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História In The Shower - Capítulo 2


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Capítulo 2 - Especial


Fanfic / Fanfiction In The Shower - Capítulo 2 - Especial

A ansiedade para terminar logo aquela maltida patrulha aumentou quando Katsuki recebeu aquela maldita mensagem de texto do marido.

"Venha sem pressa, estou preparando algo muito especial hoje."

Porra, aquilo só fazia o loiro querer apressar ainda mais as coisas para chegar em casa. Tomou a atitude de acelerar o passo para concluir o quarteirão, mas a sorte não estava muito a seu favor naquele dia. Virando a primeira esquina se deparou com um roubo de banco a mão armada, riu de nervoso por saber que demoraria ainda mais com aquilo.

Na companhia de Sero, correram até a entrada o banco visualizando todos os funcionários deitados no chão e o desgraçado brincando de apontar a arma para qualquer um. Trincou os dentes de ódio ao notar que não estava sozinho, enquanto abordava as pessoas outro bandido esvaziava os cofres, jogando as infinitas notas de dinheiro em uma bolsa.

O loiro trocou olhares com o parceiro, que depois de vários anos trabalhando, já havia entendido qual era o plano. Com uma das mãos desfez uma explosão em direção ao cara armado, que infelizmente reagiu a tempo, rolando no chão para desviar. Porém, não deu tanta sorte quando a fita de Sero agarrou seu pulso fazendo-o largar a arma.

Com um sorriso sádico nos lábios, Bakugou foi em direção ao outro bandido, enquanto o outro era contido pelo moreno. Foram precisos apenas dois socos, um na boca do estômago e outro no rosto para completar a missão. Pelo olhar de terror, sabia que o ladrão não seria corajoso o suficiente para enfrentá-lo, não o culpou, até porque não estava com a cara mais amistosa do mundo.

Tiveram que esperar a polícia chegar para continuarem na patrulha, nesse meio tempo o loiro tentou ligar para o marido, sendo ignorado em todas as chamadas, aumentando o seu mau humor. Casados a 15 anos e Katsuki ainda se irritava com os joguinhos de Eijiro, não bastava o ruivo pertubá-lo no ambiente de trabalho quando eram designados como parceiros, mas fora também. Kirishima havia pegado a semana de folga, ou seja, durante o trabalho sempre recebia mensagens obscenas ou sugestivas, causando-lhe ereções indesejadas e inoportunas.

Mas naquele dia foi diferente. Claro que havia um duplo sentido na frase, mas nada muito chamativo, o que preocupou o loiro. Sabia da natureza devassa do marido desde a época da escola, Eijiro não o faria ficar com as bolas azuis atoa. Os infinitos cenários do que poderiam fazer ao chegar em casa depertou o membro de Katsuki. Maltido ruivo, nem havia dito demais, mas já o fez ficar duro.

Finalmente ao chegar no prédio da agência, não demorou para trocar rapidamente a roupa de herói. - Que isso, cara? Vai tirar a mãe da forca? - brincou Sero ao ver o parceiro jogar suas granadas no armário causando um enorme estrondo. A resposta veio em forma de grunhido, era incapaz de responder uma frase que fizesse sentido naquele momento.

Assim que se trocou buscou a bolsa com os pertences e rumou para a saída antes de ser empedido por Hanta. - Ei, cara. Vamos sair pra beber hoje, chama o Eijiro. - ao ouvir aquele nome só fez com que a situação piorasse.

- Hoje não dá. - conseguiu dizer e se desvencilhar do moreno.

Pôde ver a cara de desânimo de Sero, que pegou o celular para mandar um áudio, provavelmente para um dos maridos. - Eles não vão. - foi a última coisa que ouviu antes de sair pela porta.

Bakugou entrou em casa fazendo o maior alvoroço, batendo a porta e berrando por Kirishima. Notou que a casa inteira se encontrava no maior breu, e que não recebeu nenhuma resposta do marido. Ficou em alerta para não ser pego de surpresa por um susto.

Passou pela cozinha sorrateiramente, já que o ruivo poderia estar fazendo o jantar, nada. Verificou na sala, nada. Se precaviu olhando atrás das cortinas, pois era o lugar favorito dele para pular e assustar o loiro, nada. Era como se Eijiro nunca tivesse passado pelo apartamento, nem mesmo a bagunça frequente denunciava. Nenhuma bermuda, blusa ou mesmo uma cueca espalhada.

