História Incandescente - Capítulo 10


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Categorias MasterChef Brasil
Personagens Henrique Fogaça, Paola Carosella
Tags Farosella, Henrique Fogaça, Paola Carosella
Visualizações 1.126
Palavras 3.216
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Romance e Novela
Avisos: Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


simboraaa

Capítulo 10 - 10


Paola olhava assustada a casa completamente escura, porém o que chamou sua atenção a fazendo estranhar era que as luzes das ruas do condomínio estavam acesas, pois chegavam a refletir um pouco em sua sala.

— Acabou a luz só aqui? — Fogaça perguntou se levantando e olhando pela porta balcão de vidro da sala que dava para a piscina. 

— No sé. — Paola respondeu sentindo muito bem os efeitos de tanta bebida misturada com comidas afrodisíacas. — Fogaça esquece isso daqui a pouco volta. 

— Como quiser senhorita mandona. — Fogaça brincou se sentando ao lado dela e retirou a taça de vinho da mão dela colocando-a em cima da mesa de centro juntamente com a dele. — Chega de bebida por hoje. 

— Já estamos bêbados o suficiente. — Paola riu leve pouco se importando se estavam no escuro ou não. Fogaça se aproximou dela ainda mais juntando suas pernas e colocando sua mão na coxa da mesma.  

— Henrique... — Paola sussurrou num tom mais manhoso. — No...

— To louco pra te sentir. — Fogaça sussurrou no ouvido dela fazendo com que os hormônios de ambos se aflorassem. — Me deixa te fazer se sentir completa novamente?!

— Me levando pra cama? — Paola ironizou, no entanto já passava sua mão pela coxa dele chegando até o pênis do mesmo onde apertou  fazendo Fogaça sorrir. 

— Talvez as coisas comecem por aí. — Fogaça sussurrou antes de erguer a mão e entrelaçar seus dedos nos fios de cabelo dela puxando-os levemente a fazendo suspirar. — Esse sempre foi nosso começo. 

Paola sorriu se lembrando da primeira noite deles onde haviam ido assistir a um filme como amigos e terminaram quase como amantes no chão do apartamento dela. 

Lentamente, Fogaça passou a ponta do nariz pela bochecha dela enquanto seus dedos tatuados faziam o trabalho de acariciar a coxa dela, seus lábios chegavam a encostar na pele macia da mesma como uma faísca que mexia diretamente com o fogo que havia dentro dela. 

Uma coisa em comum entre ambos era que a chama que existia dentro deles que refletia seus desejos mais ocultos nunca havia sido apagada e ali juntos era como uma reação química que resultava em uma grande combustão os fazendo exalar incandescência. Um sorriso leve se formou no rosto dele quando o mesmo percebeu que Paola procurava pelos lábios dele — ela o queria e estava tentando demonstrar esse desejo. 

Fogaça mordeu o lábio inferior dela arrancando um suspiro involuntário por parte da mesma o que o satisfez, então ele uniu seus lábios nos dela por completo dando um beijo suave antes de chupar levemente o lábio de Paola que tinha a mão na barra da camiseta dele. 

— Yo quiero. — Paola sussurrou com os olhos fechados sentindo o rosto dele completamente próximo ao seu. 

— Eu também. — Fogaça brincou e a beijou. 

Os lábios se moveram vagarosamente e aos poucos deixaram com que suas línguas se encontrassem sentindo seus gostos e texturas. O gosto do vinho era extremamente presente já que ambos beberam a bebida, Paola levou a mão até a nuca dele o puxando para mais perto enquanto os braços de Fogaça passaram pela cintura dela a puxando para ele fazendo-a se sentar em seu colo. O beijo ia se tornando mais urgente, mais necessitado como se eles quisessem matar todas as suas vontades ali num simples beijo, Paola movimentava o quadril contra o dele sentindo suas partes íntimas se chocarem os fazendo suspirar. 

Fogaça desceu os beijos para o pescoço dela a fazendo arfar enquanto jogava a cabeça levemente para trás dando mais espaço para ele. 

