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História Incesto por consideração - Capítulo 2


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Notas do Autor


Bem eu não achei essa extra melhor que o one shot em si, mas apesar de esse não ter sido um sonho eu tentei escrever algo consideravelmente aceitável, achei que ficou bom até kkkk eu gostei; aqui é só vapo, boa leitura.

Capítulo 2 - Extra do one shot


Fanfic / Fanfiction Incesto por consideração - Capítulo 2 - Extra do one shot

Mikasa Ackerman

Queria começar um beijo lento mas acabei ficando um pouco decepcionada com o outro, então comecei de uma forma rápida o que fez ele colocar os braços a redor da minha cintura o que instantaneamente respondi me levantando da cadeira, ficamos nos beijando em pé até ele me virou me deixando de frente para ele e de costas para a mesa, me sentando nela e ficando entre as minhas pernas segurando minha coxas; continuávamos com o beijo no mesmo ritmo durante toda a nossa movimentação, algumas coisas que estavam em cima da mesa acabaram caindo, até que paramos um pouco para respirar.

– Então é a sua definição de ir devagar? – falou me olhando ainda entre minhas pernas e com as mãos nas minhas coxas.

            Iria continuar lendo, mas escutei batidas na porta e rapidamente fechei meu tablet correndo em direção a porta para demorar o menor tempo possível para voltar a minha leitura. Destranquei a porta e ao ver o meu namorado apenas voltei correndo para o sofá, estava ansiosa para a minha leitura.

– Boa noite, senhor Ackerman – disse enquanto caia em cima do móvel.

– Tenho certeza de que com esse sorriso a sua está sendo melhor que a minha – falou fechando a porta – o que está fazendo, senhora Ackerman? – se sentou ao meu lado no sofá colocando minhas pernas em seu colo.

– Nada.

– Fanfic? – disse sugestivo.

– Nada – falei rindo.

– Mais 18? – disse também rindo.

– Bem que eu queria, mas essa autora não está me ajudando – falou com um pouco de raiva na voz – desgraçado, filhote de iguana, vagabundo – o homem na minha frente me olhou como se as ofensas fossem para ele – não, não é com você, é esse cara – falei apontando para o tablet.

– Posso? – pediu o tablet.

– Pega essa coisa – disse entregando o objeto com um rosto triste – tinha tudo para dar certo, mas não vai, que raiva, mandar esses garotos irem bater na porta da casa do caralho.

– Calma, tenho certeza de que você está exagerando – passou alguns minutos lendo até que me olhou confuso – por que ela não quer ir para a missão com ele?

– Você vai entender.

– Nossa – falou depois de um tempo – ele foi lido como se fosse um panfleto de promoção do super mercado – continuou lendo até que endireitou a coluna ficando mais perto da tela – incesto por consideração? Isso existe? – me olhou confuso.

– Claro, é um cálculo simples, eles foram criados juntos e se consideram irmãos – disse levantando as mãos e as juntado depois – relação entre eles igual a incesto, matemática básica.

– Claro que não – disse negando – se eles não são filhos da mesma mãe e pai, não são irmãos.

– Então quer dizer que se um casal tem um filho e adota outro sendo que os dois foram criados juntos, não são irmãos?

– Assim...

– Não tem assim, são irmãos é incesto, ponto final.

– Então como nós temos o mesmo sobrenome somos primos e ponto final?

– Mas aí é diferente, não somos da mesma família em si e somos primos de um grau tão alto que deus perdoa – falei juntando as mãos como se estivesse fazendo uma oração – amém – ele apenas riu e voltou a ler.

– Por que eles foram procurar ela mesmo? – fez um rosto confuso.

– Ela demorou e eles ficaram preocupados – disse como se fosse óbvio.

– Desculpa, não sabia que eles estavam cronometrando o tempo que ela passou na sala – arqueou as sobrancelhas – esse Jean é o gado né?

– Não, ele é muito legal, só que atrapalhou um pouco.

– Ele colocou as iniciais da garota em um bolinho, não sei qual o outro nome que eu poderia dar a isso além de bovino – deixei escapar uma risada – esse capitão parece interessante, teria feito o mesmo.

– Tire essa ideia da sua cabeça, se eu fosse ela sob nem uma hipótese te deixaria comer um doce qu...

– Tá bom criança – disse colocando a mão na minha cabeça – estou chegando na parte boa – leu por mais alguns minutos – nossa, isso é tipo 50 tons de cinza, né? – disse colocando as minhas pernas no chão e deitando sua cabeça no meu colo – quer me perguntar algo? – assenti rindo dele – irei responder a todas as perguntas que fizer, quando colocar seu medo de lado e me olhar – disse de um modo sedutor – saiba que não farei nada que você não queira.

