História In The Sights Of Destiny - Capítulo 6


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Categorias Neymar, Philippe Coutinho, Shay Mitchell
Personagens Neymar, Philippe Coutinho, Shay Mitchell
Tags Família, Futebol!, Namoro, Neymar, Philippe Coutinho, Romance, Shay Mitchell
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Palavras 2.373
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Crossover, Esporte, Famí­lia, Festa, Ficção Adolescente, Hentai, Romance e Novela
Avisos: Álcool, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Olá minhas queridas? Tudo bem com vocês? Então espero que estejam gostando da história 😘💚💚
Boa leitura!!!

Capítulo 6 - O Jogo


Fanfic / Fanfiction In The Sights Of Destiny - Capítulo 6 - O Jogo

Finalmente o dia do jogo chegou e eu não estava tão animada assim.

Minha menstruação estava dando indícios da sua chegada, sim as tão terríveis cólicas. E o meu humor também não era dos melhores.

Decidi ir me arrumar, escolhi um shorts da cor preta de preferência  e uma blusa branca de mangas curtas. Faço uma make bem leve só passo lápis de olho, rímel e brilho labial. Calço uma sapatilha preta confortável.

Faço um meio rabo de cavalo nos cabelos e coloco dois brincos  pequenos. 

Levo um bolsa que não é tão grande onde eu coloco meus objetos pessoais. 

Escuto uma movimentação no andar de baixo e decido descer.

Assim que entro na sala me deparo com o meu tio Gil.

Tio Gil é pai do Eduardo. Não esperava que ele fosse chagar de viagem hoje. Meu tio trabalha como repórter. Fazendo com que ele sempre estivesse fora de casa.

— Oi tio! Como foi de viagem? — pergunto me juntando a minha tia e Eduardo.

— Bem minha filha, a Itália continua linda — me respondeu.

— E ai pai trouxe o que de bom? — perguntou meu primo com interesse.

— Garoto o seu pai acabou de chegar — disse a minha tia reprendendo Edu.

— Tá tudo na mala verde filho — disse meu tio apontando pra mala.

Depois de conversamos bastante sobre a Itália e como a comida era maravilhosa. Recebo algumas mensagens no meu celular. E decido ver as mesmas.

Philippinho: Eai Júlinha? Vocês vão passar aqui em casa? Enviada às 15:03.

Júlia: Vamos sim é que o tio Gil acabou de chegar ���� Enviada às 15:04.

Philippinho: Ele vai ir pro jogo também? ⚽️ Enviada às 15:05.

Júlia: Não sei vou perguntar Enviada às 15:05.

Assim que Phil visualizou bloqueio o meu celular.

— Gente o Phil mandou mensagem.  Ele perguntou seu o senhor também vai no jogo  — pergunto pro meu tio.

— Claro aquele moleque joga muito! — respondeu tio Gilmar.

— Ele também perguntou se a gente ainda vai passar na casa dele  — digo lembrando que combinamos todos de ir.

— Philippe deve ta nervosão — diz Edu.  — Ele gosta de chegar cedo.

— Então vamos logo porque quem sofre é a Esmeralda — tia Elza diz fazendo com que fossemos em direção a porta.

Assim que todos saímos de casa, entramos no carro do tio Gil só que a minha tia Elza que vai dirigir pelo o fato dele estar cansado da viagem.

Tia Elza liga o rádio em uma estação qualquer fazendo com que Eduardo e eu do banco de trás nos olhássemos e colocássemos os nossos fones de ouvido.   

Em um piscar de olhos estávamos na casa do Phil até porque o coitado mora na rua de cima.

Saímos do carro para cumprimentar os pais do Philippe, e o mesmo que estava com uma roupa do seu time mais ainda não era o seu uniforme, e também carregava uma bolsa atravessada grande que devia conter o seu uniforme e o que ele fosse precisar. 

Ele me deu um abraço em comprimento e eu não tive como não reparar no seu perfume, que era muito bom por sinal. 

— Animada? — me pergunta agora fazendo seu toque de mãos com Eduardo.

— Claro! — respondo lhe dando um pequeno sorriso, graças a Deus as cólicas passaram.

— Então é melhor irmos? — disse o pai do Philippe.

— Sim. Todos a bordo! — tia Elza disse fazendo com que todos entrassem em seus respectivos carros.

O caminho não foi tão longo, consegui curtir bastante a paisagem pela a janela do carro sem contar que os fones me fizeram viajar total.

Assim que chegamos reparei que tinha muitas pessoas. Saímos do carro seguindo pras arquibancadas.

 — Tchau pessoal tenho que ir pro vestiário — disse Philippe se despedindo de todos nós.

— Boa sorte!!! — todos dizemos ao mesmo tempo fazendo com que o Phil sorrisse indo a caminho do vestuário.

Confesso que estava bastante ansiosa, era o primeiro jogo que eu veria de uma pessoa que eu conheço. Espero que o time do Philippe seja vencedor.

