- Acho que vou tomar banho aqui mesmo, estou fedendo a suor. - Sero anunciou abrindo a porta de um dos box.

- Pode crer, bro. Eu também vou. - Kaminari se juntou ao amigo entrando em outro box.

Ouviram mais alguns entrarem no chuveiro, enquanto outros se despediram saindo do vestiário. Kirishima e Bakugou teriam que esperar todos irem embora, não poderiam arriscar sair e darem de cara com algum cara.

Mas não estava sendo fácil ficar no mesmo lugar fechado juntos, pelados ainda por cima. Sem falar que Eijiro não havia conseguido gozar por terem sido interrompidos. O corpo músculo de Katsuki era um perdição, saboreava com os olhos cada curva, cada centímetro de pele exposta a sua frente. Notando que o parceiro não tirava os olhos de si, Bakugou corou envergonhado. Se protegendo com as mãos de forma acanhada e sussurrando para que o ruivo parasse com aquilo.

A voz dele não passava de um vazio, nada impediria de que pudesse se deliciar daquele corpo as escondidas. Traria um tipo de adrenalina deliciosa. E foi com esse pensamento que Kirishima puxou Bakugou para perto de si, colando seus lábios com paixão e volúpia, nem mesmo os protestos do loiro foram suficientes para evitar aquilo. Por dentro queria aquilo mais que tudo.

Eijiro não poderia colocar em palavras o quão gostoso Katsuki estava molhado daquele jeito, passou as mãos por todo o corpo, apertando a pele alva enquanto suas línguas se encontravam numa dança erótica. Arfou ao sentir seus pênis se encostarem.

- Bro, hoje o treino foi muito bom. Aquela explosão sua e do Bakugou foi insana. - mesmo ouvindo a voz do amigo, Kirishima não iria parar o que estava fazendo. Apenas soltou um murmúrio em concordância.

- Verdade, daqui a pouco você vai estar superando ele. - Sero anunciou no outro box.

Aquilo fez Katsuki parar o beijo e olhá-lo com indignação. O ruivo sabia que aquele tipo de comentário era perigoso. - Que nada, bros. Ele também está melhorando. - disse suando frio. Mas a expressão que o loiro fez foi de puro tesão, chamando a atenção do ruivo. Aos poucos Bakugou foi descendo, chupando o pescoço de Kirishima que conteve um gemido. A língua dele subia e descia, lambendo e chupando seus mamilos, as mãos passeavam por todo o corpo até chegarem nas coxas trabalhadas de Eijiro.

- Mais uma coisa, Kirishima. Quando vai se declarar pra ele? - Kaminari perguntou.

Os dois amantes arregalaram os olhos, principalmente Eijiro que não esperava uma pergunta tão direta. - Bro, cala a boca! Tem outros caras, aqui! - implorou. Seu olhar foi de encontro com o de Bakugou, que já estava ajoelhado com o rosto perto do seu pau.

- Todos já sabem que você tá afim do Explosion Boy. - afirmou Sero.

Os olhos rubros de Katsuki transbordavam luxúria, segurou o pau teso em seguida lambendo antes de engolir de uma só vez. Kirishima se contorceu de puro tesão ao sentir a sucção em seu membro. Mordeu os lábios para não gemer e delatar o que estava acontecendo. - É verdade, bro. Quando você lutou comigo quase sempre seu olhar ia direto pra ele. - a língua deu voltas frenéticas, Kirishima perdeu o ar várias vezes com as chupadas silenciosas.

- Não tava não, isso foi impressão..... sua. - teve que fazer uma pequena pausa para respirar fundo e não gozar na boca daquele ser pecaminoso que o chupava.

- Vamos lá, Kirishima! Bakugou não está aqui, pode ser sincero com a gente. - Kaminari insistiu ainda mais.

Aquilo teria volta, Bakugou sofreria muito dessa vez. O ruivo puxou o ar entre os dentes fazendo barulho quando Katsuki chupou apenas a glande. - Calma, Bro. Não precisa ficar estressado.

