História In The Sights Of Destiny - Capítulo 13


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Categorias Neymar, Philippe Coutinho, Shay Mitchell
Personagens Neymar, Philippe Coutinho, Shay Mitchell
Tags Família, Futebol!, Namoro, Neymar, Philippe Coutinho, Romance, Shay Mitchell
Visualizações 191
Palavras 3.033
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Crossover, Esporte, Famí­lia, Festa, Ficção Adolescente, Hentai, Romance e Novela
Avisos: Álcool, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Olá meus amore!!! Espero que gostem do capítulo.
Boa Leitura 💚💚💚💚

Capítulo 13 - Desviando do Ice Berg


Fanfic / Fanfiction In The Sights Of Destiny - Capítulo 13 - Desviando do Ice Berg

 

Júlia POV*

Acordei com as pernas da Natália em cima de mim e isso só me fez perceber que o que aconteceu ontem não foi um sonho. E o lado direito do meu rosto que está meio dolorido era a prova viva disso.

Ainda não sabia como me sentir sobre tudo que descobri ontem. Ainda não consegui absorver todas as informações, eu precisava conversar urgentemente com Philippe. São tantas coisas que ele precisa me contar.

Apesar de querer saber tudo eu também estava receosa. Não quero viver na sombra de uma mentira.

Finalmente me levanto da cama enquanto Natália continuava a dormir.

Vou até meu armário e escolho uma macaquinho branco com listras azuis sem mangas.

O caminho pro banheiro foi silencioso ao que parece ninguém ainda despertou. Assim que entro no cômodo vou em direção ao grande espelho e me surpreendo ao ver o reflexo do que deveria ser a minha aparência. Eu estava derrotada. O meu lado direito estava inchado e tinha uma coloração entre o vermelho e o roxo, realmente a Maura tinha me acertado com força lá, sem contar do meu cabelo que estava um completo desastre, estava repleto de nos e daria um grande trabalho para desembaraçar.

 

[...]

 

Depois de ter tomado um banho longo e relaxante estou de volta ao meu quarto e encontro uma Natália acordada olhando para o teto totalmente pensativa.

— Bom dia — digo fazendo com que ela me olhasse. Natália tinha um olhar meio perdido.

— Bom dia.

— Preparada? — pergunto já sabendo a resposta. Os meninos nos deviam uma explicação sobre ontem a noite. Apesar da Maura e da Verônica serem umas cobras eles foram pra lá por conta própria.

— Eu tô, agora eles estão? — diz em relação aos meninos. Pelo o seu olhar o Eduardo estava encrencado.

— No lugar deles eu teria medo — digo pra ela. — Sem contar do castigo que eu sei que irei ficar por ajudar eles.

— Olhe pelo lado bom, eles vão ficar devendo a gente por toda a vida — disse Natália levantando as sobrancelhas e dando um sorriso de lado.

Balanço minha cabeça em concordância, só queria esclarecer essa história toda. E receber o meu castigo.

[...]

Narrador On*

Enquanto os dois meninos dormiam tranquilamente, suas namoradas estavam em frente a cama os observando dormir.

Tanto Júlia quanto Natália sabiam que não deveriam adiar mais a tão esperada conversa.

Foi ai que a loira teve uma ideia.

— Júlia porque não acordamos eles com jeitinho? — perguntou Natália abrindo um sorriso travesso.

Júlia pareceu ter entendido as intervenções da amiga também abrindo um sorriso.

— O que você sugere? — a morena questionou. Uma brincadeirinha não seria tão ruim assim pensou.

— As vezes tudo o que precisamos é de um banho gelado — disse sugestivamente. Talvez seja tudo o que eles precisem neste momento.

[...]

— Caralho! — diz um Philippe assustado.

— Puta que pariu! — Eduardo acompanha Philippe no susto.

Ambos os meninos estavam agora encharcados e com uma puta dor de cabeça. Que piorava quando tentavam se lembrar de como chegaram em casa.

