História Incest - Imagine Jungkook - BTS - Capítulo 5


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Categorias Bangtan Boys (BTS), EXO
Personagens Baekhyun, Chanyeol, Jeon Jungkook (Jungkook), Jung Hoseok (J-Hope), Kim Namjoon (RM), Kim Seokjin (Jin), Kim Taehyung (V), Lay, Min Yoongi (Suga), Park Jimin (Jimin), Personagens Originais
Tags Amor, Baekhyun, Bangtan Boys, Bts, Chanyeol, Drama, Exo, Família, Festa, Imagine, Incesto, J-hope, Jimin, Jungkook, Romance, Shoujo, Suga, Taehyung
Visualizações 197
Palavras 3.057
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Crossover, Drama (Tragédia), Famí­lia, Festa, Ficção Adolescente, Hentai, Romance e Novela, Shoujo (Romântico)
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Drogas, Heterossexualidade, Incesto, Insinuação de sexo, Intersexualidade (G!P), Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


» Buuuu, quem é vivo sempre aparece não é mesmo?
» Primeiramente desculpem a demora, minha vida ta corridaça e acho que vou conseguir trazer só um capitulo por semana.
» Segundamente muito obrigada pelos comentários, e favoritos. SEUS SÃO MARA!
» Terceiramente e não menos importante tenho alguma informações pra passar. Jungkook nosso maknae é um pervertido completo *brincadeira, ou será que é? Leia e descubra.* Voltando, os POV's dele e os da S/N serão completamente diferentes, até o linguajar será diferente porque ambos possuem personalidades completamente opostas, era isto.
» Outra coisa, estamos só esquentando com esse pequeno hot certo? Foi só um resuminho bem básico os próximos serão melhores prometo.
» E pela demora resolvi trazer um capitulo mais extenso!
» Alias to tentando inovar com enredo da fanfic, to cansada de ler fics de incesto onde os dois irmãos já saiem se pegando como se fosse a parada mais normal do mundo. Colocar a professora Kim foi uma ideia que tive pra diferenciar a fanfic das outras e pra não ficar aquela coisa massiva e repetitiva.
» Espero que gostem, que tenham uma boa leitura!
» Vou corrigir depois que postar desculpem qualquer erro.

Capítulo 5 - Ousadia


Fanfic / Fanfiction Incest - Imagine Jungkook - BTS - Capítulo 5 - Ousadia

POV's Jungkook

Capítulo IV

Ousadia

 

Sempre tentei ser um bom irmão pra S/N. Bom não. O melhor irmão de todos. 

Aquele que minha pequena irmãzinha pudesse contar a qualquer momento. 

Aquele que saberia todos seus segredos. 

Aquele que a amaria incondicionalmente independente do que viesse acontecer. 

Aquele que seria seu super Herói. Seu melhor amigo. Seu tudo. 

Creio veemente que se dependesse somente de mim, a protegeria de todo o mal e sujeiras que tem nesse mundo, mas foi com esse pensamento um tanto quanto infeliz que acabei fazendo umas escolhas bastante egoístas. 

Da maneira que foi já dito, por querer tanto que minha querida me visse como seu super herói para sempre escolhi não revelar o fato de que "namorava" desde o primeiro ano da universidade Kim Hyuna. 

O jeito que nós nos conhecemos discorreu de uma forma engraçada. Possuía lá meus dezoito, dezenove anos era um moleque recém ingressado na faculdade de Medicina e a professora Kim foi responsável por me ensinar várias coisas indecentes. 

Que aliás as utilizo até hoje.  

Flashback on. 

Cinco anos atrás. 

Tudo era absolutamente novo pra um calouro como eu, porém uma semana antes daquela havia me escrito no programa de monitoria com isso seria capaz de conseguir pontos pra inútil matéria de atividades complementares. 

Por esse motivo que naquele dia em especial começaria minha monitoria na biblioteca, incrivelmente um total de zero pessoas apareceu querendo ajuda. Deste modo matava o tempo ocioso lendo um livro de culinária, visto que naquele tempo ainda não sabia cozinhar muito bem coisas saudáveis pra S/N comer.  

Foi descansando os olhos em qualquer ponto vago que a vi pela primeira vez toda deslumbrante. 

Hyuna destacava-se das outras mulheres pela beleza abundante, era inegável a forte presença de uma loiraça daquelas, chamava atenção por onde passava desfilando maestrosamente em cima do salto alto. 

O que me fisgou nem foi o salto ou cabelo, sim a saia beije perfeitamente preenchida pelas torneadas coxas e uma traseira impecavelmente redondinha. 

