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História In the stars. - Capítulo 36


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Notas do Autor


Boa vida, Pitangas

/////as narrativas acontecem mais ou menos ao mesmo tempo, tá? Tipo.... O Jimin e o Jk contam o q acontece com cada um nos mesmos horários (as vezes)
ISSO FICOU CONFUSO, MAS VCS VÃO ENTENDER

obrigada por tuuuuuuuuuudo!!!!!!!!!

Capítulo 36 - Pieces of glass and soul


Fanfic / Fanfiction In the stars. - Capítulo 36 - Pieces of glass and soul

            JEON JUNGKOOK 

O trem parou na estação de Busan rapidamente, e tratei de descer logo dali. A velocidade do veículo ainda me impressionava, mas de um jeito ruim. Não era mágico como quando eu era criança. 

Eu repetia a mim mesmo que não veria minha mãe quando chegasse em casa, mas era difícil de engolir. Ela sempre estava lá, sorrindo para mim e me chamando de "querido". 

Olhei para cima, aquele céu azul escuro com poucas estrelas pela luz da cidade. Tentei imaginar ela em algum lugar por ali, me observando. Mandei um beijinho para ela.

- Eu amo você, omma.- Sussurrei, tentando sorrir.- Para sempre. 

Fechei meus olhos e me esforcei para visualizar a expressão em seu rosto.

"Eu também, querido. Sempre." 

Eu ficaria bem. Por ela. Eu estava fazendo aquilo porquê pensei que seria o que ela me diria para fazer. Eu estava procurando por Jimin, tentando não desistir de algo que valia a pena. Eu buscaria alguma coisa que me fizesse bem, para variar.

                           ☆

Já devia estar tarde, mas as pessoas movimentavam o local mesmo assim. Cafeterias, lanchonetes, restaurantes e hotéis abertos, todos cheios de gente. Eu tinha imaginado várias formas de voltar à minha cidade natal, uma delas era com Jimin. Mas aquilo era uma miséria. Me amaldiçoei por não ter perguntado o nome do hotel para o meu loiro. Eu não fazia idéia de onde procurar. Parei em um comércio e comprei água com o último dinheiro que me restava, aproveitando para ver as horas. Já ia dar onze da noite. Eu precisava me apressar. 

 Uma das vantagens de ter um "amor da vida" famoso: Todos sempre sabem onde ele está. Mas a desvantagem do momento era: Eu não tinha voz para perguntar a ninguém. 

E foi aí que percebi a besteira que tinha feito. Iam demorar milênios para procurar em cada hotel, e meu dinheiro tinha acabado. Minhas roupas estavam sujas, e eu estava grudento pela noite na calçada. Mas não tinha como voltar. 

Céus, o quê eu fiz?

Meu corpo reclamou. Eu passara horas vagando por aí, e o cansaço me permeava. Onde eu podia dormir? 

Precisava achar um lugar estratégico para encontrar o Park. Mas onde? 

Repeti em minha cabeça os lugares com teto onde eu poderia perguntar a alguém quando conseguisse fazê-lo, e a primeira alternativa que me veio foi o aeroporto. Alguém ali devia saber para qual hotel ele e suas bagagens foram levados. Eu procuraria de manhã, quando conseguisse manter os olhos abertos. 

- Aeroporto, então.- Murmurei, colocando as mãos no bolso da calça encardida. 

Eu estava pronto para percorrer um quilômetro até lá.


                   PARK JIMIN 

Passei a noite em claro, tentando solucionar aquilo. Onde ele poderia estar? Parte de mim já havia desistido. Mas outra metade me dizia incansávelmente para que eu pensasse, e foi o que fiz. A noite inteira. 

Nada vinha, nenhuma solução para explicar o sumiço de um ser-humano. E eu me recusava a aceitar a morte como alternativa. Jungkook estava bem. Precisava estar, ou eu desmoronaria. 

- Vamos, Jimin. Pense. 

A porta ainda estava trancada, e acho que Taehyung entendeu que eu não queria companhia daquela vez, pois fora para casa quando lhe pedi. Eu me encontrava sozinho. 

Olhei para o espelho do banheiro, encarando meu reflexo ridículo. Estava morrendo de sono, de nervoso e de raiva. 

- Onde diabos.... 

Meu corpo fervia, esquentando minha cabeça e fazendo tudo doer. Tudo sempre doía. Quanto tempo eu aguentaria sem ele? Como ele reagiria ao me ver, talvez a pessoa que mais odiava àquela altura? Pela primeira vez desde que tudo dera errado, me perguntei:

E se Jungkook não me quiser mais?

As lágrimas já não serviam para expressar o que eu sentia, mas mesmo assim encharcaram meu rosto em poucos minutos. Parei para pensar no que seria de mim se ele me rejeitasse. 

Nada. 

Minha respiração falhou, com medo da possibilidade. Eu tremia violentamente. Fechei meus olhos, com nojo da imagem que via no espelho. Era óbvio que ele não me queria mais. Minha garganta doeu, e a luz pareceu se apagar por alguns segundos.

Pense, Jimin. 

Não dava. Todas as engrenagens que me faziam raciocinar estavam desconectadas e enferrujadas. O desespero engolia tudo aos poucos. Eu teria que aceitar, não dava mais para lutar contra aquilo. Dei um grito, socando a primeira coisa que vi em minha frente. 

O espelho.


Notas Finais


Vou tentar fazer caps maiores (pelo menos voltar para as 1000k de palavras)

Até, xuxus


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