História In Your Company - Capítulo 13


Escrita por: ~

Postado
Categorias Got7
Personagens BamBam, Jackson, JB, Jinyoung, Mark, Youngjae, Yugyeom
Tags 2jae, Markson
Visualizações 65
Palavras 3.137
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Famí­lia, Lemon, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Universo Alternativo
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


OI OI PESSOAL, AAH QUE SAUDADE!

Dei uma atrasadinha na fic, por conta da escola e porq estava sem muita inspiração também. Mas finalmente consegui escrever, espero que gostem. Boa leitura!

Capítulo 13 - Eu voltei.


 Já haviam se passado quatro semanas, estávamos no meio de novembro.


  Desde à última vez que fui visitar Jackson no hospital, não voltei no mesmo. Naquele mesmo dia enquanto voltava pra casa uma chuva enorme caiu sem aviso durante o caminho de volta pra casa. Com isso acabei ficando doente, não conseguia sair da cama e somente dormia durando o dia inteiro, não tinha forças nem para pegar o celular e ligar para o senhor Wang pra receber notícias de Jackson. Mas por outro lado, senhor Wang também não havia me ligado durante a última semana.

 

 Já me sentia um pouco melhor no meio daquela semana, já consegui sair da cama para fazer minhas necessidades. Estava sentado na cama, tomando uma sopa quentinha que minha avó tinha acabado de trazer pra mim, enquanto assistia meu anime preferido Ano Hana , era uma história tão sutil e ao mesmo tempo me parecia tão real o sentimento que os personagens passavam, era forte o impacto desse anime que sempre acabava chorando no final. Enquanto continuava focado na tela do computador, mal percebi vovó entrando no quarto, a mesma se sentou ao meu lado e colocou sua mão em minha testa.


 - Oh, sua febre está baixando. - disse baixo. - Graças à Deus. - sorriu para o loiro que se emocionava com o final do anime. - Você está chorando, querido. O que aconteceu? - parecia preocupada quando viu seu neto deixando suas lágrimas escorrem pelo rosto. 


 - Esse anime me faz chorar. - limpou as lágrimas com as costas da mão. - Vovó, você acha que é possível alguém morto conviver entre nós? - perguntei. 


 - Oh... É uma pergunta difícil de responder. - suspirou. - Mas porque essa pergunta? - arqueou uma das sobrancelhas.


 - Não, não é nada demais. - sorri fraco. - É mais porque no anime, tem uma garotinha que já morreu, mas ela aparece para uma pessoa, ela tenta juntar os amigos dela.. fazer com que eles voltem a ser amigos - tomei mais um pouco da sopa.


 - Ela é um espírito do bem, então. - assenti. - Olha, pode ser um espírito bom ou ruim, eu não quero nunca ver um na minha frente. - fez o sinal da cruz. - Deus que me livre. 


  Não pude segurar a risada, e comecei a rir alto e a mesma rio junto.


 - Cuidado hein, mamãe e papai vão aparecer pra senhora. - imitava uma voz de fantasma, segurando a risada.


 - Para com isso, Mark. - bufou. - Seus pais não vão vir aqui perturbar ninguém, eles estão na paz.


  - É eu sei que estão. - sorri. Vovó acariciou meus cabelos loiros.


  [...]

 

 Enquanto sai do banho com uma toalha enrolada na cintura, procurava por uma roupa quentinha no guarda-roupa, optei por uma calça moletom preta, uma meia e a camiseta de Jackson que o mesmo havia dado para mim. Havia o perfume doce de Jackson preguinado na camiseta, o que me fez sorrir e lembrar do dia que tive que pegar essa camiseta, minhas bochechas começaram a queimar com as lembranças. Após me vestir, fiquei enfrente ao espelho arrumando o cabelo que ainda estava molhado e após o celular começar a tocar levei um leve susto com o toque, peguei o mesmo e vi que era uma lição do senhor Wang, não demorei pra atender. 


 - Alô. - disse baixo.


 - Mark, por favor, venha ao hospital o mais rápido possível. - disse senhor Wang, o mesmo parecia preocupado do outro lado da linha.


 - Aconteceu alguma coisa com o Jackson? - comecei a sentir meu coração apertar. 