Aquela mulher era uma deusa aos meus olhos e a encarava assim como os outros rapazes presentes sem constrangimento algum. Contudo algo inesperado aconteceu, suas orbes esverdeadas vieram de encontro as minhas que sem reação desviei. 

Porra, era um tremendo de um pirralho que mal saiu das fraudas e o único contato que tinha com mulheres era com S/N, minha irmã terrivelmente mais nova. 

Entrar em uma universidade cheia de mulheres adultas e bonitas estava sendo uma experiência completamente nova. 

E aquele dia só começava. 

Depois de instantes sem a fitar senti necessidade de busca-la em meu campo de visão mais uma vez e lá estava ela pro meu desespero momentâneo me fitando. 

Parada pensativa. 

No meio do caminho. 

De braços cruzados.

Enquanto manchava os dentes da frente de vermelho porque mordia o lábio inferior. 

O virjão óbvio que engoliu seco ao perceber que a mulher em questão ia na sua direção. 

– Precisa de um lencinho criança? –   A loira possuía uma voz perceptivelmente sexy e sagaz. 

Sem ao menos dar a resposta, Kim sentou-se na mesma mesa que eu a milímetros de distância cruzando as pernas. 

Ora, como sei que ela cruzou as pernas? Simples, seu pé a todo momento alisava a parte inferior da minha coxa, foi neste momento que atentei um crachá no pescoço dela. 

Nele continha escritos em letras de forma;

Professora Residente Kim Hyuna. 

Sem querer me vangloriar era mais do que obvio que a tal professora queria me foder. 

Explicando, desde que me entendo por gente sempre fui muito observador e com o passar do tempo adquiri a habilidade de ler as pessoas sem que as mesmas precisassem dizer nada. Nosso corpo conversa por nós mesmos. 

Causando uma contração de susto, já que a analisava e não esperava que a loira passasse sua mão pela minha coxa, gelei com o toque. – O gatinho ficou sem a língua? – fui apertado, melhor dizendo despertado. 

– U-mm lenço, seria bom. – foi essa merda mesmo que gaguejei. 

Além de apertado meu jeans era arranhado pelas unhas da professora atirada. – Qual seu nome criança? –  Ela sorria notoriamente divertindo-se com desespero alheio. 

Isto é para minha defesa com relação as atitudes a seguir, tirando uma noite fracassada de “Tentativa de transa”, minha única experiencia com mulheres eram alguns flertezinhos aqui e ali que ocorreram antes do falecimento dos meus pais. – Jeon, Jeon Jungkook.  

A mão travessa ainda sob minha coxa subiu lentamente, vagarosamente me causando arrepios onde encontrou meu genital, que sentiu as caricias mesmo por de baixo de todo o pano. – Está afim de uma foda? – Clara e direta, seus olhos me observavam atentamente. 

Lembro-me como se fosse hoje.

Não tem como esquecer, pois, minha boca foi ao chão com a ousadia daquela mulher, que com simples toques e palavras ascendeu algo no meio das minhas pernas. Melhor dizendo para os mais leigos meu pau estava com um tesão danado. 

– Vou ter isso como um sim. – somente nós dois ouvíamos aquela pouca vergonha ainda sim era excitante. Excitante demais. – Bem ali, – Kim apontou com o queixo direcionado a duas entradas mais à frente. – Há um toalhete feminino que quase ninguém utiliza, vou na frente e te esperarei lá criança. – quando havia me acostumado com as carícias, fui liberto. – Se não for visto, terá uma boa recompensa.

Uma vez mais ela saiu desfilando ao som do toc, toc do solado do salto alto com o piso, tomando atenção de todos presentes.  

Verdade tem que ser esposta, homens são seres tão desprezíveis que em 99% dos casos só pensa com a cabeça de baixo, aquele 1% é de punheta. Tanto é que nunca vi um homem em sã consciência negar fogo a uma mulher, principalmente a uma como aquela.  

Sei muito bem do que estou dizendo, pelo motivo de que sou um. Inclusive momentos depois que Hyuna sumiu do vista levantei e andei "calmamente" até o banheiro em questão. 

Pensei seriamente na possibilidade de ser alguma pegadinha, mas já estava na chuva iria me molhar.

Abri a porta e entrei, lá dentro a luz clara nas paredes quase me cegou a procurei por todos os lugares cabíveis no meu campo de visão, as portas todas abertas e o silêncio indicavam que não havia ninguém. Aconteceu que ao olhar pra trás lá a encontrei encostada na porta na qual acabei de entrar. O sorriso perverso que recebi, condenou-me. 

– Que criança valente, adorei. – sussurrava entre meio os dentes trancando a porta. – Ops, agora estamos presos aqui. 

