História Incapaz de Não Amar (Imagine Suga, Yoongi) - Capítulo 37


Escrita por: ~

Postado
Categorias Bangtan Boys (BTS), Got7
Personagens JB, J-hope, Jimin, Jin, Jungkook, Rap Monster, Suga, V, Youngjae
Tags Gie, J-hope, Jimin, Jin, Jungkook, Min Suga, Namjoon, Suga, Taekook, Yoongi, Yoongie
Visualizações 274
Palavras 6.142
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Crossover, Festa, Hentai, Lemon, Luta, Romance e Novela, Yaoi (Gay)
Avisos: Adultério, Álcool, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


O título tá moooh entranho, mas prestem atenção em todas as cenas, principalmente as últimas e verão que tem a ver com o capítulo.

Bem, perdoa a demora, mas esse *tipo* de capítulo sempre me deixa parada, as vezes demora para escrever coisas *desse* tipo, por isso n veio mais cedo... perdón <33

Eu espero que goste, eu não achei ruim não, principalmente levando em conta minha mania de parar em partes que a coisa tá pegando fogo kkkk

UM AVISO... CUIDADO COM CERTAS PARTES AÍ NA METADE PARA O FIM... kkkkk

Boa leitura <3

Capítulo 37 - Um mar de sensações


Fanfic / Fanfiction Incapaz de Não Amar (Imagine Suga, Yoongi) - Capítulo 37 - Um mar de sensações

Uma vez, quando Haru tinha quatorze anos, estava brincando com um primo seu em seu quarto, a porta dele era bem no meio do corredor, estavam se divertindo com um lego, quando ouviu seu pai passar junto a um amigo da família. Tudo bem até aí. Mas foi quando ouviu um barulho estranho na porta como se quisessem abri-la e foi conferir que deu de cara com um homem que nunca havia visto na vida, ele apontava para a porta e parecia perguntar como abria ela, mas Haru estava em choque, totalmente paralisada, mal conseguia respirar de tão grande que era seu medo por ver um desconhecido em sua casa e tentando abrir sua porta.

Na mente Haru se passava dua opções, gritar pelos seus pais no quintal, ou entrar no quarto e agarrar-se ao seu primo para tentar sair dali sem machucados. Wada pensava que o homem a sua frente era um ladrão, ou bandido do tipo. Pensava que talvez ele escondesse algo em seu corpo, por isso tratou de olhar bem para ele e tentar ver se possuía alguma arma, mas não viu nada. Foi só quando escutou a voz do seu pai dizendo para abrir a porta que o moço quer ir embora que se tocou. Ele não era ladrão, nem bandido, era apenas um homem que entrou em sua casa acompanhada de seu pai e o amigo da família e ela mesma não percebeu.

Ao se dar conta disso, notou que o próprio senhor abriu a porta e foi embora, ele não percebeu o medo da face da menina, apenas achou estranho e até desrespeitoso ela não ter lhe ajudado. Porém, quando o homem se foi, Wada começou a rir, muito, gargalhava alto, pois havia sido o momento mais assustador da sua vida, porquê deixou sua mente lhe pregar uma peça e das grandes. Perguntou quem era o senhor que havia entrado e confirmou que a falha foi sua própria, ela não havia o visto entrar em casa e quando ele foi sair se assustou pensando besteiras.

Nesse momento ela não estava assustada, mas sentia o mesmo sintoma de paralisia, não conseguia se mover, pensar ou decidir alguma ação naquele momento. Estava realmente impactada ao ver a imagem de Yoongi na porta. Muito impactada.

— Oi, Japinha. — Foi ao ouvir ele lhe chamar pelo apelido, que o mesmo deu-lhe, que tremeu inconsciente do ato. Não era uma imagem, um surto pela saudade ou uma ilusão de ótica, era realmente Yoongi ali. Em pé, nua sua frente, lhe olhando nervoso e brincando com os dedos na barra da blusa. — Você deve estar muito surpresa. — Yoongi comentou. O pálido não viu a mulher esboçar nenhuma reação, por isso abaixou brevemente a cabeça e quando levantou teve a coragem de perguntar. — Posso entrar?

E então Haru despertou do seu transe interno, ela encarava Yoongi, mas não conseguia assimilar bem o fato dele estar de verdade ali. Ao longo dos dias, Haru, sozinha naquela casa, as vezes sentia muita falta de Yoongi, mesmo que não tivesse passado uma semana que chegou, ela estava a mais de um mês sem vê-lo. As vezes lembrava dele em sonhos, outras vezes em pesadelos, quando o via feliz sendo pai. Não esperava-o ali, na verdade, não queria vê-lo ali.

Abriu mais a porta e deixou que entrasse, seus reflexos estavam lerdos ainda, mas funcionavam.

