História In Your Hands - Capítulo 3


Escrita por:

Postado
Categorias Boku no Hero Academia (My Hero Academia)
Personagens Denki Kaminari, Eri, Hanta Sero, Hitoshi Shinsou, Hizashi Yamada (Present Mic), Mashirao Ojiro, Neito Monoma, Shouta Aizawa (Eraserhead), Tsuyu Asui
Tags Boys Love, Denkihanta, Denkitoshi, Kaminari, Kamisero, Kamishinso, Serokamishinsou, Shinsou, Shinsoukamisero, Treesome, Yaoi
Visualizações 37
Palavras 2.105
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Fluffy, Lemon, LGBT, Romance e Novela, Shonen-Ai, Slash, Universo Alternativo, Yaoi (Gay)
Avisos: Álcool, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Eai meus lindes turu bom com vcs??
Aqui estou eu com a atualização da semana!
Eu excluí o capítulo anterior, pra postar ele inteiro logo para vocês. Quem já leu, procura essa sinalização e pode ler a partir dali. Quem quiser reler do começo também, fique a vontade!
Apenas um lembrete: nessa história o Shinsou é filho do Aizawa-sensei, então no nome completo dele é Hitoshi AIZAWA. No Japão é comum as pessoas chamarem as outras pelo sobrenome. O nome é usado pelos os amigos e familiares.
Só queria dizer isso mesmo hihihi
Divirtam-se!
***CAPÍTULO SEM REVISÃO***

Capítulo 3 - Capitulo II


Hitoshi point of view

 

Eu estava começando a ficar irritado. O garoto a minha frente não se preocupava em conter os gemidos, mesmo sabendo que estávamos no banheiro da faculdade. Óbvio que eu tinha me assegurado de trancar a porta, mas se alguém passasse e escutasse, não seriamos apenas repreendidos, mas o risco de expulsão também era grande.

—Ei, se continuar gemendo desse jeito, vão nos descobrir. – Murmurei ao me inclinar, chegando bem perto de sua orelha.

—É difícil de controlar... aah... você é muito gostoso, Aizawa!

Não tinha o que fazer. Depois disso ele colocou a própria mão na boca, mordendo para tentar diminuir o som. Aproveitei para meter com mais força e mais rápido, sentindo-o estremecer abaixo de mim, gozando no azulejo e no sanitário. Eu precisei de mais algumas estocadas até com seguir chegar o clímax, preenchendo o látex da camisinha.

Após respirar por um tempo, nós vestimos nossas roupas, tentando parecer minimamente decentes.

—Pode ir, eu limpo a bagunça. – Falei, abrindo a porta da cabine. Ele passou a mão no cabelo e sorriu, ainda corado.

—Foi só sexo, não é?

—Bom, acho que deixei desde o começo que sim. – Não o encarei, usando uma boa quantidade de papel higiênico para limpar os nossos vestígios. Não costumava enganar as pessoas com que saía e nunca saía com a mesma pessoa mais de duas vezes.

—Entendo... É como dizem... um pauzão que não tem dono. – Riu. – Obrigado pela foda, Aizawa. Até qualquer dia.

Fiquei sem entender o que ele queria dizer com aquilo. Bufei, tratando de esquecer, não precisava gastar meus pensamentos com coisas desnecessárias.

Sai do banheiro seguindo direto para o refeitório. Jirou me esperava de braços cruzados, em uma mesa para duas pessoas. Comprei o meu almoço e me sentei com ela, que me encarava sem dizer nada.

—O que foi?

—Qual é Hitoshi. Sair no meio da aula pra transar no banheiro? Isso se chama ninfomania, sabia?

—Quem me dera fosse isso, Kyoka. – Respondi, passando a mão no rosto. – Não importa com quem eu saia, nunca me sinto totalmente satisfeito.

—Já faz um ano, não é? Que o Denki foi embora... – Permaneci quieto e ela soltou o ar. – Você parece um drogado em abstinência. Devia ao menos mandar mensagem pra ele, aposto que o garoto está se sentindo tão mal quanto você.