- Eijiro. - chamou mais calmamente. Andando devagar pela casa ainda com a guarda alta, em momento algum recebeu uma resposta, duvidando se o mesmo estaria em casa. Verificou o celular e nada constava que Kirishima tivesse saído, apenas aquela mensagem que lhe tirou a paz a tarde inteira. - Eijiro. - mais vez sem resposta.

Andou em direção ao quarto se surpreendendo com a porta fechada, ela nunca ficava assim. Notou também a fraca luz vermelha pela fresta da porta, engoliu em seco temendo o que poderia encontrar do outro lado.

Nem em todos os infernos poderia acreditar no que seus olhos viam, assim que tomou coragem para abrir a porta não pôde deixar de deixar sua bolsa cair no chão. Eijiro estava deitado na cama, encolhido na pose mais sexy que poderia imaginar, um plug anal de rabo de raposa, orelhas e o coadjuvante da estrela do show: cordas de bondage.

A parca luz vermelha no quarto trazia um clima extremamente erótico, destruindo completamente todas e quaisquer barreiras de Katsuki. O ser pecaminoso a sua frente, notando sua presença ergueu o tronco, sentando na cama com as pernas separadas realçando a bunda muito bem delineada com o plug enterrado no meio, deixando a cabeça pender para atrás com o olhar libidinoso.

- Bem-vindo, mestre. - a voz carregada da mais pura luxúria fez com que o loiro perdesse razão.

Imaginou que o marido tivesse preparado uma viagem para algum lugar onde fantasiava transar, doce ilusão. Por deus não acreditava que aquele ser a sua frente era Eijiro, o héroi Red Riot, seu marido. Nunca acreditou que sua devassidão chegasse naquele ponto, não estava reclamando, claro que não. Jamais ficou duro em tão pouco tempo apenas com uma imagem.

Sentou na beira da cama ainda desacreditado, sem quebrar o contato visual do ruivo que engatinhou até ele exibindo sua sensualidade. Kirishima estava em frenesi por dentro por sua surpresa ter dado certo, planejando aquilo desde que pegou aquela semana de folga. Fazendo pesquisas até encontrar uma que lhe agradasse e satisfizesse o marido.

Lambeu o pesoço do loiro, dando leves mordicadas no caminho apenas para provocá-lo. Sabia que ele ainda estava em choque, por isso pegaria leve por enquanto. Passou a mão que foi da nuca, descendo do pescoço até o peitoral onde dedicou a atenção. Acariciando o abdômen definido que se contraia com o toque. - Roupa demais, mestre. - juntou as duas mãos em ambos os lados da camisa, onde puxou e abriu com violência, estourando todos os botões no processo.

Katsuki arfou com tamanha brutalidade, ainda estava sem ação e sentir a língua quente de Eijiro subir e descer por seu pescoço lhe tirava a concentração. A mãos do ruivo alisavam e arranhavam seu peitoral, arrancando gemidos baixos e contidos. Incapaz de continuar sem fazer nada agarrou os cabelos de Kirishima e puxou-o para um beijo necessitado.

Molhado, excitante, lascivo são poucas palavras para aquele beijo. Bakugou resfolegava prazeroso, gemendo frustrado quando o marido interrompeu o beijo, puxando o lábio inferior do loiro. - Sem pressa, mestre. - aquela porra de chamá-lo de mestre estava acabando com os poucos neurônios que mantinham a sanidade de Katsuki.

O ruivo tratou de montar no colo de Bakugou, esfregando-se despudorado, arfando por sentir o volume dentro das calças roçar no seu. Bakugou chupou, lambeu e mordeu o pescoço de Kirishima que tinha os cabelos puxados levemente para trás. Por curiosidade, Katsuki levou a mão livre até o plug na intenção compreendê-lo, porém foi ao puxá-lo suavamente que recebeu um gemido deleitoso do marido. Animando-se com o estímulo o ruivo rebolou com mais vigor, arrancando grunhidos luxuriosos do loiro. Bakugou assim que achou a base do plug estocou e girou como podia, sendo agraciado pelos gritos eróticos do parceiro.

Eijiro levantou do colo do loiro em todo o seu esplendor, exibindo sua nudez com as cordas em volta do seu tronco, ajoelhando entra as pernas de Bakugou, separando-as para ter fácil acesso. Se livrou do cinto e abriu a braguilha da calça lentamente, se deliciando com as reações do loiro. Katsuki apertava o lençol da cama, arfava prazeroso, ver o marido daquele jeito tão submisso era o auge. Suspirou entredentes quando sentiu seu membro ser engolido.

