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História Inazuma Eleven Reloaded - Capítulo 1


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Notas do Autor


O começo vai ser um pouco longo, chato e bem parecido com o anime, porque eu quero adiantar logo. Se alguém tiver interesse na história, deixe um comentário por favor.

Capítulo 1 - Não vamos deixar o futebol acabar!


Fanfic / Fanfiction Inazuma Eleven Reloaded - Capítulo 1 - Não vamos deixar o futebol acabar!

Em uma ilha pequena cidade à beira-mar, na ilha de Inakunijima, com um grande porto e uma serra com muita vegetação, alguns jovens jogavam uma partida amistosa de futebol em um campo de terra.

– Asuto! – Pediu a bola um rapaz alto de cabelo longo, preso pelo seu boné branco.

– Certo! É sua, Mansaku! – Asuto passou a bola com um sorriso.

Mansaku recebeu a bola, através de um passe perfeito de Asuto e driblou de forma veloz e fácil um seu marcador, passando a bola para outro jogador, que estava cara a cara com a goleira.

– Vem, Goujin! – Uma garota de cabelos azuis exclamou, batendo as mãos em forma de desafio e com um sorriso no rosto.

– Aqui vai, Norika! Meu chute mortal! – Goujin gritou de empolgação e chutou com toda a força no canto superior esquerdo do gol.

Um chute forte, mas totalmente previsível, que a goleira tinha lido desde o começo, e só fez salta para agarrar a bola com facilidade, para a frustação de Goujin, que lamentava ter perdido o gol. A partida continuou por um tempo, sem um vencedor definitivo, então eles decidiram dar uma pausa para descansar. Todos se sentaram sobre as escadas que davam para a entrada da escola, bebendo a água de suas garrafas e limpando o suor com uma toalha.

– Futebol é mesmo incrível.– Disse Norika.– Você pode simplesmente esquecer qualquer preocupação quando está no campo.

– Embora eu quisesse jogar uma partida de verdade.– Disse um jovem de cabelo azul, chamando a atenção dos demais.– Aqui na ilha, só podemos enfrentar crianças do fundamental e idosos.

– Verdade.– Goujin afirmou com certa tristeza.

– Se for assim, eu vou falar com o diretor! – Asuto disse animado.– Se pedirmos a ele, talvez ele arrume uma partida oficial para a gente!

– Ei, eu sou o capitão aqui.

– Ah, me desculpe, Michinari.– Asuto se desculpou para o garoto que afirmava sua posição.

– Não tem porque se desculpar, eu vou com você.– Michinari disse, animando os outros com a ideia de talvez poderem jogar uma partida oficial.

Um pouco mais tarde, no mesmo dia, Asuto e Michinari foram até a sala do Diretor, para fazer o pedido deles, um pouco nervosos com a ideai de serem recusados. Porém, mesmo com o nervosismo, assim que que entraram, ambos colocaram a ideia para fora sem hesitar, espantando o Diretor.

– Sinto muito, mas não será possível.– O diretor foi direto.

– Porque? – Michinari indagou.

– O cenário atual do futebol é muito competitivo, e vocês da Inakuni não possuem nível para tal competitividade.– O direto explicou. 

– Não pode ser....– Asuto ficou cabisbaixo.

– Além disso, tem o sistema de patrocínio, já ouviram falar? – O direito indagou a eles.

– Sim.– Michinari respondeu.

– Por causa da enorme popularidade do futebol atualmente, as equipes necessitam de muito dinheiro para o gerenciamento.– Ele continuou a explicação.– E com a desição atual da comissão nacional de futebol do japão, todos os times são obrigados a terem um patrocinador.

–.......– Michinari e Asuto engoliram em seco.

– E lamenbto dizer, mas nenhum patrocinador teve interesse em apoiar o clube de futebol da Inakuni.– O diretor finalizou.

– Espera, isso quer dizer que seremos dissolvidos? – Michinaro indagou, suando frio.

– Infelizmente, esse é o seu destino.– O diretor disse sem folga.

– De jeito nenhum, todo mundo nessa ilha ama o futebol! – Asuto exclamou.

– Isso não importa, o que importa é se você tem ou não um patrocinador.

Ao dizer isso, um forte tremor foi sentido, assustando Asuto e Michinari que correram para a janela da sala e ficaram espantados ao ver o campo de futebol sendo destruído. Ao ver aquela cena, Asuto paralisou por um momento antes de decidir ir correndo até o campo, papenas para ser impedido pelo jovem de cabelo azul de antes.

– Hiura....– Asuto parou de correr.

– Asuto! É sobre sua mãe!
 

[...]