Tenho que ser sincero, mesmo sem conhecê-la meu pau apertava cada vez mais dentro da cueca louco para te-la. 

Ligado em todos os passos da loira na minha frente nem ousei piscar observando seu sedutor deslocamento. 

Ao chegar próxima o suficiente foi de encontro com minha orelha, – Por onde começaremos criança. – suas unhas aranhavam levemente meu pescoço, seus toques e voz eram majestosamente esmerados. – não fique com medo, me toque. – gemeu pro meu delírio. – Não mordo, só se quiser. 

Continuei imóvel, petrificado. Jamais soube como expressar-me corretamente e mesmo sendo atiçado não queria viola-la. Não sem sua autorização. – Own que fofinho ele ainda é virgem. – Hyuna afirmou passando a língua úmida em minha orelha.  

Por outro lado, meu ego totalmente ferido falou por mim. – Não, não sou. 

A noona agarrou minha mão a guiando até seus lábios onde lá chupou dedo por dedo como se fosse um pirulito delicioso, aliás uma visão tentadora – Então deve ter transado uma, duas vezes. Hn?   

– Uma... – antes mesmo que terminasse fui invadido pelos doces lábios daquela bela mulher. 

Ela me atracou ferozmente, a sua língua era extremamente nectarina. Seus lábios tinham o incrível gosto de morango, tudo naquela noona era sedutoramente perfeito e retribuía o beijo que recebia na mesma intensidade. 

Fechei os olhos enquanto sua língua fazia todo o trabalho. Ela tinha fogo, muito e um incomodo prazeroso era sentido em minhas partes baixas. 

–  Tão duro. –  Hyuna apertou minha ereção – E ainda nem começamos criança. 

Entregue, a deixei comandar. 

Quase fomos para o chão quando fui empurrado pra parede do final do banheiro, onde lá era violado pelas mãos ágeis e frias. – Hmm, barriguinha sarada. – percorria com as unhas por de baixo da camisa meu abdômen nem um pouco definido naquela época. A loira desceu, desceu, desceu até que adentrou minha cueca, grunhi ao sentir seu toque na minha pele sensível. – Meladinho, que delícia.  

Sem saber onde colocar as mãos – Posso te tocar? – indaguei entrei um beijo e outro. 

Hyuna liberou, guiando uma vez mais minha mão até seu tórax ensinando-me a levantar sua blusa e desabotoar o feche do sutiã. Dando visão a um grande par de peitos com bicos rosinhas. – Porque não os coloca na boca? – questionou provocante após vez minha expressão faminta. 

Apenas assenti, tocando a língua em seu mamilo, meus cabelos foram segurados e minha cabeça empurrada pra dentro. Abocanhei seu seio com mais força e o suguei como uma criança esfomeada. 

Chupava, lambia e mordia o bico seguidos por gemidas ocas e sedentas da noona, senti necessidade de fazer isso com o outro repetindo o processo compassadamente, adorei aquilo.

– Você quer me foder Jungkook? – ela sessou minhas sucções com um beijo. 

– Muito. – meus olhos abriram pedintes. 

Kim estalou a língua diversas vezes em negação – Antes quero brincar, conhecer, morder, lamber todo seu brinquedinho melado ai em baixo. – enquanto proferia o botão e zíper foram abertos fazendo com que as calças encontrassem com o chão. 

Ela se abaixou com as pernas abertas devido a saia. 

– Vou te fazer gozar como nunca antes bebê. – minha cueca foi lambida arrebatadoramente, era como se noona estivesse beijando-a sugando meu pré-gozo que encharcava a cueca. – Sua rola nunca mais irá se esquecer disso. 

Não aguentava mais, meu pau doía de tanto tesão. – Chupa. – implorei flexionando o quadril contra a parede gelada. 

Recebi seu olhar e a mesma arriou a abara da box preta lambendo os lábios ao finalmente me ver liberto – Então segura meu cabelo. – fiz o que pediu e segurei alguns finos fios de cabelo pra cima todo sem jeito. 

A professora sutilmente passou sua língua lentamente na cabecinha rosada, limpando o pré-gozo dali. Cercou apenas a glade com a boca quente e a chupou com força, – Ahhh – gemi alto, fazendo mais pré-gozo escorrer da fenda, sua língua rolava o falo com calma e profissionalismo. 

Gemi, grunhi mais ainda quando em um ato provocativo segurou a base da minha ereção e desceu a língua por todo corpo. – Gostando criança? –  assenti flexionando contra sua boca. 

O único problema que ela tinha, era de não conseguir colocar todo meu cacete na boca. Falha que era neutralizada quando conseguia engolir a metade e deslizava a mão no resto.  