 - Por favor, venha. - o mesmo encerrou a ligação. 


 - Senhor Wang! Alô?!...- bufei, colocando o celular no bolso, pegando meus tênis e saindo rápido do quarto. 


 Passava pelo corredor cambaleando por estar colocando o tênis enquanto andava, me encostei na parede para amarrar os cadarço. Enquanto terminava, minha avó vinha em minha direção segurando pratinho com algumas bolachas recheadas. 


 - Você vai sair querido? - perguntou normalmente.


 - Sim, o senhor Wang me ligou. - disse, terminando de amarrar o cadarço. - Ele parecia preocupado, então eu vou ir ver o que aconteceu. - depositei um beijo na testa da mesma. - Vovó reze pelo Jackson, por favor. - a mesma assentiu, apertando minha mão com um olhar apreensiva. 


 - Deus estar ao seu lado, Mark. - disse, e assim sorri de canto enquanto fechava a porta e sai em rumo ao hospital. 




   [...]


 

  Finalmente estava no hospital, corri até o elevador chegando a tempo antes do mesmo se fechar, adentrei no pequeno espaço que estava cheio. Alguns falavam sobre seus parentes que estavam internados, outros ficavam cabisbaixo esperando seu andar chegar, médicos ou enfermeiros também estavam no elevador, eles folheava suas fichas de atendimento e no meio daquele um monte de gente, estava eu, nervoso por não saber o que havia acontecido com Jackson, por quê senhor Wang não podia ter me contado o que havia acontecido com o mesmo? Assim eu não sofreria tanto. Droga.

 Chegando no meu andar destinado, sai rapidamente me esquivando das pessoas, andando rapidamente pelo corredor, chegando na porta do quarto aonde ficava Jackson, dei algumas batidinhas e abri a porta, pedindo licença. 

 

 Ao adentrar no quarto, algo estava completamente estranho, Jackson não estava na cama, o que me deixou mais nervoso ainda achando que o mesmo devia estar fazendo alguma nova cirurgia. Senhor Wang estava encostado na parede perto do janela, com a mão em seu queixo, como se estivesse pensando. Jaebum e Youngjae também estavam no quarto - o que me deixou surpreso, já que não sabia que Jaebum havia voltado do seu trabalho. - Ambos sorriram quando me viram entrar no quarto. 



 - Finalmente você chegou, Mark. - disse Youngjae. - Eu já estava quase criando raízes aqui. - Jaebum rio junto com o senhor Wang.


 - Me desculpa, da minha casa até o hospital é um caminho um tanto longo. - coçei a nuca, sorrindo amarelo.


 - Eu estava com saudade de você, loirinho. - disse Jaebum, vindo em minha direção e me dando um abraço apertado. 


 Fiquei surpreendido com tal ato.


 - Sério? - retribui o abraço apertado. - E-eu também estava com saudade, achei que você não ia voltar tão cedo. 

 - Bobagem, eu não iria abandonar meu primo num momento desses. - disse normalmente, colocando a mão em meu ombro.


 Algo estava estranho, talvez muito estranho. Senhor Wang não havia falado absolutamente nada desde o momento que eu entrei no quarto, e toda aquela preocupação que o mesmo parecia estar na ligação, o que havia acontecido? E a visita de Jaebum e Youngjae logo agora, quando Jaebum havia chegado? E Jackson, aonde o mesmo estava? Se estava fazendo cirurgia, porque ninguém parecia estar preocupado? Era muitas perguntas, mas eu não conseguia entender nenhuma delas. 


 - Me desculpa perguntar, mas o que aconteceu com Jackson? - olhei para o senhor Wang. - A cama dele está vazia... Ele está fazendo alguma cirurgia? - perguntei.


 Senhor Wang andou em minha direção colocando suas mãos no bolso do jeans azul escuro, respirou fundo e sorriu sem mostrar os dentes - o que de fato me deixou mais confuso ainda.


 - Ele vai te contar tudo. - disse. Continuava sem entender nada.