 

 – Mãe – Asuto entrou rapidamente no quarto de um hospital, com voz chorosa.

– O que aconteceu com seu rosto? – Indagou uma mulher já em sua segunda idade, passando a mão pelo rosto machucado do garoto.

– Não foi nada...– Desconversou Asuto.– Mais importante, mãe, você está sentindo dor? – Ele segurou a mão dela preocupado.

– Me desculpe, Asuto.– A mulher disse com delicadeza.– Parece que não vou poder mais ficar com você.

– Eh? – Ele disse, levando um tempo para processor o que estava acontecendo.– O que você tá dizendo? Não tem como isso ser verdade! Nós estivemos bem todo esse tempo!

– Não.– Ela balançou a cabeça negativamente.– Asuto, sempre haverá um dia em que alguém terá que partir. Mas os laços que você criou nunca desaparecerão.– Ela continuou, acariciando o rosto de Asuto.– Então está tudo bem, nós dois estaremos conectados para sempre.

– Não...! – Asuto se recusou a aceitar a realidade.– Mãe! Não morra! Estou perdendo não apenas o futebol, mas também você! – Ele desabou em lágrimas.

– Asuto.– O jovem levantou a cabeça, olhando ela diretamente nos olhos.– O futebol jamais irá desaparecer. Enquanto você precisasr, o futebol estará lá para você.

– Mãe...

– Asuto, para você....– Conforme ia dizendo, ela perdia as forças, deixando sua mão cair sobte a cama.– Eu sempre vou estar no amanhã.

– Mãe, mãe, mãe! – Asuto continuou a chamando, sem que as lágrimas parassem de derramar.


[...]

 

Desde aquele dia, Asuto ficou dias preso em sua casa, preocupando seus amigos que se perguntavam se ele estava bem, emocionalmente e fisicamente. Mas ninguém teve a coragem de confrontá-lo, com medo do que poderia acontecer, até que um dia eles receberam um chamado do Diretor, envolvendo o clube de futebol.

– Asuto, Asuto, Asuto! – O capitão da Inukani bateu na porta, acordando Asuto, que estava jogado no chão em algum canto da casa.

Asuto se levantou e foi sem animosidade nenhuma até a porta, a abrindo e se dando de cara com Michinari e todos os outros membros do time.– O que foi? Porque todo mundo está aqui?

– O diretor está chamando, é algo sobre o clube de futebol.– Disse Michinari, chamando a atenção de Asuto.

 

[...]

 

Mais uma vez eles entraram na sala do Diretor, dessa vez com todos os membros do time junto. Eles se agruparam e esperaram o Diretor se dirigir a eles.

– Tenho boas notícias.–  O diretor se virou para eles com um sorriso no rosto.–  Um patrocinador apareceu e concordo em apoiar vocês.

–  Sério? –  Todos perguntaram mais para si mesmos do que para o diretor, felizes.

– No entanto, tem uma condição.–  O diretor continuou, enquanto tirava uma carta do bolso.–  Vocês devem jogar o Football Frontier e vencer uma partida.

–  O que? –  Todos se espantaram.

–  Eh? É tão difícil assim? Esse tal Football Frontier.–  Goujin perguntou para o capitão.

– Sim, é uma competição em que você precisa de uma habilidade considerável para participar.

– Nós vamos! –  Asuto deu um passo a frente.–  Vamos mostrar a eles que podemos ganhar uma partida no Football Frontier!

–  Ei, não decida assim tão facilmente, nós sequer temos as qualificações.–  Michinari repreendeu Asuto.

– Nós temos.–  O diretor disse, chamando a atenção de todos e os surpreendendo.–  Todos vocês serão transferidos para a escola campeão de Tóquio, Raimon! Se se tornarem um aluno da Raimon, você terá as qualificações para participar.

– Por Raimon, você quer dizer, aquela Raimon? –  Um jovem de cabelo escuro e óculos, conhecido como Okuiri Hiro, indagou, sabendo da reputação da escola.

– Eu tive medo de que se tudo fosse depender de vocês, vocês iriam apenas aceitar a oferta imprudentemente.–  O diretor foi dizendo.–  Por isso eu tomei providências.

– Então quer dizer que iremos deixar essa ilha e vamos jogar futebol em Tóquio? – Okuiri disse, suando frio com a ideia.

–  Não há outro jeito, se quiserem continuar a jogar futebol.–  O diretor mostrou a carta a eles. –  Embora as chances de realizarem tal objetivo seja próximo de zero.

– Não, muito obrigado.–  Asuto agradeceu, com um grande sorriso no rosto. –  Eu definitivamente vou fazer isso! Por amor ao futebol, e em honra a minha mãe, eu irei jogar no Football Frontier!