Nem teve cabeça para retrucar Kaminari, agarrou os cabelos loiros já molhados pela água puxando-o para que ficasse em pé. - Eu vou te fuder tanto, Katsuki. - sussurrou no ouvido dele que gemeu entrecortado com a força que havia sido puxado. Sorrindo em mofa e lambendo os lábios se deliciando ainda com o gosto de Kirishima.

Já estava alucinando demais com aquela visão, tratou de coloca-lo contra a parede fria do box abrindo as pernas do loiro. Sem pudor algum introduziu um dedo com violência naquele ânus necessitado que pulsava com o contato. Pôs a mão na boca de Bakugou para que não gritasse em surpresa. Estocou o dedo fazendo barulhos obscenos que graças ao som do chuveiro não era perceptível. Forçou mais a mão na boca do parceiro quando juntou mais um dedo, alargando mais para que seu pau pudesse entrar.

Katsuki delirava devasso, rebolando nos dedos de Eijiro ansioso para finalmente ser fodido. Gemeu manhoso quando os dedos o abandonaram, porém, agracendo por sentir a ponta do membro do ruivo ser esfregado em sua entrada. Kirishima forçou o quadril para vencer a força da parede de Bakugou que tentava expulsá-lo.

Foi colocando aos poucos, curtindo a sensação de finalmente estar dentro dele. Arfando pesadamente por estar muito apertado. Katsuki gemia loucamente sobre a mão de Eijiro, mesmo com os sons abafados eram audíveis e excitavam mais o ruivo. Tremeu ao sentir toda a extensão do namorado dentro de si, rolando os olhos em puro deleite e satisfação.

- Puta que pariu, Katsuki, você é gostoso pra caralho. Tá muito apertado. - chiou entredentes.

- Olha aí! Já está murmurando o nome dele, Kaminari. - Sero provocou. Por alguns instantes eles haviam esquecido que os caras ainda estavam tomando banho.

- É o amor, bro.

- Calem essa boca, idiotas! - Kirishima começou a estocar lentamente, curtindo cada feição depravada de Bakugou. Alcançou seu pênis com a mão livre masturbando-o no mesmo ritmo das estocadas levando-o a loucura extrema. Bakugou tinha as duas mãos apoiadas na parede, tentando se sustentar do jeito que conseguia, arfando entrecortado na mão de Eijiro.

- Mas sabe de uma coisa, o Bakugou também não parava de te olhar. - ouviram a voz de Sero novamente.

- Ah é? - Kirishima perguntou encarando Bakugou, que tinha o rosto corado naquele momento.

- É sério. Mesmo que sutilmente, quando estava treinando com ele, o olhar dele desviava em sua direção. - agora era a hora da punição de Katsuki. Começou a arremeter com força, indo fundo, alternando a velocidade. Os gemidos do loiro aumentavam quase sendo audível para os de fora, por sorte soltou a mão de sua boca bem na hora e o beijou de forma bruta.

O ritmo na masturbação também aumentou, os gemidos dentro da boca instigavam Kirishima a continuar dando estocados brutas que iam até o fundo, alçando a próstata do loiro. Não poderia se segurar mais, soltou os lábios de Bakugou, que parecia aéreo demais e desnorteado por estar recebendo muitos estímulos ao mesmo tempo, levou a mão novamente a boca dele e soltando a outra do pau. Ouviu um gemido em protesto que logo virou um grito abafado ao receber um forte tapa na bunda.

- O que foi isso, cara?

- Um besourinho que subiu na minha perna. - afirmou o ruivo que se dedicou a aumentar a velocidade, arremetendo frenéticamente. Deu outro tapa naquela bunda perfeita se certificando de deixar a marcar. - Está difícil de matar.

- Assim como está difícil se declarar para o Bakugou? - os dois idiotas riram com o comentário, mas nem ao menos foram levados a sério. Kirishima estava preocupado com outra coisa.