Júlia e Natália não se aguentavam de tanto rir, por um momento esqueceram do motivo que os tinha acordado, mas aquilo foi só por um momento. Assim que a crise de risos passou uma expressão séria se apoderou de seus rostos, aquilo não ia ser bom.

— Ficaram doidas? — Eduardo perguntou. O garoto estava um pouco aborrecido por ter sido acordado daquela forma.

— O que aconteceu? Parece que eu fui atropelado — Philippe diz colocando a mão sobre a cabeça. Ele não tinha nenhuma noção de como chegou no quarto do amigo.

— Ah... você não sabe? — pergunta a sua namorada com falsa simpatia.

ta bravo amorzinho? — Natália questiona o namorado com ironia.

Os meninos se olham e pensam a mesma coisa. Deu merda!

— O que é aquilo? — perguntou Eduardo apontando para a porta que estava aberta. Precisava agir e bem rápido.

Assim que as duas meninas se viram para a porta Eduardo as empurra para fora do quarto fechando a porta imediatamente.

— Eduardo eu vou te matar! — sua namorada gritou furiosa por ter sido enganada.

— Philippe abre essa porta! — Júlia grita batendo na porta ainda não acreditando que caiu naquele truque. Seu primo realmente era uma idiota.

— Porquê vocês não esperam a gente se trocar, não estamos bem — Diz Eduardo tentando adiar a situação. O garoto sabia que no estado em que estavam não conseguiriam raciocinar, sem contar que precisavam de tempo pra tentar lembrar de algo sobre a noite passada.

— Desculpa Júlia mais ele tem razão — Philippe disse ajudando Eduardo a forçar a porta para que elas não entrem. — Aproveitem esse tempo para se acalmar.

— Que se acalmar. Cala a boca Coutinho! — gritou Natália ainda forçando a porta. Se ela conseguisse entrar iria comer o namorado na porrada.

Philippe olhou pro amigo com pena, se ele pensava que a conversa com a Júlia seria ruim não queria imaginar a conversa com a Natália.

Depois de alguns minutos as meninas se cansaram de tentar entrar dentro do quarto e decidiram esperar na sala. Ambas sabiam que aquilo não tinha acabado, pelo ao contrário só começou.

— Estamos fudidos! — diz Philippe desesperado ele sabia que foi um erro ter aceitado o convite de Paulo pra festa e ainda ter ido sem saber onde era.

— Eu sei... Eu devia ter ouvido você — Eduardo diz com arrependimento. Assim que chagaram na casa da Maura Phil queria ir embora mas Edu o convenceu a ficar.

— O que eu não entendo é como apagamos — diz Eduardo começando a se recordar da noite passada. — Só bebemos duas cervejas e uma vodka.

— Será que fomos drogados? — Philippe disse. Eles nunca foram fracos com bebida, só podia ter sido isso.

— Agora isso não importa mais. O que importa agora são as patroas — disse Eduardo se referindo as suas namoradas. Sabia que Natália quando queria podia ser o próprio diabo.

— Vish... é hoje que a Júlia tira o meu coro — Philippe sabia mais do que ninguém que a pessoa por mais calma que ela seja, se ela explodir faz um grande estrago.

— Se eu morrer... eu só te peço pra limpar o meu histórico do navegador — Edu diz tentando aliviar o clima. Fazendo com que dessem gargalhadas.

— Agora o que tinha no corredor? — Philippe perguntou. O garoto estava curioso com que o amigo tinha visto.

— Nada, Coutinho! — O amigo respondeu como se fosse obvio fazendo com que os dois rissem ainda mais.

[...]

As meninas estavam inquietas na sala a espera deles. Natália estava roendo a unha do dedão, uma mania que tinha.

Já Júlia não conseguia parar de tremer a perna direita. Estava inquieta, perdida em um mar de pensamentos.

A espera terminou assim que eles desceram as escadas. Agora estavam secos e as olhavam com cautela sabiam que a qualquer passo em falso poderiam causar uma explosão.