Era chupado com vontade concomitantes a gemidos baixinhos da mesma, tal coisa fazia o amigo lá de baixo pulsar. – Céus de onde você saiu. –  sussurrei segurando os cabelos mais forte. 

As orbes satisfeitas da professora vieram de encontro as minhas , – Goza minha criança. 

Como autorizado flexionava mais rápido meus quadris levando meu pau fundo na boca quente e úmida, aumentando ainda mais o tesão que percorria todo o corpo.

Meu pau latejava mais e mais, as veias se estendiam indicando que gozaria de forma deliciosa em breve. 

– Vou gozar noona... – próximo ao meu ápice estocava severamente sua boca. 

Concentrada no que fazia não respondeu, pois enquanto meu pau entrava ela o lambia com a língua e o deixava sair ileso sedento por mais lambidinhas daquelas.  

Entrava, saia. 

Entrava, saia. 

Entrava, saia. 

Soltei um gemido alto meu corpo todo contraia, em pouco segundos gozei naquela boquinha deliciosa, tinha porra de uns três messes acumulados que a professora engolia tudinho durante meus espasmos. Realmente de longe foi a melhor gozada que já tivera. 

–  Vejo que ainda está duro. – ela comentou lá em baixo brincalhona limpando o resto da porra no canto da boca. – Jovens são tão vigorosos. 

Me sentindo mais íntimo de Hyuna depois do ato, ainda com o pau pra fora e sem pudor algum levantei a mulher pro meu corpo, ou melhor pra minha boca. Ela havia me conquistado, e a beijei cobiçoso para mais uma, duas, três, quatro rodadas como aquela. 

Porém aquele beijo era diferente dos outros.

O  doce dos seus lábios era completado pelo agridoce do meu esperma, assim formava uma mistura deliciosa, tanto é que chupava sua língua com vontade.

 No calor do momento minha mão foi de encontro ao farto seio para acariciar o biquinho ouvindo seus gemidos. 

–  Hey. Hey. Hey. Apressadinho – sorriu colocando o indicador nos meus lábios. – Preciso trabalhar, – provavelmente devo ter feito a melhor expressão de um cachorro sem dono, pois ao me fitar deslizou a mão livre sobre meu pau ainda ereto. –  Que tal mais tarde continuarmos hn? Quero sentir seu lindo pau na minha buceta. –  o desejo estava entranhado em suas palavras. –  Claro que também adoraria lhe ensinar todas as coisas boas que conheço da vida. 

–  Onde? 

–  Em qualquer canto que de pra duas pessoas se foderem bebê. 

Lembro que naquele dia depois da aula fodemos a noite toda, recordo-me disso porque foi aquela a primeira vez que menti para S/N minha doce e ingênua maninha. 

Flashback off 

Cinema

Desde então mantemos contato, melhor dizendo um relacionamento “escondido” devido sua posição na universidade e digo mais, tudo o que sei até hoje é graças aquela mulher perigosa. Todos os meus fetiches e mania é graças a ela. 

Foi com ela que descobri o quanto aprecio dominar a situação do ato libidinoso, o sexo. 

Sem querer me gabar, porém por ter criado responsabilidades muito cedo me tornei um cara externamente calmo e calculista de certo modo é bom já que contribuiu no crescimento da minha doce irmãzinha. Alguns dizem que sou possessivo quando o assunto é a S/N que por sinal descordo absolutamente.  

Por falar em S/N percebi que desde o dia que ela conheceu a Hyuna, suas atitudes vem mudando. 

Eu sei. 

Eu sei. 

Eu sei. 

Deveria ter aberto o jogo com ela desde o início, no entanto não fui capaz. Desejava continuar com a imagem de irmão mais velho puritano, além do mais tinha a sensação de que quando ela soubesse algo entre a gente mudaria e realmente mudou. 

Mudou tanto que S/N não me olha nos olhos desde a festa. Ou seja ha uma semana minha estrelinha não me abraça. Não me questiona nada e mesmo quando estamos juntos no café da amanhã ela não fala mais que o necessário. 

Maldita hora que escutei aqueles bastardos. 

Prometi a Omma que cuidaria da S/N com minha vida e apetecia do fundo do coração me redimir com ela o mais breve possível. Isto é, pela primeira vez em nossas vidas sentar e explicar toda a situação, ou quase toda. 

Com esse pensamento que havia comprado ingressos pra pré-estreia de A Bela e a Fera está noite, já que a mesma há meses vem dizendo que queria muito assistir. 

Suspirei fundo antes de entrar. 