— Júh vou ali comprar cachorro quente quer vir? — pergunta Eduardo me tirando dos meus pensamentos.

— Tudo bem — respondi o acompanhado até o tio do cachorro quente que pelo o cheiro estava incrível. 

— Vocês aqui que legal — disse Maria Antônia.

Eduardo e eu nos olhamos.

— Né quem diria que fossemos  aparecer no jogo do nosso amigo, que por sinal vai jogar hoje — disse Edu com ironia.

— Credo! Eu só queria ser legal — disse se fazendo de vitima.

Eduardo e eu pegamos os nossos lanches e saímos sem dizer nada.

— Ela pensa que me engana — disse meu primo enquanto voltamos para o nosso lugar.

— Acho que ela gosta de você — digo provocando ele.

Eduardo na mesma hora me olhou e fez o sinal da cruz.

— Joga essa urucubaca pra outro — disse me fazendo rir.

Quando o jogo começou paramos de conversar. E degustamos do nosso hot dog que estava muito bom. Philippe estava lindo com o uniforme do Vasco, mesmo eu sendo flamenguista eu tenho que ser sincera. 

O que eu não sabia era que o Philippe jogasse tanto. Meu Deus ele joga muito. Eu fiquei impressionada.

— É Júlinha ele joga pra caralho — disse o meu primo. Ao me ver impressionada.

Eu só assenti com a cabeça.

Quando o Phil recebeu um passe não tão longe do gol, ele driblou o zagueiro e fez o tão esperado gol.

Na hora toda a torcida vibrou principalmente nós. Philippe como prometido apontou pra onde eu estava na arquibancada e me mandou um beijo que eu respondi fazendo um coração com as mãos.

No decorrer do jogo Phil fez mais dois golaços que deixou todos nós muito orgulhosos. Realmente ele tem grandes chances de ter uma carreira brilhante no futebol.

E a partida se encerrou ganhando o time do Philippe por 3×0.

Ficamos lá esperando por ele até que ele veio até onde estávamos com um sorriso lindo. Com certeza estava sentindo muito orgulho dos seus gols. 

— Filho você foi incrível! — disse o seu pai muito orgulhoso dando um abraço nele.

— Meu bebê é maravilhoso — agora foi a vez da dona Esmeralda de elogiar o seu filho. Fazendo com que os meus tios concordassem com ela.

— Que isso hein Philippinho, muito brabo chefe — disse o meu primo também o elogiando dando um tapinha nas suas costas.

— Eu não sabia que você jogava tanto — digo trazendo a sua atenção para mim.

— Gostou do gol Júlinha? — ele me perguntou soltando um risinho.

— Tem como não gostar? Foi lindo Philippe — digo com animação. 

Ficamos conversando sobre o jogo até que um grupo com três meninas apareceram.

— Oi? — disse uma morena baixinha. Eu tenho certeza que conheço ele só não sei de onde. Enquanto as duas outras ficam de apoio. 

— Oi Maura — Phil respondeu.

— É que vamos fazer um social lá em casa e gostaríamos de saber se você e o Eduardo querem ir? — disse como se eu não existisse. 

Agora eu lembrei, ela estuda na nossa escola, acho que o irmão dela também jogo no time do Philippe, só pode ser essa a explicação da social. Vai ser como uma comemoração pela vitória do time.

— Sim porque não — diz Eduardo que se aproximou para ouvir a conversa. — A Júlia pode ir também? — ele perguntou apontando pra mim.

O que me deixou um pouco desconfortável, ela tinha deixado bem claro que o convite se estendia somente aos dois.

— Sim porque não — disse uma loirinha que parecia ser bem simpática, acho que ela se chama Natália. As vezes eu a via pelo colégio.

— Só temos que avisar aos nossos pais tá bem? — diz Philippe apontando onde os nossos responsáveis estavam conversando.

Depois de termos convencido tia Elza e a dona Esmeralda. O que foi com muita insistência dos meninos, já que eu nem dei tanta bola assim. O pai de Philippe e o meu tio nem ligaram, só pediram para ligarmos quando fossemos embora para que eles viessem nos buscar. 

Enquanto isso as meninas ficaram esperando para que pudéssemos ir a essa tal social.

O que eu descobri quando cheguei foi que só tinha adolescentes e nenhum adulto. E também que tinha muita bebida alcoólica e muita gente do meu colégio estava lá.

— Fiquem a vontade e aproveitem a festa — disse Maura.

— Isso aqui ta o fervo — disse o meu primo observando o local.

— Tá bem animado mesmo — disse Philippe concordando com Edu.

— Vamos dançar ? — disse a tal da Maura puxando Philippe a onde devia ser a pista de dança. E o coitado foi sem entender nada.

Eduardo também não ficou pra trás quando a outra amiga de Maura o arrastou também.

— Vamos dançar também? — perguntou Natália tirando a minha atenção dos meninos que pareciam se divertir.