 

Philippe Coutinho POV*

Sabia que as coisas estavam complicadas, Júlia me olhava com um olhar cheio de fúria, mas também podia ver curiosidade neles.

Sei que nunca faria nada para a magoar intencionalmente. Depois de dois anos ela foi a única garota a me chamar a atenção. Depois da minha primeira decepção amorosa.

Nunca pensei que passaria pela aquela situação. Me fechei completamente para relacionamentos, o único relacionamento que eu queria ter era com o futebol, mas como nada acontece como planejamos Júlia apareceu e bom eu gamei.

— Porque não vamos para o seu quarto? — pergunto estendendo a mão para a ajudar a se levantar do sofá. Eu queria privacidade e creio que o Edu também iria quer.

Sem falar nada Júlia se levanta me deixando no vácuo e subindo direto para o seu quarto.

Respiro fundo e me preparo para o pior. Dou um tapinha no ombro do Edu querendo dar uma força, porque iriamos precisar.

[...]

Assim que entro no quarto encontro uma Júlia pensativa olhando para a janela. Percebo que o lado direito do seu rosto estava inchado com uma cor que deveria ser entre o vermelho e o rosto.

— O que aconteceu com o seu rosto? — pergunto preocupado. Me sento do seu lado na cama e na direção do seu rosto machucado para poder analisar melhor. Júlia não era uma menina de briga. Se eu descobrir quem foi que machucou a minha garota estava fudido.

— Ah... isso? — diz apontando para o rosto. — Foi enquanto você tava desacordado — diz sínica.

Eu me pergunto o que mais poderia ter acontecido enquanto eu estava dopado.

— Eu só quero saber o porquê de você ter ido pra lá — disse com raiva. — E ainda por cima não me avisou que ia sair. Sei que não sou a sua mãe mas eu nunca iria fazer uma coisa assim com você.

Era nítida a sua raiva. Eu também estaria bravo se fosse ao contrário.

— Me desculpa meu amor. Paulo chamou a gente pra uma festa, só que ele não disse a onde era — digo tentando me resolver com a minha morena. — Assim que chagamos lá eu quis ir embora, só fiquei pra não deixar o Eduardo sozinho.

Digo a verdade, mentir não ia me levar a nada. Eu tenho um grande carinho e respeito pela a minha Júlinha tudo que eu mais quero era encerrar esse assunto.

— Sei... ficou pra fazer companhia pro meu primo e bebeu todas — disse se levantando e andando de um lado pro outro. — Olha aqui Philippe eu não sou idiota não! — gritou irritada apontando o dedo na minha cara.

Eu sei que fiz merda mas dedo na cara, ai já é de mais.

— Júlia não põem o dedo na minha cara! — digo tentando me manter calmo. Alguém tinha que ser a voz da razão. — Só bebemos duas cervejas e uma vodka, tenho certeza que batizaram as nossas bebidas.

— Se você não tivesse lá isso não iria acontecer! — ela disse como se eu fosse um idiota.

— Só que eu estava, e aconteceu! — digo na sua cara. Perdendo a paciência de vez.

Sei que fui um idiota só que em vez dela me entender. Ela quer ficar me julgando, que porra.

— Aconteceu... e podia ter acontecido coisa pior com vocês se a Natália e eu não impedíssemos — ela rebateu passando as mãos nos cabelos e andando de lá para cá.

— O que? Como assim? Que coisa? — eu pergunto preocupado. Qual era a merda que Edu e eu íamos nos meter.

Júlia agora parece mais calma, seu semblante também mudou. Ela volta a se sentar na cama e encarar a janela.

— Pelo que você disse, eu pude entender que a Maura e a Verônica doparam vocês — ela diz respirando fundo.

Agora tudo faz sentido. Eduardo e eu só bebemos a vodka porque elas ofereceram e não queríamos ser rudes.

Faço um sinal com a mão pra ela continuar.