 - Tá, mas cadê ele? - arqueei uma das sobrancelhas


 E assim que terminei de falar, um barulho de descarga soou pelo ambiente, assim abrindo a porta do banheiro e um moreno, alto, usando seus óculos escuros e segurando sua bengala em mãos começou a surgir pela porta do banheiro saindo do mesmo lentamente. Ver o moreno em pé e andando, me deixou tão feliz que corri pra abraçar o mesmo. Nosso corpo teve um impacto tão forte que cambaleamos alguns passos pra trás. Apertava com conta força aquele corpo magro, que conseguia sentir um pouco da suas costelas, eu estava tão feliz que não queria mais soltar o garoto. 


 - Oh, M-Mark.. eu tava estou com saudade, mas você está me deixando sem ar. - tossiu entre risos. 


 - Cala a boca, me deixa te abraçar. - coloquei meu rosto no ombro do mesmo, sentindo a mão do mais velho acariciar meus cabelos loiro. - Eu estava com tanta saudade de você Jackson. - indague as verdades. 


 Com o decorrer daqueles meses, eu não tinha percebido o quanto estava dependente de Jackson, quando tudo aquilo aconteceu com o mesmo, parecia que algo dentro de mim tinha se desprendido, um vazio enorme estava tomando conta de mim. Ver o mesmo naquela cama me deixava tão triste que acabava não me alimentando direito e tinha um sono conturbado. Todas as aquelas coisas simples que tinha aprendido a valorizar com Jack, parecia ter perdido completamente o encantando, não me sentia mais feliz em ganhar um abraço, parecia que meu corpo rejeitava todo aquele toque ou meu corpo só quisesse o toque de uma certa pessoa: Jackson Wang.


 E agora poder sentir aquele abraço de novo, aquele toque, aquela voz rouca, parecia ter trazido de volta aquele pedaço que havia desprendido do meu corpo. Eu estava tão feliz em ver o garoto em pé na minha frente que acabei esquecendo de perguntar se o mesmo estava de sentindo bem, o meu impulso foi tão forte que abracei o mesmo com tanta força que meus sentimentos parecia estar acelerados em meu corpo, meu sangue estava quente, meu coração pulsava tão forte em meu peito - algo que eu não sentia à alguns meses.


 - Mark, é sério. - me afastou um pouco do abraço. - Você estava quase esmagando meus ossos. - rio.


 - Me desculpa. - ri fraco, e todos ali começaram a rir junto. - Cara, eu tô tão feliz em ver você aqui, em pé, fora daquela maldita cama, cheio de agulhas em seu corpo. - o sorriso era enorme em meu rosto, que senhor Wang me abraçou de lado.


 - Jackson nunca mais voltaram para aquela cama, não é meu filho? 


 - Sim, nunca mais. - disse Jackson. - Ei, essa não é aquela camiseta que eu te dei, Mark? - perguntou, apontando pra roupa.


 - Ah, é sim, eu resolvi usar ela hoje, porque ela me lembrav... - parei de falar, levantando a cabeça lentamente, olhando para o garoto que retirava os óculos escuros. - C-Como.. Como você sabia que eu estava usando sua camiseta? - meu olhos estawba arregalados.


 - É isso mesmo que você está pensando, eu voltei a envergar. - sorriu largo, soltando a bengala e o óculos.


  Ouvir aquelas palavras fez meu coração pular tão forte em meu peito, que eu não pude segurar as lágrimas que se permitiam escorrer pelo meu rosto. Saber que Jackson voltou a enchergar, era o que eu mais queria ouvir em todos aqueles meses que conhecia o garoto. Eu estava imensamente feliz por ele. Pulei no colo do moreno, abraçando o mesmo fortemente e beijando seu pescoço. 


 - EU VOLTEI A ENCHERGAR, MEU AMOR! - gritou Jackson, chorando junto. Ambos choravam de felicidade. 


 - VOCÊ VOLTOU A ENCHERGAR! - envolvi meu braços envolta do pescoço do mesmo e fiquei olhando para o mesmo.