— Sim o que poderia acontecer — respondo a seguindo para onde todos estavam dançando.

Eu nunca dancei em público antes até porque tinha vergonha mais dançar com alguém fazia a vergonha passar um pouco. Natalia e eu não éramos ruins na dança até que estávamos no ritmo da música.

Vejo que Philippe e Eduardo estão prestando atenção na gente enquanto as outras não olham feio.

— Quer beber algo? — Natália me pergunta tirando a minha atenção deles.

— Pode ser — respondi a acompanhado até a mesa de bebidas.

Fico impressionada com todas as bebidas da mesa. Parecia que todas as bebidas do universo estavam reunidas ali.

— Você já bebeu antes certo? — ela perguntou notando a minha expressão.

— Na verdade não. — digo sorrindo. — Os meus pais só me davam champagne no ano novo. 

— Então vamos começar com algo leve — disse colocando um pouco do que deveria ser vodka em um copo vermelho de plástico e completando o resto com energético.

Até que eu gostei nem parecia que tinha vodka e tava bem docinho.

— Ta bom! — digo fazendo um joinha pra ela dando outra golada na bebida.

— Que bom que gostou — disse bebendo a sua cerveja.

—Então... Qual é a da sua amiga? — pergunto pra ela.

— Maura? Ela quer pegar o Philippinho e a Verônica o seu primo — disse com naturalidade.

— Isso eu percebi. O que eu quero entender porque ela parece não gostar de mim — digo ainda bebendo a minha bebida.

— Olha Júlia... Elas tem inveja da sua relação com eles, você é a única menina a ficar tão próximo a eles de novo — me respondeu.

— De novo? Como assim? — pergunto confusa.

— Philippe tinha uma namorada que andava com eles ai não sei o que aconteceu que eles terminaram, foi como um mistério nem as três Marias souberam direito o que aconteceu — disse ela olhando pra onde os meninos estavam agora sentados conversando com a Maura e a sua amiga.

Mais por que eu não soube disse ou porque ninguém comentava nada. Isso é muito estranho, ainda vou descobrir o que aconteceu.

— Porque não vamos até lá? — Natália pergunta. Concordo com a cabeça, mas antes de irmos enchemos os nossos copos com mais bebida.

Ao nos aproximamos percebemos que eles iam fazer um brincadeira. E que chamaram mais algumas pessoas para brincar. Maura querendo mais privacidade nos levou para o terraço.

— Chegaram na hora certa! — disse Eduardo.

— Verdade só faltavam mais duas meninas pra começar o jogo — disse Phil concordando com o meu primo.

Quem pareceu não gostar muito da minha presença era a Maura.

— Então o que estamos jogando? — perguntou Natália já se sentando na rodinha que tinha se formado no chão. Me sentei ao seu lado finalizando a roda.

— É fácil, eu vou rodar a garrafa e se a parte de cima parar a pessoa vai ter que desafiar alguém — disse Maura explicando o jogo. — Enquanto que a parte de baixo parar a pessoa vai ter que fazer o que a outra mandar.

— E quem não fazer? — pergunto querendo saber se tinha outra opção a não ser fazer o que fosse pedido.

— Simples vai virar um shot de vodka — respondeu com tédio.

Que garota nojenta. Dá até vontade de dar uma banda nela.

Até que o jogo tava bem legal. Fiz alguns micos, bebi alguns shots coisa que todos já fizeram.

Só que depois de alguns shots o pessoal ficou mais soltinho inclusive eu. E foi quando a garrafa parou em mim e no Eduardo e eu o desafiei a dar um beijão na Natália que a mesma aceitou. 

O beijo deles foi bem um beijão, parecia que eles iam arrancar a cabeça um do outro. Ambos eram os mais alterados da brincadeira.

Até ai tudo bem. Só que depois as coisas saíram totalmente fora do planejado.

Quando a garrafa parou na Natália e no Philippe eu já sabia que ia dar merda. E não foi que deu.

— Agora eu irei retribuir o favor — disse apontando pra mim que já estava com medo. — Philippe eu te desafio a ficar sete minutos no paraíso com a Júlia — disse fazendo com que Philippe e eu nos olhássemos. E todos prestassem a atenção em nós.

O que eu não fosse imaginar era que o Philippe se levantasse e entendesse a sua mão pra me ajudar a levantar.

— A onde podemos ir? — ele perguntou já que tinha que ser em um local privado. Percebi que a Maura me olhava com raiva, coisa que eu nem me importei.

 — Ali tem um banheiro — disse Natália apontando pro pequeno banheiro do terraço.

— Vamos? — Philippe me perguntou rindo.

Assenti com a cabeça e fomos até o banheiro. Só não acontecer o que aconteceu ainda mais em um banheiro.

 

Eu estava a alguns passos do meu primeiro beijo e sentia que o meu coração fosse parar a qualquer momento.


Notas Finais


Espero que gostem e eu também to postando a história pelo Wattpad quem quiser só procurar lá.


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