— Elas fizeram isso a mando do Brad — Júlia diz olhando pra mim e engolindo em seco.

Eu vou matar esse filho da puta. Coisa que eu já devia ter feito a muito tempo. Aquele traíra vai me pagar.

— E isso não é tudo. Nat e eu caímos na porrada com a Maura e a Verônica — Júlia disse voltando a encarar a janela e eu podia sentir orgulho na sua voz.

Eu estava surpreso com a sua revelação. A minha princesa brigando... isso era algo que não se vê todos os dias.

Agora eu entendo o machucado em seu rosto, não querendo o mal da Maura mas eu espero que ela esteja bem pior que a minha Júlinha.

— Por quê? — digo tentando achar o motivo que a fez ficar tão brava que teve que partir pra agressão.

Júlia agora parece meio envergonhada.

— Você... — ela diz envergonhada. — Elas iriam entregar vocês pro Brad e pro Leo, pra eles fazerem Deus sabe o que.

Não consigo conter o meu sorriso. A minha Júlinha brigou pra me defender. Orgulhoso era o que eu me sentia agora. Sabia que a minha garota era incrível.

— Eu já disse que eu te amo Júlinha? — pergunto pegando em suas mãos fazendo com que ela olhasse pra mim. Aquilo era verdade. Eu a amava como um amigo e agora eu estava começando a amar como mulher. Nunca pensei que sentiria isso de novo só que agora é bem mais forte.

Júlia da um pequeno sorriso com as minhas palavras. Parecia estar se contendo como se algo ainda fosse acontecer.

— Eu vou te perguntar algo e eu quero que você seja bem sincero comigo — disse dando um suspiro e passando a mão em seu rosto.

Assenti com a cabeça. Só não esperava que a sua pergunta fosse em relação ao meu passado.

— Philippe quem é Aine?

 

Júlia POV *

Assim que eu perguntei ele imediatamente perdeu a cor do seu rosto. Seu semblante se fechou estava claramente abalado com a minha pergunta.

— Onde você ouviu esse nome? — disse engolindo em seco.

— Em uma conversa entre a Maura e a Verônica — digo. Eu não ia contar que a mãe dele também tinha dito sobre esse nome.

— Olha Júh eu não gosto de tocar nesse assunto — disse coçando a nuca.

— E por quê não? — digo tentando controlar as minhas emoções. Eu estava com raiva e ao mesmo tempo frustrada. — Philippe eu não quero que haja segredos entre a gente.

— É difícil pra mim contar. Foi algo que me machucou muito — disse cabisbaixo.

— Você sabe que pode confiar em mim — digo usando suas palavras contra ele. — Eu vou estar do seu lado sempre meu amor.

Philippe parecia perdido em lembranças. Eu sabia que ele estava se preparando para falar.

Me aproximo dele fazendo com que nossos braços fiquem encostados um no outro. Eu queria que ele soubesse que eu estava ali.

— Tudo aconteceu quando Aine e eu começamos a namorar, eu tinha a sua idade — disse perdido em pensamentos. — Os seus pais eram amigos dos meus. Fomos praticamente criados juntos e isso envolve o Eduardo. Brad era nosso amigo eu nunca pensei que ele pudesse ter feito aquilo comigo — disse agora fechando as mãos com força para tentar controlar a sua raiva.

Passo a minha mão em seu pescoço subindo para as suas bochechas onde faço um leve carinho ali.

— No nosso aniversário de um ano de namoro eu peguei os dois juntos — disse magoado.

Como alguém poderia trair o Philippe? Ele sempre foi um amigo incrível sem contar o namorado cuidadoso que ele é. Eu só consegui sentir ódio desses desgraçados.

— Eu realmente achei que o nosso namoro iria evoluir, pensei que teríamos uma vida juntos — Philippe disse magoado.

Ver ele ali tão triste e vulnerável fez com que uma lágrima caia em meu rosto. Que eu fiz questão de secar rapidamente para que ele não veja. Ele precisava de apoio e isso é isso que eu daria a ele.