—Não posso. Nós prometemos que só trocaríamos mensagem quando ele estivesse voltando. É melhor assim, se ele me ligar e a gente conversar, eu meu me sentir ainda mais impotente.

—Isso parece tão infantil.

—Não é. Nós precisamos mesmo desse tempo, ou não vamos crescer como pessoas. Estávamos dependentes de mais um do outro, como um vício mesmo.

—Mas... e se depois desses quatro anos ele não quiser voltar com você? Se ele encontrar outra pessoa?

—Isso significa que nosso amor não era forte o suficiente. Mesmo que estivéssemos juntos, nossa relação ia se romper.

—Parece complexo de mais pra uma reles mortal como eu. Espero que vocês fiquem bem. – Ela sorriu compreensiva e eu apenas acenei, começando o meu almoço. Não demorou muito para Jirou voltar a falar, mesmo sendo bem reservada, as vezes ela tinha bastante assunto. —Você ficou sabendo? Vai entrar um aluno novo na nossa turma.

—Um aluno novo no meio do semestre?

—É. Parece que ele veio transferido de fora, vai começar com a gente amanhã.

—E como você sabe de tudo isso? – Jirou deu com os ombros. Ela sempre era a primeira a saber de qualquer coisa que acontecia naquele lugar.

—Escutei os professores conversando no corredor. Não me olhe assim, eu não estava bisbilhotando, eles estavam falando alto de mais quando passei, só isso. – Se defendeu, erguendo as mãos e eu ri. Não duvidava de que aquilo fosse verdade, por incrível que pareça, ela tinha sorte por sempre estar passando quando esse tipo de conversa acontecia.

—Hm... um transferido é... isso vai ser interessante.

 

****o****

 

A luz do abajur era a única iluminação no meu quarto. Estava revisando o fichamento do livro que teria que entregar no dia seguinte, quando ouvi duas batidas fracas na porta. Deixei os papeis de lado e fui abrir a porta, me deparando com Eri de cabeça baixa, abraçada na pelúcia do Pascal, o camaleão da Rapunzel.

—Toshi... deixa eu dormir aqui? – Sua voz saiu chorosa e eu senti o coração apertar no peito.

—Claro irmãzinha. – Eu me abaixei, puxando ela pros meus braços. – O que foi que aconteceu? Outro pesadelo? – Eri fez que sim com a cabeça, soluçando e me apertando forte no abraço. Eu coloquei ela na cama e acariciei seu rosto, limpando algumas lágrimas. – Está tudo bem, eu estou aqui pra te proteger, não vou deixar ninguém te fazer mal, tá? – Ela assentiu outra vez, segurando minha mão e chorando ainda mais.

Não era a primeira vez que ela tinha pesadelos, vez ou outra aparecia na minha porta, pedindo pra dormir comigo. Ela não queria incomodar meu pai, que acordava cedo para trabalhar e Hizashi estava em turnê nacional nesse mês.

Eu peguei meu headphone que estava na escrivaninha e coloquei nela, deixando tocar algumas das musicas acústicas que Hizashi tinha gravado, num volume baixo. Kuro subiu na cama e se aninhou ao lado de Eri, deitando a cabeça em seu colo. Fiquei do seu lado, segurando sua mão até que ela se acalmasse e voltasse a dormir. Depois de um tempo voltei ao fichamento, terminando de revisá-lo sem deixar de velar o sono da minha irmã.

Quando o dia amanheceu eu já estava determinado a ir para a faculdade apenas para entregar meu trabalho e voltar para casa para ficar com Eri, até que meu pai abriu a porta e entrou em seguida.

—Toshi, você viu a... Ah, está aqui. – Ele se aproximou da cama, sentando na borda e afastando uma mecha de cabelo que estava no rosto de Eri.

—Ela teve pesadelos a noite toda. Eu vou só entregar meu trabalho na faculdade e volto para ficar com ela.