— Você é um desgraçado. — Paola sussurrou e gemeu assim que sentiu ele dar um belo chupão em seu pescoço. 

— E você deliciosa. — Fogaça respondeu dando leves mordidas na pele dela a fazendo fechar os olhos de prazer. 

Paola segurou o rosto dele para olha-lo nos olhos ou pelo menos tentar já que a única luz que os iluminavam era a do poste da rua que entrava pela porta balcão da sala em leves reflexos. Um sorriso malicioso surgiu nos lábios dela o que fez ele sorrir junto enquanto acariciava as coxas da mesma. 

— Eu devo estar muito fora de mim... — Paola sussurrou e levemente moveu seu quadril contra o dele. — Tá esperando um convite formal pra me levar pra cama? 

Fogaça riu do comentário dela e a beijou novamente, as línguas de ambos logo se encontraram fazendo o trabalho de se acariciarem dando prazer um ao outro ao mesmo tempo. 

— Como seria esse convite? — Fogaça brincou dando um leve beijo nos lábios dela. 

— Cala a boca. — Paola disse contra os lábios dele o fazendo rir e a segurar com firmeza antes de se levantar com ela em seu colo e ir em direção ao quarto.

Por sorte Fogaça conhecia bem cada canto da casa então não teve dificuldade em caminhar com ela em seu colo no escuro, Paola tinha as pernas presas em volta da cintura dele enquanto seus braços o abraçava pelo pescoço. Seus lábios se encontravam a quase todo momento davam beijos intensos e extremamente erótico. Fogaça a segurou com mais força para conseguir subir as escadas, riam entre o beijo, pois a bebida ainda fazia seu devido efeito — no fundo não sabiam como ainda não haviam caído no chão. No entanto, apesar da escuridão ser incomoda e atrapalha-los para se movimentar eles estavam se divertindo. 

Fogaça subiu degrau por degrau e agradeceu aos céus quando conseguiu chegar no andar de cima sem cair, aos beijos com ela caminhou até o quarto e sorriu entre o beijo assim que chegou. Usou seu pé para fechar a porta e encostou Paola ali aumentando mais a intensidade dos beijos que trocavam, suas línguas se movimentavam com agilidade e experiência sabiam exatamente como agradar um ao outro. 

Fogaça devagar soltou Paola, porém mesmo com os pés dela firmes no chão ele ainda a abraçava pela cintura. Paola segurou as barras da camiseta dele e aos poucos foi subindo o tecido até finalmente ele erguer os braços e ela retirar a peça por completo. As unhas curtas dela passaram pelo peitoral dele o fazendo se arrepiar com o toque suave que a mesma tinha. 

— Queria ver você. — Paola sussurrou. 

A escuridão no quarto chegava a irritá-la, Paola gostava de ver o que estava acontecendo e ela sabia que Fogaça também tinha esse gosto — sexo no escuro não era algo habitual deles. 

— Cê tinha um abajur a pilha cadê ele? — Fogaça perguntou. 

— Se você adivinhar quem pegou te dou dez reais. — Paola brincou dando um beijo no pescoço dele arrancando dele um riso leve pelo seu comentário. 

— Tá no quarto dela? 

— Sí. — Paola sussurrou e sentiu Fogaça se afastar dela. 

— Vou lá pegar. — Fogaça disse e Paola ouviu quando ele saiu do quarto. Já não enxergava muito bem, estava sem o óculos e ainda no escuro não a ajudava muito. 

Enquanto Paola esperava no quarto, Fogaça foi até o quarto de Maria Letícia encontrando os dois abajures a pilha que ela tinha um deles era o de Paola. Verificou se ambos estavam funcionando e para sua alegria as luzes se acenderam, Fogaça então voltou para o quarto usando as luzes dos abajures para iluminar o caminho e assim que entrou no cômodo viu Paola parada ao lado da cama ela havia retirado o colete que usava, os sapatos e seus cabelos estavam levemente bagunçados assim que seus olhares se encontraram ambos sorriram. Fogaça novamente fechou a porta e colocou os dois abajures em cima do criado mundo ao lado da cama e então parou em frente a ela que se mantinha até aquele momento calada.