– Você gosta da Hange? – disse sorrindo.

– Não, outra pergunta? – falou enquanto olhava para o tablet e depois para mim.

– Você viu o meu bolo que estava na geladeira?

– Não estraga a brincadeira, tem que ser uma pessoa – comecei a rir.

– E o Erwin? – ele me olhou torto.

– O que tem ele?

– Ele não gosta de você – não conseguir falar sem rir.

– Sempre soube que ele não tinha bom gosto para homem – disse voltando a ler – ele foi muito bem articulado, mas esse beijo foi golpe baixo – desviei o olhar, sabia bem o que aconteceria depois daquilo e de jeito nem um continuaria olhando para ele – você está com vergonha? – falou rindo.

– Não, é que eu achei ter visto algo perto da janela – ele apenas me olhava sorrindo – para de me olhar assim, idiota.

– Eu posso até ser, mas foi você quem aceitou namorar comigo pirralha – apontou para a aliança e voltou a ler – o que uma mesa não faz, né?!

– Não acho que seja ela, mas as pessoas em cima dela – falei ainda olhando para o lado.

– É legal realmente, vou pensar sobre isso – afrouxou a gravata e se concentrou novamente – é sério isso? Se não estiverem batendo nessa porta para avisar que uma bomba nuclear que vai destruir todo o país acabou de ser lançada iria ficar com muita raiva, esse é o único pretexto aceitável.

– Continue lendo então – disse rindo.

– Tem 4 pessoas batendo nessa porta, sério mesmo? Quem escreveu isso? Justo na hora que eles iam se pegar, só pode ser brincadeira.

– Continue lendo – disse rindo muito.

– Mikasa, quantos anos ele ficaria preso por matar todos eles?

– Acredito que nem um, ele é o melhor soldado em campo, mas não seria uma boa ideia, todos eles são bem úteis para a história e a Petra kkkk, enfim, morto não fala – sorri ao pensar nisso.

– Se eu fosse ele, faria eles passarem uma semana de limpeza sem descanso no mínimo, só pode estar escrito cabaré na frente da porta – ele parecia mais concentrado – eles estão mesmo pedindo satisfações para ela de novo?

– Fazer-se o que? – disse gesticulando.

– Está vendo? Até o capitão perguntou, eles devem ter muita paciência – colocou o tablet em cima do sofá se levantando.

– E aí? O que você achou dessa fanfic? – perguntei já procurando outra fanfic.

– É legal, interessante saber o tipo de putaria que você lê quando no seu tempo livre.

– Só estava analisando a fundamentação literária da obra, envolvimento de narrativa sabe.

– Sei, sim – disse tirando a camisa e me olhando.

– O qu...que você está fazendo? – parei de olhar para a minha lista de leitura.

– O que você acha que eu estou fazendo? – falou tirando o aparelho das minhas mãos e ficando em cima de mim.

            Nesse momento escutei que a campainha tocava repetidas vezes e percebi que tinha mais uma vez sonhado com a mesma pessoa, o tablet estava em cima de mim e eu estava deitada no sofá; assim que eu percebi o que estava acontecendo corri rapidamente para atender a porta e era o meu namorado.

– Boa noite amor – disse Eren me abraçando.

– Boa – tentei parecer o mais normal possível.

– Espero que não se importe, eu chamei o Levi para que nós terminemos de formular alguns documentos – falou entrando rapidamente deixando o outro ainda na porta.

– Boa noite senhorita – segurou a minha mão a beijando o que me fez tremer instantaneamente, me irritava o modo como nunca consigo agir de forma normal perto dele.

– Sim – ele me olhou confuso – sim, pode entrar – fugi do assunto fechando a porta em seguida.

            Eles subiram as escadas em direção ao escritório, e eu continuei tentando entender o que eu estava pensando e separando meus pensamentos, definitivamente tinha que parar com as fanfics.

 

Levi Ackerman

            Enrolei o máximo possível para fazer esses documentos no escritório, sabia que era errado, mas precisava vê-la de novo, isso literalmente estava tirando meu sono, reencontrar ela depois de tanto tempo me trazia mais emoções do que eu poderia contar.

– Boa noite senhorita – segurei sua mão a beijando e vendo ela arrepiar.

– Sim – ao ouvir isso só consegui pensar em como deseja que essa fosse a resposta das mil perguntas que eu queria fazer a ela – sim, pode entrar – infelizmente tive que cortar nosso diálogo, Eren já me esperava impaciente na escada.