Quando Yoongi entrou e ficou no meio do apartamento, observou o local com atenção. Era um apartamento sem divisórias, a cama feita de pallets estava no recanto da parede esquerda, ao seu lado tinha uma estante de quadrados, nos seus espaços algumas coisas como livros e enfeites, potes de tintas e pinceis, haviam alguns potes fechados e alguns porta coisas. A frente da cama estava uma mesa de centro, sobre ela tinha tigelas secas, provavelmente onde Haru comia, ali só havia um cômodo e era o banheiro, sua porta dava direto para uma área em que diversos cavaletes estavam armados e com telas sobre eles, ela estava pintando.

Olhou para cozinha bem ao lado da porta, ela era simples, tudo ali era simples, mas era encantador, principalmente se contasse com a grande janela que clareava tudo, ela devia clarear todo o local quando havia muita luz.

Depois de olhar todo o local e perceber que havia sido Haru que decorou tão bem o espaço, se virou para ela, cuja não aguentou mais e se aproximou perguntando de uma vez:

— Como me encontrou? — Era impossível aquilo acontecer, ninguém sabia onde estava, pediu sigilo a Hoseok e Youngjae, tinha contado apenas a Jungkook, e seu dongsaeng nunca contaria a ninguém se fosse um pedido extremamente sério seu, o que, no caso, era. — Como… como chegou até o meu endereço? — Yoongi olhava para Wada sem saber o que responder, mas olhando profundamente nos olhos dela decidiu falar a verdade.

— Taehyung me deu o seu endereço, ele conseguiu pegar escondido do Jungkook. — Haru franziu o cenho e bufou. Foi justamente por saber que Taehyung contaria a Yoongi que não deixou que Jungkook contasse ao garoto. Haru queria apenas uma coisa: distancia. — Não brigue com ele, por favor, Tae ferrou o próprio namoro para… — Abaixou a cabeça e refletiu, era agora ou nunca. — Para me ajuda a encontrar o grande amor da minha vida.

Aquela frase havia mexido com todas as células do corpo de Haru, tanto que ela se calou e apenas encarou o rapaz a frente. Ele avaliava a sua expressão, tentando encontrar um indício de que falaria alguma coisa ou que ia ignorar a frase, mas não, em vez disso, Haru esperou que ele falasse, ou seja, que lhe contasse o motivo de estar ali.

— Eu errei muito com você e me arrependo muito do que fiz, me arrependo do que não fiz e sofro pelo que ainda quero fazer, mas… mas não posso. — Pausou um pouco, ainda estava vindo toda sua coragem para falar tudo. — Eu te amo, Haru, e só percebi quando olhei para o lado e você não estava lá me cutucando como de costume ou simplesmente jogada no chão assistindo comigo. Eu sinto falta de tudo, sabe? Tudo!

— E seu filho? — Lembrou. — Vai trocar ele por um simples namoro? — Yoongi fechou os olhos arrependido, se não fosse aquela frase maldita saída de sua boca eles não estariam naquela situação e a essas horas estariam se beijando no fim do expediente da Liberty. Mas Yoongi além de covarde foi burro.

— Ele não é meu filho e sei que sabia dessa possibilidade. — Haru não mentiu para si mesma, mas ficava feliz com aquela notícia. — Eu me arrependo do que falei naquela noite, me arrependo de não ter ido atrás de você, de não ter te abraçado forte e implorado para revogar aquela decisão. — Agora Yoongi dizia tudo com mais vontade, impondo certeza em tudo. — Eu devia ter feito tudo ao meu alcance para te fazer feliz e retribuir o que você me deu, mas eu estava cego por conta da minha situação com meu pai, tinha tanto medo de errar com meu filho que não me importei em fazer a maior cagada da minha vida. — Se aproximou dela, mesmo sabendo que talvez ela se afastasse de si por conta daquilo. — Deixar você ir.

Ele estava incerto daquilo, não queria se precipitar, mas tocar Haru vinha sendo seu maior desejo desde que entrara naquele apartamento, mas quando andou em direção a ela viu Wada recuar um passo, parou e entendeu o recado. Yoongi não podia se aproximar, não ainda.

— Por isso vim até aqui, para tentar… sei lá, me redimir por ter feito merda e tentar também… am… te ter de volta. — Falou a última sentença de cabeça baixa, pois, na realidade, Yoongi não via mudança no rosto de Haru.

Wada cruzou os braços e olhou para os próprios pés, Yoongi aproveitou aquele tempo para observá-la. Os cabelos soltos e lisos, uma camiseta grande e muito folgada, assim como a calça. Ela estava vestida confortavelmente, aquilo era interessante, dava uma aparecia livre.

— Você pegou um avião e veio até aqui para dizer que se arrepende? — Cortou o silêncio que se instalou ali. O pé dela se mexia em nervosismo, era triste admitir isso, mas todas as palavras de Yoongi não foram tão suficientes assim, se arrepender todo mundo é capaz, mas mostrar ser diferente… ah, isso já é outro nível. — Porque se foi…

— Escuta, eu fui muito babaca, muito mesmo, eu sei que não posso mudar nada, que não tem como e eu mesmo estou com raiva de mim mesmo por ter quebrado todas minhas promessas com você…

— Se você está com raiva, imagine eu. — Interrompeu-o fria.