— Suas tatuagens me encantam. — Paola confessou, com certeza a bebida tomava frente a suas palavras o que a fazia ser mais sincera, pois em momentos de lucidez jamais confessaria algo tão simples, porém tão íntimo para ela. 

— Seu sorriso, seu corpo... — Fogaça sussurrou se aproximando dela e passando a ponta do nariz pelo pescoço dela sentindo o cheiro do perfume dela. — Seu cheiro... Seu beijo... Seu toque... Tudo em você me encanta. 

Fogaça depositou um beijo suave no pescoço dela antes de se afastar apenas o suficiente para abrir o botão da calça dela, ele se ajoelhou e puxou a peça para baixo e a cada pedaço da pele dela que aparecia conforme a roupa era retirada ele depositava um beijo. Fogaça deslizava a calça e depositava um beijo na coxa dela a fazendo arfar, ele beijava ao mesmo tempo que dava leves mordidas o que aumentava o ritmo respiratório dela. A calça já se encontrava na altura do tornozelo dela quando ele cessou os beijos e se livrou de vez da peça de roupa — cada movimento era feito com extrema calma, pois ele queria que aquela noite durasse o máximo possível. A calça foi deixada de lado jogada sobre o chão, Fogaça voltou a beijar as coxas de Paola sentindo a pele dela completamente arrepiada por conta dos toques dele, aos poucos foi distribuindo uma trilha de beijos que terminou em um belo chupão próximo a virilha dela o que resultou num gemido abafado por parte da mesma. Paola imediatamente colocou a mão na cabeça dele tentando fazer com que ele beijasse o lugar que pulsava por atenção, no entanto ele apenas apertou as coxas dela continuando a distribuir beijos em torno de sua virilha apenas para provocá-la.

— Henrique... — Paola sussurrou impaciente o fazendo rir leve. 

— Sabe que eu vou dar o que você quer, mas seja paciente amor. — Fogaça disse com a voz mais rouca o que a fez estremecer. 

Paola sentia a temperatura de seu corpo subir, ela estava com um calor absurdo que a deixava completamente excitada o que a tornava incapaz de para-lo. Fogaça se levantou e a beijou sentindo a língua dela encontrar a sua de forma mais urgente, as mãos dela foram para o cós da calça dele e com agilidade ela abriu o botão conseguindo sentir o quanto o pênis dele já se encontrava enrijecido e aquele fato a fez sorrir entre o beijo. Paola com a ajuda dele retirou a calça do mesmo o deixando apenas de cueca box preta a favorita dela — ela definitivamente amava vê-lo de preto. 

As luzes dos abajures apesar de não serem fortes eram o suficiente para que eles conseguissem se ver e observar a reação de cada um diante do toque do outro. Fogaça a segurou com firmeza e a deitou na cama ficando por cima dela enquanto trocavam beijos extremamente intensos transmitindo luxúria até mesmo para o ambiente. Seus lábios já estavam avermelhados, seus corações acelerados e suas respirações completamente descompensadas as deixando mais auditáveis, porém nada os faziam parar de se beijar era como se a saudade que sentia os transformassem em um ímã incapaz de se soltar. 

O fato de suas respirações estarem completamente descompensadas os faziam cessar os beijos vez ou outra em busca de ar, Fogaça passou a mão pela lateral do corpo dela até chegar no seio da mesma onde apertou com certa força enquanto Paola o olhava com extrema malícia. 

Fogaça retirou a blusinha branca que ela usava a deixando somente com o sutiã da mesma cor. Lentamente desceu os beijos pelo pescoço, colo e a barriga dela a fazendo se contorcer na cama movendo o quadril em direção a ele querendo que o tatuado fizesse o que ela sabia que ele fazia super bem. Fogaça segurou as barras laterais da calcinha dela e a retirou antes de se posicionar entre as pernas dela e passar a ponta do dedo na região íntima a ouvindo gemer baixo — som esse que ele tanto amava. 

— Não vou parar de te chupar até você pedir para parar. — Fogaça sussurrou. — Entendeu?