– Sério? Estamos realmente fazendo isso, não é? –  Goujin indagou em voz alta, empolgado e nervoso ao mesmo tempo.

– Mas....–  Norika sussurrou, incerta.

– Nós treinamos todo esse tempo.–  Asuto olhou para ela, tentando transmitir confiança, e depois olhou para os outros.–  Nós podemos fazer isso!

O diretor sorriu com a cena, lembrando de cenas do passado.–  Muito bem. E fiquem sabendo que a partida de vocês já foi decidida, o oponente é a Seishou Gakuen.

– A equipe que atualmente ocupa o posto de número do país....–  Michinari sussurrou, porém alto o bastante para todos ouvirem.

 

[...]

 

–  Vamos lá pessoal, não temos que ter medo. Estamos indo jogar futebol em Tóquio! –  Asuto tentava animar o pessoal, que ainda estavam incertos da oferta.

–  É somente uma vitória, porém....–  diz Mansaku.

– Nosso oponente é a Seishou Gakuen.– Okuiri

– Não temos chance, gosu.– Disse Iwaku, um dos membros da equipe.

– Agindo como covardes antes mesmo de sequer tentar....– Ele escutaram uma voz, enquanto um jovem baixo se aproximava.

– Quem? – Todos se perguntaram.

– Ah, eu ouvi sobre um estudante transferido que iria se juntar ao clube de futebol.– Mansaku sanou a dúvida deles.

– Eu vim para essa ilha para um treinamento especial, mas e pensar que são um bando de covardes.– Disse o jovem, irritando Goujin.

– O que disse?! 

– Covardes assim jamais conseguirão ganhar o Football Frontier.– Continuou o garoto.– É um torneio para decidir o time número um do Japão, antes mesmo de conseguirem participar,  a comissão desqualifica os times que não tem potencial.

–......

– Jogadores como vocês que tem medo antes mesmo de entrar em campo e nunca jogaram uma partida oficial, jamais irão conseguir vencer.– Finalizou, deixando o local.

– Nós vamos conseguir.– Asuto afirmou, chamando a atenção do jovem.– Eu não vou desistir do futebol, e mesmo se vocês forem contra, eu irei sozinho!

Todos se surpreenderam com a confiança de Asuto, e se entre olharam, dando um sorrisinho.

– Eu vou...! – Michinari disse, dando um passo a frente.,

– Eu também! – E um a um, todos foram comprando a ideia, para a felicidade de Asuto.

– Certo! Iremos para Tóquio, e então jogaremos futebol! – Asuto exclamou.
 

[...]

 

– Oh! – Todos exclamaram, surpresos com a Escola Raimon.

Uma escola enorme, com um campo de futebol de grama esverdeada bem a sua frente, e um prédio com um enorme raio em seu teto. Era uma visão espetacular para eles.

– Poderemos jogar futebol em um campo como esse! –  Norika disse, animada.

– Sim! Estou ficando animado! –  Asuto correu na frente.

 –  Ahh! Acho que vou chorar! –  Disse Goujin, sendo entendido pelos outros, que sentiam a mesma sensação.

Enquanto andavam pela escola, um dos membros da equipe, Hiyori Masakatsu perguntou.– Mas se essa escola ganhou o torneio no ano passado, porque nós transferiram para cá?

– No momento, essa escola não tem um time de futebol.– Michinari respondeu.– Eu não sei os detalhes, mas algo aconteceu e o clube ficou em pausa indefinidamente.

– Espera, isso quer dizer que seremos os únicos que vão jogar no torneio? – Hiyori indagou, surpreso. Ao ver que era o único, ele indagou.– Vocês já sabiam?

– Mais ou menos, eu meio que tive uma ideia.– Respondeu Mansaku, sendo seguido pelos outros.

– Não pode ser....– Hiyori lamentou.

Depois de perambular pela escola, eles finalmente encontraram a sala do clube de futebol nos arredores. Apesar do campo e escola incrível, a sala do clube era apenas uma casinha de madeira remendada com alguns pedaços de metais e uma placa de madeira ao lado da porta.

– Esse é o clube de futebol? – Norika indagou.

– Parece que não foi usada faz algum tempo.– Disse Hiura.

– Bem, não importa, estou animado para começar! – Asuto exclamou empolgado.– Vamos treinar muito essa semana, e derrotar a Seishou!

– Sim! – Todos gritaram, sendo observados por uma silhueta feminina ao fundo.

 

TO BE CONTINUED.....


Notas Finais


Qualquer ideia ou crítica, fiquem livres para me dizer.

Até a próxima pessoal!


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