— Eu só quero uma segunda chance! — Disse rápido para fazê-la entender.

— Segunda? Essa seria a terceira ou quarta, Yoongi. — Esclareceu. Poxa, Haru estava com tanta mágoa guardada, queria por tudo para fora, contar o que sentia e sentiu. Ela precisava fazer isso. — Você não ia precisar de uma terceira chance se tivesse realmente aproveitado a segunda, se tivesse feito dar certo como eu tentei!. — Estava deixando sair. — Você mentiu, me deixou de lado e ainda me fez sofrer. Eu te amei, Yoongi e estava bem vivendo ao seu lado, até Bianca aparecer com um bebê e você entrar no lance de ser um bom pai! — Respirou fundo. — Você está aqui por quê? Foram tantos dias que você poderia ter me procurado e tentado me convencer a voltar, a tentar o namoro de verdade, mas em vez disso deixou de lado e apenas deixou que eu partisse. Eu te odiei tanto! — Disse magoada, seu olhos já brilhosos. — Eu quis tanto nunca mais pensar em você, mas Yoongi era meu primeiro pensamento ao acordar e o último ao dormir, tive pesadelos vendo você feliz e sendo o pai daquele bebê que nem é seu! — Então chorou, silenciosa e magoada, sua cabeça baixa e encarando os próprios pés. — Eu ainda te amo. — Revelou erguendo o olhar para Yoongi. Se surpreendeu ao ver ele com os olhos lacrimejantes. — Mas não posso fazer isso comigo mesma.

Yoongi não soube o que falar, na verdade, ele não tinha muito a dizer. Se ele soubesse ser mais sincero, mostrar mais arrependimento e… saudades…

— Eu não fui atrás de você por saber de tudo isso. — Encarou o rosto choroso da mulher e aquilo foi mais um motivo para deixar suas próprias lágrimas caírem livremente. — Eu estava na ilusão de ser pai, eu queria ser pai e, só assim, mostrar a mim mesmo que não sou o homem que me criou. Me prendi ao termo família e fui cuidar da família errada. Eu não queria te trazer para isso, nem queria te fazer presa a mim por conta da minha “paternidade”. Só queria que você fosse feliz e quando você foi embora eu pensei que estava bem para você. Eu só ferrei sua vida e sorte a sua perceber isso logo. — Secou as lágrimas, mesmo que fosse inútil. — Quando você foi para o Brasil eu pensei sobre o que passamos. Foram os melhores momentos da minha vida, eu fui feliz, na época, pensei que tinha encontrado a mulher da minha vida e eu realmente encontrei, apenas não soube cuidar e te perdi. Uma mulher maravilhosa, só para ressaltar. — Riu triste. — Mas tentei me conformar, eu pensei que fosse ser melhor te deixar livre da bagunça que eu estava criando, mas daí descobri que fui enganado e então… vim até aqui… — Fungou triste, pois no fim, não tinha jeito, ele não iria tê-la de volta. Sem Haru, sem felicidade, mas só de saber que ela está bem, era o suficiente. — Você voltou a pintar e muitos quadros. — Comentou se virando para olhar as telas, não estavam completas, mas estavam com tinta. — Você está indo em busca da sua felicidade, então é meu dever, por te amar, não interferir.

Seus ombros tremeram, Yoongi chorava como um bebê, mas silencioso, não queria parecer mais deplorável do que já estava mostrando ser. Secou novamente o rosto, coisa que foi em vão, pois, assim que olhou para Wada, ela chorava também, o braços cruzados, ponta do nariz vermelha e dor explicita no olhar. Vendo ela daquele jeito Yoongi teve certeza: amava-a, amava-a como um louco. Ardia seu peito vê-la chorando, Haru sempre foi forte, fazê-la chorar daquele jeito era até covardia da sua parte, mas aquilo era uma despedida, era para doer, pois era a última vez que se veriam.

Andou até ela e parou a sua frente. Os olhos ardiam, embaçavam e nadavam em lágrimas, mas devia manter-se forte, só mais um pouco e sairia dali e então poderia desabar como queria.

— Só me deixe te beijar, pela… — Engasgou a palavra em sua garganta, sua voz rouca pelo choro e pela dor que sentia. — Pela última vez. — Soluçou alto assim como Haru. Ela não queria, nunca quis terminar, apenas sentia que precisava, mas agora não tinha tanta certeza.

Calmo e dolorido, Yoongi andou até ela, parou a sua frente tocou suave em seus ombros. Notou que ela fechou os olhos, estava esperando o contato. Encarou os lábios da mulher e decidiu fazer diferente, não iria simplesmente beijá-la a boca, um beijo mais amoroso era mais forte para passar a ideia do amor. Beijou sua testa suavemente e sentiu quando ela tremeu e escutou seu soluço abafado. Wada chorava, Yoongi chorava e a esperança deles de ficarem juntos se findava ali…

— Eu te amo. — Disse rouco e baixo.