– Hey. – abri a porta do quarto da S/N. Pro meu espanto incrivelmente arrumado sem eu ter que ficar um mês reclamando da desorganização. – Quer ir ao cinema hoje estrelinha? Consegui entradas para aquele filme que queria tanto assistir. 

Convenhamos a única pessoa que consegue me fazer efetuar esse tipo de coisa é a S/N. Nem mesmo se Hyuna me desse de quatro com as pernas abertas faria isso. 

Aguardava pela resposta da minha querida que permanecia imóvel jogada na cama concentrada no celular, até que me observou friamente foi quando notei que seus lábios se encontravam mais rosados do que o normal.   

Desde quando ela usa batom? Pensei ao analisar e ser lambido pela Vivi que saiu de baixo da cama. – Vou na casa de uma amiga estudar oppa. – ela disse indiferente. 

–  Quem? Onde? Quando volta? – Mesmo fazendo todas essas perguntas me sentia culpado e claro que estava.  

– Na casa da Sumi, não é tão longe pensei em dormi lá pra não voltar tão tarde. 

Sumi  e ela se não me engano eram amigas no fundamental, mas por algum motivo as duas se desentenderam e S/N parou de ir lá. Nunca nem mesmo tocou em seu nome. 

Em outras ocasiões faria uma série de questionamentos, no entanto é muito difícil S/N me pedir qualquer coisa, além do que não tinha aquele bastardo do Byun no meio. 

– Posso ir?  

– Tudo bem, mas me ligue antes de dormir. – ela deu de ombros voltando os olhos pro celular.  – Outro dia assistimos o filme.

Desde aquela maldita festa é desta forma que venho sendo tratado. 

 

Mais tarde

Não demorou pra que S/N passasse por mim apressada pela sala, sem nenhum.

"Bye bye oppa", ou beijo de despedida.

Admito bem lá no fundo não queria deixa-la ir, pois tinha necessidade de cuidar e ter minha irmãzinha só pra mim. 

Mas lá se foi ela...

Sozinho em casa no sábado à noite pensei em chamar Hyuna, todavia merecia alguns dias de castigo. Em compensação fiquei jogado no sofá curtindo minha culpa com a Vivi nos pés, sábados em casa estavam ficando cada vez menos raros visto que o termino do curso aproximava-se. 

Assisti dois filmes e meio aguardando algum sinal de vida de S/N que não veio. Passava das onze quando cansei de espera-la me ligar e resolvi ligar eu mesmo. 

Chamou, chamou, chamou. Ninguém atendeu. 

Preocupado mandei algumas mensagens. 

“S/N atende!” 

"Atende logo!"

"Me atenda!"

Liguei novamente.

Chamou, chamou e ninguém atendeu. 

Encontrava-me impaciente de pé andando de um lado pro outro quando depois da decima segunda caixa postal ela atendeu. 

“Yo-Yoboseiouuuuu?” A voz dela saiu estranha em meio a ruídos no fundo. 

Sentei na poltrona aliviado “Porque não me atendeu S/N fiquei preocupado!” meu alivio durou pouco tempo, porque ao fundo dava pra ouvir música alta e pessoas gritando. Era uma festa. “O que tá acontecendo S/N? Onde você está?” fechei o pulso. 

“Quaas fois Jungikooke” Ela mal conseguia falar de tão grogue que estava. “Me dekxa em paze e vai fuder com sua naboradinha, vaiii vaiiivaii.” 

Incrédulo fitei a tela do celular pra ter certeza que havia ligado pra pessoa certa. 

O nome dizia Estrelinha. 

Mas quem era aquela e o que fizeram com minha irmã. 

“Você bebeu?” era obvio que sim.  

“Si euu bebi o puoblema é meu.” gargalhou com algo. “Tiau manin.” 

“To indo te buscar agora!” 

Antes de terminar de dizer o telefone já havia sido desligado na minha cara, peguei as chaves do carro posseso e sai. 

Com quem essa garota pensa que está falando. 


Notas Finais


» hellou pra você que leu até o final. O que achou? Supreso? O que S/N está aprontando? E esse Jungkook fofo, tarado e fofo de novo?
» Espero que tenham gostado, próximo capitulo nem mais babado. Será que Jungkook vai fica puto??
»Até breve, Kissus!
Ps; Se consegui me expressar bem, Jungkook é um cara extremamente fechado e preocupado como a forma que S/N o vê. Não há nada mais importante pra ele do que manter a boa aparecência com sua irmã mesmo que na verdade ele não seja assim.
Ps2; Tanto é que se repararem bem até mesmo a forma que ele conversa com ela é diferente com as outras pessoas, mas isso ficará mais claro no decorrer dos caps.


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