 Ficamos nos olhando por um tempo, o mundo parecia ter se desligado e só nos estava aproveitando aquele momento. Ver nossos olhares era algo tão grande, parecia que em cada olho poderíamos ter nosso próprio planeta, nosso próprio mundo, nossos infinitos. Senti a mão de Jackson ser depositada em minha nuca, puxando meu rosto para mais perto do seu, nossas respirações estavam se cruzando um tanto controladas, Jackson brincava com nossos lábios e nariz, mas logo selou nossos lábios e naquele momento eu podia sentir um calor enorme surgir em meu corpo, era um calor agradável. Jackson, logo pediu passagem e sem pensar duas vezes cedi rapidamente. Nossas línguas se cruzavam com carinho e saudade. 




           Poderia ser chamado de amor.



   [...]


 Enquanto estávamos voltando pra casa, Jackson pediu para o senhor Wang parar o carro enfrente à uma sorveteria, disse para não se preocupar com o mesmo, ele voltaria pra casa assim que achasse que fosse necessário voltar. Jackson descia do carro, segurando minha mão me levando junto. 


 - Espera um pouco aqui, Mark. - se afastou do loiro, indo até a janela do carro de seu pai pedindo uma grana, já que ele estava liso. Senhor Wang rio, dando dinheiro ao filho e pedindo para o mesmo ser cavaleiro com Mark. Jackson rio e piscou, voltando para perto do mais novo.


 Jackson entrelaçou nossas mãos, apertando e sorrindo de canto, não pude deixar de sorrir junto, mesmo estando envergonhado. Entramos na sorveteria, o mesmo me levou a uma mesa que ficava ao lado da enorme janela que dava de frente para uma loja de flores, havia milhares de flores incrivelmente coloridas. A garçonete chegou à nossa mesa com o cardápio em mãos, era tantos sabores, tantas escolhas que eu não fazia idéia do que pedir, queria poder tomar todos aqueles sorvetes e milk shakes.


 - Já sabe o que pedir? - perguntou Jackson, olhando para seu cardápio. 


 - Não faço a mínima idéia, são tantas coisas, tantos sabores, isso me fode. - disse, mordendo o lábio inferior. Jackson rio.


 - Quem vê você assim, tão magrinho, nem consegue imaginar que você come demais. - olhou para o loiro e rio. Fiz um leve bico.


 - Não venha com ironia, você está mais magro que eu, ok? - dei selinho no mesmo. - Já escolhi. Eu quero um milk shake completo, com direito a granulado, bastante chocolate, e muito mais muito gelado. 


 - Mark, isso não vai te dar umas dores depois, não? - disse rindo do exagero do mais novo. - Eu também escolhi, quero uma banana split. - Lambeu os lábios.


 - Sério? Isso deve ser o pedido mais óbvio da loja, você olhou bem a lista de coisa que tem nesse cadarpio? - ri fraco.


 - Eu posso ter voltado a enchergar, mas parece tudo tão novo pra mim e por ter ficado tanto tempo sem ler um livro ou qualquer coisa que seja, parece que as letras estão tudo embaralhadas para mim. Eu preciso voltar a ter o costume de ler. 


 - Eu vou te ajudar meu amor, sem problema, ok? - envolvi meus braços envoltada do pescoço do mesmo e dei um selinho demorado no mesmo.



 Entregamos os pedidos a garçonete, e ficamos conversando enquanto esperávamos pelos mesmos. Ficamos abraçamos olhando o movimento do lado de fora da sorveteria, as pessoas andavam de um canto para o outro, entrando e saindo das lojas, outras rindo. Mas eu não podia deixar de notar o olhar curioso de Jackson, em cada detalhe que o mesmo encontrava, parecia tudo tão novo para o mesmo.


 - Qual a sensação de voltar a enchergar tudo novamente, Jack? - perguntei, olhando para o mesmo.


 - É difícil explicar, por eu já vi tudo isso antes, mas é como se eu não me lembrasse direto, e ver tudo novamente, parece até como um flashback. - olhou para o loiro, sorrindo sem mostrar os dentes.


 - Daqui a pouco você vai se acostumar novamente, se quiser, você poderia sei lá fazer uma lista de lugares que você já foi e queira voltar pra olhar de novo. 


 - Hum.. Eu sinceramente não quero procurar lugares que eu já vi, quero deixar minha cegueira junto com o meu passado. - suspirou. - A partir de hoje, eu quero seguir em frente, começar uma nova vida, conhecer novos lugares, novas pessoas, novas histórias.  