Não houve cerimonia alguma para Yoongi sair do apartamento de Haru, ele apenas se virou e andou para a porta. Haru, por sua vez, virou-se assim que ouviu a porta se abrir e olhou Yoongi ir embora, mas ele havia deixado a porta aberta, viu-o entrar no apartamento 31 e lhe olhar uma última vez antes de entrar e fechar a porta.

Haru estava tão confusa agora. Chorou enquanto ia fechar a porta e quando voltou para se jogar na cama. Deitada – lê-se jogada sobre os lençóis e agarrada ao travesseiro – ela pensava sobre o que ouviu de Yoongi, sobre o que ele revelou e avaliou o que sentia por ele, notou ser grande o sentimento, muito grande e amoroso.

Francamente, não sabia como ficaria bem depois daquilo. Estava superando, estava conseguindo, mas depois daquela cena, depois daquelas palavras. Viagem, demissão, fuga e pitar foram suas formas de aliviar a sensação do fim. Tinha noção que não deu errado o namoro, deu muito certo enquanto durou, relacionamentos acabam para outros virem. Mas seu relacionamento com Yoongi foi diferente, sentia isso, sempre que lembrava dos momentos juntos o seu sorriso vinha sozinho, sem precisar de um motivo obvio, apenas por lembrar dos beijos dele a sua mente viajava. Lembrou de dias que sentiu tanta vontade de sentir sua boca na dele que mal falava com ele e já lhe beijava, mas agora o seu último beijo recebido dele estava em sua testa.

— Eu também te amo, meu branquelo azedo. — Chorou abafando os soluços no travesseiro.

Passou um tempo grande ali jogada na cama, mas lembrou-se de Jungkook e pensou em falar com seu dongsaeng, ultimamente, mesmo longe, ele vinha sendo seu único refúgio de dores. Discou, não sabia que horas poderiam ser naquele momento na Coreia do Sul, mas não se importou, ligou até ser atendida. Pelas suas contas não era tarde.

Conversou com o dongsaeng, contou o que havia acontecido e mesmo que tivesse notado a raiva dele por saber que Taehyung havia lhe “traído” ele ouviu a noona, tentou acalmá-la e falou o que diria a qualquer pessoa “não sei o que dizer”, acontece que Jungkook é horrível em conselhos e o menor tinha raiva de Yoongi pelo que causou a sua irmã, se aconselhar com Jungkook em relação a Yoongi seria a mesma coisa que pedir a um caçador de vampiros para defender um vampiro, ou seja, muito raro de acontecer, quiçá impossível. Haru teria que se virar sozinha.

Mas tentei me conformar, eu pensei que fosse ser melhor te deixar livre da bagunça que eu estava criando”.

Lembrou da fala de Yoongi e sentiu uma revolta lhe crescer. Afinal, quem é Yoongi para lhe dizer o que é bom para si mesma?

[…]

Acabado era pouco para o que Yoongi estava, o rapaz estava morto, sentia suas células dormecerem, tanto pelas horas de voo quanto pelo cansaço emocional sofrido logo cedo. Estava morto, um fato.

Tomou um banho longo depois de sair do apartamento de Haru, chorou no banheiro e não tinha vergonha em fazê-lo, porra! Acabou de perder sua mulher, o que ele faria? Sorrir? Claro que não, ia chorar, beber, mas estar feliz ou contentado não era uma coisa que faria, não mesmo. Vestiu uma roupa confortável, foi até o quarto e se jogou na cama.

Diferente do apartamento de Haru, o que Yoongi estava tinha uma divisória, mas apenas para estipular o quarto, pois de frente a ele tinha uma divisória separando a sala, só. A cozinha, o banheiro e até a janela ali era do mesmo jeito que no apartamento da morena. Mas não possuía uma janela tão grande, era uma menor, pois escorada a sua parede estava uma mesa de três cadeiras.

Lindo e aconchegante. Igual o sorriso de Haru.

Já era a terceira comparação que lhe fazia chegar a Haru, estava até cansado daquilo, parecia que sua própria mente não queria deixá-lo em paz. Se revirou na cama e cobriu até o nariz com a colcha fofa. Mas estava no começo, não podia se desesperar, depois de um tempo só estaria infeliz e restaria a lembrança, então, respirar era essencial no momento, respirar fundo e tentar dormir, já que nem isso, dormir, estava conseguindo.

Seu sono, seu melhor amigo, Haru realmente lhe afetava.

Um som na campainha soou muito irritante e suspeito para Yoongi. Pensou que talvez a pessoa fosse embora, mas ela permaneceu, não só permaneceu como apertou sem parar aquele som dos infernos, como Yoongi lhe denominou. Aquilo era um mando para que ele se levantasse, então ele fez. Saiu das cobertas magoado com a nova separação, andou sem vida para a porta e quando abriu-a arregalou os olhos.

Não deu tempo para pensar, a mão rápida e em alta pressão de Haru atingiu o rosto de Yoongi num tapa estalado e alto. A cabeça de Yoongi virou-se mais rápido do que ele podia pensar. Estava atordoado, sua bochecha e parte do seu dorso ardiam e nas mesmas áreas a cor era vermelha, quando voltou o olhar para Haru a viu chorando, ficou perdido em meio aquilo. Ele que apanha e ela que chora?