            Precisava pensar em um bom pretexto e momento para conversar com ela, essa era a minha melhor chance. Após uma hora que estamos revisando e formulando mais documentos eu me pronunciei.

– Eren, tem chá na cozinha? – perguntei despretensioso.

– Na realidade a Mikasa sabe mais disso do que eu – voltou a olhar para os documentos – acho que ela ainda está lá embaixo.

– Tudo bem, vou tentar encontrar sozinho primeiro, fazer chá para mim se equipara a um ritual – Eren deu uma risada e eu fui até a porta que estava apenas fechada, peguei a chave que estava pendurava nela e tranquei cuidadosamente ela, em seguida saí do local descendo as escadas rapidamente, e vi que ela não estava mais na sala então segui em direção a cozinha onde ela tomava água com tablet na mão, me aproximei cuidadosamente ficando na sua frente – Bu – falei tampando a boca dela em seguida, tinha certeza de que ela gritaria – calma Ackerman, eu só quero um pouco de chá – tirei minha mão de sua boca.

– Você quase me matou de susto, Levi – disse controlando a respiração.

– Não é como se não me conhecesse – a encarei sorrindo.

– Eu não conheço mesmo – se virou para a prateleira pegando uma caixinha – aqui está o seu chá – falou tentando sair do local.

– Você não vai mesmo – falei ficando na sua frente bloqueando a passagem.

– Fala logo o que você quer, seria complicado explicar por que estamos assim no meio da cozinha tão próximos.

– Eu já cuidei disso, preciso falar com você.

– Diga então e depois saia da minha frente – me olhou emburrada.

– Pare de agir como se fosse indiferente a mim – a encarei – Mikasa, eu não consigo te tirar da minha cabeça, e sei que você sente o mesmo, isso está mais do que claro, você não pode ter simplesmente esquecido tudo e me trocado assim, te conheço o bastante para saber que está mentindo e sinceramente não me interessa se vocês são namorados, eu sempre vou sentir o mesmo. Não é possível que tudo tenha sido mentira – baixei minha cabeça – em um dia nós estávamos felizes e no outro vocês estão juntos, tem algo errado nisso.

– Tudo foi mentira, eu menti para você sem me importar, eu amo o Eren – disse olhando para o tablet – nem ouvir sua voz eu quero, você deveria desparecer.

– Quero que me diga isso me olhando – falei segurando seu rosto – eu já sofri o máximo que poderia com isso, não existe mais nada para destruir mesmo, quero que diga que nunca sentiu nada por mim e que nunca se sentiu feliz quando estava comigo – disse olhando para seus olhos – fala que nunca gostou dos meus beijos, quero que fale com todas as letras.

– Para com isso – tentou desviar o olhar – sabe que eu não posso falar isso, esquece de mim Levi.

– Não, eu não vou esquecer, eu lembro perfeitamente de você se despedindo como se nada tivesse acontecido e me abandonando por esse cara, nem ao menos um motivo você me deu Mikasa, quero que faça isso pelo tempo em que fomos felizes juntos, me explica, por que de você quer me destruir?

–Fala baixo Levi – fez um sinal de silêncio – tudo bem, eu explico, mas você tem que desaparecer depois disso – suspirou – na semana em que eu terminei com você ele me ligou, disse que precisava falar comigo e que era urgente...

– Por que não me falou isso? – proferi sério.

– Calma, deixa eu explicar, ele queria falar comigo porque a mãe dele tinha morrido e ele estava sem chão, desabafou comigo e disse que não tinha mais motivos para ficar vivo e que a única coisa que ele tinha era eu e você deve imaginar o que mais ele me falou – baixou a cabeça – eu não podia recusar Levi, não podia, ele precisava da minha ajuda – enxugou uma lágrima – e nunca vou poder falar o que me pediu, porque eu te amo.

– Era só isso que eu precisava ouvir – falei a abraçando – sabia que não estava mentindo sua idiota, você ainda mente muito mal – sorri – isso não é culpa sua, só tentou amenizar a dor dele, mas fez isso de uma maneira errada – passei a mão nos cabelos dela – nós vamos resolver isso.

– Não, nós não vamos, é o tem que ser, vai arranjar alguém legal – forçou um sorriso.

– Cala a boca, não quero alguém legal que não seja você – tentei beijá-la, mas ela colocou a mão na frente.

– Nós não podemos fazer isso.

– Não fizemos ainda – disse no meu ouvido.


Notas Finais


É isso aí msm, espero q tenham gostado kkkkk.


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