—Não precisa, não tenho aula no período da manhã hoje e o Hizashi já está voltando também. Vá tranquilo pra sua aula que eu cuido dela. – Ele pegou Eri nos braços. – Eu já marquei outra sessão com a psicóloga, nós vamos descobrir um jeito de parar com esses pesadelos dela.

—Espero que consigam logo, não aguento ver minha irmãzinha assustada desse jeito.

Meu pai assentiu e deixou o quarto. Mesmo que ele me dissesse para ficar tranquilo, a situação de Eri me abalava. Eu amava tanto aquela garotinha que sempre estava ali para animar meus dias. Vê-la triste fazia meu coração se partir.

Fui pra faculdade com aquela situação na cabeça e nem mesmo consegui prestar atenção em qualquer coisa que estivesse acontecendo. Se ao menos Denki estivesse aqui...

Se Denki estivesse aqui, com certeza conseguiria me animar. Ele era o único que me arrancava sorrisos com as menores bobagens.

—Ei... eu perguntei se este lugar estava vago... – Fui tirado dos meus devaneios, me deparando com um rosto nem um pouco familiar. O garoto era loiro e tinha olhos azuis quase violetas, se vestia de uma forma elegante, quase exagerada e tinha um sorriso estranho no rosto.

—Não. Pode sentar. – Ele colocou suas coisas sobre a mesa e sorriu mais, me encarando com um olhar afiado, como se estivesse me analisando profundamente.

—Você não se lembra de mim, não é Aizawa? – Olhei-o confuso. – Nós fizemos a secundária juntos, você estava sempre com aquele tampinha de cabelo verde. Sempre me perguntei por que você andava com aquele garoto, ele era irritante.

—Desculpa, eu realmente não era muito sociável naquela época. Não lembro de muita gente...

—Tudo bem, a gente nunca se falou direito mesmo. Meu nome é Neito Monoma, vamos ser colegas de turma a partir de agora. – Ele sorriu e estendeu a mão.

Então ele era o tal aluno transferido.

 

---x---

 

“Você poderia fazer a gentileza de me mostrar o Campus, Aizawa?” Uma ova!

Eu não tinha certeza de como as coisas tinham chegado ali. Num momento eu estava lhe mostrando a universidade, no momento seguinte estávamos trancados no vestiário do clube de natação. O loiro atacando meu pescoço enquanto suas mãos se esgueiravam pra debaixo da minha camisa.

Eu nunca tinha encontrado alguém com tanta atitude e tão intenso quanto Monoma antes.

As pontas dos seus dedos estavam geladas e me causavam arrepio por onde passavam. Minhas mãos estavam grudadas em sua cintura, enquanto eu ainda tentava me decidir se continuaria mesmo com aquilo, mas eu já sabia que era tarde de mais, meu próprio corpo já estava reagindo e não demorou muito para que o loiro percebesse, descendo uma das mãos e alcançando meu membro duro.

Apertei suas coxas, empurrando-o contra os armários. Que se dane!

Monoma pareceu gostar, se afastando do meu pescoço e eu aproveitei para tomar seus lábios em um beijo intenso e cheio de luxúria. Minhas mãos finalmente se moveram, desatando o cinto alheio e abaixando o zíper com agilidade. O loiro arfou em meio a um gemido baixo e puxou minha camisa para cima, deixando meu torso exposto. Segui o mesmo caminho, admirando seu peito nu.

Ele era pequeno e esguio, a pele branquinha peito porcelana. Quase uma visão angelical, em contraste com sua personalidade totalmente pervertida. Não chegava a ser tão delicado quanto Denki, mas ainda assim me fazia lembra-lo.

Balancei a cabeça, afastando os pensamentos. Não podia continuar com essas comparações inúteis. Tentei me focar no agora, captando um brilho metálico de relance. Uma argola prateada estava presa ao mamilo esquerdo do menor. Deixei um sorriso sacana se formar em meu rosto e levei as mãos até ali, beliscando os dois mamilos rosados. Monoma gemeu alto e esfregou-se em mim, seu intimo duro roçando em minhas pernas.