— Você não tinha o direto de fazer isso! — Gritou para ele. Aquilo só deixou-o ainda mais confuso. — Nunca pedi para escolher por mim, não quero que escolha por mim! — Bateu com punhos fechados no peito de Yoongi, fazendo ele andar para trás, foram três vezes no total. — Eu tenho voz própria e você achar que eu estaria melhor sem você é o pior erro que pôde cometer. — Empurrou-o, Yoongi tentava acompanhar as falas de Haru, mas estava complicado com ela lhe batendo e chorando. — Eu chorei! Eu chorei por um cara, eu nunca choro, tem noção disso? Odeio chorar, me sinto mal e frágil chorando, mas não ter você me deixa mal, frágil e arrasada… — Chorona, era isso que estava sendo alertado na cabeça de Haru, que ela era uma chorona. Yoongi segurava os pulsos de Haru impedido dela de lhe bater, mas atordoado estava pelo fato de ouvir aquilo. No fim das contas o seu irmão estava certo.

— Me desculpa, nunca mais faço isso. — Disse soltando vagarosamente os pulsos da mulher e abaixando seus braços. — E agora, Haru, o que você quer fazer? — As mãos de Yoongi jaziam sobre a cintura da mulher.

— Como assim? — Estava confusa, ainda pensava no que disse, não notou a forma como estava; praticamente nos braços de Yoongi.

— Você quer mesmo acabar tudo? Quer mesmo ficar longe de mim? — Colou os dois corpos e encarou os lábios de Haru. Desejava veemente os dela nos seus. — A gente pode… podemos… — Ele já tinha falado tudo, o que mais faria para convencê-la de ficar consigo?

A verdade é que Yoongi não previa aquilo, queria a menor como nunca, se ele voltasse para Coreia do Sul sem ela ficaria louco, ele já estava ficando, na verdade. Beber até cair não era comum para o pálido, ele bebia, mas não ao ponto de não tomar banho, ficar sem dormir era algo quase impossível para o jovem, logo ele que dorme em todos e qualquer lugar? Não, dormir já era algo inconsciente, involuntário para o rapaz. Haru, milagrosamente, conseguia fazê-lo mudar todas suas regras naturais, ela conseguia até mais que isso, deixá-lo sem rumo era uma de suas proezas, assim como deixá-lo à toa na vida, sentia vontade de fazer um grande nada sem ela. Mas, o pior não era essas situações, era saber que demoraria muito para se recuperar e talvez precisava repetir o que fez ao terminar com Bianca, usar mulheres por momento, para esquecer, só que, dessa vez, duraria muito mais tempo e talvez nem ajudasse.

— Podemos o quê? — Instigou-o a falar.

— Nos beijar…

Não esperou que ela concordasse, estava sedento demais para isso, quando deu fé as bocas estavam uma na outra, amassando e deliciando o gosto uma da outra. E por deuses, como estavam saudosos! As línguas tocavam suavemente, provando do choque que sentiam pelo contato, os olhos fechados aumentavam o sentimento do beijo, as mãos tinham seu lugar, ou melhor, seus lugares, a real vontade do pálido era de possuí-la ali mesmo, estava morto de vontade, sentia todo seu corpo implorar por aquilo, mas Haru tinha que deixar e a situação que estavam era de perigo caso quisesse lhe ter.

Desfez o beijo e agarrou sua cintura com muita força, se não provasse dela ficaria realmente louco. Sua boca foi até o pescoço intacto de Haru, sugou com força o local, fazendo-a se tremer por inteira com aquela velha, mas maravilhosa e conhecida sensação. As mãos femininas agarraram-se ao pescoço do pálido o trazendo para mais perto, a mão esquerda dele segurava atrás de sua cabeça sem deixar que escapasse, como se ela quisesse. Wada mordeu o lábio inferior alheio, puxou e sugou, aquilo foi uma passagem para o inferno e de volta ao céu para Yoongi.

— Yoongi… — Gemeu arrastado quando as mãos sedentas de contato dele foram até a sua bunda. Aquele gemido, junto com o leve roçar que deram – acredite se quiser, mas sem querer – com os corpos, foi o suficiente para Yoongi puxar Haru para seu colo e lhe roubar os lábios.

Agora a menina estava agarrada a sua cintura pelas pernas, o pálido andava até a porta para fechá-la e, enquanto isso, beijava a garota, assim como na primeira vez, eles não viam o percurso, assim como na primeira vez, eles não faziam questão de ver por onde andavam, assim como na primeira vez, eles estavam tão ligados pelos toques e sentimentos que não ligavam sequer para onde iam, apenas iam, portanto que estivessem se beijando, estava tudo okay.