Os sons molhados eram extremamente eróticos, a cada chupada Bakugou quase gozava pela visão da bunda de Eijiro com aquelas cordas. Sem falar na caracterização de raposa que não deixava nada a desejar depertando um fetiche, até então, desconhecido. Foi quando sentiu a cabeça do pau atingir a garganta do ruivo e ouvir o som do mesmo engasgar que Katsuki perdeu de vez a sanidade.

Puxou as madeixas ruivas fazendo-o gemer pela brutalidade, forçando que se levantasse para capturar seus lábios num beijo, dessa vez bruto e erótico. As línguas se esfregavam sem pudor algum, acabando com ar em poucos segundos. Katsuki mais uma vez puxou a cabeça de Kirishima para separas os lábios, a visão da saliva escorrendo no canto da boca era o paraíso. - Sou seu mestre? - finalmente conseguiu tomar o controle da situação e entrar na brincadeira. Eijiro foi incapaz de dizer com palavras, estava excitado demais com o aperto em seu cabelo, apenas acenou que sim. - Então me satisfaça.

Bakugou jogou o ruivo na cama, o mesmo gemeu necessitado. Amava aquele tratamento violento e bruto que só seu marido sabia dar. Tratou de empinar a bunda e rebolar para provocá-lo, tendo um grunhido animalesco em resposta. Faria seu papel de escravo sexual, expondo seu plug que balançava conforme seus movimentos.

A visão do traseiro rodeado pelas cordas era inexplicável, elas contornavam todo o tronco de Eijiro indo do pescoço até sua virilha. Aquela cauda era um convite luxurioso, imaginou o quão aberto ficaria se a retirasse. Se pocisionou por trás deferindo alguns tapas, arrancando gemidos histéricos. - Sua vadia safada. Minha vadia. - agarrou o plug anal tirando-o lentamente. Eijiro chiou em júbilo, sentindo-se vazio assim que o plug foi totalmente retirado.

- Toda sua.

Mais uma vez Bakugou foi pego de surpresa, ficando sem reação por alguns segundos antes de estapear aquela bunda novamente. - Olha para você, uma verdadeira puta. - não poderia perder aquela oportunidade, o traseiro de Eijiro estava completamente exposto. Afastou as nádegas com as mãos e enterrou o rosto esfregando-o, lambendo e chupando sua entrada.

O ruivo gemeu abandonado, sentindo a língua de Katsuki invadindo-o, molhando ainda mais sua entrada. Não resistindo, levou uma das mãos até o próprio pau procurando finalmente um alívio, recebendo mais tapas na bunda.

Satisfeito em fazê-lo sofrer o suficiente, com mais um tapa Bakugou já posicionava seu pau em Eijiro quando foi chamado a atenção. - Passa aquilo antes, mestre. - aponto para uma embalagem de lubrificante na cama, realmente não entendeu o porque do pedido já que a entrada já se encontrava devidamente lubrificada, mas não discutiu. Porém, não se atentou nos dizeres do produto antes de usá-lo, dispejando uma quantidade generosa em seu membro.

Não se preocupou em ir devagar, até porque o plug anal não era dos mais finos, estocou com força toda sua extensão. Eijiro gemeu sôfrego ao ser preenchido, o excesso de lubrificante fazia o pau de Katsuki deslizar facilmente, permitindo que as estocas fossem mais brutos e fundas. Aos poucos Bakugou foi sentindo algo diferente, como se o interior de Eijiro esquentasse ainda mais, até o momento que o calor se tornou leves choques. - Que porra é essa? - não negava que era delicioso, principalmente pelos choques aumentarem a cada estocada e o interior de Eijiro se apertar mais.

Encarou aqueles olhos rubros cheios de erotismo, e recebeu um sorriso travesso em resposta. Resgatou o lubrificante na cama certificando-se ler atentamente: Prazer Infinito. Esquenta e eletriza. Até naquilo aquele devasso se certificou, e parecia que ele também recebia os efeitos. Os gritos se tornaram mais altos conforme as estocadas, Katsuki se aproveitou daquilo agarrou as cordas do bondage do quadril puxando-as para que ele fosse mais fundo.