 - Isso é bom, eu gostei dessa sua idéia. - sorri.


  Logo a garçonete chegou com os nossos pedidos, a mesma desejou um bom apetite e foi atender outra mesa. Começamos a tomar e comer nossos milk shake e banana split, ria quando o moreno acabava fazendo uma piadinha com milícias sobre sua banana split, o mesmo dizia que as pessoas poderiam levar em duplo sentido quando se é pedido em voz alta uma banana split - o mesmo já havia sido motivo de piadinhas pelos velhos amigos quando pedia em voz alta. Com isso me veio a curiosidade, Jackson nunca havia comentado sobre seus amigos do time de vôlei, e talvez agora, seja a oportunidade perfeita. O moreno parecia pensar um pouco sobre o seu passado, respirando fundo, engolindo o sorvete que havia terminado de colocar na boca. Jackson contava que o seu time de vôlei era um grupo completamente descontraído, os garotos estavam sempre alegres, fazendo piadas e sempre ajudando um ao outro. Todos tinham fome de vitória quando estavam no estádio jogando, mas sabiam que tinham que jogar todas aquelas partidas sem muita pressão, jogar como se estivessem apenas treinando, porque sobre pressão ninguém do time conseguia se controlar. Jackson contava que a cada vitória do time, o treinador ia escolhendo os "melhores" jogadores para ficar a frente do time como representantes, dois quase dois anos ganhando muitos jogos, Jackson e Jin-Ho eram sempre os mais escolhidos para ficar a frente do time, representando-os. Após o acidente, Jackson não teve mais contato com nenhum dos meninos que sobreviveram, Jin-Ho não teve muitos ferimentos e sobreviver ao acidente, porém segundo a senhora Wang, Jin-Ho saber que Jackson tinha ficado cego, não apareceu mais ao hospital e não deu mais nenhum sinal de vida. O mesmo já havia tenta manter algum contato com Jin-Ho, mas o mesmo não morava mais no mesmo local e desde então Jackson escolheu não correr mais atrás do garoto e seguir sua vida. O mesmo disse que se sentiu traído pelo garoto que ele considerava como irmão, afinal, o mesmo só quis estar ao seu lado quando a vida estava boa, mas quando chegou o lado ruim, ele sumiu sem dar nenhuma explicação. 


 - Esse seu amigo, Jin-Ho, é um idiota né? Meu Deus. - revirei os olhos. - Como pode existir pessoas assim que só quer ficar ai nosso lado quando algo vai ser bom pra ele também? - bufei. - Isso é tão idiota.


 - Sim, é bem besta. - respirou fundo. - Mas, sinceramente, eu não ligo mais pra isso, ele fez a escolha dele e agora eu estou fazendo a minha escolha. - sorriu. Dei minha cabeça em seu braço. 


 - Fico feliz em saber que você não sente rancor dele ou coisa parecida. - disse.


 - Ah, porque guardar rancor? Isso não vai me trazer nada de bom, afinal, rancor não é saudável. - acariciou os cabelos loiros de Mark. Assenti positivamente. - Vamos pra minha casa? Estou um pouco cansado, se quiser, eu aceito um companheiro pra dormir comigo hoje. - sorriu malicioso. 


 - Eu aceito o convite. - selei os lábios do mesmo, podendo sentir um pouco do gosto da banana que o mesmo havia comido. - Eca, banana. - fiz uma careta. Jackson Rio.










 





Notas Finais


HEHE TCHAU!

espero que vocês tenham gostado do capitulo, me desculpe se tiver algum erro, eu estou postando esse capítulo bem tarde e estou quase dormindo aqui (ahueha), Então estou com preguiça de editar o capítulo. A fic já estava na reta final - mais ou menos - a fic vai acabar com 20/21 capítulos, mas fiquei tranquilos pois estou já escrevendo uma nova fic, e espero que vocês dêem muito amor à ela também.

Até o próximo capítulo ♥


Gostou da Fanfic? Compartilhe!

Gostou? Deixe seu Comentário!

Muitos usuários deixam de postar por falta de comentários, estimule o trabalho deles, deixando um comentário.

Para comentar e incentivar o autor, Cadastre-se ou Acesse sua Conta.


Carregando...