Fogaça terminou de dizer e a penetrou com um dedo fazendo Paola segurar firme no lençol enquanto olhava nos olhos dele com a respiração um tanto acelerada o que a fazia manter os lábios entreabertos. 

— Entendeu? — Fogaça repetiu retirando o dedo e a penetrando novamente. 

— Sí... Seu filho da mãe. — Paola sussurrou e o ouviu rir enquanto ela jogou a cabeça para trás mordendo o lábio inferior ao sentir a língua dele passar pela entrada de sua vagina. 

A língua dele acariciou a entrada dela antes de subir em direção ao clitóris onde assim que o tocou Paola gemeu um pouco mais alto indicando que ali era o lugar certo para ser estimulado. Ela abriu um pouco mais as pernas e segurou a cabeça dele enquanto o sentia movimentar a língua em sentidos diferentes a levando ao um verdadeiro delírio. Os gemidos manhosos dela tomaram conta do quarto sons esses que o incentivavam a continuar, Fogaça movimentava a língua com agilidade da forma que sabia que ela gostava usava também dois de seus dedos para acariciar a entrada dela vez ou outra a penetrava fazendo Paola mexer o quadril de prazer. 

O melhor do quase casal era que eles realmente sabiam como agradar ao outro não era como o início de um relacionamento onde você praticamente caminha no escuro ali eles sabiam o que fazer e como fazer para satisfazer o outro e isso era, com certeza um de seus pontos positivos. 

Os dedos de Paola seguravam firmemente o lençol, suas costas vez ou outra se curvavam enquanto seus lábios se mantinham entreabertos, pois sua respiração e seus gemidos os impediam de se manterem fechados. Seu coração estava extremamente acelerado, sua intimidade pulsava contra a boca dele que se deliciava com o gosto dela. Fogaça movimentava a língua com firmeza dando pressão contra o clitóris dela o sentindo um pouco mais enrijecido e maior o que indicava que ela já estava próxima de seu clímax. 

— No para... Não... — Paola sussurrava involuntariamente, pois aquela altura já não mais conseguia controlar suas palavras como se seu lado racional estivesse desligado. 

Fogaça atendeu ao pedido dela e não parou de estimular o clitóris dela com a língua, aos poucos Paola ia perdendo o controle de suas próprias ações mexia partes de seu corpo involuntariamente, suas coxas tremiam, seus gemidos aumentaram e suas mãos apertavam cada vez mais o lençol o que resultou num forte orgasmo que a fez perder o ar por alguns segundos ao mesmo tempo que suas costas de curvavam e sua barriga se contraia. Um sorriso de satisfação se formou em seu rosto assim que seu corpo relaxou e ela esticou as pernas se sentindo um tanto fraca, suas coxas ainda davam leves tremores enquanto recebiam beijos de Fogaça. 

— Mais? — Fogaça perguntou a vendo completamente ofegante.

— Quiero. — Paola sussurrou e o puxou para cima fazendo com que ele se deitasse sobre ela e assim ela disse contra os lábios dele: — Me fode. 

Fogaça a beijou e se livrou do sutiã dela que era a única peça que ainda estava sobre o corpo da mesma, sorriu e massageou os seios da mesma antes de rodear o mamilo direito com a ponta da língua e dar uma leve mordida seguida de uma chupada enquanto sentia Paola arranhar seus ombros. Ele lambeu, chupou, mordeu, massageou cada mamilo dela dando assim tempo dela se recuperar de seu primeiro orgasmo e novamente estar lubrificada para ele. O tatuado subiu os beijos para o pescoço dela amando dar prazer ela, ele poderia fazer aquilo a noite toda e não se cansaria. 

— To em desvantagem. — Paola sussurrou enquanto ambos se olhavam gostando de se admirar. Fogaça riu leve e então com a ajuda dela se livrou de sua box ficando assim finalmente pele contra pele com ela. 

— No nosso estilo ou...? — Fogaça sussurrou e a viu sorrir.