— A porta! — Desfez rapidamente o beijo para falar, então, às cegas, Yoongi colou as costas de Haru na porta de madeira e tentou fechá-la à chave, demorou bastante tempo até conseguir encaixar a chave em seu devido lugar. Porém, quando Haru decidiu deixar marcas também em seu amado, Yoongi pôde, finalmente, fechar a maldita porta. Depois de feito, virou-se e andou com Wada ainda em seu colo, riam por conta da cena, mas beijavam-se por conta da imensa saudade.

Foi enquanto andavam aos beijos que não viram o batente do apartamento, a cena foi cômica! Yoongi tropeçou e caiu sobre Haru no chão.

— Minhas costas! — A garota não sabia se ria ou se reclamava pela dor. Já Yoongi, ignorou aquilo e simplesmente beijou o pescoço livre dela. O que poderia fazer? Estava se fodendo para o resto do mundo, apenas queria ter a certeza de que ela estava ali com ele. — Na cama, Yoonie! — Pediu manhosa e, ao mesmo tempo, deu o sim para as interrogações finais de Yoongi, afinal, ela queria tanto quanto ele.

O rapaz se pôs de pé e encarou a mulher ainda no chão, sorriu ladino e ofereceu sua mão para que se levantasse. Parecia até cena de dorama quando Haru se levantou e se jogou, automaticamente, nos braços de Yoongi, sorriu para ele e capturou seus lábios. Parece que não é apenas Yoongi com saudades ali.

Puxou-a novamente para seu colo, levaria ela para o quarto assim, o contato entre as partes íntimas foi intenso com o pulo de Haru, aquilo provocou um gemido rouco nos dois e só intensificou a vontade de estarem juntos.

Colocou-se a andar em direção o quarto, dessa vez sem quedas. Como não havia porta, na verdade só era uma parede dividindo o espaço, entrou no local e sentou-se na cama. Desfizeram o beijo em busca de ar. Haru já não tinha marcas de choro, agora suas bochechas e sua boca estavam vermelhas, os lábios um tanto inchados e a respiração muito falha. Yoongi não estava melhor que aquilo, ele não sabia de onde vinha àquela vontade, apenas sentia a vontade de possuir aquele corpo logo.

Sacana, Haru encarou os olhos luxuriosos de Yoongi, sorriu ladina e rebolou sobre seu colo. Louco, era isso que ela queria deixá-lo, só podia ser! Yoongi arfou alto, sentir o corpo dela rebolar sobre o seu era um sonho, pecaminoso, mas um sonho. Segurou a cintura feminina e guiou o ritmo, não estava sendo rápido e afoito, estava sendo o mais lento que ele aguentava. Acontece que a saudade era grande demais para ser apenas morta assim, ela precisava ser torturada e então aniquilada. Pensando assim, beijou calmo e lento os lábios de Wada, ela entendeu o motivo, notou a mudança no clima entre eles, agora tudo estava indo calmo, pois precisavam daquilo.

As mãos delas enroscaram-se em seus cabelos negros, arranhavam lentamente e sem tanta força, as mãos dele seguravam sua cintura, subiam e descia pela coluna espinhal. Com um pouco de força Haru empurrou Yoongi para a cama, agora eles se encaravam de igual e sorriam mais igual ainda. O pálido alisou o corpo inteiro dela, mesmo com a roupa ali. A morena infiltrou as mãos por baixo da camisa branca do amado e arranhou a pele, puxou com os dentes o lábio inferior do mesmo e beijou a ponta de seu nariz logo em seguida, foi inevitável para Yoongi não rir baixo daquilo. Apesar de a situação ser um tanto indecorosa, Haru conseguia tirar sorrisos infantis do homem. Quando o pálido diz que Haru é perfeita. Ele menti, pois ela não é perfeita, ao contrário, Wada só se torna perfeita para ele, porque ele é perfeito para ela.

Virando os corpos, agora Yoongi estava sobre Haru e lhe beijava feliz, levou as mãos até o cós da sua calça e puxou para baixo, olhou para a calcinha que usava e quase teve um ataque de risos ao ver a imagem de vários pirulitos coloridos ali, apenas riu baixo e encarou a garota de forma risonho, aquela não era uma calcinha que se via uma mulher adulta vestida, a resposta de Haru para o ar zombeteiro de Yoongi foi um tapa sem muita força em seu ombro. O que tinha de errada na calcinha de pirulitos?

Como estavam na beirada da cama, o casal se arrastou um pouco para o meio dela, agora poderiam dar continuidade ao que estavam sedentos.

Min levantou a camisa de Haru para cima e com sua ajuda retirou a peça, nunca ficou tão feliz em ver o sutiã bege dela, até quis beijar a peça, mas naquele momento vê-la jogada no chão juntos com as outras era seu maior desejo. Com as duas mãos foi em busca do fecho do sutiã, mas antes que tocasse-os foi impedido pela dona e usuária da peça.

— O quê? — Não havia tido muitas palavras desde que iniciaram o processo todo de fazer amor, porque na real não precisava, eles só queriam sentir, já haviam usado palavras demais para um dia só, agora era preciso atitudes e toques.