Agarrou a cintura do loiro com as duas mãos, saindo de dentro dele girando-o para que ficasse de frente. Colaram os lábios com urgência, beijando desgovernadamente pela pressa. Eijiro segurou as duas pernas de Katsuki o erguendo do chão, penentrando-o novamente naquela posição. O loiro levou uma das mãos a boca, queria olhar nos olhos de Eijiro quando ambos gozassem.

Aquela posição ia mais fundo. O ânus de Katsuki ordenhava o pau de Kirishima, apertando-o ainda mais. As bochechas coradas de Bakugou era a visão do paraíso, não havia aquela máscara de durão, apenas sensualidade que alucinava Eijiro, e ver que o tesão incontrolável o fez se masturbar na sua frente, tirou completamente o que restava da sanidade. Socou mais algumas vezes até se derramar dentro dele, esporrando com vontade soltando um gemido rouco e deleitoso. - Consegui matar o besouro.

- Finalmente, bro. Eu já vou indo, até mais. - Kaminari se despediu.

- Encontra com a gente depois, cara. - Sero falou em seguida. Sendo o último a sair do vestiário.

- Pode deixar. - se forçou a falar. Katsuki continuava se tocando quando foi colocado no chão. Kirishima se ajoelhou na sua frente. - Goza aqui. - pediu abrindo a boca bem perto do pau. Eijiro abocanhou o membro chupando e lambendo, alternando a atenção também para os testículos. Não demorou muito para que Katsuki gozasse dentro de sua boca, segurou nos cabelos carmesim para atingir um pouco mais fundo. Urrando como um animal selvagem, soltando a voz alta por finalmente estarem sozinhos.

Kirishima usou a mão para bombear levemente para que não houvesse desperdício. Deu uma última chupada estalada na cabeça antes de pôr a língua  pra fora e bater o pênis na mesma. Arrancando outro gemido lâguido de Bagukou.

Aproveitaram o chuveiro aberto e se limparam ali mesmo. Rindo juntos pelo momento íntimo segundos antes. Assim que saíram Kirishima tratou de pegar os uniformes para colocar para lavar, até perceber algo estranho neles, quando identificou não conteve o riso anasalado.

- Do que você tá rindo? - o loiro perguntou se secando.

- Estava me perguntando porque os caras não viram nada branco no chão. Agora eu sei o porquê. - Kirishima estendeu o uniforme para Katsuki pegar e visualizar.

O rubor nas bochechas foi inevitável ao concluir que se tratava de seu gozo no uniforme. Por sorte naquela hora caiu na roupa, senão teria sido uma grande dor de cabeça inventar uma desculpa. - Idiota! Mal pude me recompor e limpar antes de ser jogado dentro do box. - repreendeu o namorado que continuou rindo de sua vergonha.

- Mais um para a lista de lugares diferentes onde transamos. - Kirishima já colocara a roupa, esperava o namorado terminar de se arrumar.

- Nem foram tantos assim, idiota.- agora Katsuki tinha mais um motivo para andar mancando.

- Ah não? Biblioteca, sala de aula, piscina da UA, ginásio, telhado da sua casa, sacada do meu dormitório, academia, cozinha, sala de lazer, parque, banheiro da sorveteria, karaokê, restaurante, lanchonete, praia, cinema, boliche, sauna, águas termais e o vestiário. - contou em deboche. Nem precisaria contar nos dedos, pois não teria o suficiente. Bakugou lhe encarava com rubor no rosto, relembrando cada um dos momentos citados.

- Esqueceu daquela vez que nos encontramos quando estávamos no estágio e transamos numa viela entre dois prédios. E no quarto do Kaminari também. - mencionou se juntando ao ruivo para saírem juntos, dando um último selinho.

- Ah, era pra contar os de sexo oral e masturbação também? Então teve.....

Fim.



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