— Acontece que ela não me amava tanto assim. Depois disso eu me fechei, fiquei mal o futebol me salvou — disse abrindo um sorriso ao falar do esporte. — E então você chegou e me fez sentir esse sentimento de novo. Não tenho certeza do que é, só sei que ele me faz tão bem.

Abro um sorriso com as suas palavras. E faço um carinho em sua mão entrelaçando ela na minha.

Me inclino puxando o seu rosto em direção ao meu e o beijo. Nosso beijo era calmo porém intenso, nossos lábios se moviam com sincronia enquanto as nossas línguas se encontravam em um ritmo lento. Assim que sentimos falta de ar paramos o beijo com selinhos.

Encosto a minha cabeça no ombro do Philippe enquanto ficamos ali em silêncio apenas curtindo a presença um do outro.

Talvez o Ice Berg não afundasse o meu Titanic. E eu estava feliz por isso.

[...]

Narrador On*

— Vocês perderam o Juízo? — Elza perguntou ao quarteto. Finalmente era hora da punição. Depois de uma noite de mal dormida a mulher só conseguia pensar em como castiga-los.

Os quatro adolescentes estavam sentados no sofá na seguinte ordem: Eduardo, Natália, Júlia e Philippe. Os casais estavam de mãos dadas ambos tinham se resolvido. Agora o que restava era aceitar as consequências de seus atos.

— Ah! mãe não foi pra tanto — Eduardo tentou convencer a mulher de que não precisavam de um castigo.

Tanto quanto Philippe quanto as meninas lhe deram um olhar de advertência. Naquelas horas era melhor ouvir do que contestar.

— Ta querendo morrer garoto? Eu te coloquei nesse mundo e eu posso te tirar! — A mais velha disse assustando todos. Ela odiava ser interrompida.

— Tia eu peço desculpas a senhora, não devia ter saído do jeito que sai — Júlia disse fazendo uma carinha fofa tentando acalmar os ânimos e comover a mulher. Pedir desculpas não resolvia mas já ajudava.

— Por mais que eu esteja brava com todos vocês — disse apontando em suas direções. — Eu realmente tenho que agradecer vocês duas, não sei o que teria acontecido a eles dois se não fossem por vocês.

Júlia e Natália se olham orgulhosas por terem protegido os seus namorados. Não importava a merda que eles fizessem elas nunca deixariam que os fizessem mal.

Já Philippe e Eduardo por mais agradecidos que estivem as suas namoradas, sentiam uma pequena pontada em seus egos. Eles tinham aquela ideia de que sempre deveriam ser os protetores.

— Não precisa agradecer tia — a sua sobrinha disse.

— É dona Elza — sua nora respondeu.

— Continuando... eu já falei com os pais de todos vocês e seus castigos serão designados por mim — disse Elza adorando a sensação de poder. — Nas férias de Julho vocês não vão viajar, e enquanto isso só de casa pra escola e pra você mocinho futebol — disse o final apontando para Philippe. — E a ida para se verem, não sou desalmada vocês poderão se ver.

Todos eles exclamaram em protesto. O quarteto sonhava com a tal viajem para o Paraná. Eles ficariam na casa de Leandra que era prima de Júlia e Eduardo.

— É isso ou sem a viajem de fim de ano — Elza disse fazendo com que todos ficassem em silêncio. A viajem de final de ano seria para a casa da Júlia em Brasília. Todos queriam dar uma voltinha por lá.

Pelo o bem da viajem de fim de ano Philippe, Eduardo, Natália e Júlia assentiram com a cabeça e se olharam precisavam pensar no que fazer nas férias de Julho.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

O Titanic conseguiu desviar do Ice Berg mas a questão é conseguiriam escapar dos fantasmas do passado.


Notas Finais


Eu realmente espero que tenham gostado e comentem digam o que estão achando da fic
Beijos e até a próxima 💚💚💚


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