— Injustiça a essa altura do campeonato, Min Yoongi? — Perguntou antes de deitar o rapaz na cama e vê-lo sorrir pela constatação, apenas ela estava seminu, então era fundamental deixar sua amada lhe retirar peça por peça.

As mãos femininas foram para a barra da camisa branca de Yoongi, puxaram para cima e foi retirada com sucesso, as unhas médias dela arranharam com vontade a pele branca e ali, sentada sobre o membro latejante de Yoongi, ela torturou-o, rebolou lentamente sobre seu colo enquanto chupava forte seu pescoço e mordiscava o mesmo local. Arranhou a nuca do moreno e se deliciou com as mãos dele apertando suas nádegas. Estava feliz ali, muito feliz. Apesar dos momentos anteriores, de toda a dúvida e toda frustração no relacionamento, Haru sentia estar fazendo a coisa certa, tanto em fazer amor com Yoongi, quanto chupar áreas do tronco dele, o rapaz gemia baixo e controlava a vontade de saltar sobre a morena e lhe possuir logo. Quando as mãos curiosas, mesmo que já sabidas do caminho, chegaram até o cós da calça dele, a expectativa do rapaz elevou-se a mil! Sentiu a peça de roupa ser tirada de si vagarosamente e quando olhou para baixo, os olhos femininos cheios de luxuria lhe abateram, seu animal interior havia sido solto apenas com os movimentos que a mão de Haru, depois de despir sua calça, fizeram sobre seu membro muito bem desperto.

A morena aproximou o rosto do falo coberto de Yoongi e o mesmo sentiu um perigo lhe atingir, se levantou rápido e não deixou que ela lhe tocasse, não ainda. Ele estava com saudades e enterrar-se dentro da menina era seu pico de insanidade, por isso desmanchar-se nas mãos dela não estava em seus planos.

— Apenas dentro de você, só assim. Venha aqui. — Chamou carinhoso, a voz rouca, mas aveludada, a dualidade de grosso e carinhoso em pessoa.

Haru deitou-se na cama esperando por Yoongi, ele retirou seu sutiã e massageou durante um tempo os seus seios, mas seu foco – por enquanto – não eram eles. Desceu distribuindo beijos pelo corpo branco da garota e chegando à sua intimidade. Depositou um beijo sobre o local e sorriu para a mulher sob si, ela assistia a tudo encantada e estava tão ansiosa para o que viria quanto Yoongi. Respirou fundo e sentiu a calcinha ser livrada de si. Sabia que sua situação lá embaixo estaria interessante para o moreno e o sorriso dele ao vê-la nua e pronta era o mais bonito possível.

Se aproximou calmo e logo depois apreciou o gemido alto e sôfrego de Haru e, enquanto ela jogava a cabeça para trás e apreciava a sensação de ter a língua curiosa de Yoongi lhe tocando no seu ponto doce, Yoongi tocou seu próprio membro, precisa apenas se preparar um pouco, mesmo que sua vontade fosse de ser Haru quem lhe tocava.

— Yoongi-ah, por favor, ahh! — Gemeu ao final da sentença.

— O que, meu amor? — Ele também sabia torturar, afinal de contas. Ouvindo um “meu amor” o sorriso de Haru foi instantâneo, era incapaz de não sorrir.

— Faça amor comigo, agora Yoonie, eu…

— Shiiu! — Foi de encontro ao rosto dela e calou-a com um beijo. — Seu pedido é uma ordem, pequena. — Sorriu, mas soltou um gemido enquanto fechava os olhos, a mão de Haru lhe tocava firme e fazia seu corpo tremer. — Ahh, que… hum, delicia!

Um sorriso e Haru beijou os lábios de Yoongi. Agora as mãos dele estavam uma de cada lado da cabeça de Haru, enquanto sua mão esquerda posicionava o membro pulsante de Yoongi em sua entrada. Depois de posicionado a mulher cercou as pernas no corpo do pálido e lhe forçou a lhe preencher. Gemeram em uníssono quando todo o membro de Yoongi abrigou-se em Haru.

Sorriram e se beijaram, queriam aquilo como nunca e agora estavam juntos.

Min começou as estocadas de leve e ritmadas, não queria ir com pressa, queria aproveitar cada e todo segundo ali com seu amor, por isso beijou, apertou amassou e sugou o corpo dela, deixou que os lábios quentes dela lhe explorassem, lhe provassem. Fez carinhos por toda a extensão do corpo de Wada, beijou todo o rosto e gemeu baixo ao pé de seu ouvido.

— Eu te amo. — Decretou com as testas coladas.

Ele amava, amava demais, foi um estúpido ao não perceber logo, quer dizer, ao não revelar logo, porque saber ele já sabia. Yoongi tinha medo de dizer te amo e perdê-la, mas foi pior, então, dali por diante, diria todos os dias ao menos uma vez ao dia que ama aquela mulher. Quer ter filhos e casar, mas apenas com ela, e que Deus queira que Haru também se sinta assim, porque Yoongi não aguentaria saber que ama sem ser correspondido.