O cheiro e som de sexo naquele quarto os excitavam ainda mais, movidos apenas pelas desejo carnal de se satisfazer, não se importavam com nada ao redor. Era difícil dizer se a bunda de Eijiro encotravasse vermelha por causa da iluminação, então Bakugou faria questão de ter certeza.

Resgatou seu cinto que Kirishima jogou na cama, dobrou no meio e estalou apenas para alertar o ruivo o que o esperava. E não poderia ter visto cena melhor, assim que o couro estalou na pele alva de Eijiro o mesmo não se impediu de berrar em prazer. Contorceu o corpo pela dor prazerosa que alastrava seu corpo.

Bakugou não se ateu apenas ao traseiro do marido, chicoteou as costas dele também fazendo-o erguer o corpo. Foram vários minutos apenas estocando fundo e chicotando o ruivo, quando se deu por satisfeito se livrou do cinto jogando-o longe. Saiu de dentro do marido que choramingou, mordeu a pele sensível das nádegas já judiadas pelos tapas e chicotadas.

Puxou as cordas do troco para fazê virar para si, a visão do seu tronco com a bondage era deliciosa. Pegou o lubrificante e despejou pelo membro do ruivo, queria que ele sofresse um pouco mais. Masturbou até que o efeito se vizesse presente, Eijiro já não tinha mais voz para gemer, o máximo que conseguia eram grunhidos, chiados e choramingos. Seu pênis se esquentou por inteiro, precisava de mais alívio. Tentou implorar, mas as palavras não saírem.

- O que você quer? - Bakugou diminuia a intensidade das mãos, esperando uma resposta.

Mais uma vez o ruivo tentou falar, mas não passou de murmúrios inteligíveis. Katsuki esfregou seu membro em sua entrada, batendo de maneira indecente provocando sons molhados.

- Me fode. - choramingou.

- Me fode o quê? - querendo ou não, aquilo havia agradado em demasia o loiro.

- Me fode, mestre.

Introduziu o pênis vagarosamente apenas para ver Kirishima se contorcer em ansiedade. Retomando as estocadas brutas de antes porque não estava se aguentando mais. Arremeteu com toda a força que ainda restava em seu corpo, sentindo o orgasmo próximo. - O que as pessoas diriam se vissem o grande Red Riot desse jeito? - provocou com o nome de herói do ruivo. - Completamente submisso e entregue, uma puta. - começou a tirar completamente o pau da entrada e em seguida metendo fundo. Repetiu isso até se surpreender com a audácia de Eijiro.

- Isso é tudo o que você tem, Ground Zero? - apelou para o nome de herói também, e Eijiro sabia o quão selvagem Katsuki ficava ao chamá-lo assim. Havia prometido a si mesmo que se manteria submisso a noite inteira, mas ao ouvir seu nome de herói o ruivo não pôde evitar revidar.

E não poderia ter sido mais delicioso, o loiro entrou em uma fúria excitante. - Hoje é mestre. - deu um tapa no rosto do ruivo que chiou luxurioso, em seguida puxou a bondage para que Eijiro sentasse sobre seu membro conseguindo atingir sua próstata. O ruivo jogou a cabeça para trás em um gemido silencioso, se deliciando por ser atingido brutalmente. Aproveitando a total entrega do parceiro Katsuki chupou e mordeu os mamilos do ruivo, que já se encontrava abandonado pelo prazer.

Decidiu voltar a estapear aquela bunda perfeita, dessa vez usando sua individualidade para causar mais calor. Kirishima se agarrou em Bakugou, arranhando suas costas e mordendo seu ombro. Não precisou de mais tempo para que Eijiro gozasse, sujando o seu abdômen e o de Katsuki. O loiro também estava perto, notando seu corpo estremecer Kirishima pediu.

- Goza em mim, mestre.

Quatros estocadas fundas depois Bakugou encheu a entrada de Kirishima de gozo, esporrando e preechendo-o por completo. Os dois caíram na cama, aproveitando aquele pós-gozo, com Katsuki ainda dentro de Eijiro. Depois de alguns minutos, o silêncio foi quebrado pelo ruivo.

- Feliz Aniversário, Suki.

- E o mestre? - os dois riram abraçados. - Melhor presente do mundo. - depositou um beijo casto nos lábios do marido.

- Os lugares inusitados ficaram em falta, então pensei em começar com fetiches inusitados.

- Ótima idéia.


Notas Finais


Gente esse foi um especial para o aniversário do nosso biribinha mais amado do mundo. Quis deixar minha homenagem pra ele, gostaram?


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