— Nosso estilo... Com força. — Paola sussurrou e se surpreendeu quando ele de repente a virou a colocando de bruços. Ela sorriu e empinou o quadril em direção a ele, Fogaça segurou a cintura dela e a penetrou sentindo a vagina da mesma lhe acolher de imediato se acomodando com a presença dele.

O dedos dele foram de encontro a nádega dela depositando um tapa ali deixando a região avermelhada, Paola gemeu e então sentiu ele começar a se movimentar com rapidez e força a fazendo aumentar consideravelmente a altura de seus gemidos. 

— Puta que pariu como você tá gostosa. — Fogaça disse sem parar os movimentos.

— Ai... Mete! Isso. — Paola disse num tom de voz mais alto sentindo até a cama se mexer com os movimentos violentos deles. 

Fogaça vez ou outra dava mais tapas na nádega dela enquanto se movimentava com cada vez mais força. Eles não sabiam o quanto a bebida e os alimentos afrodisíacos estavam influenciando naquele momento de luxúria, no entanto pouco se importavam apenas queria dar prazer um ao outro.

Paola sentia sua região íntima ficar cada vez mais lubrificada, seu corpo correspondia muito bem aos movimentos dele — no fundo ela sabia que por mais que tentasse jamais encontraria um outro homem que a levasse ao delírio na cama como Henrique a levava. 

Fogaça aos poucos parou os movimentos e sussurrou no ouvido dela:

— Sua vez. 

Ele então se deitou na cama e logo teve Paola em cima de si, ela encaixou novamente seu corpo no dele e começou a rebolar o quadril ao mesmo tempo que prendia o cabelo num coque tirando assim os fios de seu rosto. 

— Senti saudades de te ver assim. — Fogaça disse passando as mãos pelas coxas dela. 

— Coloca as mãos aqui. — Paola disse e direcionou as mãos dele para seus seios. Fogaça sorriu e os apertou enquanto Paola segurava os braços dele e movimentava o quadril subindo e descendo sobre ele com agilidade. As mãos dele percorria caminhos pelo tronco dela enquanto ela o olhava nos olhos sentindo ele ir cada vez mais fundo dentro de si. 

Paola se deitou sobre ele e sorriu ao ver os braços fortes dele lhe abraçar. O quadril dela se movimentou em direção ao dele e o dele se movimentou em direção ao dela quando ela descia ele subia e quando ele subia ela descia e assim aumentaram a velocidade dos movimentos gemendo juntos sentindo seus corpos praticamente pegarem fogo. 

Paola sentia o pênis dele pulsar dentro dela, ele se encontrava tão enrijecido que indicava que logo ele chegaria em seu clímax também. 

— No goza ainda... — Paola sussurrou com dificuldade enquanto se movimentavam com cada vez mais força. — Tá tão gostoso.

Fogaça sorriu e a segurou com mais firmeza antes de trocar de posição novamente ficando por cima dela e tendo as pernas dela em volta de seu quadril. Novamente os movimentos violentos dele começaram a fazendo gemer cada vez mais alto enquanto suas unhas arranhavam as costas dele tentando descontar o prazer em algo.

— Paola... — Fogaça sussurrou com a voz mais rouca.

— Goza. — Paola sussurrou e o sentiu se movimentar mais rapidamente. 

Fogaça colocou mais pressão em seus movimentos, sentia todo o seu corpo tremer como se a qualquer momento fosse perder as forças, o barulho dos corpos se chocando ficaram mais altos e a casa que antes estava silenciosa foi tomada pelos gemidos de satisfação deles. Mais alguns minutos se passaram até Fogaça não aguentar mais e gozar dentro dela enquanto a sentia se contrair sobre ele indicando que ela também havia chegado ao seu ápice. Suas respirações estavam completamente ofegantes, seus corpos se encontravam com marcas avermelhadas, gotículas de suor preenchiam suas peles e um sorriso de satisfação se formou em seus rostos. 

— Ah... Paolinha. — Fogaça brincou a fazendo rir e esconder o rosto na curvatura do pescoço dele. 

Esse era o jeito deles. 


Notas Finais


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