— Eu também te amo, Yoongi, e se me deixar ir embora de novo, te mato. — Disse tentando soar brava, mas o momento não permitia.

— Nunca mais deixarei. — Sorriu, mas não durou muito o sorriso, logo estava de cenho franzido e suor pingando. O tesão era grande demais para ser abafado assim.

Haru gemeu ao sentir as mãos de Yoongi lhe apertando as cochas. Seu corpo respondia aos estímulos dele. Cada toque, cada som, cada sorriso e cada olhar lhe acarretava uma carga elétrica pelo corpo.

Seguraram as mãos um do outro durante um tempo, mas foi só o calor aumentar e notarem que o fim chegava que o ritmo acelerou, agora a unhas de Haru arranhavam as costas brancas de Yoongi enquanto ele estocava forte e fundo nela. Os gemidos estavam altos e isso talvez complicasse para o lado de ambos, o som da cama mexendo-se era engraçado e fazia-os rir, mas não parar. Foram à loucura quando o orgasmo veio e os dois desmancharam-se quase em mesma hora, gemeram alto um para o outro. Yoongi continuou estocando e diminuindo o ritmo aos poucos, Wada tentava buscar o ar que lhe faltava e deixava beijos curtos no pescoço do pálido. Estavam cansados, felizes e prontos para recomeçar.

[…]

Depois de descansados e limpos, Yoongi e Haru curtiam o calor um do outro. Wada estava com sua cabeça e parte do tronco deitado sobre o peito de Yoongi, enquanto a mão esquerda lhe fazia um carinho no braço. Depois do amor feito, decidiram apenas deitar e curtir a volta do namoro. Só isso.

— Tem noção que se terminarmos por conta do seu afastamento eu nunca mais volto, não é? — A mulher corta o silêncio e relembra a Yoongi, mas é claro que não é mais preciso, ele já sabe disso.

— Sim, tenho noção, e é por esse motivo que não vamos terminar. — Sorriram. — Você me ama mesmo?

— Sério que você ainda tem dúvida? — Fingiu indignação.

— Não é isso, é que é bom demais para ser verdade. — Ele estava tão feliz com aquilo, queria apenas gritar de tanta felicidade em ter Haru nos seus braços novamente.

— E você, me ama mesmo? — Encarou os olhos dele e sorriu com a expressão pensativa dele.

— Olha, foram doze horas de viagem, no processo eu tive um pesadelo, eu cheguei aqui e tive de ouvir que você não me quer mais, mas, apesar disso, quando você chegou aqui e bateu em mim — Ressaltou a última parte. — Eu só pensei em como seria bom te ter nos meus braços.

— Resumindo! — Exigiu que disse logo.

— É, eu gosto. — Disse com desdenho o que resultou em um tapa forte na sua barriga proferido por Haru. — Eu te amo! Eu te amo! Eu te amo! — Gargalhou da reação da morena e foi acompanhado por ela.

Um silêncio bom se instalou entre eles, mas uma dúvida irritante atingiu Yoongi e ele precisava da confirmação dos seus pensamentos.

— Amor. — Chamou e sorriu ao ouvir um oi manhoso e feliz da namorada. — Você vai voltar comigo para Seul, não é? — Yoongi percebeu a puxada de ar repentina de Haru e notou também a expressão duvidosa nela quando a morena se sentou.

— Voltar? — Tinha incerteza e até culpa na voz de Haru, aquilo assustou cada pelo de Yoongi.

— É, agora que estamos bem você vai voltar comigo, é quase lógico, por que essa cara, Haru? — Ele sentou-se ficando de igual para ela. Wada vestia a blusa de Yoongi e ele tinha total certeza que ficava melhor nela do que nele.

— Eu não posso voltar. — Disse firme e encarou a expressão assustada de Yoongi. — Eu não quero voltar. — Estava olhando para Yoongi e sentindo certa dor de ver o rosto dele daquele jeito, com medo.

— Como assim, Haru? — Perguntou nervoso ao ouvir aquilo.

— Eu não vou voltar, Yoongi. Não posso, tenho coisas aqui, eu não vou voltar.

O pálido, que agora estava bem mais pálido, encarou o rosto de Haru não acreditado naquilo, queria muito que fosse uma pegadinha, apenas uma pegadinha de mau gosto.


Notas Finais


Eu sei, sou uma malvada por fazer isso e parar logo aqui... mas confia em mim <3
Desculpa não ter treta do shipp VKook, mas como deu pra perceber NÃO TEM ESPAÇO ESSA CARALHA FICOU GRANDE DEMAIS kkkk

Essa história sobre a Haru achar que a casa dela estava sendo assaltada kkkkk aconteceu comigo kkkkk eu fiquei encarando o cara com uma cara de pateta kkkkkk eu gargalho até hoje kkkk eu era trouxa viu... *-*

Gostaram? Sim? Uhhul, comentem sobre os motivos de Haru para não querer voltar
sobre como vai ser a treta VKook
COMENTEM E ME DEIXEM FELIZ <33

Beijos e até o próximo.


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