—Hm... eu não consigo me segurar mais, Aizawa... preciso de você em mim! – Seus olhos brilhavam entorpecidos pelo prazer, o rosto corado e suado pedindo por mais. Não podia deixa-lo esperando. Abaixei minha calça, levando a cueca junto e Monoma quase gemeu outra vez quando viu meu tamanho, mas não dei a ele tempo, apenas virei-o de costas e desci o cós de sua calça, enchendo minhas palmas em sua carne durinha, porém macia.

Meus dedos seguiram para sua entradinha enquanto eu me ocupava em beijar suas costas, subindo até a nuca e deixando ali uma mordida. Quando os dois primeiros dedos entraram, o loiro esticou a mão, alcançando meu membro e apertando-o com certa força.

—Eu quero seu pau em mim, não seus dedos!

—Mas-

—Cala a boca e me fode logo!

Não consegui nem processar a situação, o próprio Monoma se enterrou em mim, gemendo ainda mais alto. A cada instante ele me surpreendia mais, tomando o controle.

—Você vai se mexer ou eu vou ter que fazer o serviço todo sozinho? – Apesar da fala rude, sua expressão era provocativa e eu resolvi entrar em seu jogo, saindo de si e me empurrando pra dentro uma vez e mais outra.

O loiro sabia exatamente o seu lugar e cada uma das consequências no caso de sermos pegos, apesar de começar gemendo alto, ele sabia se controlar, fazendo os sons sumirem de sua boca, terminando em arfares abafados que deixavam o cenário ainda mais libidinoso. Naquele vai e vem apertado eu sentia o orgasmo chegando, indo cada vez mais fundo dentro do outro. Deixei meu peito contra suas costas, colando nossos corpos, beijando seu pescoço cada vez com mais vontade. Uma das minhas mãos puxava seu cabelo enquanto a outra masturbava-o sem parar.

—Eu vou... gozar... dentro de você.

—Me recheia inteiro!

Senti o clímax me atingir e meu membro pulsou, derramando tudo o que eu tinha dentro do outro. Precisei me controlar para não gemer, enquanto Monoma me apertava ainda mais. Eu podia sentir o fluído quente procurando uma saída, mas não pensava em tirar agora, precisava aproveitar um pouco mais daquele torpor.

Ficamos assim até nossas respirações se regularem. O loiro gemeu baixinho quando saí de si. Ele mesmo havia gozado na própria mão, evitando a bagunça, e eu aproveitei seu show, vendo-o engolir aquele líquido espesso e lamber os dedos.

—Você é louco. – Externei. Já estava quase todo vestido, apenas colocando a camisa, sentado em um dos bancos de madeira. Ele me encarou e sorriu, sentando no meu colo.

—Na não, só gosto de sexo. E você transa muito bem, espero poder repetir a dose qualquer dia. Um pau como o seu, eu preciso experimentar mais de uma vez!

Ele riu da minha cara de surpresa e se levantou, destravando a porta. Me limitei a negar, seguindo com ele para fora.

Em que tipo de encrenca eu havia me metido desta vez?


Notas Finais


DOIS FODENDO LEMONS DE UMA ÚNICA VEZ!! HSUAHSAHS pra compensar o capítulo agua com açúcar do Denki hihihi
O que acharam??
O Toshi é um doce de irmão mais velho né? Queria um desses pra mim!
Próximo capítulo teremos Denki em situações extremamente comprometedoras! Como será que nosso pikachu vai lidar com a vergonha??
Monoma ainda vai dar MUITO o que falar nessa fanfic! Espero que vocês gostem da participação dele, vai ser um usando o outro! HSUAHS
As próximas atualizações vão começar a sair às sextas, viu meus lindes? Motivos de preciso estudar inglês HSAUSHUAS.
Vejo vocês semana que vem (ou nos comentários)
Um beijo especial da L.W. e até lá!


Gostou da Fanfic? Compartilhe!

Gostou? Deixe seu Comentário!

Muitos usuários deixam de postar por falta de comentários, estimule o trabalho deles, deixando um comentário.

Para comentar e incentivar o autor, Cadastre-se ou Acesse sua Conta.


Carregando...